Vingador Vol. II

4 3. Toque íntimo e a Vaisravana da família Uchiha.


Notas iniciais
Hollaaaaaaaaaa

— Hm...- Ela estava ali a tempo demais. Onde estava Utakata, afinal?

Ele estava com elas quando chegaram, mas depois as deixou para atender uma ligação e Robin acabou convencendo-a a “fugir” um pouco do olhar de rapina de seu tutor.

No entanto, estava com aquela velha preguiça que sempre a assolava quando tinha um pouco de sossego, vontade de deitar, se encolher, e cochilar muito.

Talvez se não fossem as vozes das pessoas no entorno, ou quando alguém deitava perto para testar o sofá, ela dormisse.

Sentiu novamente o estofado afundar, e sentiu cheiro de bala de menta, encarou o espelho e viu um homem se ajeitando, ele usava terno, uma barba espessa mas não longa cobria um queixo talhado , sua pele era branca e ele suspirou profundamente, pousando a mão sobre o estomago, seu queixo se mexia ritmadamente e ela soube que era dele o cheiro de bala.

E então ele encarou o espelho, e ergueu a mão, passando-a pelo cabelo escuro e preto, com um olhar de auto admiração, como se estivesse se arrumando em frente ao espelho do banheiro.

Tão comum e rotineiro, que ela sorriu, achando graça.

E então seus olhos se encontraram, e ela viu que eles eram tão negros quando os da maioria das pessoas com quem morava.

Negros e afiados, retalhando seu caminho, sem parada, como se tentasse infiltrar-se dentro dela, era quase invasivo. Mas ele era como um corte suave, afiado, deslizando e dividindo, de forma tão bem feita, sutil, que não dava para saber se era ele cortando-a uma seda, ou ela própria se abrindo, como cortinas.

Whoah.

Ela conheceu muitas pessoas diferentes, desde que veio à Inglaterra, mas dentre elas, nunca vira alguém lhe soar tão familiar, e tão... Distinto, único. Alguém que você só conhece uma vez. Então, ela não poderia dizer que já o viu.

Mas veja, ela não lembrava nada até dois anos atrás.

No entanto, num mundo com tanta gente, e agora morando onde nunca morou, duvidava que pudesse ser possível, ter encontrando alguém, como ele, ou sequer próximo...

— Oh, olá – Cumprimentou.

Ele permaneceu encarando-a, encarando o reflexo dela, e o estudando minuciosamente.

— Olá, amor – Respondeu, seu tom cheio de um charme como o de um conhecido, a fez rir, os cavalheiros britânicos tinham algo de muito cômico quando tentavam cortejá-la. Talvez fosse o sotaque. Mas ele soou com tanta familiaridade, quase íntimo, que soou ainda mais engraçado.

— Oh, que gentil. – Comentou, ainda fechando os lábios pra conter a vontade sorrir e rir.

— Aprecie, isto é raro.

— Oh? Entendo...? – Ela voltou a se encarar e ele suspirou o movimento de seu maxilar enquanto brincava com a bala na boca chamou a atenção dela. — Não tem medo de entalar com a bala? Deitado assim...

— Hn?

— É que, ano passado, antes do Natal, eu peguei algumas balas, e fui comer no meu quarto, hum, eu acabei deitando, e uma delas foi parar na minha garganta...

— Mas quê?

— Então, eu comecei a sufocar e sufocar, e já estava ficando tudo bem turvo, até que Utakata apareceu e me desentalou. Eu realmente tive sorte, desde então, eu não como nada assim, nem uvas, sem estar completamente parada num lugar, tenho medo até de trombar em alguém e acabar engolindo...

— Quem seria Utakata?

— Hum? Oh, é meu tutor.

— Sei...

— E também teve uma vez que eu pulei na piscina... Eu não sabia que não sabia nadar...

— Não sabia que não sabia nadar...?

— É um pouco complicado...

— Sou todo ouvidos, amor. – Ela riu mas meneou a cabeça, se sentou e olhou o pequeno relógio que tinha no pulso.

