Welcome To Hell
8 Festa!
Notas iniciais
Lá estava eu me olhando na frente do espelho. Leah me pagaria por isso, serio. O mundo da voltas, ela vai ver!
Ela me forçou a entrar em um vestido preto básico com alguns detalhes pratas, exageradamente curto, e com um decote que fazia meus seios parecerem exageradamente grandes. Nem me lembrava de ter esse vestido. Deixei meus cabelos soltos e fiz poucos cachos nas pontas, já que era de noite fiz uma maquiagem carregada e coloquei um salto preto. Me olhando assim no espelho eu nem parecia aquela depressiva de antes que só sabe chorar.
Leah saiu do meu banheiro também arrumada. O cabelo curto ela conseguiu fazer um coque bagunçado e uma maquiagem escura dando um ar sexy a ela. Usava uma saia com babados preto e uma blusinha branca e de saltos vermelhos.
–Você ta linda demais! — Disse ela me encarando de cima a baixo. Abri um sorriso. — Vamos? O jonah já ta esperando agente la embaixo! — Assenti.
Saímos do meu quarto e minha tia discutia alguma coisa com a empregada na sala enquanto dava de mamar ao Arthur, assim que elas me viram também me mediram de cima a baixo.
–Você ta gostosa! — Disse ela me fazendo ficar com vergonha. Leah soltou um riso. — Cuidado heim, use camisinha!
–Tia! — Ela gargalhou.
–Pode deixar que eu cuido dela. Ta comigo, ta com Deus! — Leah disse piscando pra mim. Bufei.
–Não acredita nela tia! Essa daqui é pior que o próprio diabo!
–Que horror! — Ela disse rindo sem se importar — Já avisando que não tenho hora pra trazer a cinderela de volta! — Leah falava enquanto me puxava pra fora do apartamento.
–Tudo bem! Só tenho juízo, por favor. E mais uma vez, camisinha!
Me limitei a sorrir porque se eu dissesse alguma coisa iria sair bosta.
Saímos do apartamento era umas nove horas da noite. Assim que dobramos a esquina Jonah estava encostado num carro preto todo arrumado. Com uma calça jeans clara, uma regata preta e blusa de couro. Sorriu ao me ver!
–Você ta muito....
–Se dizer que eu to gostosa vou dar um tapa na sua cara! — Avisei me aproximando. Ele riu me abraçando apertado e logo em seguida a irmã.
–Você é sem graça! — Ele murmurou pra mim.
–Eu não sou sem graça, você que é pevertido!
–Sera que da pra gente ir logo? — Bufou Leah do meu lado.
Entramos no carro seguindo pro centro de Chicago. As ruas já estavam pra la de movimentadas e eu não fazia a menor ideia de onde era essa tal boate. Mas não era tao longe já que não gastamos nem meia hora indo pra lá.
Logo que sai do carro já percebi que tava cheia, ela era grande e a musica dava pra se ouvir do lado de fora. Ajeitei o vestido seguindo Leah e Jonah a minha frente. Adentramos a boate e vi que tinha mesmo muita gente, mas o lugar era grande, reconheci algumas pessoas do instituto e outras que nunca vi na vida.
–Eu preciso beber! — Leah gritou já que a musica tava alta.
–Vou da uma volta por ai pra vê se o Peter já chegou! — Jonah disse.
Ótimo. Aquele encosto viria! Eu não mereço isso.
–Agora sou eu que preciso beber! — Falei puxando Leah pelo braço até o balcão de bebidas.
Logo que pedimos ele nos entregou duas tequilas. A musica tava realmente alta e envolvente. Só ali jogando conversa fora com a Leah por alguns minutos eu já deveria ter bebido uns dois copos de bebida.
