Notas iniciais
Olhem quem voltou. Pois é, eu sei que demorei um bom tempo para postar o capítulo, mas fiz o esforço e voilá. Agora, pessoalmente, eu detesto falar sobre este assunto que vou abordar agora, mas sinto que é necessário visto que isto afectou a minha escrita e motivação. Eu notei que os comentários desceram, aliás, eles reduziram para metade, sim por que eu contei né, e isso mexeu, obviamente, com a minha motivação para a continuação, então, eu sei que é chato eu ter que dizer isto tudo, porque eu também sou uma leitura, e sei que há dias em que não dá vontade de comentar nada mas, eu não vou conseguir fazer a minha parte bem, e com vontade se vocês não fizerem a vossa. Atenção, eu não estou a obrigar ninguém! Sério, não pensem isso, por favor, mas eu sou franca quando digo que quando há mais comentário mais rápido o capítulo sai, não tem nada haver com chantagem mas sim com motivação. Este capítulo é mais pequeno que os outros mas serve para explicar algumas coisas pendente aqui. Quero também agradecer à Queen Lexie por ter favoritado a história, este capítulo é para ti ;) Também agradeço a todos que comentaram, e um extra obrigado à HoneyMills por me ter ajudado aqui, que já está a virar rotina né, tu sabes o porquê. Desculpem o testamento mas senti a necessidade disto, mas sem mais delongas boa leitura, bjs.

Loucura... O conceito de loucura hoje em dia podemos dizer que é meio abstrato, certo?

Afinal o que para uns é a completa insanidade, para outros é o seu quotidiano, que para uns é a loucura, para outros é a normalidade, para uns o seu conforto, por mais doido que seja, é não estar na sua zona de conforto, e por aí adiante.

Então, com tantos relatos e opiniões do que é a loucura, qual é a decisão final? Afinal, o que é?

Para mim, a loucura é uma opinião pessoal.

Cada pessoa tem o direito de achar o que é louco para si, o que é fora dos parâmetros da sua normalidade, não por um conceito geral.

***~***

–Mama, mama, ajuda! — Regina ouviu duas vozes a gritar entre risos e gargalhadas.

–Ah, eu vou apanhar-vos! -Uma Emma com um sorriso enorme surgiu na sala a perseguir os seu dois filhos.

No segundo seguinte os dois saltaram para cima da Regina tentando-se esconder da Emma.

–Ok, o que é que se está a passar aqui? -Regina perguntou enquanto que a Alison e o Ethan escondiam-se ainda a rir.

–A mumy quer nos apanhar para depois comer-nos! -Ethan falou enquanto que usava o braço da morena para tapar-se.

–Para comer-vos?! -Regina falou fingindo choque.

–Sim mama, ajuda-nos! -Alison falou a abraçar o máximo que pode da cintura da sua mãe visto que a Regina estava sentada no sofá.

–Descansem, eu não vou deixar a mumy vos coma. -Regina falou enquanto puxava os gémeos para mais perto.

–Ei! Isso não é justo! -Emma falou parecendo uma criança birrenta.

–É sim! -Ethan disse.

–A é? Então e o que é que me impede de vos apanhar agora mesmo?

–A mama. -Alison falou.

–Mmhh não me parece. -A salvadora falou enquanto que agarrava no Ethan pondo-o em cima do outro sofá.

–Mama, ajuda! -Gritou a rir visto que a Emma fazia cocegas na barriga.

Alison correu na direção da mãe e do irmão e ,com a intenção de salva-lo pulou para cima das costas da xerife.

Regina começou a rir da situação ao ver a sua esposa a tentar controlá-los o que estava a começar a ser impossível, sendo assim saiu do sofá e foi na direção deles pegando na Alison começando a fazer um ataque de cocegas.

***~***

Emma acordou do sonho e logo começou a olhar para os lados, durante uns segundos não reconheceu onde estava mas logo lembrou-se de toda a situação de ontem. Era loucura o que estava a acontecer, ela daria qualquer coisa para poder voltar para o a sua casa, com a sua esposa e os seus filhos, qual quer coisa, mas não, o destino tinha que armar contra elas, Emma e Regina, e fazer com que algo aconteça.

