Notas iniciais
Hey! Estou de volta. Desculpem ter demorado, mas a minha irmã mais velha precisou do pc esta semana e levou-o para a casa dela. But...Here it is! Então, este capítulo é particularmente cómico, aliás adorei escreve-lo para relaxar um pouco de toda a merda que a minha vida tem sido nestes últimos tempo, enfim... Temos a apresentação de um ship novo! Para ser mais realista de uma família nova, mas... sem spoiler, vão ler xD Sem mais delongas, aqui está, espero que gostem, e continuem a comentar, sim? Oh, só mais uma coisa. A minha melhor amiga/ filha está a escrever um fic, SwanQueen também, então se poderem dar uma espiada por lá e comentar algo seria ótimo, maravilhoso, sendo assim eu vou deixar aqui o link. https://fanfiction.com.br/historia/650344/GuerraentreRepublicas/ Peço desculpa qualquer erro, a minha irmã mais nova está neste momento a fazer uma espera para ir ao pc enquanto que fala de problemas com o seu namorado, ela tem 13, tipicamente adolescente... Bjs e espero que gostem.

Emma acordou suada e ofegante, levou a mão ao peito que batia a um ritmo alucinante, fechou os olhos e tentou controlar a respiração descompassada.

Passado alguns minutos, já calma, abriu os olhos, levou a mão à cabeça puxando os cabelos para trás, apesar de alguns estarem grudados à testa devido ao suor, olhou ao redor e enrugou a testa se perguntando o que fazia na sala deitada no sofá.

Depois de alguns segundos de reflexão lembrou-se do que tinha acontecido no dia anterior. Passou a mão pela a cara e suspirou, isto não podia estar a acontecer...

Voltou a deitar-se com um braço atrás da cabeça como se fizesse de almofada.

Então aquilo era verdade.

Ainda parecia um sonho, um sonho demasiado bom para ser verdade.

A mente da Emma logo começou a trabalhar em explicações para o que estava a se passar, quer dizer, o que lhe garantia que elas eram mesmo do futuro e não de uma realidade alternativa à sua? É completamente plausível, certo?

E além disso a Regina nem sequer gosta dela, o que é mais uma prova de que, de onde quer que aquela Emma e Regina vieram, não era o futuro.

Emma fechou os olhos e suspirou. Aquela história toda não era verdade, por mais que ela desejasse que fosse.

A salvadora virou-se e tentou adormecer, o que estava a ser um trabalho meio que complicado. Não se lembrava do que tinha sonhado mas a realidade era que ela acordou suada, ofegante, com o coração acelerado e, o mais esquisito de tudo, uma estranha sensação entre as pernas.

A xerife bufou e levantou-se, era impossível adormecer no estado em que estava. Foi em direção há cozinha, pegou num copo enchendo-o de água e deu um longo gole do mesmo. Ainda com o copo, meio cheio ,na mão subiu as escadas para ir à casa de banho, levou o copo à boca enchendo-a de água, até que ouviu um barulho estranho ao passar pela porta do seu quarto.

Ficou lá parada à frente da porta até ouviu algo que desejou profundamente não ter ouvido

Emma, sim, isso, Emma! –a voz da Regina suou baixa e abafada acompanhada de vários gemidos também baixos.

A salvadora cuspiu parte da água que ainda tinha na boca rapidamente tapando com a mão para evitar fazer mais barulho. Num ato inconsciente, correu para a casa de banho e na pia cuspiu o resto da água.

Lavou a cara com água fria, fechou a torneira e ficou a encarar a pia.

Não pode ser... Será que... Eu estava, quer dizer o meu eu estava....Não... Mas, bem, elas são casadas, e isso supostamente faz parte da rotina de um casal, certo? A não ser que tenham feito o voto de castidade,mas... Oh meu deus!

–Emma? -Uma voz muito familiar suou atrás da loira fazendo-a virar-se instantaneamente.

Á sua frente estava uma Emma,descabelada,vestida com um top cinzento e umas calças de fato de treino que acabavam na altura do joelho.

EP: -Anh, oi! Desculpa se te acordei, eu não queria... só vim beber água, à cozinha,não na casa de banho óbvio, na cozinha, mas depois vim aqui e... é, anh... yah, foi isso.

Emma, do futuro, arregalou os olhos olhando de forma meio que suspeita para o seu eu do passado.

EF: -Estás bem? Pareces meio que nervosa.

EP: -Não. Eu estou bem. Fica descansada. -Emma disse a forçar um meio sorriso.

Deus, sério que eu estou a tentar enganar-me a mim própria? Bem, isso é irónica em várias maneiras...

Era uma cena estranha,e bastante engraçada até, de ser vista.

Elas ficaram a se encarar durante um bom tempo, ver a elas mesmas fora do seu corpo era algo que nunca habituariam-se.

