Sexta-feira, 8 de abril de 2016.

22:30, a noite agora toma conta daquela sexta-feira, as poucas nuvens que haviam no céu partiram, a chuva se dissipou durante a tarde, o céu é estrelado, a noite é fria e ventosa.

O carro chega. Erick desce. Diz alguma coisa a Edgar que parece com "você está liberado".

Edgar do banco do carro, põe a cabeça para fora e pergunta a Erick:

— Você vai ficar aqui sozinho?

Erick com um sorriso auspicioso responde:

— É, vou sim.

Edgar atende ao pedido do jovem, gesticula com a cabeça como se estivesse confirmando o pedido de Erick.

Edgar da marcha ré no carro e logo desaparece dos olhos de Erick.

Erick sempre costumou ir naquele lugar, uma, duas vezes por semana, mas ultimamente já fazia um bom tempo que ele não visitava o local.

O lugar que Erick está agora, é um mirante que fica no alto de um morro da cidade, lá há apenas árvores, uma pequena estrada de terra, e um banco.

Talvez algum prefeito tivesse planos para esse lugar, como uma praça, ou algo assim, mas resolveu não dar sequência na ideia devido a certa dificuldade de se chegar lá. E o que restou dessa ideia foi apenas um banco, um banco de praça.

Erick se ajeita no banco, senta-se, cruza as pernas e olha para cima, para o céu. Talvez o motivo por Erick ter voltado justamente hoje a esse lugar, seja o fato do céu estar todo estrelado. Coisa que o acalma. Digamos quê, Erick seja um amante das estrelas.

23:50 Erick continua sentado olhando para o horizonte. Assim como um celular precisa de um carregador para repôr sua bateria, aquele lugar talvez... talvez não, aquele lugar é o que recarrega as baterias de Erick.

Sentado no banco, ele sente algo vibrando em seu bolso, seu celular. Ele põe a mão no bolso, retira o aparelho, é uma mensagem de Ryan convidando Erick para ir há um bar no centro da cidade, Erick analisa a proposta, pensa por alguns segundos. Então ele com apenas duas palavras responde Ryan: "tô chegando."

00:43 Erick desce do táxi, pois já havia dispensado Edgar seu motorista, então tomou um táxi.

Ele faz a volta no veículo, entrega uma nota de cem ao motorista.

— Pode ficar com o troco. Diz Erick.

O taxista estende a mão e pega o dinheiro.

— Valeu, se precisar é só ligar aí. Diz o motorista.

Erick está à frente do bar, ele dá alguns passos, uma distância de uns 10 metros, ele se aproxima, a recepcionista abre a porta para Erick.

Erick está dentro.

Assim que Ryan avista Erick ele fala em um tom alto e que revela que Ryan já está um pouco bêbado:
— Erick, caralho, acho bom você ter trazido dinheiro, pois meus cartões já estão todos sem limite. Um gole de cerveja.
Erick sorri, mas não há aspecto de surpresa na face dele.
— Ah, claro. Erick responde sorrindo.
Erick caminha até a mesa onde está sentado Ryan e mais um amigo de Ryan. Erick puxa a cadeira, e se senta.
— Mas e aí cara como andam as coisas? Pergunta Ryan para Erick.
Antes que Erick responda ele é interrompido pela voz de uma mulher que diz:
— Alguma bebida pra você?
Erick vira a cabeça para a garçonete e responde:
— Whiskey sem gelo.
A garçonete com um sorriso se afasta da mesa e caminha em direção ao balcão.
Apesar dos 17 anos, Erick já é emancipado há um ano. Esse foi um dos acordos que ele fez com seus pais para que Erick desse dinheiro a eles.

Então Ryan refaz a pergunta a Erick.