–Leah! Izzy! — Ouvi alguem chamar. Era uma garota do instituto, colega da Leah. Até que eu gostava dela, não conversava muito, mas pelo pouco que conhecia ela era gente boa. Marina Benson era o nome dela. Pele morena, olhos cor de chocolate e cabelos castanhos um pouco grandes que eram lisos e enrolados nas pontas. Ela era a perdição dos garotos no instituto. — Não sabia que viriam pra cá! — Se aproximou nos cumprimentando.
–Até parece que eu iria perder essa festa! — Leah disse
–E o seu irmão, onde ele ta? — Perguntou passando os olhos procurando por ele. Essa dai não perde tempo mesmo!
–Foi procurar o Peter! — Respondeu Leah.
–Então não vamos ficar aqui paradas! Essa festa ta boa demais pra ficar só bebendo! — Marina disse toda empolgada.
Estou levando ao pé da letra aquele ditado: Já que esta no inferno, abrace o capeta! Então já que Leah me arrastou pra cá, eu é que não vou ficar parada.
–Vamos!
Começou uma musica que eu amava Calvin Harris — Summer eu não podia ficar encostada nos cantos daquele lugar. Então Leah eu e Marina nos jogamos na pista de dança.
...
Pov. Peter
Logo que coloquei os pés na boate reconheci muita gente, principalmente do instituto. O lugar estava cheio como de costume, muita bebida, muita mulher gostosa e musica alta. Sim eu frequentava esse lugar com uma certa freqüência.
Nem entrei direito e Jonah apareceu na minha frente.
–E ai cara, você demorou! — Disse ele.
–É, eu sei. Me atrasei!
Nos seguimos pro balcão de bebidas. Nada como como começar a noite enchendo a cara né. Ali conversando com Jonah por alguns segundos avistei Leah, Marina e Isabelle dançando um pouco afastadas.
Vou deixar claro uma coisa que talvez ninguém vá entender, ou talvez vá. O fato deu odiar esse genio terrível da Izzy e o fato de eu gostar de irrita-la o tempo todo não quer dizer que eu seja cego. Ela é bonita, tipo muito. Não muito alta, pele clarinha parecia porcelana, seus traços eram delicados e suaves. Seus cabelos eram grandes e batiam no meio das costas e eram exageradamente pretos duma cor tao escura que eu nunca tinha visto antes. E encaracolados! Ela tinha olhos verdes e sim... Um corpo que... Meu Deus. E com esse vestido curto e apertado e dançando daquele jeito tava me fazendo perde a consciência.
Eu só não entendia porque ela tinha que ser assim, teimosa e principalmente curiosa! Que coisa chata...
–Quer um babador? — Perguntou Jonah soltando um riso.
–O que?
–Como assim o que? Você ta secando a Izzy faz tempo cara! — Soltei um suspiro — Eu te entendo, ela ta gata! — Eu o encarei por alguns segundos e ele riu — Mas eu to afim da Marina, calma! Não quero nada alem da amizade da sua deliquente!
–Eu não tenho nada haver com isso. Se caso você quisesse ficar com ela! — Dei de ombros e ele riu novamente.
–Aham sei!
Ficamos mais um tempo só ali observando as garotas, quando a musica que elas dançavam acabou. Leah sumiu no meio da multidão enquanto Marina e Izzy vinham em nossa direção rindo de alguma coisa. Quando Izzy me viu já fechou a cara e revirou os olhos. Eu amava essas reações que ela tinha quando me via.
–Jonah! — Marina pulou no pescoço dele dando um beijo na sua bochecha e depois sorriu pra mim. — Oi Peter!
–Oi, Marina! — Foi a única coisa que disse a ela — E ai delinquente! — Ela me lançou aquele tipico olhar assassino que só ela sabia fazer. Segurei o riso vendo ela serrar o punho.
–Eu ficaria muito grata se parasse de me chamar assim!
–Desculpe. É que eu nunca me lembro do seu nome!
Eu não conseguia ficar serio quando eu a irritava. Ela nervosa era coisa de outro mundo.
–Faz um favor então já que nunca lembra o meu nome. Não fale mais comigo! — Gritou a ultima frase.
