When The Sun Goes Down — A Mysteria Tale

15 Page 15 — Visit To Brightville, Hans Waltkreutz & Namrus And An Invitation


Notas iniciais
Capítulo 15 online! Bom, Hans Waltkreutz é na verdade a minha versão do lobo mau da chapeuzinho vermelho que é um lobisomem e foi amaldiçoado pela bruxa de João e Maria. Boa leitura!

When The Sun Goes Down

Page 15 — Visit To Brightville, Hans Waltkreutz & Namrus And An Invitation

9:00 AM — Castelo de Ren Langdon

Ren estava deitado na cama nu com uma de suas criadas também nua dormindo. Ambos estavam cobertos pelo lençol apenas. Ren se levanta e fica sentado na cama e então vira para o lado e olha para os raios de sol atravessando a janela de seu quarto e iluminando do seu rosto até a parte do lençol onde estava os pés dele.

Ren — Que dia maravilhoso. Eu não me lembro de ter vivenciado dias assim nos últimos ... cem anos.

Ren então, vira para o lado e olha para a criada que estava dormindo ao lado dele.

Ren — Já não se fazem criadas como antigamente. Eu preciso descobrir um novo amor, uma paixão ardente que atice o fogo dentro de mim....

Ren se levanta da cama ainda nu, abre o guarda roupa de frente para a cama com sua magia, apenas movimentando sua mão direita. Com a mão como se fosse uma garra fechada e a abre, seus dedos se estendem e a porta do armário se abre para ele. Em seguida, Ren chama uma carta que estava no bolso interno de seu fraque, que vai direto para a mão dele.

Alguns minutos depois...

Ren observa a nova carta, com o mesmo fundo que as outras, mas com o desenho de uma camisa e escrito na parte de baixo, “Roupa”.

Ren — Interessante. Eu nunca usei essa carta antes...

Ren joga a carta e no ar ela se desintegra. Em seguida, a forma de um novo fraque, chapéu, luvas, e sapatos, desta vez tudo em roxo e preto, cobrem o corpo nu de Ren Langdon.

Ren — Perfeito! Eu acho que eu vou visitar os arredores para ver como é e vou fazer isso com o meu novo visual.

Ren então, chama a sua bengala espada que estava no guarda-roupas e anda em direção a porta do quarto. A criada com quem ele havia dormido ainda estava dormindo. Ren sai do quarto e anda pelo corredor do castelo.

Ren — Vamos fazer uma visita a cidade, quem sabe lá eu encontre um novo amor.

Mais tarde, no lado de fora do castelo, Ren sai do castelo, tira uma carta do bolso interno de seu novo fraque e a joga invocando o seu poder. A carta se chamava “O Viajante”. Essa carta havia se transformado em uma carruagem num passe de mágica. A carruagem era preta, com cavalos pretos, cortinas vermelho bordô no interior da carruagem, um servante estava segurando as rédeas dos cavalos, com o seu chicote do lado no banco e esperando Ren entrar na carruagem. O servante então desce de seu posto e abre uma das portas da carruagem e faz um gesto indicando que Ren entrasse na carruagem.

“Por favor, Senhor Ren...” — Diz o servo de Ren.

Ren — Obrigado. Leve-me para a cidade.

“Sim, Senhor.” — Responde o servo.

Então, Ren entra na carruagem, o servo volta para o seu posto e com uma chicotada os cavalos começam a andar e a carruagem começa a sair do chão. Já no céu, o servo de Ren continua chicoteando os cavalos, para que andassem mais rápido para chegar à Brightville.

Enquanto isso, em Brightville...

Um mago vestindo uma túnica marrom com capuz e um báculo mágico com uma estrela e uma lua crescente na ponta e seu amigo, um jovem rapaz de cabelos loiros, olhos cinza claro, uma camisa branca com algumas casas abertas, uma calça marrom de cetim, e botas de couro marrom, estavam andando pela rua Marble enquanto conversavam entre eles. Eles haviam saído da ilha Illuminária para visitar Brightville. Seus nomes eram Hans Waltkreutz e Namrus.

Hans — Então essa é Brightville?

Namrus — Parece que sim.

