We Open a Restaurant
4 iThink He was Kidnapped
Notas iniciais
Depois que sai do banheiro, após comer a comida do Freddie. Encontro com a Carly, já me esperando na saída.
– O que houve!? — perguntou ela.
Limpei minha língua com um papel higiênico e a Carly me deu uma garrafa de água.
– Talvez tenha sido aquelas ... "Pimentas Ardidas Peruanas". — falei, ainda bebendo água.
Carly fez uma expressão estranha.
– Isso não é de um episódio, de "Drake & Josh"?
Dei de ombro e cuspi metade da água. Ela me ajudou a ir à enfermaria, onde tive que tomar alguns remédios. Depois da consulta, fui liberada para casa.
No mesmo dia, tive que ir para a casa da Carly. Tudo por conta da briga com minha mãe. Peguei minha mochila e fui bater na porta dos Shays.
– Sam! — disse ela, ao abrir a porta. — Devia estar descansando!
– Eu sei... — falei, já entrando.
Fiquei sem expressão ao ver Freddie dentro da casa dela. Eu não aguentava olhar para ele, mesmo depois do ocorrido.
– O que ele está fazendo aqui!? — perguntei, mesmo sabendo que lá não era minha casa.
– Freddie e eu, só vinhemos estudar. — disse ela. — Mas... O que você veio fazer aqui!?
Eu olhei para os lados, com um pouco de vergonha.
– Minha mãe me obrigou a lavar minhas roupas! — falei. — Ela quer que eu seja como a Melanie...
Freddie decidiu se intrometer na nossa conversa:
– Essa será uma tarefa bem difícil...
Ignorei e fui retirando minhas roupas da mochila.
– Não vai dar, Sam. — disse ela, indo para o balcão. — Eu não posso lavar suas roupas.
Suspirei fundo e concordei em lavar, com muita má vontade. Direcionei até a pia da cozinha e despejei minhas roupas sujas por cima da louça, e comecei a lavá-las.
– Sam! — Carly tirou metade das minhas coisas. — Pará de lavar suas calcinhas na minha pia.
– E onde quer que eu lave? — perguntei, com as mãos molhadas. — Minha mãe não pagou a conta d' água desse mês.
Ela revirou os olhos. Talvez odiasse, quando falava da minha mãe e de nossas loucuras.
– Tem uma máquina de lavar, próxima ao estúdio do iCarly.
Aquela hora, eu já tinha perdido a vontade de fazer qualquer atividade, mesmo que a máquina fizesse esse trabalho para mim.
– Deixa que eu lavo no "Gibby's".
– Nós comemos lá também! — disse Freddie.
Eles sabiam que o restaurante não tinha máquina de lavar.
– Você não sabe nem da metade! — falei, molhando o Freddie com as minhas roupas.
Carly chamou minha atenção, como se tivesse algo errado:
– Alguém tem notícias do Gibby!?
Eu tinha me esquecido dele e ultimamente ele não deu as caras.
– Ele foi ou não pegar um novo molde para a sua cabeça? — perguntou Freddie.
– Isso não leva dois dias! — falei, com o preocupação. — Eu estive pensando... E acho que alguém sequestrou o Gibby!
Poderia ser loucura, mas quem iria querer sequestrá-lo. Era o Gibby.
Eles permaneceram em silêncio por um momento. Até que o Freddie, pediu para que fossemos investigar.
– Investigar onde?
– A loja onde o Gibby fez molde. — Sugeriu ele. — Quem sabe ele não está lá?
Até que não era uma má ideia, se pelo menos soubéssemos onde ficava a loja.
– Já ligaram para ele?
– Várias vezes, mas ele não atende.
Carly fez uma expressão pensativa. Freddie sugeriu mais uma vez:
– Por que não vamos para a casa do Gibby? — perguntou ele.
Estava muito tarde para ir até a casa do Gibby, mas a Carly convenceu o Spencer a nós levar.
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