Vingança
15 Um brinde de cianureto
Notas iniciais
Ohayou minna-san!^^ **(Estou postando esse cap aqui rapidinho, pois ainda nem foi betado por Bloody, minha adorada beta!^^ Assim que ela corrigir os dezenas de erros que sei que estão espalhados por aí, eu corrijo e reposto pra vocês! Belezinha?) -** Como prometido, coloco o cap corrigido pela Lara!^^ Espero que esteja certinho, já que acabei mudando alguns pontos que não havia mostrado a ela!>< - 26/11/12)
Quero agradecer a todo carinho que estão me dando. Galera, vocês são o máximo! Por conta disso, estou postando hoje mais um cap dessa fic que está me dando trabalho, mas já estou terminando a escaleta (ouviu, Lara? ^^) e assim poderemos curtir sem dor! kkkkkk Boa semana a todos e...
AH! Acharam que esqueceria de agradecer os reviews, não? Vamos lá:
Um beijo molhado, quente e eletrizante a todos que me escreveram:
Jheni Kuchiki,Jon T,Anna kuchiki,Sarah Kurosaki,Amanda Catarina (minha sensei gatona ^^),NokinhasF,Jenix,Feh Nanda,rukiableach,Mirella Dalarovera!
Arigato minna-san!^^
Quero inventar o meu próprio pecado.
Quero morrer do meu próprio veneno.
[Chico Buarque]
...
Rukia se viu sozinha quando Ishin e a jovem enfermeira levaram Ichigo para o hospital. Por razões óbvias não pôde acompanhá-los, portanto teria que esperar e torcer para que tudo ficasse bem com o jovem advogado. A doce enfermeira, a qual ainda sequer sabia o nome, lhe havia dito que assim que deixasse os Kurosaki no hospital, retornaria para fazer companhia à morena, já que Masaki não viria tão cedo, pois iria direto para o hospital onde o rapaz foi internado.
Ela se sentou na sala com o olhar vazio; já era quase meio dia e seu corpo não parecia sentir fome. Estava com um medo atroz de que algo acontecesse com o ruivo. Mais uma vez, tinha medo de perder alguém importante, sem poder fazer nada para ajudar. Aquilo consumia a pequena Kuchiki.
O tempo passou sem ser percebido pela morena, e, quando viu, a enfermeira estava entrando com um sorriso reconfortante nos lábios. Ela trancou a porta e se aproximou devagar até que Rukia se levantou de súbito com dezenas de perguntas por fazer quanto ao estado de Ichigo.
– Como ele está? Ele vai ficar bem?
As mãos trêmulas agarraram as de Hinamori num pedido silencioso de consolo. Momo sorriu, pois seu plano estava funcionando perfeitamente, tudo graças à crise toxicológica de Ichigo.
– Sim, ele já está fora de perigo! Eu sou Hinamori Momo, serei sua enfermeira daqui pra frente! Pode contar comigo, tudo bem? – falou mansamente na tentativa de acalmar a jovem.
Tinha o que precisava na bolsa, e somente bastaria uma oportunidade rápida para terminar o serviço com a Kuchiki. Rukia se sentiu aliviada com aquelas palavras doces e, já mais calma, resolveu se apresentar.
– Muito obrigada, Hinamori-san! Sou Rukia, e será muito bom ter companhia aqui... E-u não sei se você sa-be quem eu sou... Mas Kurosaki-san me disse que poderia ficar aqui até tudo se resolver.
Mais uma vez as pequenas mãos alvas da Kuchiki tremeram, todavia de nervosismo por ser uma fugitiva. Hinamori negou com delicadeza e tocou com cuidado o ombro da morena, ajudando-a se sentar no sofá para descansar um pouco.
– Que isso... Masaki-san já havia me alertado sobre você. Não precisa se preocupar, Kuchiki-san, eu cuidarei de você. Estou do seu lado também!
