Vingança

26 Refúgio


Notas iniciais
Olá galera? Já compraram os presentes para os(as) namorados(as)? Eu já ganhei chocolate! ADORO!^^ E vocês? Preparando algum jantar romântico? Um passeio num cineminha? Ou algo mais caliente? Kkkkkk Quem sabe, vai da criatividade! Como nosso casal estava sumido nesses últimos capítulos, muito reveladores, diga-se de passagem, os trago de volta com chocolate e morango, algo que realmente amo, para vocês! Espero que curtam. Esse capitulo não foi revisado ainda, pois também ofereço, como agradecimento a tudo que minha beta tem feito por mim! Kkkk E como era surpresa, ela não recebeu ainda!^^ Sei que ela detesta surpresas, mas eu estou meio sumida, por isso quero dar esse presente a ela e a vocês! Nem vou dizer sobre meus atrasos, sabem que estou estudando que nem doida. Kkkkk E está valendo a pena, galera! Graças a Deus recebi excelência até aqui e pretendo continuar assim! Só uma matéria que fiquei com B (8 em notação numérica), mas acho que está valendo o esforço! Kkkkkk
Um muito obrigada a todos os pimpolhos que me deixaram reviews:
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Dalila Araujo, Ellen Kuchiki, Matsumoto Narumi e Fe Neac (já respondo seus reviews, linda) e a todos que leram, mas não escreveram! Sinto saudades de um monte de gente, mas sei que logo retornam. Culpa minha, eu sei, mas espero cada um de vocês de volta, viu?
JJ

"O amor é a única paixão que não admite nem passado nem futuro".
[Honoré de Balzac]
...

“Seja lá o que fará, só quero que saiba que eu estarei aqui ao seu lado... Sempre, tudo bem?” As palavras de Ichigo acalentavam a morena, enquanto via as imagens da paisagem mudar drasticamente. Estavam naquela pick-up há algumas horas e já não viam mais os prédios imponentes de Tóquio; deixaram a cidade há mais de duas horas e seguiam para alguma cidade do interior.

Yamamoto tomou o cuidado de não dizer nada para o casal, nem onde eles ficariam ou quanto tempo permaneceriam nesse lugar. Ichigo não reclamou muito, pois sabia dos riscos que a garota corria e, resolveu aceitar cada palavra do juiz. Seu pai sempre lhe falava muito sobre a honestidade e sinceridade daquele velho, então resolveu dar um voto de confiança.

Além do mais, ele devia isso a Rukia, afinal, foi por conta da displicência dele e dos outros magistrados, que ela ficou presa sem receber a devida atenção. Agora colocaria todo seu esforço para resolver esse impasse.

Ichigo suspirou pela décima vez. Rukia se voltou para o ruivo e sorriu. Achava graça da irritabilidade e eterno cenho franzido do rapaz. Ele era tão diferente de todos os rapazes que conhecera.

Um advogado em ascensão, usuário de droga, desacreditado do amor, mas amigo, protetor e presente. Aquelas palavras mais uma vez soaram em sua mente e, foi a partir delas que tomou uma das decisões mais importantes de sua vida: queria estar ao lado dele sempre.

Nunca acreditou em amor a primeira vista, mas sempre se guiou pelo coração. E seu coração lhe pedia isso já há algum tempo.

– O que tanto pensa, pequena? – Ichigo interrompeu sua linha de pensamentos.

– Ah! Nada em especial... Só que... Bem, não sabemos para onde estamos indo e, acho que acabo de ver a placa de Saitama passar! – pausou duvidosa – Ficaremos longe de todos, não?

Ichigo pensou um pouco e concordou com a cabeça. Sabia bem que mal puderam se despedir de Unohana, já que foi o único desejo que Rukia fez antes de aceitar a proposta de Yamamoto e Urahara. O encontro parecia cena de ficção, tudo para não chamar a atenção de ninguém.

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Minha menina! Oh! Minha menina... – falou trêmula, debulhando nas lágrimas.

Mas as lágrimas de Unohana eram de alegria por poder rever sua protegida. Rukia mal conseguiu falar alguma frase coerente e se abraçaram.

