Vijukei No Monogatari

23 Capitulo 19 – O Fim de um Mundo parte 3


Notas iniciais
Veio, veio, queria q tivesse vindo quarta, mas só deu hj!
Mais coisas nas notinhas finais como sempre :
*_*
Aproveitem:
OBS: Vai ter parte 4 só pq eu sou má e quis cortar no meio!
Cap sem betagem, mas a minha anjinha (Azumi-chan) e betinha passa aqui para betar quando ela puder. Revisei como sempre...
Azumi-chan:Agora ta betadinho *-*
Boa leitura amores ♥

Capitulo 19 – O Fim de um Mundo parte 3


–Está mesmo bem? -Miku questionou em um olhar preocupado para o corpo magro e desnudo do líder dentro de alguma espécie de vasilha grande e redonda de madeira, trazida por alguns soldados shiroyamianos minutos atrás a mando do general.


–Sim, foi só meu bebê reclamando – Uruha sorriu fraco, se acomodando dentro do recipiente cheio d’água de forma suspirada... talvez Yuu tenha percebido o quão incomodado estava com todo aquele sangue no corpo e lhe enviou aquilo como presente?


–Não acha muito arriscado se esforçar tanto? – o pequeno neko voltou a falar, pegando água em uma pequena vasilha e jogando sobre os cabelos molhados e longos do líder.


–Sim... – Kouyou assentiu em pesar — ... mas tenho outra alternativa?


–Uruha-san... – Miku se pôs em uma feição contrariada, pronto para desmentir o maior quando uma presença já conhecida por todos ali fez ambos pararem sua conversa, apenas aguardando a figura morena passar pela entrada da tenda modesta — ... parece que ele não vai mais te deixar em paz – o pequeno bufou, ainda não gostava nada do companheiro do líder. Se pôs de pé e rumou para fora do local, sabia que logo seria pedido para sair mesmo. Ao sair cruzou com o já aguardado general shiroyamiano e alguns poucos soldados, lançando um olhar corajosamente analítico para o homem de face coberta e orbes ameaçadores – ele está tomando banho naquela coisa que você enviou, sugiro que mantenha seus homens do lado de fora – falou em um tom nada agradável, não esperando resposta e caminhando em direção a alguma outra pequena tenda no acampamento improvisado às margens do rio.


Aoi franziu o cenho, de repente todos aqueles amenianos tinham se tornado ousados demais para consigo. Estaria perdendo o jeito e amolecendo?


–Fiquem aqui fora – ditou aos soldados e se apressou em adentrar a tenda, encontrando de fato o loiro dentro do banho que lhe enviara. Respirou com calma, o que que dava em si que qualquer ato ou gesto do outro lhe tomasse total atenção? Se aproximou e se sentou sobre os calcanhares ao lado do ameniano que lhe mirava complacente, levando uma mão aos cabelos molhados deste, retirando um fio encharcado da bochecha alva e macia – está melhor?


Uruha fechou os olhos ante ao carinho e sorriu oniricamente.


–Sim... – assentiu em quase um cochicho – obrigado por essa coisa de tomar banho – agradeceu meio sem jeito ao levantar as pálpebras – eu não sei o nome que vocês dão a isso, desculpe.


Aoi sorriu pequeno por detrás do tecido que lhe cobria a face.


–Você parecia incomodado... – disse por fim, parecendo meio sem jeito também — ... amanhã.... – decidiu mudar de assunto — ... tem certeza de que vai conseguir?


Kouyou se deixou respirar fundo, certeza era algo que não tinha em relação a muitas coisas.


–Vou fazer de tudo para conseguir – foi a resposta que deu – mas você vai está logo atrás de mim para se certificar disso não é? – sorriu cúmplice em direção ao companheiro e trouxe as pernas dobradas mais para o peito, revelando os joelhos para fora da água de coloração avermelhada, terminando de lavá-las uma ultima vez antes de se colocar de pé. As gotas descendo pela pele nua e branca, aprisionando totalmente o olhar do general sobre si. Kouyou não conseguiu não sorrir envaidecido com aquilo, saindo de modo gracioso e elegante de dentro do banho e andando lento até o tecido pendurado mais ao canto para se secar. Fechou os olhos e liberou um gemidinho cochichado ao sentir o corpo do moreno atrás de si e o pano do rosto deste contra seu pescoço – Yuu...