— Sabe como é né. Vivendo a vida loucamente. Responde Erick à Ryan.
Sons de salto vindo em direção a mesa. A garçonete se aproxima.
— Aqui está. Diz a moça loira, alta, magra e de uns 26 anos. Erick então pega o copo, toma um gole, a bebida desce seca e queimando sua garganta, ele limpa a boca com a parte de trás da mão.
— Cara, meu sonho era ser igual você. Diz Thomas o amigo de Ryan, à Erick do outro lado da mesa.
— É só você compôr umas mil músicas de sucesso Thomas. Diz Ryan sorrindo enquanto toma um generoso gole de cerveja.
Erick sorri do outro lado da mesa mas não diz nada.
— Mais uma dose garoto? Diz a garçonete a Erick.
Erick levanta os olhos para a garçonete e responde:
— Ah, claro. Pode trazer a garrafa, para evitar o trabalho. Diz Erick sorrindo para a garçonete.
— Okay então.
Ela volta em direção ao balcão.
— Cara, olha aquelas garotas. Diz Thomas gesticulado com a cabeça em direção a mesa.
Ryan e Erick olham na direção que Thomas apontou.
— Que tal a gente convidar elas pra beber com nós? Diz Ryan.
Erick apenas dá de ombros.

Thomas concorda.
Então Ryan se levanta, caminha em direção a mesa onde estão três garotas sentadas, as três na faixa dos 19 à 20 anos, calouras da faculdade. Ryan então se aproxima
— E aí, o que vocês acham de sentar ali com a gente? Diz Ryan às garotas apontando com a cabeça para sua mesa.
A garota loira, de olhos azuis e óculos pretos fala sorrindo para suas amigas:
— Vamos garotas?

As outras duas garotas assentem com a cabeça.
Então as três se levantam, juntam-se a Ryan, e caminham de volta para a mesa onde aguardam Erick e Thomas.
— Eu trouxe companhia gente. Diz Ryan ao puxar a cadeira para uma das garotas que se senta ao seu lado, uma garota morena cabelos longos e lisos, olhos escuros de 1,73 aproximadamente. A outra também morena de cabelo curto, e relativamente mais alta uns três ou quatro centímetros que as outras duas. Por fim, a garota loira, com um sorriso caloroso olha para Erick ao se sentar ao seu lado.
— Então, o que vão beber meninas? E eu estou falando com as garotas, não com você Thomas. Diz Ryan.
A garota sentada ao lado de Thomas sorri e diz:
— Pra mim cerveja.
— Boa pedida. Diz Ryan.
— Eu quero uma piña colada. Diz a garota sentada ao lado de Ryan.

— Ok, não sei como você consegue beber isso. Diz Ryan à garota sorrindo.
— E você, o que vai querer? Pergunta Ryan a garota loira.
— O mesmo que você está bebendo. Diz ela apontando para Erick.
— Tem certeza? Pergunta Erick.
— Ué, acha que mulher não bebe whiskey?
— Fique a vontade. Responde Erick sorrindo, enquanto leva o copo de whiskey em direção a sua boca. Mais um gole.

Erick então põe mais uma dose no copo, coloca sobre a mesa, e olha para a garota.
Ela pega o copo, bebe em um só gole olhando direto nos olhos de Erick como se estivesse intimidando Erick.
Ryan faz sinal para a garçonete, ela caminha em direção a mesa, chega se aproxima e anota os pedidos, então ela volta para o balcão.
— Então, qual o nome de vocês? Pergunta Erick, mas sem desviar os olhos da garota que está sentada ao seu lado.
A garota que está ao lado de Erick, ainda sem desviar os olhos dele responde:
— Samanta.
— Prazer, Erick.

Alguns segundos depois a garçonete retorna, e distribui as bebidas.
— E você qual seu nome? Pergunta Thomas à garota que está ao seu lado.
— Rebeca. E você é Thomas, certo?
— Exato. Responde Thomas com um sorriso.
E por fim, Ryan se vira para a garota ao seu lado e diz:
— E você meu bem, como se chama?
A garota volta a atenção para Ryan, então responde:
— Letícia.
— Muito bem Letícia, eu sou Ryan.
Enquanto Ryan, Thomas e as outras duas garotas que formam respectivamente seus pares conversam, falam da faculdade que estão cursando. Letícia está cursando direito, enquanto Rebeca faz faculdade de veterinária.

