When The Sun Goes Down — A Mysteria Tale
14 Page 14 — Ren Langdon
Notas iniciais
When The Sun Goes Down
Page 14 — Ren Langdon
19:00 PM — Deserto Crimson Valley
Algumas milhas distante do templo de Succubus Strider, um homem de cabelo preto e olhos castanhos, usando um rabo de cavalo comprido até a altura de seu quadril, vestindo um fraque vermelho com camisa branca por baixo, um jabô, uma calça preta e sapatos vermelhos. Ele usava uma cartola vermelha e preta na cabeça, e um par de luvas brancas. Segurava em sua mão direita uma bengala espada. No topo da bengala, uma cabeça de corvo com olhos vermelhos. Ele estava andando pelo deserto com sua bengala espada como uma extensão de suas pernas. Ele era conhecido como Ren Langdon. E era um conde mulherengo, apreciava os prazeres da carne, e tinha um olfato apurado para bons vinhos. De fato aquele homem era um tipo sedutor que faz qualquer mulher rastejar aos seus pés.
Então, Ren para um instante e olha a linha do horizonte.
Ren — A linha do horizonte...se meus cálculos estiverem corretos, eu certamente irei encontrar uma boa moradia no meio desse imenso deserto.
Ren então, tira uma carta do bolso interno de seu fraque. Ela tinha o fundo preto, com molduras douradas na parte trazeira, e na parte da frente, o desenho de uma mulher de cabelos loiros, olhos verdes, nua com os braços estendidos e seu corpo formando uma cruz. Ao fundo, raios de luz dourados irradiando o seu ser. Na parte de baixo da carta, uma moldura dourada pequena, escrito “Renascimento”. No canto esquerdo da carta, estava a figura do sol brilhando. Aquela era uma carta de invocação.
Ren — “Renascimento” (diz olhando para a carta em suas mãos)
Ren — Interessante. Eu acho que eu vou usá-la para criar uma moradia para mim.
Então, Ren joga a carta no meio do deserto e ela cai como uma folha de árvore no chão e desaparece. Em seguida, Ren começa a ouvir um tremor de terra semelhante a um terremoto e uma construção feita de pedra e vidro começa a se erguer das areias do deserto e para de repente. Era um enorme castelo de pedra que havia sido enterrado debaixo do deserto. Ren olha para aquela estrutura e fica impressionado com sua arquitetura.
Ren — Impressionante. É uma bela construção. Eu gostei desse estilo gótico...
Ren pensa um pouco...
Ren — Certamente essa construção me servirá como moradia.
Ren — Bem, vamos conhecer a nova casa.
Ren se aproxima da entrada do castelo e as portas se abrem sozinha, recebendo-o.
Ren — Obrigado. Eu estou lisongeado.
Ren entra no castelo. E vê uma enorme escadaria com candelabros que se ascendem sozinhos. Na parede em frente ao lance de degraus no centro havia uma estátua de pedra de uma antiga bruxa que teria vivido lá. Encantado ao ver aquela escultura, Ren se aproxima dela e lê a descrição em baixo aos pés da estátua.
“Angeline Le Mort — Rainha da escuridão...”
Ren — Tem mais coisa escrita aqui em baixo mas eu não consigo ler as palavras são muito pequenas. Mas é realmente muito interessante.
Ren então vira para a direita, sobre os degraus e chega em um enorme corredor que levava a duas portas uma do lado esquerdo e a outra no lado direito. Ren decide andar até a área em frente onde havia uma enorme estufa de plantas.
Ren — Vamos começar o tour por aqui.
Ren anda até a entrada do jardim onde havia um enrome arco coberto com plantas e chega numa área toda coberta por plantas, algumas gárgolas em pontos localisados ao redor do jardim, e a estufa de plantas logo em frente.
Ren — Que lugar bonito!
Ren anda em direção a entrada da estufa e atravessa uma cortina transparente. Chegando no interior da estufa, uma quantidade de plantas, arbustos, e uma fonte de água límpida no centro com quatro gárgolas uma de costa para a outra e a água jorrando de suas bocas.
Ren — Realmente, essa estufa é fantástica. Eu nunca vi um lugar como esse antes.
Ren então sai da estufa e volta para o jardim. Lá, Ren localiza um banco de pedra branca com perna que tinham o desenho de colunas como as de um templo grego.
Ren — Vamos descansar um pouco.
Ren senta-se no banco, coloca a sua bengala espada encostada ao lado do banco, e estende suas mãos nas duas pontas do banco e em seguida cruza as pernas. Ele então olha fixamente para tudo a sua volta, admirando a beleza daquele lugar.
Ren fica com um olhar poético em seu semblante. Era como se ele estivesse em profunda reflexão sobre aquele lugar.
Ren — (Tomar um chá aqui seria fantástico...)
Ren — (Especialmente com uma bela companhia ao seu lado...)
Então, Ren resolve quebrar o silêncio. Ele se levanta do banco, pega sua bengala espada e sai do jardim voltando para o corredor onde ele tinha passado antes de chegar no jardim.
Ren — Agora vamos ver os outros lugares...
Ren anda pelo corredor à esquerda e para na primeira porta. A porta se abre sozinha e ele entra. Dentro, Luzes se ascendem sozinhas e Ren se vê cercado de dezenas e dezenas de livros. Ren estava em uma biblioteca. Todos os livros dali eram sobre magias e feitiços. Ren então sobe um degrau em uma pequena escada de madeira e anda sobre o assoalho de madeira até uma das prateleiras de livros à esquerda. Ren então pega os livros um a um, folheia — os e os coloca de volta no lugar.
