Vida Química
2 { Rotina }
Notas iniciais
A rotina pesada daquela garota virava normal por um tempo. Estava tão acustumada com aquela realidade que não era tão relevante, porém muito dolorida. Para mais um dia normal, a menina, ainda cansada, lavanto de sua cama, cheia de panos velhos em cima. Suas roupas eram completamente descombinadas. Desde de que sua mãe morreu, seu pai não comprou roupas. Estavam todas velhas, rasgadas e só a habilidade da filha conseguia tranformá-las vestíveis.
Esta usando uma camiseta listrada, com alguns pedaços de pano completando os buracos. A manga do lado esquerdo tinha a estampa de quadrados branco e sépia, custurada da camisa social de seu pai. Enquanto o outro lado, havia cortes por todo o seu braço a amostra. Isso aconteceu no dia em que seu pai enlouqueceu e fez ela desmaiar e quando ela acordou ele disse que tinha custurado linha vermelha nela, além de seu tapa-olho.
Com uma face triste, como sempre, pegou seus biscoitos na cozinha suja e engordurada. Logo, o alarme de seu rastreador apitou, o que quer dizer que ela precisa ir ao laboratório. Se não as consequências seriam piores.
Ao chegar no porão, Alfred estava esperando ela, com sua siringa de líquido roxo. As máquinas a seguraram forte bem em seus machucados e ficou presa na cama de aço.
– Pai! Por favor, não faça isso! Estou machucada! Não, por favor! — Disse ela, desesperada
– Haha, teste. É só uma siringa. Bem, é pra de preferência você ter uma paralização no coração, por isso é muito arriscado. — Disse ele, animado.
– QUE? — Gritou ela.
Quando a siringa foi se aproximando, as risadas de Alfred foram aumentando, foi então que parou de se aproximar.
– Espera! Vou tirar seu tapa-olho, quero te ver morrer horrorosamente, se é que isso existe. — Disse ele, que fez ela ter a empressão de que seu pai não a amava mesmo.
Isso fez a garota entrar em pânico. Até que ele enjetou finalmente. Por 5 segundos achou que seria mais um erro de seu pai. Até que seu olho esquerdo, sua mexa e seus machucados começaram a brilhar forte. De repente, apareceu uma proteção roxa em volta de seu corpo, mas logo desapareceu.
– Não sinto mais nada, a dor em meu coração passou. — Disse a menina
– DROGA! FORA! SAIA DAQUI!
A garota saiu, bem calma. E, sem muito o que fazer, foi ao seu quarto e se sentou na mesa e escreveu frases e frases sobre a vida. A vida destruída.
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