Do outro lado da mesa, Erick e Samanta, apenas conversam pelo olhar, os dois continuam bebendo, como se estivessem disputando para ver quem aguenta mais. Já se passou cerca de duas horas, e até agora tudo que Erick sabe de Samanta é que ela tem 19 anos, e recém entrou na faculdade de nutrição.
Então em meio ao clamor, Erick olha para Samanta e diz:
— Eu moro há poucas quadras daqui, não está afim de ir pra minha casa. Lá tem menos barulho e a gente consegue conversar melhor? Ah, claro, tem mais whiskey também.
A jovem não exita, levanta-se da cadeira e diz:
— Vamos lá.
Erick então se levanta também, coloca a mão no bolso, tira o dinheiro, coloca sobre a mesa. Erick e Samanta não falam nada, não dizem nada aos seus amigos que estão sentados.
Eles caminham juntos até a porta, cuja Erick abre para a garota, eles saem do bar, caminham cerca de uns 20 metros em direção há um táxi. Ele gesticula para o motorista. Erick abre a porta, Samanta entra. Ele se senta ao seu lado, fecha a porta, diz ao taxista seu endereço. Ele liga o carro, e os dois seguem para casa de Erick.

2:50. Do outro lado da cidade, mais precisamente na casa de Math.

Laura está deitada na cama do jovem com a cabeça para baixo, fora da cama, enquanto Math fala sobre futebol, e explica o motivo por ter tantos troféus no quarto. Laura não ouve sequer a metade das coisas que Math fala, mas finge mostrar interesse.
— Essa medalha aqui eu ganhei por ter sido o artilheiro da liga, cara eu fiz tantos gols naquele campeonato.
Laura suspira.

— Mas esse troféu, foi quando a gente foi jogar contra aquele time da faculdade. Nossa os caras eram tão ruins, mas né, perto de mim todo mundo é ruim.
Laura chegou a casa de Math por volta das 23:30, e desde que chegou o garoto não falou nada além de suas histórias esportivas, de como ele é um ótimo jogador, mostrou sua coleção de vídeo games, e outras coisas.

Laura mexe nos cabelos, revira os olhos, então se impulsiona para frente, e senta-se na cama. Ela olha para frente, então vira os olhos para seu lado direito, Math continua falando, Laura estica o braço até o criado mudo ao lado da cama, ela abre uma das gavetas, Math ainda está falando alguma coisa que sequer é captada pelos ouvidos de Laura, ela olha dentro da gaveta. Só tem meias, então ela fecha, revira os olhos mais uma vez. Então ela abre a gaveta de baixo, Laura sorri, estica a mão e pega algo. Na gaveta tinha, chicletes, um maço de cigarros, e um pacote fechado de camisinhas sabor morango, esse que agora está em suas mãos.
Ela volta a atenção para Math, o garoto para de falar. Laura levanta-se da cama, dá dois passos em direção a Math, o garoto viu que Laura está com o pacote de camisinhas de sabor morango nas mãos, o jovem põe as mãos no bolso, tira rapidamente, esfrega nas calças, olha rapidamente para seu lado esquerdo, depois para o lado direito, ele parece nervoso.

Laura se aproxima de Math, se põe à frente dele, a pouco centímetros do garoto, ela sorri, segura a camisinha com uma das mãos, então leva o pacote fechado até a boca, prende uma parte com os dentes, então puxa.

O pacote cai todo no chão, ficando apenas uma camisinha em sua mão.