O por quê de o passado ter sido mudado? Não se sabe, nem penso que algum dia se irá saber, só sabemos a consequência que trouxe com ele.

A salvadora deixou as lágrimas à tanto contidas fluírem agora, enquanto todos os outros descansavam era aí que ela podia finalmente quebrar, durante o dia não, a sua esposa precisava dela.

As memória do sonho voltaram à sua mente, aquele dia tinha sido perfeito, os últimos anos tinham sido perfeitos, pelo menos a grande parte deles, mas como dizem, tudo o que é bom acaba depressa.

Alison e Ethan, eles, juntamente com a Regina e o Henry, representavam o mundo para ela.

Apesar de serem gémeos eles têm diferenças ao nível de aparência, já que vieram em bolsas separadas. Alison é a fotocopia da Emma, cabelo loiro, olhos verdes, a pele e as expressões, porém o génio da menina de 5 anos é bastante idêntico ao da Regina. Já o Ethan é a fotocopia da Regina, tirando os olhos verdes que foi buscar à xerife, cabelo preto, a pele clara levemente bronzeada como a mãe e as expressões, mas, tal e qual como a irmã, o génio é tal e qual como a Emma.

Emma sorriu ao lembrar-se dos filhos, já tinha saudades, e só a possibilidade de os perder partia-lhe o coração.

Ficou assim, a chorar, deitada de costas para a esposa enquanto que as memórias vinham à mente até sentir um braço a envolver a sua cintura e o corpo da perfeita a colar-se ao seu.

–Até quando vais continuar com esse hábito de chorar sozinha? -A voz da Regina soou baixa e rouca.

A rainha encostou a testa na parte de traz da cabeça da sua esposa dando um beijo na sua nuca.

Emma virou-se ficando de frente, e abraçou com força a sua esposa pondo a sua cabeça no peito seu deixando as lágrimas caírem livremente.

Regina levou a sua mão à cabeça da loira fazendo um leve carinho.

Vários minutos passaram e nenhuma delas saiu da posição em que estava apesar do choro da Emma ter cessado.

–Achas que vai resultar, o plano? -Emma perguntou com a voz quebradiça.

–Acho que sim, afinal é o primeiro passo para toda esta confusão ficar resolvida. -Regina falou dando um outro beijo no topo da cabeça da salvadora.

–Espero que tenhas razão.

–Quando é que eu não tenho. -A rainha falou a tentar amenizar o clima tenso à volta delas.

Emma deu uma leve risada e levantou a cabeça alcançando os lábios da Regina começando um beijo.

A língua da salvadora passou pelo lábio inferior da morena pedindo passagem que logo foi lhe concedida começando um dança sensual.

O beijo que começou de maneira calma rapidamente tornou-se mais exigente e apaixonante. A mão da Emma foi para dentro da blusa da Regina apertando a pele macia da mesma até chegar ao seu seio apertando-o com força o que resultou de um gemido contido pelos lábios da loira.

Emma subiu em cima da Regina ficando sentada em cima dos quadris, a boca da mesma a distribuir beijos e lambidas pelo pescoço da morena que tentava manter-se em silêncio a todo o custo.

–Emma... -Regina falou com notável rouquidão.

–Sim? -Respondeu dando uma mordida em cima do ponto de pulsão.

–Eu preciso de ti...

–Tu já me tens. -A loira disse baixo a milímetros do ouvido da esposa.

Notas finais
E é isto, espero que o próximo saia mais rápido que este porém isso está nas vossas mãos. Então pensei em começar um jogo, a cada capítulo eu vou fazer uma pergunta, pode ou não ter haver com a história, é só uma forma que achei de ter interação com vocês. A pergunta deste capítulo é: "Quem é que vocês gostariam que aparecesse na fic? " Tipo a vossa personagem favorita ou algo do género, digam-me e eu vou ver o que posso fazer aqui, sim? É só por hoje, bjs e até o próximo cap.