— Oh, puxa, está tarde. — Suspirou e se deitou de novo, suspirando com um bico — Isso é bem confortável...- Admitiu, encarou o reflexo, e viu que ele a encarava novamente, mas agora, sua mão estava estendida, e tocava a ponta de uma das mechas de seu cabelo.

Sakura já estava tentando se acostumar com as pessoas tocando seu cabelo, muita gente não sabia ser curiosa apenas com os olhos ou perguntas, ela era uma mistura genética muito interessante, ao que parecia.

No entanto, sentiu-se ruborizar com a ação do estranho bonito e galanteador, a forma como ele tocava os anéis de seus cabelos, os enrolando entre os dedos longos, a forma como os encarava pelo reflexo, pareceu-lhe tão íntima quanto um abraço, quanto um toque no rosto ou mão, quanto falar sobre sua amnésia.

— E-Eu preciso ir, é hora do almoço...

Ele voltou os olhos para os dela, e se levantou, sentando-se rapidamente.

— Ótimo, então vamos almoçar. – Sakura se sentou, e pegou a bolsa, achando graça e também um pouco fascinada com sua beleza e maturidade física, ele definitivamente não era um garoto como os da faculdade.

— Isso foi um convite? – Riu ela. — Eu não poderia, tenho que encontrar meu tutor, e hum, minhas amigas...

— O que? Pra quê? Você os vê todo dia, um cara como eu, não. – Ele declarou, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

Sakura ficou tão estupefata com esse nível de convencimento que só pôde o encarar com um sorriso incrédulo.

— Eu, ah... O senhor é tão... Hum... seguro assim, sempre? – Ele a fitou, achando graça de sua pergunta, ou quem sabe desdenhando, ela não podia interpretar muita coisa de seu meio sorriso, só acha-lo bastante natural nele, quase familiar.

Ele separou as mãos, afastando um pouco do corpo, e se pondo em evidência de forma jocosa.

— E não deveria? – Gabou-se.

— Eu nem sei o que dizer...- Sakura foi sincera.

— Normal, causo esse efeito nas damas, diariamente.

— Oh, sim? Que bom para o senhor, mas eu tenho que ir, sinto, ou nem tanto... Mas vou ter que declinar seu convite – Declarou, já se afastando.

— Por quê? – Ele indagou, como se fosse a coisa mais estranha do mundo.

— Bem, eu só falei com o senhor por cinco minutos...

— Está mais pra dez, você fala demais...- Sakura o encarou, sentindo-se ruborizar de indignação.

— Pe-perdão então. – Rebateu, aborrecida, e ajeitando a bolsa sobre o ombro, se afastou. — Não vou mais tomar o seu tempo, senhor.

— Hey, calma, amor, foi só modo de falar, o tempo passa devagar quando estou com você, não é maravilhoso? – Ele insistiu, mas ela seguiu em frente, lhe lançando um olhar irritado, mesmo não querendo. Bufou e seguiu para a saída do salão.

Talvez o sentimento de Distinção que sentira dele, fosse apenas toda essa... pose.

Assim que dera as costas ele socou o ar e tentou esmaga-lo entre os dedos.

— Filha de uma...

Ele seguiu, a passo duro a atrás dela.

Saiu do salão, logo avistando Sakura, mas parou e deu a volta, se manteve oculto atrás de um pilar, ela não estava sozinha.

Não mais.

Olhou outra vez, e observou-a seguir em frente ao lado de um homem de terno preto, cabelo castanho escuro, e óculos de grau, que mantinha um olhar afiado sobre tudo que os rodeava.

Que rodeava Sakura.

Sabia que já estavam indo embora, por isso não os seguiu mais.

Agora também sabia três coisas.

Por meio de quem chegar até ela.

Quem a vigiava de perto.

E, principalmente, que aquele hamster havia lhe dado um verdadeiro fora.

Quanta ousadia.