–Há algo de errado comigo... – a voz abafada do general sussurrou em seu ouvido — ... por que não consigo parar de te desejar ainda que não seja o momento para nada disso? É essa marca no meu rosto?


Kouyou deu uma risada pequena e pegou as mãos do companheiro com as suas, levando-as até seu ventre e as fazendo lhe acariciarem ali.


–Não culpe minha marca pelo seu lado pervertido, Shiroyama-san – rebateu em um tom humorado, recebendo um gruído indecifrável do menor atrás de si – não há nada errado em desejar aquilo que amamos, não acha?


–Hun... – a voz do general exclamou em desdém — ... você com certeza é muito cheio de si ... – rebateu de modo estranhamente ofendido, tirando suas mãos das mãos do loiro e o virando para si.


Kouyou sorriu gentil e num movimento totalmente confidente fechou os olhos e pronunciou os lábios para o companheiro. Quase se deixou acometer por uma gargalhada quando sentiu a textura dos lábios fartos contra o seu e uma das mãos em seu quadril. Como pensou, o outro não resistiria. Yuu havia abaixado o tecido da face e como que em reflexo capturou a boca pequena e rosada do loiro na sua, colando o corpo esbelto ao seu e aprofundando o ósculo ao deixar sua língua vasculhar a cavidade cheia de saliva do outro.


–Hun... – Kouyou gemeu quando se sentiu completamente enlaçado pelos braços do moreno, os dedos ousados do general lhe tocando com possessividade, adoraria poder ter mais um prazeroso momento com ele, mas tinha coisas a fazer e precisava guardar suas forças e energias — ... Yuu... temos... hun... assuntos pra resolver... – começou a tentar afastar o outro de modo leve e totalmente não desejoso quando percebeu que este não parecia inclinado a lhe soltar — ... Yuu... eu... preciso descansar... – e foi quando conseguiu resmungar aquilo entre o beijo faminto que teve qualquer contato consigo congelado.


Abriu os olhos e encarou as ônix negras, Aoi logo se afastou e recolocou o pano sobre o rosto, parecendo raivosamente sem graça por aquilo.


–Sim, é claro – assentiu em um rugido sem jeito — ... eu... eu... já vou – cuspiu de forma impaciente, se retirando de maneira tão rápida que o loiro dentro da modesta tenda demorou alguns segundos para ter alguma reação, sorrindo divertido logo em seguida.


–Será que eu o deixei constrangido? – perguntou para si mesmo, sorrindo de maneira boba... o mundo desmoronando e ele pensando em romantismo?


Mal notara que havia se desconcentrado e que alguém se aproximava, só percebeu a presença conhecida quando terminava de vestir um tecido fino sobre o corpo, se virando segundos antes do general haniano passar pela entrada.


–Acaso está tramando algo Uruha? Pensei que pudesse confiar em sua integridade e palavra – as acusações foram jogadas sobre si e o sorriso bobo que desenhava o rosto do ameniano minutos antes se desfez em um semblante triste... tinha idéia sobre o que o Sakamoto falava.


–E pode... desculpe não ter contado antes, Yuu pediu discrição e... – tentou explicar.


–“Yuu”... puta merda, essa história é mesmo verdade – Takashi xingou, se sentindo idiota por ter parecido cair em alguma armação ali – o que planejam? Se unirem e ficarem com Vijukei para vocês? Acha mesmo que um Shiroyama dividiria algo ou confiaria em alguém que não fosse eles mesmos? Seu povo é forte Uruha, mas são burros... extremamente burros...


–Eu não estou tramando nada – Uruha interrompeu ao se defender – eu só quero que tudo fique em paz novamente e que eu possa voltar para a minha casa, apenas isso, por favor, acredite, o que há entre mim e Yuu é... algo que não era pra ser, mas... não tive escolha.