Ren — Esses livros são muito antigos, parecem ter sido escritos na idade média...
Após ter visto alguns dos livros disponíveis na biblioteca, Ren vê uma prateleira de livros próxima da que ele havia explorado e nota que há poucos livros, algumas teias de aranha, e um crânio com uma véla preta em cima dele. A vela estava apagada.
Ren — Será que tem alguma coisa atrás dessa prateleira?
Ren puxa os poucos livros na prateleira até descobrir um enorme livro que estava solto. Ele então puxa o livro, a vela e os olhos do crânio se ascendem e revelam uma passagem secreta.
Ren — Interessante. Uma passagem secreta que leva para um quarto. Vamos ver...
Ren entra no quarto pela passagem secreta e vê uma câma de casal, um espelho giratório a esquerda ao lado da cama, um criado mudo ao lado direito da câma, uma armário de madeira, e um lustre de cristais no teto.
Ren — Esse é belo quarto, parece um quarto de rainha...será que pertenceu aquela feiticeira na entrada do castelo? Como era mesmo o nome...Angeline Le Mort?
Ren — Pode ser...Enfim, esse será agora o meu quarto. Certo, vamos continuar...
Ren sai pela porta do quarto que se abre sozinha e continua o seu tour pelo castelo.
De volta ao corredor do jardim, Ren segue em direção a mais uma porta que levava a um enorme salão. A porta se abre sozinha e Ren entra no salão. Não havia quase nada lá. Apenas algumas estátuas de gárgolas posicionadas perto de uma janela que ficava no centro entre as estátuas.
Ren — Nada por aqui? Certo. Eu vou mudar a decoração e fazer dessa a minha sala de estar. Será aqui que eu vou tomar um chá servido pelas minhas adoráveis criadas.
Então, Ren resolvi mudar a decoração de imediato.
Ren — É hora de renovar a decoração.
Ren tira outra carta de invocação do bolso interno de seu fraque que tinha o mesmo fundo preto com a moldura dourada atrás e na frente o desenho de uma mesa no centro da carta, uma janela ao fundo, criados segurando bandeijas um ao lado esquerdo da mesa ao centro da carta e o outro ao lado direito da mesa. Uma moldura dourada em baixo e escrito “ Sala de chá”.
Ren — “Sala de chá!” (diz olhando para a carta.)
Ren joga a carta que cai como uma folha de árvore no chão e desaparece. Um tremor começa e logo os objetos e toda a mobília é colocada naquele salão.
Ren — Ficou maravilhoso. Mas, ainda falta as minhas adoráveis criadas.
Ren então saca do bolso interno de seu fraque quatro cartas de criado. Elas tinham os mesmos desenhos das cartas anteriores, porém os desenhos na parte da frente haviam mulheres usando uniforme de criadas em pé e de perfil no centro das cartas. Em baixo o nome da carta “Criada”.
Ren — Venham minhas adoráveis criadas!
Ren lança as quatro cartas no salão, elas caem como folhas de árvores na frente dele uma seguida da outra. As cartas desaparecem e dão forma a quatro criadas que são posicionadas uma do lado da outra. Todas elas ganham vida com um brilho que surge em seus olhos.
“Nosso senhor, o que você deseja?” — dizem juntas as criadas de Ren.
Ren — Eu desejo tomar um chá.
“Sim, Senhor!” — Dizem juntas as criadas mais uma vez.
Ren — Parem,Parem! Por favor. Vocês falando todas juntas fere os meus ouvidos!
“Desculpa, Senhor!” — Diz a primeira empregada.
“Desculpa, Senhor!” — Diz a segunda empregada.
“Desculpa, Senhor!” — Diz a terceira empregada.
“Desculpa, Senhor!” — Diz a quarta empregada.
Ren — Ahhh, assim está melhor.
Então, um bule de chá e uma xícara surgem nas bandeijas das empregadas. Ren se senta no sofá de frente para a mesa que havia sido criada com a carta “Sala de chá” e Ren pega a sua bengala espada, toca na mesa com ela estendida e a faz desaparecer dali. Em seguida, Ren toca com sua bengala espada a bandeija que a segunda empregada segurava com as mãos e ela desaparece também. Ren passa uma ordem à empregada com as mãos livres.
Ren — Isso é ruim, eu vou precisar de uma mesa agora. Torne-se uma mesa para mim!
“Sim!” — Diz a empregada
A segunda empregada se abaixa na frente de Ren, ficando de quatro no chão.
Ren — Assim está ótimo!
“Sim!” — Diz a empregada.
Ren então faz a primeira empregada colocar a bandeija com o bule e a xícara de chá nas costas da segunda empregada. Em seguida, Ren aponta sua bengala espada e faz desaparecer a bandeija com bule e xícara de chá da terceira e quarta empregada. Então, Ren ordena que uma pegue o bule e sirva o chá, enquanto a outra segura a xícara de chá. A xícara vai enchendo com o chá até parar. Em seguida, a empregada que estava segurando a xícara entrega a xícara com o chá para Ren. Ren pega a xícara na mão e bebe todo o chá em um só gole.
Ren — Hmm...muito bom! Do que é esse chá?
“É chá preto, Senhor” — Responde a primeira empregada que estava parada ao lado de Ren.
Ren — Adorei a infusão! Agora eu acho que nós vamos nos divertir um pouco, não é, queridas?
“Sim, Senhor!” — Respondem as três empregadas que estavam de pé.
Ren — AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
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