–Claro que eu não vou fazer isso! — Disse fazendo ela me encarar — E quem vou passar a irritar se eu para de falar com você?
–Vai pra merda Peter! — Disse
Saiu andando em direção a sei lá onde. Enquanto eu ria a observando se afastar.
–Você gosta de tirar ela do serio né? — Jonah me olhou como se eu fosse um retardado.
–Já virou rotina!
Puxei o copo intocado da mao dele e virei tudo.
–Um dia ela te mata! — Ele disse. Marina e eu rimos. Com certeza um dia ela faria isso!
...
Pov. Izzy
As pessoas vem pra essas festas na intenção de se divertir e fugir dos problemas, mas infelizmente parece que meu problema me persegue! Num é possível!
Garoto bipolar! Uma hora ta me odiando e nem olha na minha cara, na outra ele vem falar comigo como se nada tivesse acontecido. Eu não aguento isso, meu psicológico não aguenta isso. Sinceramente eu não aguento Peter Wayland!
Segui pro banheiro me fitando no espelho e ajeitando o vestido que insistia em subir conforme eu andava. Serio, eu não gosto de vestidos curtos!
–Izzy! — Leah entrou no banheiro toda afoita — Aqui esta você! Pensei que tinha ido embora!
– O que foi? — Perguntei.
–Tem uma pessoa que quer te conhecer! — Ela disse se fitando no espelho e depois retocando a maquiagem. A encarei surpresa.
–Quem? — Ela não respondeu. Só sorriu pra mim me levando pra fora do banheiro.
Atravessamos a pista de dança e vi Jonah e Marina dançando. E Peter com uma garota qualquer. Aquele não perdia tempo e eu conhecia a fama dele de galinha até porque as garotas só faltavam dar pra ele no meio da aula se ele pedisse.
Leah me levou pra perto de uma mesa em que estavam sentados dois garotos. Os dois bonitos a proposito. Um eu já conhecia e o outro só de vista. Eram do instituto! Se levantaram assim que nos aproximamos.
–Izzy você lembra do Lucas? — Apontou pro garoto moreno e alto que sorriu pra mim. Como não lembrar né! Leah é doida por ele.
–Claro, Oi! — Disse o cumprimentando.
–Esse aqui é um amigo dele do instituto! — Me apresentou — Liam Jackson! — Ele me olhou de cima a baixo descaradamente me fazendo corar — Ele queria te conhecer! — Ela sussurrou no meu ouvido só pra mim ouvir.
–É um prazer te conhecer Isabelle! — Ele disse finalmente.
–Izzy, pode me chamar de Izzy! — Ele sorriu
–Otimo Izzy! Porque você e Leah não ficam na nossa mesa? Tem lugar pra todos.
–Ah vai ser ótimo! — Leah se empolgou — Eu e o Lucas vamos pegar umas bebidas, já voltamos! — O garoto enlaçou sua cintura e eles sumiram na multidão.
Eu encarei o menino a minha frente e engoli em seco. Serio, ele é bonito! Alto, cabelos claro mais não loiro, olhos escuros quase preto num topete perfeito e um sorriso lindo. O cara era de outro mundo! Ele pegou na minha mao me guiando até a mesa dele e eu me sentei meio envergonhada por ele ter pegado na minha mão só me conhecendo a um minuto, mais não deixei transparecer!
–E então Liam, gostando da festa? — Perguntei enquanto ele se sentava do meu lado.
–Confesso que to gostando mais depois que você chegou! — Ele disse me encarando e eu sorri sem graça — Já fazia um tempo que eu queria te conhecer melhor Izzy!
–É mesmo? — O fitei ele me encarava serio.
–É! Eu vi que faz pouco tempo que você chegou no instituto. E como fez amizade com o Fray e o Wayland não consegui falar com você antes! — Vi que se referia do Peter e do Jonah de um jeito desgostoso.
–Ah eu não sou amiga do Peter pode ficar tranquilo! — Ele me encarou com um sorriso de lado — Só do Jonah claro. Mas eu não gosto do Peter !