–Não teve escolha? – Saga sorriu em desdém – você mesmo disse que não são mulheres, Takashima, ou acaso é um homem fraco demais? O que é? O Shiroyama te obrigou? Ou você está com ele porque engravidou e tem que ficar do lado do seu “macho”?


Uruha se sentiu congelar por um minuto e num movimento impensado levou a mão ao ventre.


–Como sabe...- começou em um sussurrar involuntário, tampando sua própria boca em seguida, como podia ser tão burro e não pensar no que falava?


Saga se deixou surpreender e algo dentro de si se embolou em um mal estar.


–Eu não acredito... – o Takashi exclamou em uma feição de nojo ao mirar o loiro a sua frente de cima abaixo, tinha julgado aquela hipótese antes e apenas quis verificar, não acreditava mesmo que pudesse ser verdade — ... aberração – cuspiu de modo perturbado — ... vigie-se bem amanhã, Takashima, pois se eu suspeitar de algo perigoso vindo de você e do seu “macho” shiroyama eu não vou pensar duas vezes antes de te apunhalar, mesmo que você esteja com alguma criatura dentro dessa sua barriga – dito isso deu meia volta, saindo apressado da tenda... era esquisitisse e traição demais para si, precisava caminhar um pouco e tentar pensar mais em como proteger seu feudo no meio daquela paranormalidade toda.


Atrás da tenda uma figura conhecida mantinha os olhos alarmados em surpresa com o que escutara, tinha estranhado tudo desde que o ameniano lhe dissera que tinha dois pais, mas aquilo era... devia dizer para seu general ou não?


–Droga Ryou, deveria ter ficado na sua tenda – se amaldiçoou por ter decidido voltar e perguntar ao líder loiro se este estava bem, já que de algum modo tinha simpatizado com o ameniano... não pretendia incomodar e muito menos ficar sabendo daquelas coisas — ... o que eu faço com isso? – Ryou se apressou em correr para longe do núcleo ameniano no acampamento improvisado às margens do rio, ainda indeciso sobre o que exatamente seu general faria se soubesse que o líder ameniano parecia de alguma forma esperar um filho seu.... – talvez seja melhor não contar....


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Era quase manhã quando o mensageiro ameniano corria como o vento perto dos redores de Hana, levava a mensagem que Oboru lhe entregara e vigiava bem seus passos, apesar da magia da sacerdotisa lhe permitir lutar sem barreiras, não havia se acostumado a se sentir em estado de alerta o tempo todo. E fora por isso que se surpreendeu quando algo como uma bola de fogo se fez presente em seu caminho, o loiro médio de cabelos curtos tendo que saltar para trás de maneira quase desesperada enquanto as chamas queimavam algumas árvores e logo se desfaziam. Como não havia sentido aquilo antes?


O ameniano olhou para cima e seus olhos se alarmaram ao ver o que voava baixo sobre si... pensava que aquele tipo de youkai jamais pudesse ser visto, por viverem isolados e serem quase extintos.


–Lagartos de fogo! – exclamou para si – youkai...


O estranho lagarto de asas e cinco olhos no rosto de dentes afiados voou contra si e nesse momento pode ver o que parecia ser cerca de cinco coches presos ao animal demoníaco passar diante de seus olhos enquanto se esquivava e puxava a espada de formato curvilíneo das costas. Antes que pudesse se defender sentiu alguma poeira estranha descer sobre sua cabeça, e foi ao aspirá-la inconscientemente que suas narinas arderam, sua garganta se fechou e respirar era impossível. Seu shaman tentou desesperadamente se defender, a até mesmo a coloração vermelha dos olhos e negras nos cabelos haviam começado a se pintar, lento demais, seu organismo já estava paralisado e o ameniano caia ao chão... morto.


Alguns minutos e o animal pousava, junto a mais dois muitos semelhantes a si, de um dos coches saiu o caçulo Shiroyama, um vaso em suas mãos enquanto seus soldados o seguiam.


–Ele começou a atacar repentinamente, senhor – um dos samurais dentro de um dos coches preso ao youkai que investira contra o ameniano se apressara em se explicar, Kai o dedicou um olhar franzido.