Seguiu de volta até a exposição, tomou uma taça de alguém que havia acabado de pegar da bandeja do garçom e seguiu em frente. Agora irritado demais pra distribuir porcarias de sorrisos.

— Aquela rata.

֍

This world doesn't need no opera/ We're here for the operation
We don't need a bigger knife
— Cantarolou, enquanto arrumava as roupas no armário, organizando os vestidos, vez por cor, vez por tamanho ou por ocasião para a qual eram mais adequados. — Cause we got guns/ We got guns, we got guns/ We got guns, you better run.

Ao dar fim a tarefa, seguiu para a mesa de estudos e sentou, debruçando-se sobre um livro enquanto Plum corria pela rodinha da gaiola, ele parecia bastante enérgico este dia.

Sakura suspirou, e lançou um olhar pela janela, observando o jardim ainda úmido pelo fim do inverno, ainda em um tom escuro e frio, ser iluminado por um sol mais forte.

We're killing strangers
We're killing strangers
We're killing strangers
So we don't kill the ones that we love...

֍

We're killing strangers
We're killing strangers
We're killing strangers
So we don't kill the ones that we love

Love

Love

Love...

O pincel fino deslizava com meticulosidade, um processo encantador, e calculista. Não havia aquele ar fascinante e romântico que Beca achou que haveria quando se observava um artista criar sua obra.

Aiden criava traços numa grande tela, fazendo uso de uma aura fria, detalhista e indiferente.

Ela não sentia-se envolvida pela inspiração que o impulsionava a pintar. Apenas como se o assistisse fazer um trabalho como qualquer outro. Complexo sim, mas não exatamente profundo, algo vindo de uma alma.

Os olhos dele, seguiam cada linha que fazia, vestia uma camiseta cinza escura, de manga curta, parecia velha, e perfeita para um trabalho “sujo” como aquele, mas além das pontas de seus dedos, ele não havia se sujado nada.

Estava descalço, e vestia uma calça moletom preta, e a visão de seu traseiro era significativamente melhor do que a imagem que estavam sendo formada na tela.

Mas Beca tinha mais o que fazer do que perder mais tempo tentando desvendar o que esse cara aprontava.

Suspirou, pegando a bolsa e se levantou de um divã de cor preta, seguindo direto para a porta do estúdio cuja luz que fazia uso, era toda natural, vinda das paredes de vidro voltadas para o rio Tâmisa.

Um imóvel num bairro daqueles deveria valer tanto dinheiro que ela sentia náusea só de tentar imaginar.

E duvidava bastante que um pintor iniciante como ele tenha ganhado tanto com as telas.

Havia pesquisado, e tudo sobre Damon Konstantinidis que ela havia encontrado se limitava às obras que ele havia criado e exposto em algumas galerias a pouco mais de um ano.

Ele era considerado uma novidade, e muito promissor, não haviam fotos, e por isso ela achara que era só um impostor, se claro, não o estivesse visto pintar agora pouco.

Nada disso encaixava nas outras peças tortas que haviam, e ela estava começando a se indagar se realmente havia algo para encaixar.

Talvez ele fosse só um louco com hábito de trocar de nome e conquistar mulheres, e ela o pegara com a mão na massa, se era alguém começando a ter influência e prestígio, Aiden talvez só não quisesse que ela espalhasse seu mau costume.

Ainda assim, uma parte da sua mente se recusava a acreditar que ele seria alguém tão volúvel.

— Estou indo.

— Já vai tarde.

Ela só não entendia porquê.

— Grosso. – Resmungou.

— E olha que nem está duro...

Beca bateu a porta, e marchou pelo corredor vermelha de raiva e constrangimento. Ela detestava quando falavam assim com ela, não sabia reagir.

Sinceramente, estava detestando conhecer a verdadeira cara dele. Um cara convencido, arrogante, rude e indiferente.

Nem acreditava que ele fora realmente o sombrio arquiteto que a levara para a cama, ele não era amoroso ou coisa do tipo, mas era calado e de palavras curtas, diretas e enxutas.