A família Kurosaki assistia a cena com ternura. Aquelas duas precisavam de um tempo sozinhas para conversarem e, sem que ambas percebessem, foram deixadas sozinhas no quarto, onde Rukia havia se hospedado antes.

Depois de acalmar a antiga governanta e amiga, Rukia tomou suas mãos e se sentaram juntas na cama.

Como você está, minha filha? Você se alimenta direitinho? Está tão pálida e magra...

Acalme-se, kaasan! Eu estou bem! Todos cuidam muito de mim e Ichigo tem sido maravilhoso comigo... Estou melhor do que nunca! – acalentou-a carinhosamente.

Unohana sorriu feliz e voltou a observar o rosto da garota. Haviam passado tantos dias sem se verem, que podia perceber alguns sinais diferentes na morena. Apesar da magreza, já comum, havia brilho de vida naqueles olhos violetas. Precisava saber mais. Queria entender como aquilo aconteceu.

Você parece feliz... Isso muito me alegra, mas sabe que me preocupo por tudo o que tem acontecido com você! Meu Deus, você quase foi assinada por alguém estranho, foi sequestrada e...

Prefiro não pensar nisso, kaasan! Estou aproveitando meu tempo de liberdade para recomeçar! – expressou com um pouco de desanimo.

E sua vingança? – questionou-a, duvidosa.

Rukia sorriu ao se lembrar das muitas visitas que sua amiga lhe fizera e, sempre lhe jurava que se vingaria de todos. Aquilo agora parecia um passado distante. Como poderia descontar tudo o que sofreu em seu irmão? Ou mesmo na família Kuchiki, se eles eram inocentes como ela?

Ainda quero justiça pela morte de meus pais... Mas... Agora tenho que reorganizar minha vida e me preparar para uma liberdade verdadeira – pausou, tocando o peito com uma das mãos, na altura do coração – Quero ser livre aqui também e voltar a ser feliz! – comentou num sussurro.

O silêncio tomou conta do lugar. Unohana sorriu ao se lembrar do rosto apreensivo de Ichigo. Ele chegou de mãos dadas com a garota e, não precisava de mais nenhuma informação para perceber que eles estavam auxiliando um ao outro. Sorriu mais uma vez.

Ele parece ter se tornado um bom rapaz! – questionou mais animada.

Ichigo? – perguntou inocente.

Hum! Vocês formam um casal um tanto... Ímpar! Mas vou apoiar no que for preciso para que sejam felizes! – comentou mais séria.

Não... Não temos nada, kaasan... Ele me ajuda, só isso e... Bem, não somos nada um do outro... Quer dizer... – desconversou, envergonhada.

O rosto vermelho da garota iluminou as esperanças de Unohana. Lutaria para que sua protegida fosse feliz no amor. Cumpriria a promessa que havia feito a Akemi, de amparar a filha em tudo o que ela precisasse. Uma forma de agradecer tudo o que a jovem Kuchiki lhe havia feito, quando perdera tudo na vida. O suicídio do marido por conta da falência da família deixou Retsu sem apoio dos familiares, até que Hideki e Akemi lhe propuseram segurança e amparo na mansão Kuchiki.

Estarei sempre ao seu lado, minha menina! E sinto que Ichigo-san também! – consolou a garota.

Ambas sorriram e voltaram a aproveitar às duas horas permitidas pelo juiz, antes de Rukia partir para a dita viagem.

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Após o silêncio de ambos em suas lembranças, Rukia resolveu voltar a conversar, já que parecia que a viagem ainda estava longe de terminar.

– Não sabia que conhecia minha kaasan!

– Unohana-san? Bem... Na verdade não me lembro muito, pois eu era muito pequeno quando ela me conheceu, mas meus pais sempre falaram dela! Uma boa pessoa! – respondeu acanhado.

Ichigo se remexeu no banco e, acabou ficando mais próximo da garota. Estavam nos últimos assentos e, podiam ficar mais a vontade para conversar, sem a interferência dos agentes de segurança, que Yamamoto contatou.

– Para onde acha que eles nos levarão? – perguntou a morena, após acomodar o corpo sobre o do rapaz.