–Parece que essas coisas não vão nos devorar, mas vão atacar qualquer ameniano que verem – o Yutaka cochichou mais para si mesmo do que para o soldado, analisando o corpo do guerreiro morto mais a frente, indo até lá e se abaixando, revirando as vestes deste, se estava sozinho provavelmente deveria ser um mensageiro. Kai sorriu ao encontrar o pergaminho médio preso à coxa do ameniano, mas franziu o cenho ao abri-lo e encontrar apenas um desenho circular dentro deste – essa coisa de magia já está me enchendo o saco – bufou, voltando a enrolar o papel e colocar dentro de sua roupa – você usou aquilo que dei a vocês, soldados? – inquiriu ao samurai que primeiro se pronunciara e este afirmou de modo respeitoso – hun... ao menos comprovei que funciona mesmo contra eles... – deu de ombros – vamos – ditou por fim – quanto mais cedo acabarmos com isso, mais cedo voltamos pra casa e tiramos aquele maldito bruxo de lá – vociferou em ultraje por ter sido manipulado daquele modo. Em outros tempos pegaria o corpo do mensageiro ameniano morto como cobaia, mas...


“Tenho mais seiscentos e seis espécimes que já me serão o suficiente...”


Afinal ser humilhado e usado daquele modo devia servir de algo.


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– Está ouvindo? – a voz rouca e quase sem som de Miko perguntou de modo choroso, desde o dia anterior que seu corpo simplesmente parara de se mover, e ser carregada por Hitoru foi o único meio que lhe restara para passear pela vila que tanto amava, observando com pesar seus queridos amenianos se armarem e segurarem o metal com medo e receio de um ataque eminente... do qual ela já não podia mais defendê-los.


–O que Miko-sama? – Hirotu perguntou, numa voz triste ao mirar o céu vermelho de uma manhã que se iniciava.


–O fim... – a imortal em definhar sussurrou, também mirando o céu, que antes brilhava em um vermelho translúcido àquela hora, adquirir uma tonalidade mais vinho... seu poder já quase não podia mais sustentar as barreiras — ... está chegando...


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–Fukaku-san, seu feudo é um local muito bonito, parabéns pelo ótimo trabalho – Yuuto lançou de forma educada ao senhor de Shiroyama.


–Obrigado, Yuuto-san — o velho senhor respondeu de modo mecânico, fazendo o bruxo estreitar o olhar... tinha perdido a prática? Se usava controle de menos, eles faziam perguntas demais ,como Miyavi, se usava de mais se tornavam vegetais? Não tinha graça nenhuma...


–Ainda não sabe regrar bem o quanto de poder usar para um bom controle mental? Você não tem mais de mil anos de vida? – Rui sorriu de modo charlatão, ganhando um olhar de reprovação do amante – só estou tentando ajudar – levantou as mãos em rendição.


–Passei quase quinhentos anos apenas como um pedaço de carne quase morto no fundo de um mar antes de conseguir força o suficiente para me mover e chegar ao continente chinês – o bruxo cuspiu, sério – nossa querida Omi-sama drenou tudo o que eu tinha, e até mesmo transformar meu corpo em morada de youkais não me ajudou muito... mais duzentos anos para conseguir usar meus poderes novamente... acho que perdi o jeito, sempre estive tão no limite esses anos que agora que possuo tanta energia acabei exagerando um pouco com Fukaku-san – deu de ombros – o que um monge de vinte e poucos anos pode querer me ensinar?


–Hum.... um monge de vinte e poucos anos que recebeu ensinamentos diretos de uma imortal – Rui corrigiu orgulhoso -... posso te ensinar a como não abusar tanto da jóia das lamentações... e como controlar direito um boneco vivo sem que ele ainda permaneça com consciência como aquele Miyavi ou sem fritar o cérebro dele, como você está fazendo com esse aí.


–Hun... – Yuuto franziu o cenho -... como sabe que tenho uma das jóias comigo?


