Volver a verte
5 Eres tu solo tu la mujer que yo siempre soñé.
Notas iniciais
— Emma! Fala alguma coisa, me perdoa!
— Eu te perdôo...
Lilith abraçou Emma e a beijou, Emma não sabia o que fazer estava sem ação, abriu os olhos e viu a silhueta de Regina saindo correndo. Empurrou Lilith no momento, e lembrou de quando viu Regina chorando, aquilo doeu mais que a dor da traição. Emma tinha certeza que o amor que sentia por Regina era mais forte do que aquilo que um dia sentiu por Lilith.
— Muito obrigada meu amor. Ah Emma senti saudade do seu beijo. – apertou Emma entre seus braços, a loira se afastou enojada.
— Lilith, para! Eu disse que te perdoava, não disse que voltaria com você. De-me licença que tenho um assunto mais importante pra resolver.
— Espera Emma, como assim...
A loira saiu dali atordoada, estava tudo perdido, se Regina não a queria ver nem pintada antes imagina agora. Tomada pelo medo Emma saiu correndo, precisava encontrá-la, queria se explicar.
Regina congelou quando viu a estranha beijar sua amada. Como assim?
Ela não tirava a cena da garota beijando Emma da cabeça,sua mente parecia um disco riscado, reproduzindo a cena. Não conseguia pensar em nada. Foi até o banheiro e lavou o rosto, quando levantou a cabeça viu que Emma estava atrás dela. Seu rosto ficou vermelho, estava cheia de ciúmes. Fechou a cara e entrou em uma cabine fechando a porta.
— Regina eu posso explicar ela que...
— Emma Swan, você não tem que me explicar nada, não temos nada. – Regina a interrompeu e falou alto tentando não demonstrar nenhuma emoção.
— Eu sei Regina, mesmo assim eu quero conversar com você.
— Tudo bem, pode falar. – Regina sentou-se na tampa do sanitário.
Emma entrou na cabine ao lado e também se sentou sobre a tampa do sanitário.
— Aquela era Lilith, minha ex-namorada, veio me pedir desculpa, disse que está arrependida.
— E você pelo que eu vi, desculpou, só não entendi por que está aqui, vai lá comemorar, aproveite a festa com sua namorada.
— Sim Regina eu a desculpei... – Regina abaixou a cabeça, seus olhos encheram de lagrimas, nesse momento Emma subiu no sanitário, olhou Regina de cima. — Pero não voltei com ela, por que eu não há amo, eu te amo.
Regina limpou seus olhos cheios de lagrimas e olhou para cima.
— Regina me desculpa, eu sinceramente não sabia que aquela casa era um lar, eu nem sabia que você era responsável por crianças órfãs, se soubesse eu nunca faria nenhum tipo de mal, eu só ia querer te ajudar, eu adoro crianças, e eu comprei o terreno, justamente pra isso para fazer um centro de educação para crianças. Por favor, acredite em mim meu amor.
Emma estendeu a mão e Regina a segurou subiu em cima do sanitário e tocou a face da sua amada.
— Eu acredito em você, me desculpa pelas coisas horríveis que eu te disse, é que as crianças são tão importantes pra mim... Você mesmo sendo a compradora do terreno não teve culpa eu já não podia manter o lar, as crianças teriam sido transferidas de qualquer jeito.
Mesmo com a parede da cabine entre as duas, se abraçaram e trocaram um beijo cheio de saudade. O barulho da porta se abrindo fez com que parassem o beijo e olhassem para a porta.
— aaaaaaaaaaaaah,Voltaram? – Mary que acabaram de entrar no banheiro Deu um gritinho ai ver a amiga/cunhada e a irmã/cunhada juntas.
Emma e Regina se olharam e sorriram.
— Vocês estavam tão lindas entrando como madrinha, eu estava espiando lá de trás – Mary sorria esperando as duas saírem das cabines. – Fiquei imaginando dia do casamento de vocês.
Regina e Emma soltaram uma risada gostosa. Emma ficou empolgada com isso e a morena envergonhada.
— Mary, dá uma segurada na animação.
Fale com o autor