– Hum... Acredito que para alguma cidade do distrito de Tōhoku, já que passamos por Saitama! Talvez Yamagata ou Fukushima – comentou animado.

A viagem se alongou e, apesar da curiosidade em saber para onde iriam, eles adormeceram no banco, um apoiando o outro, como qualquer casal comum.

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A cidade onde ficariam era Aomori, bem mais distante que as cidades que Ichigo havia proposto. Mas apesar disso, gostaram do lugar.

A casa era pequena, possuindo apenas um quarto, sala e uma cozinha americana. Apesar da simplicidade e humildade do bairro em que se localizava a residência, o ambiente era cômodo e aconchegante. Era uma casa de campo de um dos netos de Yamamoto.

O esquema de segurança foi o mais sóbrio possível, pois não queriam chamar a atenção dos moradores locais, que na maioria eram trabalhadores rurais nas plantações de maçãs, especialidade da região.

O cheiro adocicado do ar e a brisa marinha faziam da cidade um lugar perfeito para o descanso e relaxamento. Também tinha uma bela visão do Lago Towada no horizonte, o que completava aquele paraíso. Muitos turistas visitavam essa cidade por conta das trilhas e escaladas nas montanhas, passeios nos lagos e encontros nos vales.

Rukia estava encantada com aquele lugar. Seus pais sempre a levaram para conhecer cidades novas na Europa ou na Ásia, mas por alguma razão, nunca a levavam para conhecer o próprio país. Aproveitou a oportunidade, que os seguranças lhe deram, para conhecer um pouco do lugar, já que à tarde praticamente estava em seu auge.

Antes de saírem, tiveram que usar perucas e roupas diferentes. Ichigo se irritou com o fato de ter que usar cabelos pretos, mas ao ver o sorriso e curiosidade da morena, agora ruiva e de olhos verdes, não teve mais coragem para negar isso a ela.

A temperatura estava amena e a cidade parecia movimentada, já que um festival de colheita estava ocorrendo no centro da cidade.

O casal percorria cada lugar, lojinha, pracinhas e enseadas que podiam, seguidos, discretamente, por um agente disfarçado, a uma distância razoável. Yamamoto havia presenteado a pequena suspeita com um presente inesquecível.

Rukia corria como uma menina, de um lado a outro, memorizando cada nova paisagem, seguida de Ichigo, que tentava não ficar de “cara amarrada” para não desanimar a garota. Afinal, ele era um homem de cidade grande e, não demorou muito tempo para enjoar do ambiente aberto e pouco habitado do lugar.

As flores, as árvores, as lagoas, a praia, as casinhas típicas e as macieiras, tudo era colorido com o azul anil do céu de fim de tarde e o azul petróleo do oceano, para delírio de Rukia.

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– Esse lugar é maravilhoso, Ichigo! Eu jamais imaginei que existisse algo assim em nosso país... Você viu o lago? E as macieiras? – perguntava em disparada, depois de retornarem para a casa.

Ichigo só resmungava um sim ou meneava a cabeça. Estava com uma sensação de solidão no meio daquela imensidão. Mas estava feliz por ver a alegria de Rukia. Podia imaginar como ela deveria estar depois de ficar trancada por tanto tempo na cadeia. Sentiu um aperto no peito e se lembrou de que já fazia algum tempo sem usar drogas. Rechaçou o próprio pensamento ao ouvir novamente a morena, que detalhava cada paisagem que haviam visto. Não poderia permitir uma recaída num momento tão importante. Mesmo porque, duvidava que naquele fim de mundo houvesse algum vendedor de droga ali.

– Você já veio aqui antes? – questionou envergonhada, já que o rapaz não demonstrava a mesma empolgação que ela.

– Não! Essa foi a primeira vez... Ou talvez tenha vindo no inverno... Enfim, não me lembro muito! – respondeu, desconcertado.

Rukia se sentou ao lado do rapaz, que tentava encontrar algo na TV, mas sem muito sucesso, devido o horário avançado. A morena o observou mais atentamente e, percebeu alguns sinais estranhos, como uma tremura da mão de Ichigo ao segurar o controle, as repetidas vezes que passava a língua nos lábios, como se estivessem constantemente secos e sentiu apreensão.