Não um curto, rude e mal educado como agora.

Ele observou a porta bater, e soltou o pincel, seguindo para o divã, pegou o telefone sobre a mesinha e se jogou no estofado.

Precisava se informar um pouco, antes de sair à caça novamente.

֍

— Sakura?

— Hum? – Virou se de parando com Louise, e diminuiu o passo para ela alcança-la.

— Como foi a prova? Robin disse que estava um pesadelo.

— Sim? – Ela achou graça — Eu acho que foi boa, eu não estava muito segura.

— Ou seja, ela está sendo dramática como sempre. – Louise suspirou — Nada novo sob o sol. Enfim, vai ter um daqueles eventos chatos no hotel, aceita ir comigo e suportar?

— Quando? Acho que Veena-sama deve chegar essa semana.

— Quinta feira, e poderemos usar a piscinaaaa, é quentinha sabe? Minha pele agradece.

— Respondo você logo.

— Ótimo! – Louise beijou seu rosto e correu para o carro que a aguardava em frente o prédio. — Não me dê bolos! – Avisou, entrando. Sakura acenou e seguiu para o Rolls Royce da família que também já a aguardava. Entrou e quando a porta foi fechada, ela sorriu em recepção a visão do tutor do outro lado do banco.

— Utakata-san.

— Boa prova? – Ele indagou um aceno da cabeça.

— Foi sim, obrigada.

— Bom, Vaisravana vai ficar satisfeita. – Sakura piscou atonitamente, os olhos enormes arregalando-se emoldurados por cílios densos e claros.

— Veena-sama?!

Quando o carro finalmente chegou na propriedade, ela saltou para fora e correu, os saltos das sapatilhas ecoaram pelo piso de pedra vermelha da casa, a bolsa batia contra sua coluna a cada passada e os livros tentavam escorregar de seus dedos um pouco úmidos da friagem.

Ela adentrou o gabinete de decoração mais refinada e com toques de estilo francês que a mansão detinha. E reconheceu de cara a figura alta e elegante parada em frente as janelas. Sempre de preto ou em alguma cor escura e sóbria.

A Vaisravana da família Uchiha a fitou de perfil, com seus afiados olhos azul gelados e Sakura contornou a mesa, para abraçar sua figura sem se importar, no momento, com a etiqueta.

— Veena-sama! A senhora voltou! – Exultou alegremente.

Mikoto a fitou piscando as pestanas negras e ergueu a mão que não segurava o cigarro, para pegar justamente a teimosa mecha curta que escapava da massa rosada, não que esta estivesse exatamente comportada depois da corrida.

— E não volto sempre? Não sou fácil de se livrar – Ela afirmou serenamente e Sakura riu docemente.

Ela não fazia ideia do quanto isso era verdade, Mikoto observou, e sorriu, ladina, e satisfeita.

֍

— Então, vai ficar só aí sem fazer nada? – Beca indagou, andando com cuidado entre uma pilha ou outra de porcarias.

Aiden havia parado de solicitar serviço de quarto ou mesmo de deixar que as faxineiras entrassem. Dois dias disso, o resultado era um quarto que parecia o de uma república masculina.

Havia roupas, embalagens de comida e potes de tinta, até mesmo argila e garrafas de bebida pelo chão e ele estava exatamente como o deixara. Sentado na cadeira da varanda, usando óculos escuros, como uma garrafa na mão, um pacote de batatas ships, e até mesmo um binóculos por perto.

— Vou. – respondeu-lhe, secamente. Beca cruzou os braços.

— O que diabos deu em você? Todo largado assim... Você está deprimido ou o quê?

Ele ergueu a cabeça e a encarou por baixo das lentes, o levantar simultâneo das pestanas deu a entender que estava refletindo o que ela disse, seriamente.

— Deprimido? Parece?

Ela o fitou como se fosse um alien, na verdade, já considerava a questão tinha um tempo.