EF: -Ok. Eu só vim aqui para me refrescar um pouco.

EP: -Oh, sim, tudo bem, mas por que é que não utilizas-te a casa de banho que há dentro do próprio quarto? -A salvadora perguntou puramente curiosa.

Emma sorriu dando uma leve risada.

EF: -Eu ia, mas a Regina foi lá primeiro e não estava com muita vontade de esperar, sendo assim vim aqui.

A xerife sorriu, e logo o silêncio se fez presente de novo, deixando um clima meio que constrangedor.

EP: -Eu... vou deixar-te refrescar e vou ver se consigo dormir mais um bocado. -Falou com um sorriso meio nervoso.

EF: -Ok, boa noite. -Disse com um leve sorriso.

EP: -Boa noite.

EF: -Oh, Emma!

A salvadora logo se virou para o seu outro eu.

EF: -Eu não sei bem porquê, mas o chão à frente da porta do quarto está molhado então tem cuidado ao passar por lá.

EP: -Oh, sim claro. Obrigado por avisares. -Disse a sorrir meio que embaraçada.

EF: -De nada. Boa noite.

EP: -Boa noite.

Emma desceu e foi logo em direção sofá, um pouco atordoada com o que tinha acabado de acontecer.

Deixou o copo no chão, encostado ao sofá e deitou-se, tapando-se com o cobertor.

Após rolar inúmeras vezes no sofá, e quase cair outras incontáveis vezes também Emma desiste da sua vã tentativa de conseguir dormir e fica a encarar o teto enquanto que pensa nos acontecimentos daquela noite.

***~***

Regina acordou, durante alguns segundos ela sentiu paz e descontração que logo foram substituídos por preocupação e nervos ao pensar nos acontecimentos do dia anterior, havia por aí uma Emma e Regina que não eram supostas estar aqui.

Para ser franca, a morena nem sabia como é que ela tinha adormecido, mas ao olhar para o lado e ver que estava no escritório, deitada no seu sofá, com a roupa do dia anterior e uma garrafa mais de metade vazia de cidra na mesa de centro logo a duvida foi esclarecida.

Lentamente a rainha levantou-se levando logo a mão à sua cabeça, os efeitos da ressaca a começarem a mostrar-se.

Meio zonza e ainda grogue de ter acabado de acordar ela foi andando até ao andar de cima para chegar ao seu quarto. Assim que abriu a porta logo arregalou os olhos devido à claridade que se fazia presente naquele cómodo, o sol já presente apesar das várias nuvens brancas estarem no céu.

Regina despiu a roupa, deixando-a no chão enquanto que se dirigia para a casa de banho, ligou o chuveiro numa temperatura um pouco mais fria que o habitual deixando-se estar lá.

Sabem aqueles momentos em que é tanta informação para processar que chega a uma altura em que parece que o cérebro dá um nó e tudo o que pensam é... nada?

Pois é exatamente isso que aconteceu.

A olhar para a água a descer pelo o ralo a mente da perfeita estava em branco, nenhuma reposta vinha, parecia que tudo era um enigma indecifrável e que só havia uma certeza no meio daquilo tudo: de onde quer que elas tenham vindo, aquela Emma e Regina tinham que voltar.

Mas era um paradoxo, ela sabia que elas tinham que voltar, mas por outro lado....

A mente a rainha começou a viajar até o momento que ela teve aquela aliança de prata com o nome da Emma na mão. Como seria a sua vida de casada naquele universo? Como seriam os seus filhos, ela tinha filhos certo? Pelo menos o seu outro eu disse que sim? Será que a Emma era uma boa esposa?

Com todas aquelas perguntas, e ao tentar imaginar a sua outra vida a perfeita nem notou, mas havia um sorriso na sua cara.

***~***

Storybrooke, 10 de Novembro de 2023

Ruby estava de cócoras, um joelho no chão, enquanto que olhava para o menino de 6 anos que estava com a cabeça baixa a olhar para o chão.

–Andy? -Ruby chamou, a expressão facial tanto era dura como calma, apesar que o olhar mostrava claramente reprovação.

O menino continuo a olhar para baixo, os ombros caídos.

–Andrew, olha para mim. -Ruby voltou a chamar desta vez a receber resposta.

Os olhos azuis marejados encontraram os verdes da loba.

–O que é que se passou? -A morena falou com um tom de voz mais suave.

–Ele é que começou! -Andy falou.

–Eu não perguntei isso, pois não? -Ruby falou a arquear uma sobrancelha.

–Não... -O menino falou baixo.

–E o que é que eu perguntei?

–O que aconteceu?

–Hum hum, e então?

–Eu bati nele.... -Falou receoso.

–Porquê? -Ruby perguntou, a cabeça de Andy novamente baixa a encarar o chão.

Nenhuma resposta veio.

