Notas iniciais
Boa noite leitoras queridas!!! :)

Primeiramente quero agradecer a receptividade da fic.
Agradecemos sinceramente a Key (K Alex) BinhaBalck, alinica,clarabella, Priss, loa, Liz_Black, DieCullen, leonna,BabySuhBr, que nesses 5 dias, comentaram , totalizando 14 reviews, animando os corações das autoras!!!!

Como informei as postagens serão semanais, no caso, toda segunda feira, ok?

É isso. Divirtam-se e apreciem sem moderação. Boa leitura!

Ao final conversamos!

“É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro na posse de uma bela fortuna necessita de uma esposa.” (Jane Austen, Orgulho e Preconceito)

Flash back on

4 anos atrás

P.O.V. Jacob

- Jake... — ela sussurrou bem próximo ao meu ouvido, embora mantivesse as mãos espalmadas sobre meu peito.- Você não deveria me beijar assim. – estava um pouco ofegante, assim que liberei seus lábios para que falasse. Sorri, apoiando o peso de meu corpo em meus braços, enquanto a encarava deitada sob mim. Meus cabelos escuros escorriam em volta dos nossos rostos, formando duas cortinas negras.

- Você gosta. – respondi beijando-a novamente, entrecortando sua respiração. Ainda sentia seu corpo pequeno estremecer todas as vezes que a beijava com intensidade, o que claramente desmentia sua recusa aos meus beijos.

- Mas não é a forma correta... – ela franziu a testa, me empurrando um pouco. Mesmo a contragosto me afastei, dando espaço para que se sentasse ao meu lado. Enlaçou seus braços em volta do meu pescoço, demonstrando que não estava aborrecida com meu jeito de ser afoito. – Não para uma garota de família, como eu.

Sorri a encarando com a expressão de deboche. Sabia que ela não dava a mínima para as convenções tolas que a cercavam, apenas se divertia em me provocar, como sempre.

- E o que a “garota de família” pensaria se eu melhorasse meu comportamento? – indaguei, contradizendo minhas palavras ao deitar beijos em seu pescoço exposto, provocando-lhe arrepios.

- Lhe trocaria pelo primeiro almofadinha que aparecesse! – falou em tom galhofeiro, mas não me aborreci. Sabia que as duas opções simplesmente não existiam – eu não melhoraria nunca meu comportamento, e ela não me trocaria por ninguém, afinal havíamos nascido um para o outro. – Mas já disse que temos que tomar cuidado, Jake. Minha mãe não está gostando nada, nada, das nossas escapadas. Desconfio até que ela anda me espionando... E o que diria se algum conhecido nos visse aqui, e chegasse aos seus ouvidos?! Eu estaria perdida...

Rolei os olhos, observando o lugar que quase sempre era o palco dos nossos encontros. A campina afastada da mansão dos Collin, mas ainda dentro dos limites da propriedade, nunca me pareceu tão segura. Apenas as flores, árvores e pássaros eram testemunhas do que acontecia entre nós dois.

- Realmente, talvez aquele coelho seja um espião da Sra. Collin. – apontei para o animal, que desapareceu por entre as árvores. – Mas não sei por que se preocupa tanto, já que as companhias de sua mãe, na maioria velhas fofoqueiras, levam a vida em observar e inventar conversas torpes. Se não existem os rumores, elas os criam. E pelo que sei não são dadas a passeios saudáveis pelo campo. – sorri, e ela também, em clara concordância. — Não imaginava que Elize Kristina Collin se importasse com a opinião dos outros...

— Eu já lhe disse que não me importo. – ela bateu levemente seus cílios cheios. — Mas você poderia se comportar só um pouquinho... Já pedi que deixasse as coisas acontecerem ao seu tempo. Além disso, às vezes você me deixa sem ar. — ri da forma que ela ficou vermelha.

- Ok. Prometo tentar me comportar, mas seria mais fácil se soubesse ao menos que a espera não seria tão longa... — segurei sua mão, entrelaçando meus dedos nos seus. Ela nada disse, apenas afagou meu rosto e sorriu. Puxei-a para junto de mim, e nos deitei sobre a grama que cobria a campina.