Hans — Então, o que vamos fazer agora?

Namrus — Vamos ver um lugar para passar à noite e depois veremos um lugar para comer.

Hans — Sim.

Hans e Namrus continuam andando pela Rua Marble, até notarem uma pensão ali, do lado de um bar da cidade. Eles param em frente e olham a placa com o nome da pensão na entrada do local.

Namrus — “Pensão Himitsu Change...”. Venha, vamos ver se eles tem um quarto vago..

Hans — Sim. Vamos lá!

Hans e Namrus entram na pensão e se dirigem a recepção. Eles são atendidos por Naoko Hamilton.

Naoko — Olá, bom dia!

Namrus — Bom dia, vocês teriam um quarto vago?

Naoko — Hmm...vamos ver aqui no quadro...

Naoko procura no quadro pela chave de algum quarto vago. Até que...

Naoko — Achei! Quarto B12. Ele está vago e disponível...

Namrus — Eu acho que nós vamos ficar com este quarto.

Naoko — Muito bem. Só um minuto...

Naoko olha em baixo do balcão em uma prateleira, e pega o livro de registros. Ela coloca o livro sobre o balcão, abre em uma folha com algumas linhas em branco e pede a eles para assinarem.

Naoko — Por favor, assinem aqui.

Naoko coloca o frasco de tinta com uma pena preta mergulhada no pote à disposição de Namrus e Hans. Namrus pega a pena e escreve o seu nome na linha, e a data que estiveram lá, 25 de Março.

Namrus termina de assinar e coloca a pena de volta no frasco.

Naoko — Obrigada.

Namrus — De nada. Agora é sua vez, Hans.

Hans — Tudo bem.

Hans pega a pena, assina seu nome no livro e coloca a data que estiveram lá como Namrus havia feito.

Hans — Certo. Eu terminei.

Hans coloca a pena de volta no frasco de tinta. Naoko agradece e lhes entrega a chave do quarto.

Naoko — Muito obrigada e aqui está a chave do quarto de vocês.

Namrus — Obrigado.

Namrus pega a chave com Naoko e se retira para o quarto com Hans.

Naoko — Tenham um bom dia!

Alguns minutos depois...

Namrus e Hans descem as escadas para a recepção da pensão e perguntam a Naoko se ela recomenda algum lugar para comer, pois estavam famintos.

Namrus — Com licença, você sabe de um lugar bom para comer?

Naoko — Sim, eu sei. Vocês foram ao The Rabbit’s Hole?

Namrus — O que é isso?

Naoko — É um bar e restaurante que tem aqui do lado. Nós servimos café da manhã, almoço e jantar, mas se preferirem um lugar melhor para comer, vão lá.

Namrus — Ah sim! Eu acho que passamos por ele quando estavamos vindo para cá.

Hans — É aquele bar que nós vimos antes de chegarmos aqui.

Namrus — Sim, é verdade.

Naoko — Se importam que eu faça uma pergunta?

Namrus — Não, pode perguntar.

Naoko — Daonde vocês são? Porque vocês não parecem ser dessa cidade.

Namrus — Oh, nós viemos da ilha Illuminaria.

Naoko — Aquela que é dividida em dois continentes, Illumine e Aria?

Namrus — Sim, essa mesma. A magia nos trouxe para cá.

Naoko — Entendi. É só que eu nunca vi clientes assim como vocês aqui na pensão antes.

Namrus — É a nossa primeira vez na cidade.

Naoko — Oh! E vocês estão gostando? Pretendem ficar aqui quantos dias?

Namrus — Namrus, uma semana ou duas. Nós não temos pressa para voltar para casa.

Naoko — Então aproveitem a sua estadia.

Namrus — Obrigado.

Enquanto isso, a carruagem de Ren Langdon para em frente a prefeitura da cidade. O servo avisa Ren que eles haviam chegado em Brightville.

“Chegamos, Senhor. Essa é Brightville. A sua frente, a prefeitura da cidade...”

Ren — Vamos visitar a prefeita e depois procuraremos pelo meu novo amor. Espere aqui, sim?

“Sim, Senhor!” — Responde o servo de Ren.

