Vingança
17 Segredos
Notas iniciais
Como prometido, um capítulo onde Urahara reaparece! Espero que curtam! Quem quer momentos IchiRuki podem ficar calmos, pois teremos nos próximos! As cartas estão lançadas. Agora é perseguidor versos perseguidos! kkkkk Sempre quis escrever isso! Só lembrando que ainda não foi betado. Minha querida Bloodyrose estava realizando as últimas provas e por isso ainda não terminou de betar, nem o anterior nem esse! Por isso, perdoem os erros! Quero agradecer aos reviews lindos de:
Anna kuchiki, Fe Neac, Sarah Ariel, Girl Monster, Sarah Kurosaki, Jon T, Rukiableach, Jenix, Mirella Dalrovera, Amanda Catarina ( realmente estou apaixonada nos adjetivos, kkkkkk! Valeu pela dica ^^)! Tem algumas pessoas que ainda não escreveram, sinto falta delas. Espero que retornem logo e façam essa boba alegre feliz!^^
JJ
"Quem confiou os seus segredos a outra pessoa, fez-se escravo dela".
[Baltasar Gracián y Morales]
...
Yoruichi apertava com carinho a mão de Unohana, que apesar de já saber que a querida protegida estava fora de perigo, ainda chorava baixinho. Masaki estava com o marido conversando com a equipe médica, responsável pela recuperação da jovem. Foram informados por eles sobre a remoção dela para a mansão dos Kuchiki, algo que Ishin não aprovou, já que foi exatamente o local do crime.
Ichigo não saiu do lado de Rukia em momento algum. As enfermeiras se viram obrigadas a deslocar uma cama ao lado da menina, para que o rapaz recebesse os devidos tratamentos. Byakuya cuidava da parte burocrática da remoção, já que não permitiria que a irmã passasse mais nenhum momento naquele hospital. Sentia-se inseguro com tudo aquilo, apesar da raiva que continha por ver sua amada ser consolada pelo ruivo.
Karin ainda tentava digerir todos aqueles eventos de horas atrás. Por conta de toda a comoção com o estado de Rukia, a jovem Kurosaki ficou esquecida no longo corredor de espera. Ela contou rapidamente o que presenciou para alguns enfermeiros, mas sabia que logo teria que explicar isso a algum investigador, já que ficou confirmado o envenenamento por ciano.
Uma porta se abriu rápido ao seu lado, e pôde ver um casal sair aos prantos pela perda de uma filha. Aquilo comoveu à morena, mas o que mais a surpreendeu foi à aparição repentina de seu companheiro de treino. Toushiro estava abatido e tentava confortar o casal, que depois de abraça-lo, deixa o recinto em silêncio. Karin se aproxima do amigo, e seu coração se aperta ao lembrar que ele estava namorando a frustrada assassina de Rukia. Tentava meditar em como contaria isso a ele. Mas primeiro a curiosidade deveria ser saciada, já que não compreendia o porquê dele estar naquele hospital.
– Hitsugaya-san? Aconteceu algum problema? – perguntou baixinho, se sentando ao lado do colega, que com o som familiar levantou os olhos de forma sombria e triste.
– Kurosaki-chan? Pergunto o mesmo... Mas respondendo... Minha noiva, Momo-chan... Ela... Ela está morta, Karin-chan... Morta! – terminou deixando a frase morrer em seus lábios trêmulos.
Apesar de tentar se aparentar forte diante de seus tios e futuros sogros, Toushiro sucumbira à dor da perda de seu ente querido. Abalado com todo o cenário que presenciou ao entrar no apartamento da noiva, algo retumbava em seu coração com crescente ira. Só conseguia pensar em um culpado para tudo isso: Aizen Sousuke. Mas por quê? Por que ele a mataria? Como conseguiria provar que os viu saindo de carro da faculdade, meia hora antes de encontrar a noiva agonizando no chão da sala? Foi tudo tão rápido, que o único que passou em sua mente foi levá-la às pressas ao hospital Central, onde a perdeu para sempre.
– O quê? – exclamou com o rosto lívido.