Fitei o céu por alguns instantes, e percebi que com a beleza de Elize ao meu lado não poderia dividir minha atenção com as nuvens cinzas, típicas de Forks. Desde a primeira vez que a vi, percebi que jamais encontraria tal beleza no mundo inteiro. Ela havia apanhado uma rosa amarela ao seu lado, e agora a aproximava do rosto para cheirá-la. Sabia que aquela era a sua flor preferida.

Deus, como a amava! Observei-a fechar os olhos e inalar o perfume da rosa mais uma vez. Seu peito fazia o movimento de descer e subir contra a blusa branca de renda que usava. Não resisti. Ergui seu rosto na direção do meu. Seus olhos continuaram cerrados. Beijei-a, mas dessa vez calma e suavemente, sentindo seu cheiro e seu gosto. Entreabri sua boca delicadamente para que minha língua tocasse a superfície macia da sua. Ela estremeceu. Desci minhas mãos por sua cintura, e quando finalmente a fitei, seu rosto tinha adquirido um tom de fogo, como brasa viva.

- Sabe qual o único modo de resolvermos nossa situação, não sabe? – inquiri de forma suave. Ela desviou os olhos do meu rosto. – Sabe como poderemos nos encontrar sem problemas e sem satisfações a dar a ninguém. – mais uma vez ela nada falou. Odiava quando se tornava evasiva quando tocávamos nesse assunto, por isso exigi de uma vez por todas:- Quando vou poder falar com seu pai?- sussurrei, encostando meu rosto no seu. Ela afastou-se um pouco e pareceu se incomodar.

— Não sei Jake... — seus olhos ficaram estranhamente pensativos. — Meu pai... — ela parou reticente.

- Você tem medo de que ele não me aceite, não é isso?- perguntei levantando seu queixo delicadamente. Queria que ela me olhasse nos olhos.

Melfin Collin era conhecido por sua riqueza, sangue nobre e descendência direta da mais fina aristocracia. Tinha muitas terras espalhadas pela capital, e em uma delas dedicava-se à criação de cavalos de raça pura. Mas não era por isso que o conhecia. Minha mãe tinha trabalhado em sua casa durante a minha infância, por isso convivi o bastante com os Collin para temer o temperamento do meu futuro sogro. Ele era um homem severo e arrogante, que tratava a mim e à minha família com certa rispidez devido à nossa origem. Desconfiava que não se opusesse à minha ligação com sua filha e freqüentes visitas à sua casa porque simplesmente não conseguia dizer não a nenhum dos caprichos de Elize.

- Jake, eu não imagino como ele irá reagir... – ela sussurrou docemente. – Sei que meu pai tem consciência de que tenho sentimentos por você. Mas imagino que a palavra “casamento” não passa por sua mente, pelo menos não ainda.

- Não se preocupe pequena. Tenho certeza de que ele só quer a sua felicidade, e que perceberá que você só a terá ao meu lado. – falei cheio de confiança, ignorando o nervosismo que tentava me tomar quando imaginava o momento de encarar o terrível Sr. Collin.

- Eu te amo. – ela sussurrou.

- Eu também te amo. Muito. — enfatizei.

Beijei-a mais uma vez. Minhas mãos desceram por sua cintura, acariciando a pele lisa e sedosa de sua barriga por baixo da blusa. Baixei minha cabeça beijando seu pescoço, enquanto a sentia ofegar. Projetei-me sobre ela, desejando cada parte do seu corpo. Era incrível querê-la tanto assim.

- J-Jake... – meu nome saiu fraco e entrecortado. Eu me sentia feliz em saber que ela correspondia, mesmo que timidamente. — Não... – sabia que a provocava a tocando dessa forma, mas ela sempre me impedia de continuar.

- Tudo bem. – soltei as palavras juntamente com o ar forte. Tinha de me controlar, até ter Elize como minha esposa. Ela curvou seus lábios ainda inchados dos beijos trocados num sorriso animador.

- Senhora Black. – falou feliz, ecoando meus pensamentos. – Soou... Diferente. — ri, puxando-a mais uma vez.

- Como se você tivesse algo de comum... – rolei os olhos, incomodado com seu tom ao avaliar o meu nome.