Laura sorri, chega mais perto de Math, ela beija o pescoço do garoto, que diga-se de passagem está frio, ela põe a mão no peito do rapaz, então esfrega com as unhas o peito dele, arranhando levemente o tórax do garoto, que se arrepia por completo. Então ele olha para Laura com um olhar, um tanto assustado, a garota ignora a faceta de Math, então Laura olhando nos olhos de Math, e com um sorriso diz:
— Que tal a gente usar ela? Mostrando a camisinha para Math.
O garoto, não fala nada, ele está suando, com as mãos trêmulas de nervosismo, antes que Math responda se ele quer, ou não usar, Laura o puxa pela camisa, Laura caminha de costas, puxando Math pela camisa. Math segue. Eles caem na cama, Math cai sobre ela. Laura beija Math, ela passa a mão em suas costas por de baixo da camisa, então ela começa a tirar a camisa do rapaz, Laura continua beijando-o, Math que agora está apenas com seu jeans e suas cuecas cobrindo seu corpo. Laura tira sua própria blusa, se vira e diz:
— Me ajude a tirar o sutiã.
Math, não diz uma palavra. Ele põe a mão na peça, se atrapalha com a trava, leva cerca de 40 segundos até conseguir soltar o sutiã.
Laura se vira novamente, coloca a mão no pescoço de Math, empurrando a cabeça dele para baixo, em direção ao seus seios. Laura abre o zíper de Math, desabotoa a calça, então tira o jeans de Math até a altura de seus joelhos, o jeans escorre pelas pernas de Math até cair ao chão. Math continua com o rosto enfiado nos peitos de Laura, a jovem agora tira suas calças, rapidamente com apenas um movimentos ela desabotoa e empurra a calça para baixo, faz movimentos com suas pernas até que a calça saia de seu corpo.
Agora, os dois deitados na cama, Laura ergueu o rosto de Math e fica beijando-o, eles estão apenas com peças íntimas cobrindo os corpos, Math com a cueca e Laura com a calcinha.

Laura esfrega a mão pelo peito de Math, vai descendo, fazendo com que o garoto se contorça, ela chega na cintura do rapaz, então, rapidamente, ela enfia a mão dentro da cueca do jovem, que meio assustado com a atitude de Laura, impulsiona o corpo para trás, com um movimento brusco, e muito rapidamente Math se põe de pé, à frente de Laura.

Laura acomoda-se sobre os cotovelos na cama, enquanto Math fica de pé na sua frente, ela, sem entender porque o rapaz fez isso, olha para Math e diz:
— Qual foi, algum problema?
O garoto, agora com todo seu corpo suado, e gelado, mede as palavras, pensa no que dizer enquanto a garota espera. Então Math diz:
— N... Nã... Não, problema nenhum.
— Então? Diz Laura encarando Math
— É... É, que, que é que eu nunca, bom você sabe, eu nunca, eu nunca fiz isso.
O silêncio toma o quarto por alguns segundos. Math parece extremamente nervoso, olha para a janela como se considera-se a hipótese de pular por ela, talvez ele só não tenha feito isso pois seria ainda mais zoado por Laura, mas a comoção é interrompida por uma gargalhada de Laura, gargalhada tão alta que assusta Math, que retoma o olhar para Laura.
— Cara, na boa, relaxa tá. É só você pensar que é um daqueles atores pornôs, dos filmes que tem ali no seu armário.
Math completamente envergonhado não diz nada, passa a mão nos cabelos. Laura se levanta, posiciona-se à frente de Math.
— Cara, relaxa tá.
Ela beija o peito de Math. Então com um único movimento ela abaixa a cueca de Math até os pés.
Laura sorri, ergue a cabeça e olha sorrindo para Math.

Math tenta colocar um sorriso no rosto.
Laura vira o corpo uns 30° graus para a direita, inclina-se e pega a camisinha que estava na cama, ela rasga o pacote.
— Quer que eu coloque pra você? Pergunta Laura à Math.
O jovem responde com apenas um balançar de cabeça, Laura se senta na cama, ela está agora na linha da cintura de Math, ela estica as mãos, abre a camisinha, coloca-a devagar em Math que sente o movimento então contorce-se.
Laura puxa Math, que mais uma vez cai sobre ela. Laura põe a mão em sua calcinha, ela vai tirá-la....
Trrrrimmm, trrrrimmm.