Aquilo era irreal demais. Aquela que acabara de tentar assassinar a Kuchiki, por motivo totalmente desconhecido, estava morta? Não, jamais acreditaria nisso. Era pior que um conto policial, não poderia ser real. Apertou as mãos com força e olhou o amigo que agora cruzava as mãos e deixava as lágrimas rolarem em seu rosto ainda infantilizado. Aquela imagem a torturou, deixando-a sem saber o que falar. Sem saber se deveria esclarecer que havia, poucas horas antes, acabado de presenciar a dita falecida tentando tirar a vida da cliente de seu irmão. Ou se deveria omitir tudo isso em respeito à dor do amigo.
– Como isso aconteceu, Toushiro-san? – questionou com cuidado.
Precisava entender todo aquele torvelinho desconexo de informações que passeavam a sua volta. Hitsugaya observou à morena, e com um sorriso fraco soprou o ar para dar-lhe força ao que falaria. Nem mesmo ele estava acreditando no primeiro laudo imediato do médico que atendeu sua noiva.
– Ela provavelmente foi envenenada... Eles acreditam ser cianureto, mas não é conclusivo, pois irão realizar a autópsia. Eu não pude fazer muito por ela, não tinha nada no apartamento que pudesse usar para estabilizá-la... Eu sempre reclamei com ela que deveria ter um estoque de medicamentos em casa, caso alguma emergência surgisse, mas ela sempre deixava na clínica. Ela está morta, Karin-san... Morta por minha culpa! Eu a vi saindo com aquele maldito professor... Só pode ter sido ele... Só pode ser ele o assassino de minha Mo-mo... E-u não vou per-doá-lo... Não vou...
E mais lágrimas saíram em cascata. O pequeno corpo tremia, e era palpável a ira e remorso que corroíam o rapazinho. Karin ficou boquiaberta com o que ele falara. Mas o que tinha para falar mudaria completamente o raciocínio do colega. Aquilo não devia ter sido assassinato, e sim suicídio por conta do remorso ou do medo de ser presa, já que foi vista em flagrante.
–Hitsugaya-san... Eu preciso te contar algo muito importante...
– É esse aqui, Urahara-sama! Ele foi o responsável por trazer a menina que faleceu, e aquela, trouxe a garota que sobreviveu. Ambas intoxicadas por veneno, e provavelmente cianureto. – o guarda que há horas atrás havia entrevistado o médico que cuidava do cadáver de Hinamori, agora explicava o que havia colhido até aquele momento. Karin ficou inerte ao perceber a palidez do amigo com aquelas palavras. Não era assim que queria que o companheiro de futebol soubesse que havia mais uma vítima, e nesse caso, a verdadeira vítima daquela história.
– Hitsugaya Toushiro? Minha nossa, mas se não é meu antigo aluno de Anatomia Geral e Aparelho Locomotor? – questionou surpreso, solicitando silenciosamente ao colega de trabalho que os deixassem sozinhos.
Sorriu para a pequena Kurosaki que parecia deslocada naquilo tudo. A porta mais uma vez se abriu, e Shihouin adentrou com ar irritadiço, como se estivesse frustrada.
– Kisuke-san? Não me avisaram que você já havia chegado! Mais uma vez falhei em proteger Kuchiki-san e quase a perdi. Meu Kami, se não fosse pela destreza de Karin-chan, nem imagino o que seria... Isso foi imperdoável! Kisuke-san, o que diabos está acontecendo? – despejou desabando no pequeno sofá branco da salinha de espera. Karin e Toushiro permaneciam calados. O silêncio fez o investigador e perito aproximar-se com cautela do jovem casal. Parecia que nem tudo ali havia sido explicado, e pela surpresa de seu antigo aluno, ele não sabia da relação similar de Kuchiki com a falecida. Já havia visto Hinamori antes em Todai, a auxiliar número um de seu antigo colega, Aizen, mas nada muito além de aluno e professor. Essa foi a maior surpresa e coincidência que já presenciou em seus casos.
– Como assim? Ambas intoxicadas? – soltou finalmente o rapaz a dúvida que lhe abateu assim que escutou aquele policial falar.
– Yoruichi-san, poderia levar Kurosaki-san a cafeteria? Ela parece precisar de um pouco de ar para se sentir melhor! Eu e Toushiro-san temos que conversar aqui, depois que ela estiver mais calma, torne a trazê-la para que possamos esclarecer algumas dúvidas. Tudo bem? – comentou cantante o estranho investigador, se sentando no sofá e convidando o rapaz com a mão.