–Andrew...

–Ele chamou-me nomes e disse tu e a mama não gostavam de mim, que estavam só a fingir. -Ele falou enquanto que uma lágrima caía.

–Andy... vem cá. -Ruby chamou o filho que logo pôs os braços ao redor do pescoço da mãe. -Isso não é verdade, ok? Eu e a tua mãe amamos-te, muito, e nada vai mudar isso, sim? -A loba disso a fazer carinho nos cabelos castanhos.

Andy balançou a cabeça que estava no vão do pescoço.

Passaram alguns minutos assim até que o menino afastou-se só o suficiente para poder olhar a cara da mãe.

–Então, não estás zangada comigo? -Ele falou.

Ruby sorriu e limpou as lágrimas das bochechas dele.

–Não, mas tu não deves bater noutra pessoa.

–Eu sei, já me disseste isso. Só bato se for para me defender.

–Exatamente. -Falou com um sorriso orgulhoso na face.

–Então não vou ficar de castigo?

Ruby ficou alguns segundos a olhar para a face do filho até que respondeu.

–Não, não vais. Mas espero bem que seja a ultima vez que ouço que bates-te noutro colega, ok?

–Ok. -Andy falou a sorrir enquanto que acenava que sim com a cabeça avidamente.

–Muito bem. Agora vamos, que tua mãe já deve estar a estranhar esta demora toda.

Ruby pegou na mochila do filho e segurou a mão dele, saindo da escola primária.

Foram andando até o Granny's entre converses de como foi o dia e risadas.

Assim que chegaram dentro do restaurante Andrew largou a mão da loba correndo em direção da sua outra mãe.

–Mama!

Belle virou-se ao ouvir a voz infantil tão familiar e sorriu largamente abaixando-se para abraçar o filho.

–Andy! Estava a ver que nunca mais chegavam. -Belle disse voltando a pôr-se em pé.

–Desculpa a demora, houve um contratempo. -Ruby disse dando logo de seguida um selinho na esposa.

–Então? -A bibliotecária disse meio que preocupada.

–Eu depois digo-te em casa, mas descansa, está tudo bem.

Ruby, que estava num dos seus dias de folga, foi buscar o lanche do filho enquanto que a Belle e o Andrew sentaram-se na mesma mesa que a Snow, o David, o Ethan e a Alison estavam.

As crianças logo começaram uma conversa sobre a escola.

Ruby logo chegou com o lanche, que deu ao Andy, e começou a conversar também com os restantes membros da mesa.

–Hey. -Henry disse a puxar uma cadeira e sentar-se à mesa.

–Hey, tudo bem? -Snow perguntou.

–Sim, está tudo bem. Uma pergunta vocês viram as minhas mães por aí?

–Não, porquê? -David perguntou.

–Por nada é só que, eu fui lá a casa ontem, e não as vi, eu liguei para elas e nada. -Henry falou.

–Descansa, elas devem a estar a aproveitar o momento a sós, sabes como é, por as coisas em dia. -David falou.

–Ai... inveja. -Ruby falou a suspirar, recebendo uma bofetada no braço da sua esposa. -Au! -Disse a passar a mão no local.

–Para de ser dramática, e comporta-te. -Belle falou.

Ruby resmungou algo incompreensível fazendo a bibliotecária revirar os olhos.

–Deixa estar Henry, as tuas mães não tiveram um tempo só para elas faz um longo período, nem devem ter percebido que ligaste-lhes. -Belle falou a dar um leve sorriso.

–Sim, têm razão. Não sei, algo não me parece bem, tenho um mau pressentimento.

–Se ficas mais descansado, eu posso tentar ligar à Emma mais logo. -Ruby falou.

Nestes últimos anos a loba e a salvadora tinham ficado bastante íntimas.

–Obrigado Ruby. Eu tenho que ir, a Violet está à minha espera. -Henry falou levantando-se.

Depois de despedirem-se, as conversas continuaram.

Passado já algum tempo Belle olha pela janela notando que estava prestes a anoitecer.

–Nós entretanto devíamos ir andando. -Belle falou para a sua esposa.

–Ainda é cedo, além de amanhã ser sábado. -A morena falou.

–Eu sei. Eu só queria poder ter algum tempo a sós contigo. -A mais baixa disse baixinho.

Ruby sorriu dando-lhe um leve beijo na testa.

–Parece ótimo.

As mulheres logo despediram-se também da família Charming indo em direção à sua casa onde iriam aproveitar o resto da sua noite.

Notas finais
É isto. Então, que acharam da família Frech-Lucas? Gostaram, não gostaram? Peço desculpa aqueles que shippam (shipam? Não sei) Rumbelle mas... não consigo,lamento simplesmente não dá... além que eu shipo RedBeuty. É isso, comentem e até ao próximo cap. Bjs