Antes que Laura retira-se sua calcinha o celular dela toca. O celular que está sobre o criado mudo de Math vibra, ela empurra gentilmente Math, estica a mão e consegue pegar o aparelho, ela acende a tela do celular, vê uma mensagem, e agora, empurra Math e levanta-se da cama, ela pega seu jeans que estava no chão e o coloca rapidamente, ela se abaixa e pega sua blusa, que estava ao lado de sua calça, a veste caminhando em direção a porta.

Antes que Laura saia do quarto Math fala:
— Mas onde você vai poh?
— Foi mal aí garanhão, mas eu tenho que sair.
Erick ainda sem entender, e agora não mais excitado diz a Laura:
— Ei, ei, será que dá pra você não contar pra ninguém o que eu disse pra você aqui?
— Claro bobão.
— E... E tipo, se te perguntarem dá pra você dizer que rolou, e que você gostou?
Laura apenas sorri, abre a porta do quarto de Math e sai.
O motivo pelo qual fez Laura desistir daquela noite com Math foi simples, muito simples, uma única mensagem, uma única palavra. Uma palavra que era uma resposta há uma pergunta que Laura tinha feito umas três horas antes, a palavra que bastou para acabar com o clima naquela sala foi "sim"
E a conversa que designou essa resposta foi:
" Laura — Ju, me desculpa, você sabe como eu sou, eu gosto, eu realmente gosto de você, mas eu não sei lidar, sabe é muita coisa na minha cabeça... Mas ah, eu só quero dizer, você me perdoa?”
“Ju — Sim”











O táxi chega à frente da casa de Erick, uma porta se abre, na sequência a segunda. Erick caminha em direção ao motorista:
— Quanto foi?
— É só 20,00.
Erick entrega o dinheiro ao motorista, que engata o carro e sai.

Erick e Samanta estão à frente do apartamento, eles caminham até a frente do portão, Erick põe a mão no bolso das calças, retira o molho de chaves, que só contém as chaves do apartamento de Erick e uma outra, que abre vai lá saber o que, mas Erick sabe muito bem o que aquela chave abre.

Ele coloca a chave na fechadura, o portão se abre, os dois seguem.

Erick aperta um botão que tem na parede, uma porta se abre. Os dois sem se falarem seguem em direção ao elevador, o apartamento de Erick fica no 7° andar, eles esperam até que chegue o elevador ao térreo.

O elevador chega, as portas sem abrem. Um passo, os dois entram, ficam juntos. A porta se fecha.
Os dois um perto do outro, lado à lado, então Erick olha para Samanta, Samanta olha para Erick, então ele puxa a garota para perto dele, ela alinha Samanta ao seu corpo, sem dizer nenhuma palavra ele a beija, Erick com as mãos na cintura de Samanta que põe as mãos entorno do pescoço de Erick. Erick alisa a cintura de Samanta enquanto os dois se beijam, então, Erick agarra a barra da blusa de Samanta, ele puxa para cima, Erick retira a blusa de Samanta.

— Espera. Diz Samanta.

Erick para e olha pra jovem.

— Esse elevador não tem câmeras?

Erick sorri, então responde:

— É claro que tem. Mas relaxa, o cara que cuida as câmeras já foi embora, amanhã eu subo lá e pego nosso “filmezinho”. Finaliza Erick sorrindo.

