Vida Química
1 { Prólogo }
Notas iniciais
Uma garota, baixa e fofa, nascida em 2019, no Japão, nasceu com poderes estranhos ainda não descobertos, seu olhos eram Verde-água escuro, uma cor nunca vista em olhos. Mas seu olho esquerdo, não tinha púpilas, era totalmente da cor de seu olho. Os cilhos de tom mais escuro e púpilas de tom mais claro, dominado pela cor. Seu cabelo era curto e ruivo, com uma mexa azul escura naturalmente.
Com 1 mês de nascimento, já havia cabelo o suficiente para revelar sua mexa, ainda sem nenhum nome, tinha o maior cuidado da mãe, mas seu pai sempre dizia:
- Por que tanto cuidado! Hoje em dia existe andador, torneira de leite e vídeos para ensiná-la a falar! Para que esse cuidado todo, Elizabeth?
- Ora, isso não é jeito de tratar a filha! Com os filhos, precisamos dar amor, bondade e carinho. Não usar a tecnologia substituindo os pais! — Respondeu a mãe, um pouco decepcionada.
Isto deixou Alfred, o pai, muito irritado. Ele se estressava facilmente com as coisas.
- DEIXA DE SER IDIOTA! Afinal, pra quer gastar tempo paparicando a filha se existe coisas muito mais práticas?
- Pois o amor que damos é único! Máquinas não dão amor! — Respondeu, também irritada
Até, com sua loucura, além de ficar irritado, pensou além. Como estavam no laborátório, ele pegou sua faca e a matou. Mas segurou sua filha, um pouco suja de sangue. Depois daquele dia, sua vida nunca mais foi a mesma.
Educada por máquinas citadas anteriormente, a vida da menina foi completamente destruída. Toda vez que via seu pai no laboratório, ele o chamava de "teste", porque ele a usava como teste de poções, praticamente cobaia. Ele a prendia em uma cama de aço, a enjetava, obrigava ela a beber algo ou até mesmo acontecer de Alfred enlouquecer e a corta-la toda. Ainda recebeu uma cirurgia na cabeça para colocar um rastreador, caso fuja.
Sua casa era velha e escura. Era grande como uma mansão. E o laboatório ficava no porão.
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