— Como assim? Não sabe o que é ficar deprimido? Você nunca ficou deprimido?

Aiden se levantou, uma maré de farelos caiu de sua camisa o que ele pareceu só ter percebido agora. E Beca, tinha certeza que ele estava nas mesmas roupas de dois dias atrás.

— Que diabos...?

— Eu? Deprimido? Por que eu ficaria deprimido? Sou bonito, elegante, rico, talentoso, um prodígio, aliás. – Pontuou. Ela revirou os olhos o vendo seguir para o banheiro. Notou a cama em desalinho e seu lado arrumadeira não resistiu, foi ajeitar as malditas cobertas um pouco satisfeita de saber que ele estivera sozinho todo esse tempo. — Todo mundo me adora. – Ele prosseguiu. — Só aquela coisinha miúda e... – Resmungou, num rosnado

— Hã?. – Ela indagou.

— Disse que todo mundo me adora.

— Com certeza – Beca Ironizou.

— É a mais pura verdade, as pessoas grudam em mim, inclusive as mulheres, todas querem uma chance. Até você.

Beca engoliu a vontade de manda-lo se ferrar, se concentrou no pedaço papel que parecia escapar de baixo do travesseiro. Puxou notando que era uma foto, mas não teve tempo de espiar. Aiden puxou-a de sua mão, com a outra, segurava a toalha em torno do quadril.

— E nem pense em negar – Ele avisou, pretencioso, e ela bufou seguindo para a porta.

— Isso antes de ver como você vive, Sir. Konstantinidis, humpf, arruma esse chiqueiro, é um pintor ou um porco?

Bateu a porta e ele só então reparou no quarto e deu de ombros, seguindo para pôr a foto dentro do criado-mudo.

— Animal errado, loira, animal errado.

֍

— Mais chá? – Mikoto Uchiha assentiu com um suave aceno, a empregada debruçou o bule de porcelana chinesa na direção da xícara dela e da senhora Elisabeth (alguma coisa difícil, mas não tão nobre quanto ela gostava de demonstrar) que mantinha uma postura impecável buscando enxugar qualquer resquício de sobrepeso.

— Voltando ao tópico da campanha de doação para a Casa Falleti. Nós adoraríamos ter o apoio da família Uchiha na campanha, um bom nome sempre traz boas coisas e neste caso, buscamos mais apoio e visibilidade para a fundação.

— Eu entendo seu ponto.

Ela relanceou o olhar para o jardim através da janela e não ficou surpresa de ver uma cabeça rosa correndo entre os canteiros e desviando dos jardineiros que recolhiam as folhas secas.

No entanto, também notou um par de manchas brancas salpicadas com preto e arqueou o cenho ao ver que a pequena gazela corria perseguida pelos dois enormes dálmatas que pertenciam a mulher a sua frente, que provavelmente teria uma síncope se visse os animais que tratava como bibelôs, agindo como animais de verdade e perseguindo para mordiscar as canelas de Sakura e a barra do vestido.

Por isso preferia que ela não tivesse contato com os cães que faziam a guarda da propriedade. Aquela gazela tinha um dom muito bom para domar coisas e pessoas. Bishamonten não precisava que seus cães virassem totós na mão dela. E talvez, se ter um animal na casa não fosse tão desagradável, saciaria a sede de amolecer tudo o que toca que aquela coisinha tinha, e lhe daria algum cão para distrair.

Mas Sakura estava satisfeita em ter apenas um ratinho comilão de brinquedo, e Vaisravana sabia muito bem que era com assuntos mais relevantes que deveria ter cuidado.

A gazela estava começando a fazer perguntas. Estava começando a almejar mais do que os bosques da mansão para explorar e saltitar.

Notas finais
HAUSAHSUAHUA E aí? Gostaram do reencontro? Eu to gostando mais da reação do Sasuke a ele haushaushaushau E mamis Mikoto entrou no jogo? Ja neee! Novidades, sigam a page > https://www.facebook.com/KinesterFanfictions/notifications/