–Que bom, descobrimos algo em comum! — Disse ele rindo e eu ri junto!
Ficamos conversando por um bom tempo e Leah voltou logo depois cheia de garrafas de bebidas e nos quatro ficamos conversando quase a noite toda. Eu via Peter passar por mim varias vezes e todas ele estava com uma garota diferente!
Mas ele não presta mesmo!
Depois de muita conversa decidimos ir dançar já que logo menos eu estaria de volta ao instituto. Liam me beijou de surpresa no meio da festa. Não que eu não quisesse só não estava esperando por isso, mas correspondi apesar de ter me sentido estranha, não de um jeito bom mas de um jeito realmente estranho.
Eu acho que eu já tava muito bêbada, não conseguia andar em linha reta, minha cabeça tava girando e eu queria ir embora. Dei um sumiço no Liam e não vi mais ele na festa. Leah sumiu com o Lucas e nem sinal do Jonah então decidi que eu iria embora assim mesmo!
Sozinha!
...
Pov. Peter
Eu estava do lado de fora da boate com uma garota que eu nunca vi na vida mas que a proposito beijava muito bem. Por reflexo vi Izzy saindo da boate e atravessar a rua sozinha mais bêbada do que sei lá o que! Larguei a menina que me olhou confusa.
–Aonde você vai?
–Embora! Deu minha hora. — Disse e ela fez biquinho chateada.
Deixei ela plantada no estacionamento e fui atras da Izzy que eu ja tinha perdido de vista. E não me perguntem porque eu estava indo atras dela, porque nem eu sei.
Andei por uns segundos e nada dela aparecer. Aonde ela se meteu? As ruas estavam desertas por causa do horário.
Depois de minutos rodando a procura dela eu entrei numa rua escura e vi ela cercada por mais dois caras enquanto eles discutiam.
–Você não quer ir brincar com a gente gatinha? — Disse um passando as maos nos cabelos dela que encolheu os ombros.
–Não toca em mim! -Gritou ela.
–Ah qual é! Eu sei que você quer ficar com a gente! — Disse um a puxando pelo braço fazendo ela se encostar na parede. Ela levantou a mao pra bater nele quando eu apareci.
–Não ela não quer ficar com vocês! — Eu falei me aproximando fazendo os caras me olharem e ela também me encara confusa. — Solta ela!
O cara que segurava ela pelo braço a largou mais soltou um riso vindo me intimidar.
–Eu não sabia que ela tava acompanhada! — Ele disse rindo. Devia ta chapado!
–Ah é? Mas agora que sabe pode ir embora! — Os dois me encararam por segundos ate eu serrar o punho louco pra bater neles. — Querem ajuda? Ou ta difícil?
Eles bufaram e saíram andando pela rua deixando eu e essa bêbada sozinhos aqui. Ela me encarava sem dizer nada. Por algum motivo eu quis matar ela agora.
–Você é louca? Sair da boate, assim sozinha a essa hora da madrugada? Ta pedindo pra ser estuprada mesmo né!
–Eu não preciso do seu sermão! — Falou ela voltando a andar enquanto abraçava o próprio corpo por causa do vento frio.
–Vem eu levo você pra casa! — A puxei pelo braço mas ela se soltou.
–Eu não preciso de você! Posso muito bem ir sozinha!
–Você mal consegue ficar de pé. Eu vou levar você! — Disse e ela soltou um riso debochada.
–Eu já falei que não quero ir com você. Pode voltar a ficar com as sua puta! Não quero atrapalhar a sua noite! — Disse dando tapinhas no meu ombro e depois desembestou a andar no meio da rua.
Mais impossível do que ela não existe!
–Eu decidi que vou levar você. Só estamos tendo essa conversa pra resolver se você vai sorrindo ou a força! — Ela parou de andar e me olhou de modo desafiador mordendo os labios e cerrando os olhos.