–Não estava guardando-a? Naquela mesa, permitindo que ela sugasse cada alma em dor que frequentemente morria em Vegas? – o monge respondeu de forma convencida e sorridente – não me olhe assim, amor... eu estou aqui para ajudá-lo, Omi-sama me mandou me certificar se você seria capaz de matá-la, então eu vou me certificar de que você vai estar forte o suficiente para tal.


Yuuto sorriu de lado e andou até o amante, enlaçando o pescoço deste com força, tomando a boca luxuriosa do religioso para si.


–Com certeza você é um presente e tanto – falou em uma voz baixa – mas cuidado com o quanto se intromete... eu não confio em ninguém, amor...


–Não, não confia – Rui assentiu – sua confiança está ligada com o seu amor, e você não me ama – ditou de modo aparentemente conformado.


–Sentimentos bons já não são capazes de me afetar desde que deixei de ser humano...– Yuuto destilou como uma cobra.


Rui apenas sorriu charlatão, abrindo as pernas e se deitando para trás. Fechando o cenho para a expressão sem alteração do bruxo.


–Não é como se seu boneco de cérebro fritado fosse reclamar – o monge argumentou em afronta — ... o que é? Não to pedindo amor, to pedindo sexo, eu sei que você não me ama.


–E está totalmente bem com isso... – Yuuto afirmou em um tom desconfiado, se deitando sobre o monge e subindo a manta deste, segurando as pernas com força – você é muito estranho... para um humano tão jovem...


–É, eu sei, sempre me disseram isso... – o religioso sorriu, puxando o bruxo para si — ... foi por isso que Omi-sama me escolheu...


–Hun... – o feiticeiro respondeu, desinteressado, no momento o que menor queria ouvir era alguma historinha de infância do amante.


“Por que ela tinha certeza de que pensaria isso...”


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Melody segurava com afinco a adaga em sua mão, havia dito ao mensageiro hibrido que recuperaria seu marido... e assim o faria... seu marido já não mais existia naquele corpo estranho que via caminhar ao longe de sua janela, dando ordens para alguma coisa grande e horrenda que estava para acontecer dentro daquela torre... e se ele já não mais existia, recuperaria sua alma e a deixara livre para dormir em paz...


–Afinal é o dever de uma esposa cuidar de seu marido, não é mesmo .... querido?


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Os youkais voadores aterrissavam no pátio central da propriedade do senhor de Hana sem impedimentos, apenas sendo observados com espanto pelos soldados e pelo senhor Kazamasa.


–O que é isso? – Shou rugiu ao ver Yutaka descer de um dos coches – youkais?


–Não sabe? – Kai inquiriu em estranheza – pensei que ele já tivesse te informado.


–Seu pai? – Kohara voltou a rugir – me deixou muito claro sobre suas ameaças e sobre o quanto quer que acabemos com os amenianos na última mensagem – destilou em afronta.


–Hun... não é meu pai que está ordenando toda essa confusão, Shou-san – o cientista suspirou em tédio – acha mesmo que meu pai ligaria para meia dúzia de selvagens tanto assim?


–Hun... se não é seu pai... quem é? – o Kazamasa questionou em estranheza.


Kai analisou o senhor feudal com atenção... Naoyuki não tinha feito um bom trabalho com aquele homem...


–Explicação rápida e temos que marchar para a baía, separe um pequeno contingente de seus solados e coloque-os nos coches, não vamos precisar de muito, já que a maioria de nossos exércitos já estão lá ... não é como se houvesse muitos deles também– o shiroyamiano deu de ombros... teria que contar um pequena história.


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–Você está bem? – Reita perguntou ao se aproximar do amigo que andava em passos lentos até a formação de exércitos mais a frente, sendo acompanhado por si e por mais dez de seus guerreiros.


–Estou – Uruha assentiu, tentando se concentrar – estão prontos? – perguntou em uma voz mais firme, apertando bem as espadas em suas mãos e mirando o general moreno alguns metros mais a frente, ao lado dele Saga e Tora o miravam com olhares sérios e franzidos, não era aquilo que queria... muito menos em uma situação como aquela... estar cercado de desconfianças... poderia ao menos confiar em seu Yuu?