– Ichigo? Tudo bem com você?

– Que? Claro que sim... Só não sou acostumado com essa... Sei lá, esse silêncio! – respondeu a contragosto.

– Mas podemos ouvir o som do mar, isso é muito reconfortante, certo? – tentou novamente, preocupada.

– Acho que sim! Mas vamos parar de conversa depressiva e preparar algo para comer? Que tal udon? Minha especialidade! Aliás, só sei fazer isso! – comentou, desconversando.

Rukia assentiu, mas continuou sentada. Estava preocupada, pois havia poucos dias ele sofrera com uma overdose e, agora já parecia querer usar droga novamente. Isso a preocupava muito.

– Rukia? Me ajuda a cortar alguns legumes? – Ichigo perguntou, mostrando somente a cabeça pela abertura da sala.

A morena suspirou e voltou ao seu espírito animado. Precisava ajudar o rapaz de alguma forma. Afinal ele estava fazendo tudo o que podia para protegê-la, até mesmo se distanciando da família, dos amigos, do trabalho e quem sabe, das drogas por ela. Prometeu-se a protegê-lo também.

Conversaram sobre assuntos amenos enquanto preparavam a sopa e, comeram rápido, pois a garota queria um último passeio na praia, antes de dormir.

Apesar dos protestos de Ichigo, Rukia o arrastou para próximo do mar e se sentaram na areia para ver as estrelas.

– Você não gosta de ficar num lugar silencioso, não é mesmo? – pausou para ouvir o resmungo do rapaz – Eu também era assim na prisão. Preferia ficar onde tinha barulho, conversas... Pessoas que pudessem me deixar “segura” – fez aspas com os dedos.

Ichigo ficou admirado com o comentário certeiro e, como costume, esfregou os cabelos com irritação. Aquela garota conseguia enxergá-lo por dentro e, irritava um pouco essa fragilidade nele.

– Sim. Você está certa! Rendeu-se por fim.

A morena sorriu e ficou em silêncio.

Ichigo a observou com curiosidade. Era a segunda vez que fazia aquilo, mas agora existia um sentimento diferente no meio. Não sabia precisar se era devoção, respeito, paixão ou amor. Mas o que quer que fosse, se sentia bem ao lado dela. Sorriu também.

– Temos uma só cama no quarto! – resmungou, quebrando o silêncio.

Rukia não se alarmou com o comentário, também havia percebido isso quando chegaram. Talvez fosse isso o que o tal Urahara insinuava quando dissera que havia feito uma surpresinha para o casal.

- Eu durmo no sofá, se você quiser! – respondeu, erguendo a cabeça para observar uma constelação.

– Lógico que não! – gritou, mas depois diminuiu a voz, envergonhado – Não sabemos quanto tempo ficaremos aqui... Você pode pegar um resfriado e... Bem pode dar problema na coluna, sabe como esses sofás são horríveis para a coluna, não é mesmo?

Riu automático, tentando não passar o óbvio descontentamento pela proposta da jovem. Ficava frustrado por não conseguir ser espontâneo com Rukia, como era com as outras mulheres. Somente ela o fazia regredir a sua velha timidez de adolescente.

– Então o que sugere? – respondeu altiva, no estilo Kuchiki que aprendera.

Ichigo ficou mudo. A resposta era mais que óbvia. Queria aproveitar aquela oportunidade para ter um caso com a morena. Dormir juntos era mais do que necessário para o rapaz. Mas por alguma razão, perdeu a fala.

A morena gargalhou com a cara abobalhada de Ichigo. Era uma cena cômica para alguém tão descolado como aquele advogado. Deitou-se para aumentar a graça e fingir que perdia o fôlego de tanto rir.

Ichigo franziu o cenho e resolveu interferir.

– Estávamos quase fazendo “aquilo” antes de sermos interrompidos por seu irmão, não me venha dizer que não entendeu o que sugeri! – se exasperou.

Rukia continuou rindo com a crescente irritação do rapaz.