Sorriu para Rukia que agora tinha o rosto mais pálido que há instantes atrás. Escutar seu sobrenome a fazia entender que aquela mulher sabia muito bem quem era. Mas sentiu alívio ao ouvir que ela também era uma aliada. Ledo engano da Kuchiki, já que tinha diante de si, sua executora.
– Obrigada!
– Trarei um pouco de água com açúcar pra você, Kuchiki-san! Assim você se acalma um pouco e poderemos conversar, o que acha?
Aquela proximidade e ternura fez Rukia se acalmar completamente. Sentia-se segura e protegida. O perfume de pêssego daquela enfermeira a deixava relaxada e mais confiante. Assentiu com a cabeça e aguardou a morena retornar.
Hinamori pegou um copo no armário, e, com sumo cuidado, colocou-se na frente do mesmo, para que ela não a visse retirar um pequeno frasquinho com pó branco. A quantidade de cianureto de potássio que colocaria seria o bastante para matar a jovem Kuchiki em questão de minutos, mas não poderia correr o risco de ser encontrada junto da garota quando esta morresse. Então colocou uma dose um pouco abaixo da letal instantânea, abaixo dos 5 mg/kg que mataria a vítima rapidamente, por conta da ação do íon cianeto que reage com a hemoglobina, impedindo o transporte de oxigênio aos tecidos. Mexeu bem para que dissolvesse completamente, acrescentou açúcar e levou para ela com um sorriso delicado no rosto.
Rukia ainda permanecia sentada e agradeceu o gesto de preocupação daquela enfermeira que conhecia há tão pouco tempo, mas que tinha um ar maternal e reconfortante. Bebeu todo o conteúdo do copo e sorriu para Hinamori que retribuiu o gesto.
– Quanto tempo está aqui, Kuchiki-san? – perguntou tomando o copo nas mãos e colocando no chão, embaixo da mesinha de centro da sala. Queria ter certeza que quando saísse à morena já estivesse sofrendo os sintomas do envenenamento.
Quando Rukia estava por abrir a boca para responder, a porta novamente se abriu, e Karin entrou vestida em seu uniforme de jogadora titular. A bola nos braços estava suja, e as pernas pareciam enlameadas. Karin era uma garota despreocupada com sua aparência quando se tratava de jogar futebol. Hinamori entesou o corpo ao ser interrompida por quem menos queria ver naquele momento.
– Aconteceu alguma coisa, Kuchiki-san? Hinamori-san, como vai?
A jovem Kurosaki também não se sentia muito a vontade perto da assistente de sua mãe. E não admitia que fosse o fato dela ser a namorada de seu melhor amigo e artilheiro, Toushiro. Observou a garota de cima a baixo, e acabou mentalmente se recriminando por estar tão desleixada, enquanto a outra estava impecável num conjunto branco e rosto levemente maquiado. Ela era completamente feminina e delicada, e isso irritava profundamente Karin. Parou de analisá-la e passou sua atenção para a Kuchiki. Parecia estar um pouco melhor, já que estava na sala conversando. Só estranhou a casa vazia.
– Estão sozinhas?
– Sim, Kurosaki-san! Algo terrível aconteceu com seu irmão e...
Hinamori sentiu o desespero tomar seu corpo ao perceber que o efeito do cianureto estava sendo mais rápido do que planejou. Rukia tombou de joelhos sentindo dificuldade para respirar. A tontura e ânsia de vômito a fez projetar o corpo para frente. As mãos agora tomavam o próprio pescoço sentindo uma terrível falta de ar.
– KUCHIKI-SAN? KUCHIKI-SAN? AJUDE-ME, HINAMORI-SAN!
Karin, desesperada, tentava apoiar a morena que lutava para manter seu corpo longe do chão. Hinamori estava absorta e irritada consigo mesma por ter errado na dose. A garota iria morrer próximo a ela, que seria descoberta. Algo incabível para o anjo da morte. Sabia que a semelhança com Hisana a faria se prejudicar por conta de seu remorso sem sentido. Afinal, não era sua primeira vítima por cianureto, como podia ter errado?
