Wannabe Cinderela

12 I don't want to miss a thing


Notas iniciais
HELLOOO HELLOOO Muchachos e muchachas, que saudade que eu tava de atualizar WC! E aí, vcs rolam os olhos e dizem para si próprios (mentira dela, isso é para fazer média). kkkkk Gente, na vdd, qdo escrevemos uma história e as coisas não funcionam, quem sofre mais é o escritor... eu não tava numa fase de ideias mto boa, mas nesta semana tudo está fluindo, e o cap. saiu! ENJOY!

“I could stay awake just to hear you breathing

Watch you smile while you are sleeping

While you´re far away and dreaming

I could spend my life in this sweet surrender

I could stay lost in this moment forever

Well, every moment spent with you

Is a moment I treasure”…

A voz rouca e cálida de Finn suave e melodiosa no quarto.

Rachel abriu os olhos com preguiça, e sorriu ao ver o namorado apenas de boxer cantando o hit do Aerosmith enquanto percorria delicadamente os dedos pelo seu rosto.

–Isso é um sonho? – ela indagou, ainda com um sorriso bobo nos lábios.

O motorista riu:

– Não... e sim. O que você escolhe? Porque estamos no trabalho, então, é real. Mas estar com você é um sonho, então...

Rachel ajeitou o corpo e beijou o namorado languidamente:

– Sonho. Eu escolho sonho.

Era de manhã cedo, praticamente madrugada, e ambos estavam quase nus na cama dele após umas transas incríveis. Como ainda tinham umas boas horas até dar o momento de trabalharem, Finn e Rachel não pensaram duas vezes antes de lançaram-se a mais beijos tórridos, mãos em toda parte, suspiros e gemidos.

O casal decidira esquecer a visita inesperada e inoportuna da ex-noiva de Finn e seguir em frente, trabalhando e levando seu namoro da melhor forma possível. Rachel tentava ao máximo não pensar na moça francesa que tinha estragado seu Natal ressurgindo das cinzas, e, em momentos como aquele, tinha mais certeza ainda de que amava o motorista com todas as suas forças.

Finn mordiscou a orelha da amada e disse, sussurrando:

– O que você acha... mais uma?

– Tá viciado? – ela riu, em êxtase. – O que você tá esperando, garanhão?

Finn deu seu indefectível sorriso de lado e rapidamente despiu a camisola da morena, distribuindo beijos ao longo do seu corpo fazendo-a contorcer-se sob seus lábios. Ele beijou a parte interna de suas coxas e torturou-a, pois sabia o quanto ela estava úmida e desejosa por ele.

– FINNN! – ela reclamou. – Eu quero que você me beije.

Ele inclinou-se sobre ela, mas Rachel disse:

– Lá.

Eles trocaram um olhar intenso e sensual, e, sem mais delongas, o rapaz introduziu sua língua na namorada, chupando, dando voltas, acariciando.

Ela gritava, puxava os cabelos dele, e a imagem era extremamente sexy: o belo rapaz com a cabeça estre as pernas da namorada, que delirava de paixão.

Finn sentiu-a ter seu orgasmo, seu corpo se retesar e depois se relaxar e ela soltar o cabelo dele, satisfeita.

–Eu amo você. – ela segurou o rosto dele entre as suas mãos, decorando cada sarda no nariz belo e esculpido dele.

–Eu também te amo. – Finn respondeu prontamente, deitando com a delicadeza que podia sobre o corpo dela, encaixando-se nela, devagar, seu pênis grande e ereto estendendo-a, completando-a. Rachel fechou os olhos, abraçou com força os ombros do namorado, mordeu o lábio inferior, tentando memorizar aquela sensação máxima, íntima, especial, e eles fizeram amor devagar, cheios de beijos, de carinho, procurando prolongar aquilo até não poderem mais e serem arrebatados por mais um orgasmo.

–Oh, meu Deus... – Finn comentou com uma expressão da mais pura saciedade. Depois de alguns minutos em um silêncio confortável, ele pareceu se lembrar de algo. – Amor.

–Hum?

– Sabe quem ligou para o Puck? Aquela moça loira que disse que era empresária, que apareceu no nosso show naquele dia, lembra?

Rachel sobressaltou-se:

– A Quinn?

–Isso, ela mesma. Da forma como você fala, parece até que a conhece. – ele reparou.

–Eu? Imagina! – ela atalhou, nervosa. – Eu só lembro exatamente o nome dela. Bem, amor... levanta, a gente tem que ganhar o pão.

–Tem certeza de que a gente não pode ficar na cama o dia todo? – ele escondeu a cara no travesseiro.

– Absoluta! – ela puxou o lençol dele, enérgica, mas quase caindo na tentação de beliscar o bumbum sexy e branquinho do namorado. – Levanta, Finn! A sra. Benson vai reclamar se aparecer lá na cozinha e todos nós não estivermos a postos.

– Nem me lembra. – ele resmungou. – Aquela perua cheia de botox está uma pilha com esse negócio de aniversário de casamento.

– Humhum... e parece que hoje ela vai trazer uma chef de cozinha que vai preparar o jantar da festa. Mas não me enrole! Levanta, Finn!