Shihouin se levantou sem titubear e com agilidade pegou Karin pela mão e a tirou da sala. Agora somente os dois estavam se encarando como se medissem as palavras que falariam.
– Não me respondeu... E o que isso tem haver com Kurosaki-san? Quem mais foi envenenada e o que isso tem em relação à Hinamori-chan? Eu vi Aizen saindo com ela, meia hora antes de encontrá-la agonizando. Fui eu quem a trouxe a esse hospital... E você aparece do nada trazendo essas informações imprecisas e sem sentido algum, Urahara-san? – cortou irritado, ignorando o pedido do ex-professor de sentar no sofá.
Urahara suspirou com um pouco de frustração. Não gostava de colher informações quando as testemunhas estavam nervosas ou alteradas. Muito menos de um aluno tão estressado como aquele garoto. O que ele tinha de inteligência e sagacidade, também tinha de irritadiço e infantil.
– Sente-se, por favor, Toushiro-san! Preciso que me relate exatamente o que aconteceu, nos mínimos detalhes. Depois saciarei suas dúvidas, e logo perceberá que a morte de sua amiga não foi limitante como pensou! – explicou devagar e com um brilho diferente no olhar.
Hitsugaya sabia que quando ele falava daquela maneira, é porque havia algo misterioso e importante a se tratar. Como livre docente, Urahara possuía dezenas de extravagâncias e costumes, mas quando colocava algo em pauta, era porque já havia analisado o bastante para ter uma visão mais generalizada e precisa de um assunto. Resignado, o rapaz de cabelos brancos, se sentou tentando se acalmar. Afinal, já não havia mais nada a ser feito pela noiva. Estava morta, e isso era o fim da história. Mas queria realmente saber o que estava acontecendo nisso tudo. Por que Aizen mataria sua melhor assistente? Por que havia outra vítima envolvida? O sobrenome Kuchiki lhe veio à tona, e a curiosidade somente aumentou, e sabia que se existia alguém que poderia ajudá-lo a saber sobre isso, era o homem sentado ao seu lado.
– Quero saber tudo, Urahara-san! Tudo, entendeu? Vou contar o que me lembro... Mesmo por que faz pouco mais de quatro horas que tudo aconteceu... Desculpe a minha impaciência e nervosismo... Mas acho que me compreende, não? – liberou as palavras com cautela e vergonha.
Kisuke sorriu transmitindo confiança ao rapaz. Sabia que não deveria ser fácil para ele, mas como cientista, não poderia permitir que sentimentalismo atrapalhasse um caso tão intrigante e importante como aquele. Cada vez mais o caso que intitulou como “Tsukihime”, ficava mais e mais misterioso e escuso. Estava sentindo sua mente fervilhar com ideias possíveis para todos os eventos que ocorriam em torno da pequena Kuchiki. Sim, em torno dela, pois isso foi o que mais lhe chamou atenção naqueles acontecimentos cinematográficos que estava estudando. Ela sempre foi o alvo deles. Cada evento possuía um provável criminoso responsável, mas todos estavam contra um único alvo: Kuchiki Rukia. Ainda não poderia dizer com firmeza a motivação desse fator tão absurdo, mas sabia que não existia outro argumento nesses crimes.
Observou o pequeno rapaz respirar fundo para iniciar seu relato, e de forma automática, retirou a pequena agenda que sempre levava em seus trabalhos. Não que tivesse aversão aos aparelhos eletrônicos, como tablet, palm, smartphones ou outras ferramentas de apoio. Mas se sentia mais aberto utilizando papel e caneta. Era assim que tinha seus próprios insight e brainstorm.
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– Tudo bem, Karin-san? – Yoruichi perguntava preocupada, já que a moreninha não falou mais nada desde que chegaram à cafeteria do hospital.
Soi Fon se aproximou da dupla, e se sentou em silêncio ao lado da tia. Estava nervosa, pois não queria a exposição da querida tia naquele hospital, mas parecia que todos se esqueceram que Yoruichi não deveria estar ali. Era essa sua maior preocupação, e se sentia culpada por ter sido tão fraca e atrapalhado a vida dela.
– Foi Hinamori-san quem tentou matar Kuchiki-san... Mas...