– HINAMORI-SAN? NÃO ME OUVIU? O QUE FOI QUE ELA TOMOU? O QUE DEU A ELA? – gritava Karin, já que estranhou a imobilidade da enfermeira.
Os olhos de Momo se arregalaram e seu corpo só queria fugir dali. Não era tão profissional como imaginava, e odiava isso, pois sempre acontecia algo desastroso em seus trabalhos, por isso era muito raro alguém contatá-la.
Karin tentou descobrir alguma coisa com Rukia, mas esta não conseguia falar, estava chegando próximo de perder a consciência. Percebeu um cheiro de algo similar a amêndoas e um estalo lhe veio à mente. Karin podia ser uma amante dos esportes, mas seu real sonho era se tornar legista e perita criminal, e não media esforços ao estudar os livros médicos de que sua mãe dispunha, além de fazer pesquisas de casos criminosos famosos.
– Veneno? O QUE VOCÊ DEU A ELA, SUA MALDITA?
Deixou a pequena agonizando no chão da sala e agarrou a enfermeira pelos ombros. Hinamori tentou se soltar, mas a pequena Karin era muita mais forte que ela. Sua mente tentava trabalhar para se safar daquilo, pois, de alguma forma, sua inimiga no amor havia percebido o envenenamento da garota.
– QUAL FOI O VENENO? QUAL? Fale se não quiser que eu te mate sua desgraçada... Vamos! Me diga!
E de forma rápida, Hinamori tentou se libertar para fugir, mas Karin teve um reflexo melhor e derrubou a garota no chão. As duas brigavam entre tapas, até que Kurosaki imobilizou o braço da morena, causando-lhe muita dor pela torção. Segurou os cabelos e puxou o rosto de Hinamori para perto do seu.
– QUAL FOI? – gritou desesperada.
– Cia-nu-reto... — se entregou, com lágrimas de dor pela posição ofensiva em que se encontrava.
Karin soltou-a rápido, e correu para o consultório. Agora nada mais importava. Poderia ser mentira da garota, mas Rukia corria risco de morrer e teria que contar com a sorte para salvá-la. Momo aproveitou a saída da Kurosaki, e após observar Rukia agonizando no chão, fugiu da casa em disparada. Contaria com a sorte para que pelo menos sua vítima não sobrevivesse.
Rukia sentia sua consciência sumir aos poucos, seu coração batia extremamente devagar e seu estômago ardia muito. Karin retornou e arrastou a garota até o consultório, onde estava o kit contra intoxicação por cianureto, que sua mãe mantinha por conta de constantes suicídios naquela região. A ação do nitrito de amila, nitrito de sódio e tiossulfato de sódio seria a única forma de salvar a Kuchiki. Iniciou uma inalação com o nitrito de amila, e logo após aplicou por via venosa os outros dois compostos. Não havia tempo a perder! Sua experiência quando viu a mãe realizando a mesma tarefa para salvar um vizinho que tentou se suicidar com o ciano, era primordial naquele momento, já que sempre a ajudava quando esta utilizava o consultório anexo à residência para tratar de alguns pacientes em época de lotação no hospital mais próximo ou emergências.
O tempo parou para Karin que olhava atentamente para a morena que, aos poucos, parecia ter a respiração voltando ao normal. Agora só deveria aguardar a ambulância que chamara enquanto preparava o kit de primeiros socorros para Rukia. Sabia que logo chegariam. Deixou-se escorregar pela parede até se encostar no chão. Ainda era somente uma adolescente e presenciar aquilo com sangue frio não havia sido fácil. Dava graças a Deus por seus conhecimentos amplos, senão a Rukia já estaria morta. Mas sua perplexidade foi por saber quem havia tentado matar a garota. Por que Hinamori? O que ela tinha contra a Kuchiki? Perguntas que aceleravam ainda mais seu coração e enchiam sua mente de probabilidades.