Então Erick empurra Samanta para a parede do elevador, Erick põe a mão nas pernas de Samanta, ele levanta Samanta pelas pernas colocando-a contra a parede, Samanta alisa o pescoço de Erick, suas mãos sobem em direção a cabeça dele, até que sua touca caía ao chão. Erick beija o pescoço de Samanta, e gradualmente ele vai descendo, já está na altura dos seios de Samanta, antes que possa acontecer qualquer outra coisa, o elevador chega ao 7° andar, ele para com um pequeno solavanco. A porta se abre. Os dois olham. Erick solta Samanta que abaixa-se e junta sua blusa rapidamente, Erick faz o mesmo com sua touca, os dois sem põem de pé novamente olhando um nos olhos do outro, eles riem. Samanta caminha em direção a saída, logo em seguida Erick passa:
— É esse? Pergunta Samanta à Erick apontando para o apartamento de número 32.
— Não, é o lado. Número 33. Responde Erick, indo em direção a porta com a chave em sua mão direita.
Samanta passa, se põe a frente da porta, Erick estica o braço até a maçaneta, põe a chave no miolo. Gira. A porta está aberta.
— Fique à vontade. Diz Erick abrindo a porta para a garota.
Samanta entra no apartamento, ela está no hall. Erick fecha a porta, Samanta caminha um pouco e agora está na sala de estar.
— Pode se sentar. Diz Erick gesticulando com o pescoço em direção ao sofá.
Samanta senta-se.
Erick dá alguns passos em direção a uma escrivaninha que tem perto de sua cozinha.
— Você quer beber alguma coisa? Pergunta Erick à Samanta com a mão em um copo.
— Eu aceito uma cerveja, se você tiver.
Erick sorri, sai da escrivaninha, e caminha em direção ao freezer, ele abre, escolhe a garrafa, põe nas mão, fecha a porta, e retorna para a garota.
Erick sentasse ao lado da garota, entrega a cerveja a ela.
— Você não vai beber nada? Pergunta Samanta.
Erick suspira de leve, então responde.
— Não, por hoje já deu.

Samanta então toma um gole da cerveja, e logo em seguida põe a garrafa sobre a mesa de centro que tem à sua frente.

Erick então se impulsiona em direção à Samanta, ele estica sua mão direita até o rosto da garota, ele desliza sua mão até a parte de trás da cabeça da jovem, e puxa levemente a cabeça da garota em direção a sua. Os dois se beijam, Erick põe sua outra mão em uma das pernas de Samanta, e puxa, fazendo com que a jovem se deite no sofá.

Erick ajeita seu corpo sobre Samanta, ele afasta uma mecha de cabelo que estava no rosto da jovem. Erick se afasta de Samanta, se põe de joelhos sobre o sofá, ainda em cima de Samanta, então ele leva as mãos à altura de sua cintura e põe a mão na borda de sua camisa, ele puxa tirando rapidamente a peça. Ele joga sua camisa no chão, então se posiciona novamente sobre Samanta, e os dois voltam a se beijar.

Na casa de Erick só há três luzes acesas, a do hall, dá sala de estar, e a da cozinha, mas também há uma outra luz fraca, na parede que mais se parece uma placa, sim é uma placa, que diz “entrada” ela está pendura sobre uma porta, e está porta é a que dá acesso ao quarto de Erick.

No sofá, Erick para de beijar Samanta, olha nos olhos da garota e diz:

— Vamos para o meu quarto.

A garota assente com a cabeça.

Então Erick encaixa as pernas de Samanta no seu corpo, e prende a garota contra sua barriga e põe as mãos sobre a bunda da garota, ele a ergue e leva ela no colo em direção ao seu quarto.

Samanta então, põe suas mãos nas costas de Erick e em seguida puxa a cabeça dele e o beija, os dois seguem se beijando enquanto Erick caminha em direção ao seu quarto, ele esbarra em uma mesa que há próximo a porta do quarto, um vaso que havia na mesa cai, os dois olham para o vaso no chão e sorriem. Erick chega até a porta, ele estica uma das mãos muito rapidamente e abre a maçaneta, e logo volta a mão para o corpo da garota. A porta está aberta, os dois entram, cerca de 8 à 10 passos está a cama de Erick, ele caminha, logo chega até a cama, ele põe a jovem delicadamente sobre a cama, então se afasta enquanto abre seu zíper e retira suas calças.

Erick então se põe mais uma vez sobre Samanta, ele beija a barriga da jovem, coloca as mãos na cintura dela, delicadamente ele vai retirando as calças da jovem.