- Não disse que não gostei. Pelo contrário, combina perfeitamente comigo. – falou com um sorriso zombeteiro. – Afinal, o comum não tem a menor graça! – beijou-me, e como sempre cedi aos seus encantos. – Mas e nossos filhos, que nomes terão? – indagou.

- Calminha pequena. Ainda não sei nem se prefiro menino ou menina...

- E será preciso escolher? – reclamou falsamente indignada – Pensei que teríamos uma penca deles...

Era assim que ela era. Intensa. Ou tudo ou nada. E isso me fascinava.

- Contanto que sejam tão bonitos quanto a mãe, poderemos ter quantos você desejar...

- Nada disso, mocinho! – reclamou – Terão os cabelos e tom de pele do pai. – exigiu, como se nem Deus pudesse negar uma de suas vontades.

— E os olhos da mãe... – completei. Os olhos cor de mel de Elize me fascinavam por completo. Brilhavam como ouro. Eram doces como o mais puro mel. Mas também ardiam como labaredas de fogo.

Não me importava se nossos filhos seriam brancos, pardos, azuis ou verdes, mas de uma coisa eu tinha absoluta convicção: nosso futuro juntos era tão palpável quanto seus cabelos castanhos claros que se espalhavam pela relva, e se enroscavam entre meus dedos. Estaríamos juntos. Sempre.

Flash Back off

Na época, enquanto planejavam a futura vida juntos, o jovem casal não imaginava que desígnios estranhos os levariam a caminhos tão diferentes, e que em uma tarde chuvosa os mesmos desígnios cruzariam novamente suas vidas, como se por uma brincadeira maldosa do destino.

O que está feito está feito, pensou Jacob com frieza. Não era hora de sentimentalidades, mas de cumprir uma promessa que há muito havia feito a si mesmo. Um dia se casaria com Elize Kristina Collin. Finalmente poderia honrar com o compromisso que havia assumido naquela tarde na campina, mesmo que para isso tivesse que comprá-la, como agora, e tê-la contra sua vontade.

Jacob pensou por um instante na ironia da situação. Há anos atrás daria sua vida por Elize, sem pestanejar, e agora a havia comprado por míseros cinco milhões. O que significavam aquelas cifras, em comparação à sua fortuna?!

Fortuna. Essa era a única condição que lhe permitiria ter a mulher que desejava, concluiu, como se o dinheiro fosse um pré-requisito ao direito à felicidade. Assim pensavam todos os ricos que ele execrava, mas Jacob sabia que estavam todos enganados. Nem todo o dinheiro do mundo compraria a felicidade que sentia quando não passava de um rapaz simples, que tinha em seus braços a garota que amava mais do que tudo, com a plena certeza de que era correspondido.

O rapaz deixou o corpo afundar na cadeira, passou os dedos longos, em movimentos circulares sobre as têmporas, e encarou mais uma vez o pai, que ainda mantinha sobre a face envelhecida uma expressão incrédula. O telefone tocou e Billy o atendeu prontamente. Ótimo! Isso o pouparia, por hora, de ouvir um novo sermão do pai.

Era óbvio que o pai, íntegro e honesto, não concordava com ele. Sabia que o que tinha acabado de propor era absurdo e imoral. Não fora algo planejado, em absoluto, mas não podia negar que a satisfação era excitante. Por quantos anos esperara que Melfin Collin pagasse pelo que fizera a ele? Por quantos anos esperara pacientemente o momento de vingar-se, por ter sido escorraçado como um cachorro sarnento? Mas nunca imaginara que seria tão fácil quanto roubar doce de uma criança. Sim, neste caso os fins justificavam o meio.

Comprar Elize pela bagatela de cinco milhões talvez não fosse o certo a fazer, mas o fato era que não sentia remorso ou arrependimento pela barganha. Era uma troca justa, conjecturou. Estava apenas tratando a família Collin como merecia, e se para isso a bela Elize tivesse que pagar, com seu sobrenome, sua estirpe, com seu corpo e com os futuros herdeiros que daria a ele, pouco importava... Nesses quatro anos a jovem não demonstrou ser tão diferente do pai.