–Sim – seus guerreiros assentiram a sua pergunta anterior e por um momento o ameniano sorrira... com certeza seus guerreiros não diriam “sim” a sua pergunta mental. Em um salto tomaram posições a frente dos exércitos numerosos de Shiroyama, Hana e Ogata.


–Hoje de manhã chegou uma mensagem da linha de frente em Ishihara, eles vão atacar ao cair da tarde – Aoi afirmou – se tudo correr bem ao final do dia teremos duas vitórias senhores – ditou de modo altivo e confiante, franzindo o cenho quando nenhum dos lideres ao seu lado se mostrou complacente consigo... algo estava errado ali.


–Vamos? – Uruha chamou ao mirar o céu – são exatamente meio dia... ativem-se – ordenou a seus guerreiros e em um segundo todos, inclusive ele mesmo, fechavam seus olhos, reabrindo-os em vermelho sangue. Uma mecha negra mais grossa se destacava entre os fios loiros do rabo de cavalo de Uruha, e Reita fechou o olhar para aquilo, Miku ao seu lado fazendo o mesmo – muito bem... nós vamos na frente – avisou aos generais atrás de si e antes que qualquer um deles dissesse algo todos os amenianos desapareceram em uma ventania forte.


–Esse idiota... – Aoi vociferou, se apressando em montar em seu cavalo – AVANCEM – ordenou a seus soldados, erguendo sua espada e galopando em direção ao rio, a água da parte mais rasa não chegando a afundar até os joelhos do animal e por conseguinte não conseguindo impedir os milhares de samurais que corriam em direção a outra margem.


–Chegou a hora gatinho – Tora brincou, também dando meia volta e montando em um cavalo completamente marrom, Saga não respondeu nada e fez o mesmo, montando o seu.


–AVANCEM – os dois generais bradaram em uníssono e mais uma raja de homens se aventuravam e atravessar a correnteza fraca, atrás de seus lideres.

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–Tudo bem deixar isso aqui assim? – Rui perguntou ao seguir o bruxo até o coche de viagem deste – nossa estadia Shiroyama foi tão curta...


–Cientista herdeiro fora, senhor feudal sob controle, amenianos breve a serem extintos, minhas torres prestes a serem acionadas assim que minhas mensagens chegarem, sem nenhum exército significante contra mim, uma imortal a beira da morte e outra simplesmente querendo morrer ... – Yuuto começou a narrar enquanto continuava a caminhar até seu transporte puxado por youkais — ... não há nada mais que possam fazer para me impedir... deixar um feudo para trás é o de menos agora ... – sorriu.


–Hun... se está tão confiante em sua invencibilidade, por que mandou Fukaku-san declarar morte aos meio youkais de Shiroyama e todos que estivessem envolvidos com eles? – Rui inquiriu de modo esperto, causando um franzir de cenho do amante.


Yuuto deu de ombros e terminou de adentrar o transporte, se acomodando lá dentro e esperando o monge se sentar a sua frente.


– Sou um mais um youkai do que qualquer outra coisa... – começou a falar em indiferença – é apenas normal que eu odeie híbridos...


–Hun... – Rui ergueu uma sobrancelha curiosa -... odeia, ou se sente ameaçado?


–Sua boca se tornou bastante atrevida desde que seu selo foi desfeito – o bruxo destilou em uma voz grave e ameaçadora.


–Não é como se você não gostasse de minha boca sendo atrevida – Rui sorriu.


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O pequeno hibrido observava com olhos atentos, tinha visto movimentações de soldados de Shiroyama mais a frente, porém, estranhamente não quis se aproximar... pelo fato de ter duas pequenas para cuidar, não achara apropriado revelar sua presença ali.


–Ru-chan... – a vozinha fina de Lovelie veio ao seu lado, mais pra baixo, enquanto puxava parte da calça do kimono do meio youkai — ... quando a gente vai poder ver a mamãe?


Ruki mirou a pequenina de modo amável, se abaixando e pegando-a no colo enquanto levava-a mais para dentro da caverna.