Ren entra na prefeitura. Logo na frente dele estava um balcão de atendimento com uma secretária. Ren se aproxima do balcão e a secretária o atende.

“Sim, posso ajudá-lo?” — Indaga a secretária.

Ren — Eu vim visitar a prefeita da cidade, ela está?

“Você tem hora marcada?” — Indaga a secretária.

Ren — Não, eu não tenho hora marcada...

“Então marque uma hora e volte aqui, senhor.” — Diz a secretária.

Então, o telefone na mesa da secretária toca e ela atende.

“Só um minuto.” — Diz a secretária pendindo para Ren aguardar.

“Sim?” — Diz a secretária no telefone?

“Quem está ai?” — Indaga a voz do outro lado.

“Senhora, é um cavalheiro que diz querer falar com você...” — Responde a secrétária.

“Mande o entrar”. — Responde a voz do outro lado.

“Senhor, você pode ir. É só subir as escadas até o andar de cima.”

Ren — Obrigado.

“Sem problema” — Responde a secretária.

Ren sobe as escadas até o andar de cima onde havia o gabinete de Raven Dixon.

Algum tempo depois...

Ren chega na porta do gabinete de Raven Dixon que tinha seu nome escrito no vidro da porta de madeira. Ren acha estranho e resolve bater na porta antes de entrar.

–Toc! Toc!

“Entre! A porta está aberta...” — diz a voz atrás da porta.

Ao entrar no gabinete da prefeita da cidade, Raven Dixon, Ren anda pela sala e se depara com uma sala um tanto escura e atrás de uma mesa cheia de papelada, estava a prefeita da cidade. Ela estava de pernas cruzadas sobre a mesa e com as mãos para trás da cadeira, relaxando. Ren se aproxima da mesa da prefeita e fica de frente para ela.

Raven — Então, quem é você? Minha secretária disse que você queria falar comigo, é sobre protesto, dinheiro, o quê?

Ren — Permita que eu me apresente. Meu nome é Ren Langdon. Eu vim do desrto Crimson Valley para conhecer essa cidade então eu pensei: “Porque não começar pela prefeitura...?”

Raven — Entendo. Então, senhor Langdon, o que você quer exatamente de mim?

Ren — Oh nada. Eu apenas quis conhecê-la, só isso. Eu vim para essa cidade para encontrar um novo amor...a menos que você conheça saiba onde eu posso encontrar um.

Raven — De fato, eu não sei a resposta para sua pergunta. Mas pelo que eu vejo, você parece um homem bonito, másculo, viril...o que mais eu posso dizer de você?

Ren — Oh, eu aprecio os prazeres da carne. Você não?

Raven — Sim, eu também aprecio isso.

Ren — Verdade? Você também me parece uma mulher charmosa, atraente, sedutora...

Raven — Obrigada pelo elogio.

Raven e Ren se olham nos olhos um do outro e se encantam um com o outro.

Ren — Eu acho que eu estou começando a me apaixonar por você.

Raven — Eu acho que eu estou me sentindo da mesma forma que você. O seu porte me encanta.

Ren — Eu posso te mostrar o meu castelo e nós podemos morar juntos lá.

Raven — Hmm...isso seria...interessante.

Ren — Então você aceita tomar um chá comigo em meu castelo qualquer dia desses?

Raven — Sim, eu adoraria te conhecer melhor.

Ren — Bem, eu digo o mesmo.

Raven — Bem, tem uma coisa...

Ren — O que é?

Raven — Eu estou planejando conquistar essa cidade e estou precisando de mais um membro para completar o meu grupo. Você aceitaria se juntar à nós?

Ren — Nós? Nós quem?

Então, Sor Row e Succubus Strider surgem das sombras e se aproximam de Ren.

Raven — Eu e eles. Seus nomes são Sor Row e Succubus Strider.

Ren — Uau! Eu estou impressionado com os seus amigos, querida.

Raven — Você ainda não viu o que eles podem fazer...

Ren — Então eu aceito fazer parte do seu grupo.

Raven — Perfeito! Agora o meu grupo está completo!

Sor Row — De fato está.

Ren — Maravilha!

Notas finais
Obrigado por ler^^