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Hinamori corria desesperada pelas ruas da cidade, que, por conta do horário de almoço, estava abarrotada de transeuntes apressados para chegarem aos restaurantes. Havia falhado em seu trabalho. Com certeza a garota estava morta e logo a polícia a pegaria. Precisa se esconder para não colocar Aizen em problemas. Pegou o metrô e resolveu ir até a faculdade. Assim poderia pensar melhor, após explicar para o professor de química a besteira que havia cometido.
Ao chegar, acabou esbarrando num de seus professores.
– Perdão, Geon-sama! Estou atrasada pra uma aula e preciso encontrar Aizen-sama! – mentiu tentando transparecer calma.
– Sem problemas, Hinamori-san! Sousuke-chan está no laboratório de gases especiais no final do corredor! – respondeu cortês.
Sentiu a preocupação e desespero da morena ao sair somente com uma saudação rápida. Aquilo não estava ao seu gosto. Poderia a garota já ter iniciado seu plano contra sua menina? — meditou Geon, preocupado.
Hinamori entrou sem bater e por sorte não havia ninguém além de seu amante, que estava absorto no microscópio fazendo algumas anotações da lâmina que analisava.
– Aizen-san! Eu cometi um erro... Precisa me ajudar!
Jogou-se de joelho ao lado de Sousuke que levou um susto com a intromissão de seu trabalho. Não gostava desse tipo de atitude e rapidamente ajudou a garota a se sentar para que explicasse. Trancou a porta do laboratório e levou um copo com água para Momo que tremia na cadeira, tentando controlar a respiração.
– Que tipo de erro, Momo-chan? – perguntou direto e frio.
– Uma das Kurosaki descobriu que eu envenenei a Kuchiki... Eu havia aproveitado que a garota estava sozinha na casa e envenenei-a com cianureto... Mas Kurosaki-chan chegou e me ameaçou... E me fez contar o que havia usado... A Kuchiki-san estava agonizando no chão, então eu fugi! – terminou com lágrimas nos olhos.
Aizen suspirou irritado com a incompetência da morena, mas não havia outra pessoa mais próxima que ela daquela família para realizar o trabalho. Agora não havia outra forma, senão ser eliminar sua leal parceira para que ninguém a associasse com ele.
– O importante é que a Kuchiki-san já deve estar morta, correto, Momo-chan? Vamos, acalme-se! Quem vê pensa que foi seu primeiro assassinato. Vamos. Deixe-me te levar pra casa! Assim você poderá recolher alguns pertences e sumir por uns tempos até tudo se resolver. Afinal, Kuchiki-san ainda é uma fugitiva de Sereitei, não conseguirão associar você tão rápido ao crime. Vamos, venha! – confortou-a, levantando para que saíssem dali, antes que alguém os visse.
– Obrigada, Aizen-sama... Eu sabia que me entenderia! – soltou mais calma, aceitando a ajuda de seu adorado amante.
Os dois saíram juntos, sem quase ninguém os vir, já que Aizen saiu por um caminho pouquíssimo transitado. No estacionamento, entrou rápido no carro e acelerou para sair daquele complexo universitário.
Hitsugaya foi o único que viu o casal passar pela cancela da saída de trás da faculdade. Aquilo o fez ficar sem chão, já que o último que viu foi o sorriso da namorada para o professor de química.
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– Horário da morte: treze horas e trinta e cinco minutos. Causa inicial da morte: parada cardiorrespiratória por conta de envenenamento por cianureto. A única testemunha disse que foi um assassinato e não suicídio!