Se ela soubesse o que ela causa nos homens fazendo isso!
–Agora além de cego é surdo! Vou repetir: Com você eu não vou!
–Ah não vai? — Perguntei e ela negou com a cabeça.
Quando ela preveu o que eu iria fazer saiu correndo. Mais vou logo dizendo que correr bêbada não foi a ideia mais inteligente que ela já teve! Não conseguiu dar nem três passos direito e tropeçou nos próprios pés me fazendo segura-la pela cintura.
–Me solta! — Gritou.
Eu a puxei a pegando no colo e a colocando por cima do meu ombro. Ela me bateu me xingou e gritou até eu chegar no meu carro mais eu não a soltei. Se houvessem mais pessoas na rua eu teria sido preso porque ela gritava dizendo que eu estava a seqüestrando. Graças a Deus as únicas pessoas na rua eram mendigos ou bêbados da festa.
–Serio, me poe no chão! Minha calcinha ta aparecendo! — Disse sussurrando a ultima parte e eu ri. Realmente tava mesmo, ninguém mando ela usar esse vestido curto.
–Nossa, que coisa! Apesar de que eu gostei mais da sua outra calcinha! — Falei enquanto colocava ela no chão. A preensei com o meu corpo contra o meu carro pra que ela não fugisse — Lembra? Aquela que eu vi quando você ficou só de calcinha e sutiã pra mim! — Sussurrei perto do rosto dela e eu senti seu corpo estremecer abaixo do meu. Seria pecado eu me aproveitar dela bêbada!
–Você é um idiota, eu odeio você! — Ela disse batendo no meu peito.
–Eu sei!
Foi um parto pra conseguir faze-la entrar dentro meu carro mas digamos que o tamanho do cansaço dela tava maior que a teimosia o que fez ela ceder. Ela me disse o endereço da casa dela e eu levei ela até lá.
Ela ficou o caminho todo em silencio e eu acho até que ela tinha dormido. Eram umas quatro horas da manha quando cheguei na casa dela. Entrei junto com ela já que a mesma não conseguia ficar de pé por estar completamente bêbada! No elevador por algum motivo ela me encarava sem nem piscar com aqueles olhos verdes me fitando intensamente.
–Gosta do que vê? — Perguntei piscando pra ela. Ela revirou os olhos.
–Nem um pouco seu horroroso! — Eu gargalhei do jeito que ela disse e as portas se abriram.
Ajudei ela a sair do elevador e seguimos pro apartamento. Toquei a campainha duas vezes e quando ia tocar de novo uma mulher atendeu a porta. Era parecida com a Izzy, tinham o mesmo cabelo encaracolado só que mais claro, já que eu acho que ninguém jamais conseguiria atingir aquela cor escura que tinha o cabelo de Isabelle. E tinham o mesmo formato do rosto também. A mulher me fitou e depois a Izzy do meu lado.
–Isabelle! — Exclamou espantada
–Ahn... Boa noite! — Disse sem saber o que falar. Ate porque não era mais de noite já ia quase amanhecer! — Desculpe atrapalhar só vim trazer a Izzy pra casa. Ela ta bêbada!
A mulher sorriu gentil pra mim e depois olhou a Izzy.
–Não to bêbada não! — Resmungou ela.
–Obrigada! E você é quem? — Perguntou a mulher.
–Wayland. Peter wayland! — Ela estendeu a mao pra mim.
–Sou Josie a tia da Izzy. Obrigada por traze-la!
Isabelle entrou dentro de casa sem nem olhar na minha cara murmurando um "Idiota" e esbarrando nos moveis. A mulher suspirou.
–Bom eu vou indo. Boa noite!
–Mais uma vez obrigada Peter. Boa noite! — Disse ela antes de fechar a porta.
Essa Isabelle ainda iria acabar comigo. Ainda não acredito que parei a minha noite pra levar essa delinquente pra casa. Mas eu me sentia bem em saber que ela estava bem e segura! E isso era estranho...
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