Uma hora depois, ele se juntaram aos amigos na cozinha. Algazarra, risos, mesa farta e fofocas, como sempre:

– Ei cara – disse Puck, enchendo a boca de waffles. – Aquela empresária me ligou de novo. Disse que quer bater um papo com todos nós da DSB.

–Quando? – Finn interessou-se.

– Eu marquei para a nossa próxima folga. E já avisei ao Sam e ao Artie, então, fiquei pensando que a gente pode mostrar umas músicas, fazer um pocket-show para ela...

Finn ficou mais pensativo, bebendo seu chocolate quente, e Puck percebeu isso:

– Que foi?

–Ah, cara, é que... isso é um grande passo, não é? Dá uma espécie de medo, não sei.

–A gente finalmente vai viver de fazer o que realmente gosta, Finn. Vai dar tudo certo.

Não tão otimista na cozinha estava a cozinheira Mercedes, que reclamava com os amigos a razão de a patroa contratar uma chef especialmente para a festa de bodas de prata que estava planejando:

– Eu não sou boa o suficiente? Vou ter que aguentar outra pessoa na minha cozinha, mexendo nas minhas panelas, dando opinião e se achando melhor que eu até essa festa chegar?

– Ai, amiga. – Kurt apertava o ombro dela. – Você sabe que a d. Tania é cheia de besteiras, é uma nova rica que adora inventar onda!

– Imagina se uma chef dessas aí vai ser melhor que você. – emendou Santana.

–Eu não entendo também porque contratar uma chef para ficar cozinhando aqui até a festa. – manifestou-se Rachel. – Afinal de contas, ela precisa de tanto tempo e de tanta degustação para escolher o cardápio?

Mercedes soltou um profundo suspiro, chateada.

Rachel subiu para limpar os quartos da casa, levando seu carrinho cheios de produtos de limpeza, vassoura, aspirador e flanelas. Ela e Santana dividiam o trabalho, e, àquela altura, ela já estava acostumada a pegar no pesado.

– Eu tenho algo para falar com você. – Cassandra comentou casualmente atrás dela.

– Bom dia para você também, Cassie. – disse Rachel, imperturbável, continuando a lustrar uma cômoda sem nem desviar o olhar.

– Quinn vai entrar de novo em sua vida, sabia? – a fada perguntou.

– Você sabe que eu já sei, deixe de ser retórica.

–Quando alguém do seu passado que foi deixado em suspenso volta, dizemos que é a sua “cota de perdão.” Você tem mais uma chance de aumentar sua milhagem rumo à sua vida de volta!

Rachel tornou-se para Cassandra:

– Cassandra, eu não sei mais se quero minha vida de volta.

A fada balbuciou, surpresa:

– Mas você sempre falava disso!

– Eu sei. Mas eu percebi que... que eu não quero uma vida em que o Finn não esteja.

–OWNNNN, que bonitinho! – Cassandra zoou, apertando as bochechas da empregada.

–Ai, para! – Rachel riu, mesmo querendo fazer cara de contrariada.

– Só que eu não vim dar o ar da minha graça só para falar sobre a Quinn. – retomou a fada, agora com o semblante sério. – É sobre a fissura do tempo.

Rachel parou de novo de esfregar o móvel, contrariada:

– De novo isso? Eu e o Finn já superamos a aparição daquela francesa.

–Rachel, uma fissura no tempo não se resolve assim, sorry honey. Bem, o resto você vai ver daqui a pouco, bye. – ela estalou os dedos, sumiu, e Rachel quase bateu a cabeça na parede: essa fissura no tempo ainda ia acabar com ela.

Quando desceu, todos os empregados estavam já reunidos na cozinha, à pedido da governanta Beiste e de d.Tania.

–Bem, vocês sabem – iniciou a patroa. – Eu e o sr. Benson faremos vinte e cinco anos de casados.

– E de chifre? Eles têm quantos? – murmurou Santana, arrancando risinhos abafados dos amigos.

–Eu decidi, com certa antecedência, chamar a chef que irá fazer os pratos. Isso é uma nova tendência entre os chiques, sabiam? Camille Soulnier, pode entrar!

Finn ficou estático ao ouvir o nome da chef e Rachel teve vontade de bater a cabeça na parede de novo. “ELA? Ela DE NOVO?”

–Chiiii... – Kurt comentou baixinho, ao ver a ex-noiva do seu irmão.

Camille, ao reconhecer Finn, Rachel e Kurt também parecia bastante abalada:

– Esse mundo é muito pequeno.

Rachel, no entanto, fez algo que ninguém esperava; foi até à francesa e estendeu a mão, cortês:

– Seja bem-vinda, Camille.

Em seu rosto, uma expressão indecifrável. Rachel não exibia um sorriso caloroso, mas também não parecia magoada. Estava altiva, decidida a encarar o que quer que fosse, da melhor forma possível, sem infantilidade de armar escândalos como da outra vez. Finn fez o mesmo e cumprimentou Camille.

– Bem vinda, Cammy. Tomara que dê tudo certo.

Rachel manteve a postura honesta e ereta: ela não queria perder mais nada, como a canção que Finn cantara para ela logo cedo.

Notas finais
Reviews???