– Ela está morta agora, certo? Eu sei, foi por isso que Urahara-san veio investigar pessoalmente. Isso tudo está muito estranho. E ninguém melhor que ele para encontrar a verdade nessa bagunça toda! Confie nele, e conte-lhe tudo o que viu e ouviu, tudo bem? Relaxe, você foi à heroína nessa história toda, não precisa ficar nervosa! – soltou animada.
Kurosaki sentiu-se tensa, mas se aliviou por ouvir aquelas palavras de conforto. Sua família ainda estava correndo de um lado a outro para conseguir informações sobre seu irmão e a hóspede.
– Soi, como está Unohana-san?
– Tomou calmante e está descansando com Masaki-sama no quarto ao lado do de Kuchiki-san! Mas parece que está custando um pouco de trabalho para manter os repórteres longe do hospital. Algum idiota vazou que a fugitiva estava aqui. – Soi Fon liberou irritada.
Se tinha coisa que detestava era a incompetência alheia. Sempre fora ensinada a trabalhar duro e administrar sua carreira com esmero e organização. Mas nem todo mundo via graça nisso. Por isso idolatrava a tia. Amava-a de coração por sua valentia, inteligência, sagacidade e outros adjetivos mais que atribuiria a ela.
– Posso me sentar com vocês? Fui abandonado lá em cima e resolvi descer para dar uma volta! Como está, Karin-san? Sente-se melhor? Deve ter sido barra presenciar tudo isso, não? Por isso que amo você, sabia? Uma verdadeira heroína linda, como aquelas amazonas das mitologias! – Hirako falou sonhador, para desespero de Karin.
– Por favor... Me deixa em paz, Hirako-san! Como está meu irmão?
– Ah! Ele está ótimo! Agora tem sua cama do lado da princesinha, e agora pode ficar flertando ela com mais comodidade. Pena que aquele “almofadinha” não sai da cola deles. Coitado!
Riu deliciado com a lembrança da irritação de Byakuya, prestes a explodir e espancar o ruivo, que indiferente e alheio a sua própria sorte, conversava animado com a pequena convalescente. Ainda teriam que passar a noite no hospital, já que não queriam correr o risco de atrapalhar a recuperação da garota. Afinal, ela fora envenenada, e ficaria com sequelas que teriam de ser tratadas devidamente.
– Bem... Vamos, Karin-san! Depois visitaremos os dois. Precisamos conversar com Urahara-san agora! – cortou Yoruichi.
– Urahara Kisuke? AQUI? Minha nossa, fala sério... O maior perito criminal que conheço está dando a honra de sua presença e vocês não me dizem nada? Vou com vocês e...
– Não! Agora não, Shinji-san! Depois vocês conversam. Temos algo importante a tratar, então, por favor, não atrapalhe. Karin-san? Vamos!
As duas saíram, deixando os outros pra trás. Soi Fon sorriu introvertida, adorava vê-la em ação. Shinji esfregou os cabelos, impressionado. Era fã de Urahara, mas apaixonado pela determinação de Yoruichi. Além de ser apaixonado por seu balanço natural de cadeiras.
– Pare de olhar Yoruichi-sama, seu idiota!
– Aff! Chata!
– Idiota!
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– Me diz uma coisa, Aizen-san... Você é burro assim mesmo ou se esforça para parecer?
– Cale a boca, Geon! O que queria que eu fizesse?
– Exatamente o contrário disso, idiota! Agora o que irá falar quando eles te associarem com a morte da garota? O que irá falar para Ginrei-san? – protestava Geon, andando de um lado a outro na pequena sala de convivência da faculdade.
– Não vou dizer ou fazer nada que os levem a ele... Mas não via saída! Hinamori além de ter sido vista, ainda por cima, sequer completou seu trabalho. Viu o que os repórteres falaram? Que Kuchiki-san está internada em estado grave no hospital! – soltou apreensivo.
Os olhos verdes observaram o colega de trabalho com ira. Se tinha algo que lutava para não acontecer era que algum dos crimes chegasse até ele. Pouco estava se importando com Ginrei ou a família Kuchiki. Tanto fazia a morte da jovem assassina, que mais cometia erros que qualquer coisa. O que não queria, era que Urahara Kisuke o reencontrasse, e pior ainda, ao lado de um possível assassino. Isso era inaceitável. Nunca deixava pistas, mas todos ao seu redor não passavam de incompetentes. Até mesmo Yuri fazia isso por conta de sua revolta contra a pequena Kuchiki.