– Oh! Minha nossa, temos alguém desesperado? E eu aqui tentando salvar minha vida de algum malfeitor, mas tenho um lobo perigoso aqui do meu lado! – cantarolou exagerando nos adjetivos.

– Que?

– Acho que vou pedir àquele segurança para dormir conosco... Será mais seguro, não acha?

– Ora sua... Vou te mostrar quem é o desesperado!

Ichigo a pegou no colo e com rapidez correu de volta para a casinha. Tudo em volta contribuiu para que esquecessem o que estavam vivendo. Parecia um casal de férias ou lua de mel, já que o rapaz, não demorou a tombá-la na cama e começar a se despir.

– Estou desesperado sim, senhorita perfeitinha! Mas vou fazer você pagar cada palavra que disse contra mim! Vai implorar para que eu continue, pequena! – sussurrou sensualmente, ajudando a morena a fazer o mesmo com suas roupas.

– Mas se nem somos nada um do outro... Não está pulando nada não? – comentou entrando no clima.

Ichigo se ajoelhou na cama, somente com sua boxer e, com gestos extravagantes pegou as mãos de Rukia na sua e se declarou:

– Kuchiki Rukia, quer ser minha namorada?

Por um instante a morena ficou avermelhada de vergonha, mas resolveu seguir a corrente.

– Aceito sim, Kurosaki Ichigo – falou entre risadas, já que o rapaz distribuía beijos por suas mãos, braço e ombro.

– Agora, acho que podemos continuar de onde paramos, certo?

E, não permitindo resposta da Kuchiki, Ichigo lhe envolveu a cintura de forma possessiva e a beijou apaixonadamente, intercalando selinhos com beijos de língua.

O cheiro de morango e chocolate do creme que Rukia havia passado, horas antes, o inebriava com o calor e a maciez de sua pele.

Não queria admitir, mas estava ficando viciado naquele perfume, naquela pele acetinada, nos cabelos negros, que agora lhe pareciam mais macios do que a primeira vez que os tocou. Tudo em Rukia estava se tornando desejável. Estava perdido na paixão novamente.

Colocando seu raciocínio de lado, o rapaz a deitou novamente e, com leves massagens, distribuiu beijos e lambidas por todo o corpo alvo da pequena.

Rukia aproveitava cada carícia com gemidos roucos e conforme o tempo passava, resolveu participar também, beijando, mordendo, abraçando, arranhando, como nunca havia feito antes em sua vida.

Amaram-se a noite inteira ao som do mar calmo, ao cheiro doce das macieiras e das flores da cidade. Encontraram um paraíso em meio à devastação de suas almas sofridas. Mais uma vez, Rukia e Ichigo conheceram o amor.

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Vocabulário

Kaasan – mãe ou mamãe em japonês.

Notas finais
Espero que tenham curtido esse capitulo com o casal. Muitos me perguntam se eles realmente estão apaixonados e como isso aconteceu tão de repente e, respondo com uma experiência própria: se apaixonar não depende de tempo, diretrizes assumidas, preposições complexas ou afirmações efêmeras. Quando se ama, se ama e pronto! Ninguém escolhe, ele vem de repente e te coloca de pernas pro ar! ^^ Nem mesmo a morte os separa. Kkkk Não, não estou apaixonada, mas acredito que seja esse tipo de sentimento que os dois perceberam e nutrem com o tempo. Foi tudo muito rápido mesmo e, apesar de não ser o foco dessa fic o romance, eu dei uma colher de chá pra esses dois. Kkkkkk Espero que todos possam ter um lindo dia dos namorados junto ao seu amor e amigos! Mega beijasso a todos e, Lara eu te amo, flor! Kkkkk Uma amiga em mil! Sabe disso!^^ E claro, amo você também meu lindo (mas não vou citar seu nome, seu feio *_&). E todos vocês, lindos que me escrevem e me animam sempre! Inté o próximo capitulo!>
JJ
PS: Estamos quase chegando aos trezentos reviews! Galera, muito obrigada mesmo! Não mereço, mas vocês me deram eles com muito carinho e os guardo no coração!