Algumas batidas na porta tiraram Jacob de seus pensamentos sobre as implicações que sua atitude impensada traria. Suspirou e girou a cabeça para a porta. Fitou o rosto amigo de Sam, que acabara de entrar com uma expressão de confusão na face.

- Me diga que não é verdade... – falou afobado. — Que não foi Melfin Collin que vi sair daqui... – o amigo inquiriu-o, afinal todos na cidade sabiam que homens da estirpe de Collin não tinham negócios com os que eles chamavam de “bugres”, em especial com a família Black.

- O próprio. – respondeu Billy, devolvendo o telefone ao gancho, mantendo uma expressão não muito satisfeita quando voltou o rosto para o filho, que se mantinha imparcial.

— Bom... O que ele queria?- Sam indagou, se acomodando na cadeira oposta à de Jacob.

— Dinheiro. – Jacob soltou com frieza.

— Ra... – Sam deixou escarpar um riso sarcástico quando zombou. — Me conte uma novidade. — emendou. – O comentário geral, é de que o velho Collin está falido.

— Vou emprestar o dinheiro. – Jacob informou, e Sam o encarou visivelmente incrédulo. Suas sobrancelhas se arquearam numa expressão de surpresa, com uma leve pitada de assombro. Desde quando seu melhor amigo se importava com a situação financeira dos Collin, ao ponto de emprestar-lhes dinheiro? – Fizemos um bom negócio, Sam, acredite! Pagarei a dívida, e em troca terei como garantia algumas de suas propriedades... — o jovem pausou um pouco e acrescentou com uma única fala. — E me casarei com Elize.

— O quê?- podia-se ver o espanto que subjugava a surpresa inicial no rosto de Sam. Ele lançou seu corpo para frente e franziu a testa quando arregalou os olhos.

- Não me olhe desse jeito, Sam. – pediu Jacob. Mas não era intencional, Uley simplesmente não acreditava que o amigo pudesse cometer tamanho desatino.

- Casar-se com uma moça branca já é preocupante o suficiente. Mas casar-se com a filha do homem que você mais odeia no mundo... É no mínimo loucura. — apontou o amigo com um tom de voz estarrecido.

— Já expliquei que era um disparate, mas ele não me ouve. — reclamou o pai vencido. – Talvez a você sim, Sam... Talvez ele entenda suas palavras e o quão grave é o que pretende fazer. Definitivamente é uma falta de tino. — ralhou Billy.

- Jake... Você não pode fazer isso. — alertou Sam com ar preocupado.

— Sam... — Jacob fez um gesto com a mão para que ele não dissesse mais nada. Ele pareceu entender e calou-se, a contragosto. — Eu entendo toda a preocupação de vocês, mas estou decidido. – pausou e meio segundo depois continuou. – Sabem quanto tempo esperei por isso? Para tê-la? Para fazer sua família engolir todas as palavras que me disseram? — Sam balançou levemente a cabeça, enquanto jogava olhares furtivos para Billy.

- Você não pode estar falando sério, Jake. Elize não é aquela menininha que você conheceu em criança... Que juraram amor eterno... Deus! Aquela garota não existe mais, Jake. Ela está comprometida!- Sam lembrou-o, gesticulando excessivamente com as mãos.

- O namoradinho dela que se dane!- bufou Jacob com frieza. Não tivera tantos contatos assim com o jovem moderadamente abastado que namorava Elize. O que conhecia dele era o que corria pela cidade: filho dileto, médico recém formado e só. Não gostava nem desgostava, mas pelo que conhecia de todos que freqüentavam os grandes salões das famílias mais ricas da cidade, ele não deveria ser muito diferente do resto daquela corja. – E... Namoros se acabam. Isso não é problema. Tenho certeza de que o futuro de Elize continua sendo comandado pelo maldito do seu pai. — rebateu Jacob com amargura. Disso sabia que não estava enganado, a prova fora o velho se submeter às exigências do jovem índio, dando a filha em casamento em troca de dinheiro.

— Meu amigo, você não está pensando... — insistiu Sam. – Diga-me quantas vezes a viu mudar de caminho, virar o rosto, sair de uma loja ou mesmo fingir que não te conhecia? Jake me ouça, ela não gosta de você.

