We Open a Restaurant
5 iNevel's Back
Notas iniciais
Spencer pegou um trailer, emprestado do Meião. Quando estávamos quase indo para a casa do Gibby, a insuportável da mãe do Freddie nos parou.
Ela ficou na frente do trailer, impedindo nossa passagem.
– Atropela! — Sussurrei, no ouvido do Spencer.
Freddie disse não e pediu para que sua mãe saísse do caminho.
– Freddward Benson! — gritou ela. — Isso são horas!?
Realmente estava muito tarde, aparentava ser umas 21:00 ou 22:00, mas o Freddie deveria estar dormindo à duas horas atrás.
– Mãe!
Ela entrou no trailer e puxou a orelha dele, enquanto isso, eu filmava com o meu Peraphone, para postar no iCarly.
Depois que o Freddie e a mãe maluca dele sairam, Spencer continuou o percurso até a casa do Gibby. Carly e eu passávamos por horas de tediosas, era ruim não ter com quem brigar por perto.
Por fim chegamos na casa do Gibby, e ficamos surpresos ao ver Guppy abrir a porta.
– Oi, Guppy! — falou Carly. — O Gibby estar?
Ele não respondeu, mas permaneceu sorrindo. Logo em seguida veio a mãe do Gibby.
– Carly, Sam e ... — Ela olhou para Spencer e rapidamente, ele correu de volta para o trailer, com medo dela. — Entrem!
Ela nos ofereceu comida e bebidas, depois veio falar sobre o Gibby.
– Ele foi até a loja comprar um novo molde... — contava ela. — Mas, um tal de Nevel pediu para que ele fosse fazer uma atualização na antiga cabeça...
– Nevel!? — Carly ficou surpresa.
– Vocês conhecem ele?
Assentimos com a cabeça, apesar de ser um fato bem estranho. Nevel querer se vingar do iCarly, sequestrando o Gibby.
– Pode nos dar o endereço da loja? — perguntei. — A que o Gibby frequenta.
Ela aparentava não ter esperança de que talvez pudéssemos trazer o Gibby de volta. Mesmo assim ela escreveu o endereço num pedaço de papel.
Com o endereço, fomos até a loja das cabeças. Era muito tarde e possivelmente, não haveria ninguém nela.
– Não é melhor irmos amanhã? — perguntou Carly. Ela olhou para o relógio. — Já são 01:30!
– Mas... já é amanhã...
Carly ficou calada. Spencer dirigia muito devagar para quem estava com muita pressa.
– Chegamos! — disse ele.
Rapidamente sai do trailer e retirei a minha meia de manteiga.
– Onde tirou essa meia? — perguntou Spencer, sem reação.
Sorri e falei o mesmo de sempre:
– Mamãe sempre anda armada.
Olhamos em volta tentando encontrar a loja, mas apenas achamos uma rua abandonada. Spencer checava o papel e o endereço era o mesmo de uma casa antiga.
A porta estava entre aberta, logo entramos sem fazer nenhum barulho. Ascendi a luz e encontramos o Nevel dormindo no chão.
– Acabou a festa, Nevel! — falei, acordando-o. — Cadê o Gibby?
– O quê?
Bati no rosto dele com a minha meia. E refiz a pergunta a respeito do Gibby.
– Eu não sei do Gibby! — dizia ele, quase chorando. — Acreditem em mim!
Era un pouco difícil de acreditar nele, depois de tudo que fazia para derrubar o iCarly. Eu estava quase desistindo, mas a Carly achou algo importante.
– O que molde da cabeça do Gibby está fazendo aqui!? — perguntou ela, mostrando o objeto.
Fiz uma expressão enfurecida para o Nevel, que demosntrou medo.
– "Tá" bom... — Ele levantou as mãos, se rendendo. — Eu não sequestrei o Gibby, ele que veio me pedir para personalizar o molde e...
– "E" o quê?
– E depois eu não o vi mais. — disse ele. — Estou falando a verdade!
Verificamos a casa abandonada, em que o Nevel estava, e ele dizia a verdade. Fizemos também uma grande bagunça na casa, em uma tentativa de encontrá-lo.
– Viram!? — Ele quase gritou. — Nada de Glibby ou sejá lá o nome daquele louco!
Fiquei chateada por não encontrar o Gibby. Fomos obrigados a sair da "casa" do Nevel, mesmo não tendo que arrumar toda a bagunça.
Nevel jurou vingança...
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