O médico anotava na ficha ao lado do corpo parcialmente coberto pelo lençol. O rosto ainda tinha uma leve coloração que se apagava aos poucos. O corpo pequeno jazia naquela cama de hospital na UTI. Podia-se ouvir o choro de pessoas do lado de fora, na sala de espera.
– Conseguiram as descrições do suspeito ou suspeita? – perguntou o policial, enquanto observava o belo rosto que parecia adormecido e não morto.
Aquela garota parecia uma adolescente e não entendia como alguém teria coragem ou motivação para matar alguém como ela. A morte havia ocorrido há pouco mais de dez minutos de sua chegada.
– A testemunha está lá fora! Por favor, nos deixe terminar por aqui – reclamou o médico que recebia algumas fichas dos enfermeiros que já guardavam os materiais usados na tentativa de ressureição da garota.
– Ok, mas depois precisarei de seu parecer inicial. Sai apressado quando me chamaram, e pensei que poderia encontrar a garota viva, pois foi o que me disseram, que ela ainda tinha sinais vitais por conta da ajuda de um amigo ou amiga, sei lá... Mas que estava viva!
O policial estava bastante irritado, pois pensou que conseguiria ao menos descobrir algo pela própria vítima, e vê-la morta não estava em seus planos. Seria mais um dia difícil em sua recente carreira policial.
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Vocabulário
Lembrem-se, qualquer intoxicação por veneno ou material suspeito, contate imediatamente a emergência, cada minuto perdido pode acarretar a morte da vítima.
E nunca utilizem ou manuseiem esses tipos de químicos, pois além de perigosos quando ingeridos, também poder ser contaminantes através da pele com o contato do veneno.
Cianureto– Cianureto, também dito cianeto, é o nome genérico de qualquer composto químico que contém o grupo ciano C≡N, com uma ligação tríplice entre o átomo de carbono e de nitrogênio. Cianetos inorgânicos contêm o íon CN –1, altamente tóxico, assim como sais do cianeto de hidrogênio (HCN), também chamado de ácido cianídrico ou ácido prússico.
Kit cianeto– Nitrito de amila, nitrito de sódio 3% e tiossulfato de sódio 25% — essas três substâncias são utilizadas nas intoxicações por cianeto e compõem o “Kit cianeto”. Assim que for confirmada a intoxicação por cianeto e tomadas às medidas iniciais e de descontaminação, inicia-se imediatamente a administração dos antídotos específicos, na seguinte ordem: 1º nitrito de amila (por inalação), 2º nitrito de sódio (por via EV) e 3º tiossulfato de sódio (EV). Os nitritos oxidam a hemoglobina formando metemoglobina que se liga ao cianeto livre. Essas substâncias também aumentam a destoxificação endotelial do cianeto por produção de vasodilatação.
Fontes:
ltc nutes ufrj br / toxicologia / mIV adm htm
www amedinal com br / web / tutorial / arquivos / observacoes_medicas pdf
www qca ibilce unesp br / prevencao / produtos / cianeto html
Notas finais
Esse cap marca uma nova fase. Apesar de somente termos quinze capítulos até aqui, agora a fic entra numa fase mais movimentada, por assim dizer! Não percam os detalhes, não saiam das cadeiras. kkkkkkk Vai ter muita coisa acontecendo e acho que vale a pena prestar atenção! Olha só quem fala? A mamãe elogiando o filhinho, nesse caso o meu trabalho! ^^
Terei que mudar para angsty? Talvez. Tivemos uma morte e peço, gentilmente, NÃO ME MATEM! kkkk Foi para o bem de todos. Teremos muitos outros fatos, então dedos nos teclados e me digam o que preciso melhorar ou explicar, beleza? ¬¬ Explicar tenho mesmo, afinal tem um monte de coisas pra falar!^^
Mega beijos a todos! Fui
JJ
PS: Estou mais animada com toda certeza. Não vou ficar deprê por conta de uma doença idiota! Precisando de uma mão, só chamar, beleza?^^ Agora sim, FUI!
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