Notas iniciais
GOEMENE, MINNA! Especialmente a jade-chan! Enfim, eu abondando essa fic por muito tempo, assim como todas as minhas outras fics. Essa, especialmente, foi porque a pessoa que me incentivou e apresentou InuYasha esteve um pouco ausente e ela que me ajuda com a fic. Entaum... Eu dei um tempo ao tempo. Um tempo beeeem longo. "Ela voltou, autora-chan? Você nunca mais vai parar de escrever?" Não. E... Talvez. Esse capítulo veio na minha mente quando eu reli a fic e o estopim dele foram os comentários da Jade-chan. (Palmas para ela pessoal! Uhuuuu!) minha linda e maravilhosa leitora, dedico a você mais este novo capítulo!

Mordeu o lábio inferior com força exagerada para conter o grito que rasgava-lhe a garganta e ameaçava escapar. Mesmo assim, ignorou a dor e acelerou ainda mais, pondo o máximo de distância que pudesse entre ela e sua "companhia".

Sentiu o sangue escorrer livremente de seu ombro assim como pressentia um ataque de pânico. Respirou, mais uma vez, buscando se manter calma e coerente. Afinal, ela tinha um maldito dom paranormal estranho que podia servir para algo mais que não fosse pesadelos e "colas" bem-sucedidas na prova surpresa de matemática!

Tora fechou os olhos, ciente de que estava quase pedindo para morrer, esvaziou a mente e tentou acessar a parte estranha de sua mente que a fazia diferente dos outros seres humanos normais.

A primeira coisa que viu foi um falsa de um atalho entre as árvores do bosque escuto que margeava um dos lados da estrada, logo depois ruínas do que parecia um palácio ou um templo, uma figura albina acendendo um incenso, portões vermelhos, o mesmo templo só que recém construído e então olhos dourados e um rosnado gutural.

Abriu os olhos quase caindo da moto. Odiava aqueles flashes seguidos que eram suas visões. Sempre ouvirá falar que profetizas conseguiaM ver claramente apenas o que queriam ver. Só os dois primeiros já seriam suficientemente bons. Mas, não era como se fosse fácil achar um curso de clarividência verdadeiro por aí,

Virou os olhos atentos na direção do bosque, buscando minuciosamente a falha que levaria ao templo/palácio se suas previsões estivessem certas. Quando a viu desligou o farol e se lançou com tudo para dentro da fenda entre as árvores. Galhos açoitaram seu rosto, arranharam e rasgaram seu vestido. E, por um minuto, ela se sentiu bem. Voltará a ser a garota irresponsável que sempre fora.

Ouviu as motos se aproximarem e tremeu de medo, o ferimento ainda sangrando, a bal. ainda acomodada entre seus músculos. Ela no teria muita chance no mano à mano. Então mais uma vez ela viu um flash dos olhos dourados, profundamente raivosos, deixando visíveis uma gana de matar e ouviu como se fosse uma música de fundo o rosnado profundo e gutural.

Até que os olhos dourados não eram mais um flash, e, sim, os olhos de um lobo albino a sua frente. Não parecia muito um lobo, parecia mais um cão, mas seu tamanho era anormal até para um dos maiores cães que já vira. Ele estava longe, mas seus olhos focaram-se na ferida sangrenta em seu ombro. O rosnado se fez ouvir e então ele pulou sobre ela na direção de seus perseguidores.

Virou a cabeça para trás, assustada, tendo um vislumbre do "lobo" atacando os homens em cima de suas motos com uma fúria descontrolada.

– Puta merda. — murmurou, aterrorizada antes de se dar conta que havia chegado em uma clareira. Uma clareira que abrigava o templo/palácio em ruínas de suas visões.

Não pode deixar de notar um incenso aceso na frente da construção.

Notas finais
Até o próximo capítulo. Sem previsão de quando Array