–Eu espero que logo, Lovu-chan – respondeu ao chamá-la pelo apelido que dera, já que não conseguia falar direito o nome completo da herdeira Ishihara -... eu espero que tudo isso acabe logo.


–Ru-chan também tem mamãe? – Lovelie continuou a perguntar em uma pronuncia difícil de se entender, mas que estranhamente já tinha sido aprendida pelo mensageiro.


–Tenho, ela está lá em Shiroyama, junto com o meu papai, esperando por mim – o menor assentiu – e quando tudo acabar eu te devolvo pra sua mamãe e eu volto pra minha.


–Hun... e depois Ru-chan vem visitar Lovu-chan de novo? – a pequenina questionou em expectativa, fazendo o meio youkai se derreter de modo constrangido... crianças humanas eram tão... adoráveis... não que tivesse visto muitas, já que os pais destas não deixavam elas se aproximarem de si.


–Sim, sim... – assentiu, ainda que não tivesse certeza daquilo.


–Lovu-chan gosta de Ru-chan – a pequenina sorriu ao abraçar o corpo do meio youkai e este não conseguiu não sorrir afavelmente antes de colocá-la do lado da irmã mais nova adormecida em uma acomodação improvisada. Pra quem nunca tinha feito aquilo antes, talvez estivesse se saindo bem...


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–Que merda é essa? – Tora perguntou ao mirar as criaturas assustadoras preencherem todo o espaço a sua frente e frente de todos os homens do exército da aliança, não dava sequer para enxergar quando aquele aglomerado acabava.


–Cortem a cabeça fora – Uruha falou, sendo o primeiro avançar contra um dos grupos, logo os demais guerreiros amenianos o seguiram.


Os olhos dos três generais pareceram se surpreender ao ver o líder loiro cortar tão facilmente o pescoço de mais de dez criaturas em apenas alguns segundos. Os ônix negros se alarmando ao mirar a figura se sujar de sangue de modo até mesmo frio...


–Isso... é assim então? – Tora perguntou em surpresa – nossa... ele é bem violento, pra aparência delicada e o discurso de bom moço...


–Sim... com certeza não condiz ... – Saga franziu o cenho.



–O que estão fazendo, vieram aqui pra olhar? – Aoi vociferou – ARQUEIROS – gritou e logo uma frente de samurais com arcos tomou se destacou, as flechas sendo acesas com fogo por outros – ATIREM – ordenou e uma chuva de setas em chamas se desenhou no céu, acertando alguns dos mortos vivos metros e metros mais a frente, estes parecendo não serem afetados pelo o fogo em seus corpos...


–Não dá certo... só cortando a cabeça fora mesmo como ele disse – Tora pontuou em um cenho fechado.


Yuu por sua vez ergueu novamente sua espada, seu cavalo negro levantando levemente com o movimento.


–Se vão ficar só olhando, ao menos não atrapalhem – rugiu em direção aos dois generais, abaixando uma máscara maciça e com um desenho estranho sobre seu rosto, fazendo par com sua armadura escura, galopando com velocidade em direção à formação desajeitada dos “chineses”, não era só porque aquelas coisas estavam mortas e ainda assim se moviam que amedrontariam o grande Aoi ou qualquer homem de seu exército, já que seus soldados trataram de segui-lo em gritos altos de encorajamento e corrida ofensiva.



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–Invasores... invasores... – a voz distorcida embaixo da figura coberta pelo capuz negro rugiu em nervosismo — ... por que Yuuto não manda ordens? Por quê? Devo matá-los? Devo... oh... tão bonito... – mudou o tom assim que a imagem do líder loiro aparecera dentro da água a qual olhava — ... se for para matá-los... talvez eu fique com você... vai fazer parte do meu reino de escuridão... tão bonito, você... Yuuto vai deixar, ele sempre deixa....


A atenção do homem de aparência idosa e completamente cadavérica por entre a entrada do capuz pareceu ter sido roubada por algo ao lado de uma das janelas, um inseto maior do que o comum, mas ainda assim não muito grande pousou na beirada de sua vasilha de mármore com água e lá depositou algum liquido negro que de algum modo pareceu ter algum significado para o líder chinês que liberou uma risada estranha e nervosa.