Agora Erick e Samanta só tem as peças intimas cobrindo seus corpos… A madrugada segue, no quarto de Erick há uma música soando no fundo If I Lose Myself, enquanto Samanta e Erick se mexem por de baixo dos lençóis…

“If I lose myself tonight

It will be by your side

If I lose myself tonight, yeah, yeah, yeah

If I lose myself tonight

It will be you and I

Lose myself tonight”

“Se eu me perder esta noite

Será ao seu lado

Se eu me perder esta noite, sim, sim, sim

Se eu me perder esta noite

Será só você e eu

Me perco esta noite”

8:00, Erick está de pé na cozinha, segura em sua mão esquerda um copo d’água, ele caminha em direção a sala, cerca de uns 7 passos, se senta no sofá, estica sua mão e põe o copo sobre a mesa de centro e pega o controle remoto. Ele liga a televisão. Troca os canais, então suspira e diz:

— O que eu quero assistir na televisão sábado de manhã? Diz Erick ao colocar o controle ao seu lado e pegar seu celular.

Erick desbloqueia o aparelho, ele vê que há duas mensagens, uma de Laura, e a outra de Ryan, ele abre primeiro a mensagem de Laura, Erick percebe que ela enviou uma foto, uma foto dela com Ju, a mensagem foi recebia por Erick à uns 10 minutos, as duas saíram para um parque da cidade agora pela manhã. Erick então abre a outra mensagem de Ryan

“Oi, aqui é a Letícia, amiga da Samanta, tem como você avisar ela que eu perdi a chave do apartamento? E meu celular também kkk”

Antes que Erick feche a mensagem, ele ouve um passos à sua esquerda, ele então vira a cabeça e vê Samanta caminhando em sua direção.

— Bom dia. Diz Erick se levantando.

— Bom… Responde Samanta ao sentar-se bruscamente no sofá.

Erick então volta para a cozinha e pergunta para Samanta:

— Aceita um café?

— Sim, e aceito uma cabeça nova também, pois essa tá doendo demais.

Erick sorri enquanto serve o café em uma xícara. Então ele retorna até Samanta e entrega o café para a garota

— Eu te avisei que whiskey não era uma boa. Diz Erick ao entregar a bebida para Samanta.

— É… Acho que você estava certo.

Erick então caminha se senta ao lado de Samanta no sofá.

— Olha só, Letícia teve um probleminha com a chave do apartamento, parece que ela perdeu. Diz Erick.

— Ah, de novo. Responde Samanta revirando os olhos.

— É acho melhor você socorrer ela, o Edgar pode levar você. Diz Erick.

— Está querendo que eu vá embora? Diz Samanta sorrindo.

— Pra falar a verdade, sim. Responde Erick.

Samanta se inclina e põe a xícara sobre a mesa.

— Você está de brincadeira não é? Diz Samanta.

Erick se levanta e caminha em direção a porta, então vira-se e responde Samanta.

— Não, é que eu acho que você não tem mais o que fazer aqui.

Samanta se levanta do sofá com um aspecto de surpresa no rosto. Ela dá uns dois passos em direção a Erick e diz com uma voz um pouco feroz:

— Ah, então é assim? Uma noite só e depois ainda me manda embora?

Erick suspira, põe a mão na maçaneta da porta, abre, então olha para Samanta e diz:

— Se dois fatos se repetirem, isso se torna uma coincidência, sem ser programado, então, isto é, caso a gente se encontre novamente não será “só uma noite” mas sim duas, mas nada além disso.

Samanta caminha em direção à saída, e antes que saia ela diz para Erick:

— Não preciso do seu motorista.

Samanta sai do apartamento de Erick.

— Espera. Diz Erick.

Samanta então para, vira a cabeça e olha para Erick, ele levanta as sobrancelhas, e com um leve sorriso diz:

— Você esqueceu seu celular.

Samanta volta, e vai em direção ao sofá, sem dizer uma palavra ela pega o aparelho e novamente sai do apartamento.

Erick fecha a porta.



22:00