— Eu não estou buscando por afeto! – Jacob cuspiu com a indiferença que estava longe de sentir, pois as palavras de Sam chicotearam seu coração. Mas ao longo desses anos esta parte do seu corpo havia endurecido. Nem mesmo se permitia emoções românticas com mulher alguma. Será que continuaria tão imune aos encantos da bela Elize? Vangloriara-se tantas vezes por não se prender aos apelos femininos, mas como seria no seu dia-a-dia, quando estivesse as sós com sua esposa? Como seria quando possuísse seu objeto de desejo? Sucumbiria? Não sabia dizer. – Collin precisava de dinheiro e eu de prestígio, é simples. — ele riu sarcasticamente, contrariando os verdadeiros motivos que gritavam em sua mente.

- Espero que volte atrás. – apelou o amigo, mesmo sabendo que isso não iria acontecer. Jacob era teimoso, temperamental, dotado de uma personalidade forte e marcante. Ambos sabiam que se ele já havia decidido nada o faria voltar atrás.

— Eu não trabalho com essa possibilidade, Sam. Não perderei a oportunidade de humilhar a família Collin, exatamente como fizeram comigo há quatro anos. — o jovem trincou os dentes e cerrou os punhos. Não sabia por quanto tempo guardara toda essa revolta, mas ela estava lá e agora não desperdiçaria a oportunidade de usá-la como bem lhe conviesse.

- Para quê tanto ódio, filho, isso foi há tanto tempo... Está na hora de deixar o que passou para trás. – Billy falou numa tentativa frustrada de colocar juízo na cabeça do filho.

— Não me peça para esquecer humilhações dispensadas a mim. O senhor não estava lá quando aquele maldito colocou uma arma bem na minha cara e ameaçou estourar minha cabeça. – o jovem sentiu a boca secar e um leve tremor percorreu seu corpo.

— Como quiser filho. Sabe que se eu quisesse, como dono da empresa, impediria que essa negociata se realizasse as custas do nosso dinheiro. Nunca teria o meu apoio para realizar um sortilégio desse tipo! Mas lhe conheço o suficiente para perceber que iria até o fim para conseguir cumprir o que foi acordado esta tarde com o Collin. Apenas lamento, e espero que a vida lhe ensine o que você parece não querer aprender.

O rapaz nada respondeu, e Billy lamentou em seus pensamentos mais uma vez a imaturidade do seu filho. Mal sabia ele que o ódio dividia uma linha tênue com o amor. O mais velho, porém, tinha experiência suficiente para saber que o ódio que um homem nutre por uma mulher não passava de uma expressão acalorada de sua paixão. Daria um tempo para o filho, na esperança de que este repensasse o seu ato e retrocedesse, mas, caso contrário, interviria à sua maneira.

- E então, vamos ao Newton’s?- Jacob falou, depois de alguns segundos, abrindo um riso para quebrar o silêncio que se instalara na sala. Apesar das palavras pesadas do pai, sentiu que hoje iria se divertir como há muito tempo não o fazia. – Precisamos comemorar!

Notas finais
N/A (Miss_Lany): E ai? O que acharam? Lindo, esse POV dele não é? Amo a estória sobre o ponto de vista dele *suspira*

Bom, informo que os pov's trarão situações passadas, sempre intercaladas com o presente dos personagens. Assim vcs perceberão a drastica mudança que nosso CARAMELOZINHO passou. E com o passar dos capítulo terão a exata ideia de como tudo isso é conflitante para esse casal.

Muitos bjus!!! :D

P.s- será que é pedir demais alguma recomendação????*passandooleodeperobanacaradepau*

N/A (MIss_Lari): Aiiiii!!! *dando pulinhos de alegria! Feliz demais com todos os comentários de vocês! Escrevemos a fic com tanto carinho, que é muito bom perceber que voces estão gostando! Agora voces devem estar se perguntando... o que levou um amor tão lindo a se transformar em ódio, não é? Como falei anteriormente, mostraremos isso aos poucos. No próximo capítulo vocês conhecerão a amada/odiada de Jacob. ;D
Beijosss!!!!!!!!