–Ah sim... está na hora... finalmente... — sorriu, voltando a mirar a mensagem que se desfazia, novamente o rosto sério e coberto de sangue do líder ameniano se desenhando na água — ... então seu nome é Uruha... bonito nome... você é tão bonito... pena que eu vou ter que te matar...



Notas finais
Então, eu cortei o cap no meio mesmo,pq quero fazer Vijukei passar dos 300 reviews....
Desculpe a maldade, mas essa fic merece pq ela ta enfrentando tanto obstaculo q é milagre q ela ainda esteja em produção.
Só pra vcs terem ideia, essa sexta eu exclui ( do computador forever) por acidente o a pasta que tinha o arquivo dela atualizado... sorte q eu tinha mandado pro meu e-mail do trabalho... sério mesmo, entrei em desespero, pessoal lá no twitter bem sabe! O.O
E falar nisso, dedicar a postagem dessa cap a
PsychopathUsagi que me encorajou pelo o tt e falou q vai fazer ai uma forcinha pra espantar um certo espirito maligno ( mais conhecido como Kai demônio) dos redores dessa fanfic, que parece que só ta trazendo azar, pq neh.... ¬¬
Lissa, ajuda ai também muié, que agora o problema também é seu! U.U Foi querer a fic! U.U Falar nisso vc ta sumida dos msn da vida...
A troncos e barrancos Vijukei vai continuando gente... não sabem o quanto estou doida par terminá-la.... só assim pra coisas de azar pararem de acontecer... O.O
Então, o proximo cap pode vir hoje mais tarde, amanhã, ou depois ou depois... vai depender do quanto vcs realmente querem saber o porque o nome do cap ser "O fim de um Mundo"... bem , provavelmente já vai ter gente querendo me matar nessa parte mesmo, mas lembre-se: se eu morrer quem finalizar a fic? O roteiro foi pro pau, ta apenas na minha cabeça agora, já que só tinha enviado esse arquivo e outro de outra fic pro e-mail...
Bem, queria agradecer a Paola13 que deixou uma recomendação nessa fic, pra ficar mais lindo junto com as 10 recomendações anteriores... 11 recomendações gente... que lindo, sério mesmo... uma fanfic amaldiçoada pelo Kai demônio sendo tão amada assim... acho q é por isso que ela continua, pq o Kai ta forte gente, sério mesmo! Essa do arquivo excluido foi quase o fim!
E bem, era só isso, reviews?
A partir de agora não precisa ler se não quiser, é só uma declaração que prometi:
Azumi-chan ( não posso falar o nome verdadeiro dela aqui) minha anjinha, vc sabe que eu te amo muitão, muitão, muitão. Sabe que eu entendo q vc também está ocupadinha com a facul e tals... eu eu sinto muito por ter parado a TTB, mas eu te love you minha anja, por isso não fique chateada sim? EU te amo muito, muito, muito, muito, muito, muitão.
Beijo, Koi!
Azumi-chan:Será que tem mais um espacinho pra mim aqui?-qqq kkkkk
Né deixar um recadinho aos leitores primeiramente..vamos deixar reviews?O próximo cap promete né!*-*
Agora respondendo minha flor,Sobre "TTB" já expliquei aos leitores no cap anterior de Vijukei,então queria te falar que eu também te amo muuuuito minha flor,rainha dos estluplos -qqq.kkkkkkkkkkk
Né,melhor escritora que você não existe,claro o Nyah tem fic's maravilhosas mas eu te admiro de forma inexplicavél,agradeço todos os dias por ter te conhecido!Ah obrigada por não ter falado meu nome,é segredo mesmo,aqui no Nyah é apenas Azumi-chan -qqqq.Agradeço aos leitores que gostam muito de mim,obrigada anjos!^^ Saibam que gosto muito de vocês também.
Agora mais uma vez,obrigada minha linda por essa declaração tão linda no fim do cap de Vijukei -q.Eu também te amo muito,de montãooo faltam até palavras pra explicar!♥
Beijos,Koi ♥3