– O que vai fazer agora? – perguntou frio, calculando o próximo ato de seu companheiro.
– Fugir?
– Já não deveria ter feito isso, então? Por quê ainda está aqui, Sousuke-san? – ironizou a frase cortante.
Aizen olhou-o interrogativo e sorriu, surpreendendo Geon.
– Quero descobrir por que tanto interesse nessa garota! E isso te inclui, Geon-san! Ou acha que não percebi? Você mal ficava na Universidade até algumas semanas atrás, mas desde que a garota fugiu, você não falta a uma aula! Isso não soa estranho? Realmente curioso, não?
– Você não sabe com quem está brincando, Sousuke-san! Lembre-se do velho ditado: “A curiosidade matou o gato”!
– Mesmo? Porque, realmente pensei que você estava mais preocupado com a investigação aqui na escola do que eu mesmo! Ou me enganei? – brincou com um sorriso.
– Está com saudades de Urahara-san, Sousuke-san? Será que acha interessante descobrirem que o investimento das suas pesquisas vieram de magnatas do crime, como Ginrei-sama? Acho que será divertido, mas não creio que se sairá bem com Kisuke-san! Ele é mais sagaz que você, não acha?
– Parece que ele tem um fã aqui também! Mas não me respondeu a minha pergunta, Geon-san!
– Geon-sama, o laboratório está pronto! Os alunos estão esperando na ala sul. Por favor, não demore!
Yuri surgiu rápido e da mesma forma, desapareceu deixando ambos se encarando na sala. Havia alguns meses que trabalhava como apoio no laboratório, já que seu chefe e mentor, Mayuri, estava viajando a negócios pela Malásia. Aquela faculdade escondia muitos cientistas que recebiam verbas ilegais para pesquisas, e não era diferente com Aizen Sousuke.
– Conversamos depois, Sousuke-san! Veremos quem é fã de quem? – soltou Geon, saindo e batendo a porta atrás de si.
Aizen sorriu e confirmou suas conjecturas. Já achava curioso o desejo inesperado do velho Kuchiki em eliminar a própria neta, mas não demorou muito em perceber a preocupação aparente no rosto do colega, sempre que apresentavam alguma informação da garota pela mídia. Aquilo que acabara de falar era verdade. Geon estava afastado das grades corriqueiras havia dois anos, e de repente reapareceu para lecionar praticamente todos os dias, fazendo horas extras e acolhendo pesquisas de alunos estrelas, algo que nunca fez.
– Parece que não sou o único a esconder algo, certo, Geon-san? – perguntou ao léu, tomando o celular.
Discou um número e aguardou.
– Gin-san? Desculpe-me, mas poderia me fazer um favor?
Sorriu ao receber o suspiro frustrado do cúmplice.
– Você não fez o que te pedi direito, Sou-kun! Assim acharei que não gosta mais de mim...
Ouviu o rapaz sussurrar brincalhão. Sabia que não eram admitidas falhas na família Kuchiki, mas com o apoio de seu meio-irmão, não tinha nada com o que se preocupar.
– Sei que consegue... Aliás, encontrei algo interessante aqui! Parece que sua princesa tem um admirador secreto! – comentou sério.
– Então, Ginrei-sama ficará feliz em conhecê-lo!
A risada do outro lado fez Sousuke sorrir também. Podia estar numa enrascada, mas sabia que ainda era importante para os Kuchiki. Tinha uma informação valiosa e saberia usar a seu favor.
Notas finais
o_O Isso é uma dica? Não sei... Elementar meu caro Watson! Poderíamos revelar a eles? Quem sabe!>
Espero vocês no próximo capítulo! Mega kissus a todos e feliz fim de mundo pra vocês! Lembrem-se:
1) Fazer aquilo que gostam, antes do mundo acabar;
2) Abraçar seus familiares e dizer quanto os amam;
3) Mandar o patrão, professor, diretor, namorado, vizinho, sogra, motorista, prefeito, presidenta e cia pra p*t% que pariu;
4) Depois que ver que o mundo não acabou, fazer uma viagem longa para que todos esqueçam sua xaropisse! kkkkk
Beijasso galera! Fui
JJ
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