Notas iniciais
Olár pessoas! Tudo how are you, com vossas personas? Espero encarecidamente que sim! Meus chuchus ♥ Capítulo dedicado a Anna Elly, como eu prometi no comentário, por ter demorado ERAS pra responder, sorry meu amor ♥ E também por ter feito essa capa divosa que prevalece nessa história melodramática awufauwfuaw Sim meus amados, eu 'sabo' que demorei mais de meses para dar continuidade a história dos piratas, mas eu estava me puxando na escola para que eu pudesse dar uma "upada de ano" audhauwfha e deu certo! Agora estou de fériaxxxxx e tem mais de Phil Ruffalo Provavelmente o próximo capítulo só vai sair no meu aniversário, que é dia 12 de fevereiro, eu sei que vai demorar, mas CALMA CORAÇÃO, nesse meio termo eu vou tentar postar uns Spin-Off (s plural aidawfi) dos personagens, e no caso isso não fará parte da história, mas vai ser para vocês conhecerem coisas que vocês não sabem... (não sei se vai ser possível eu postar de todos, provavelmente não, mas dai vamos ter outros momentos para isso) Os títulos serão assim: OFF fulano - nome do personagem - Nas notas finais vocês vão saber quem vai ser o/a primeiro/a a ter seu Spin-Off Boa Leitura e até as notas ♥

— Você só pode estar brincando com a minha cara seu bostinha! — esbracejava e gritava Robert, irmão de James — Está sujando nosso nome, o sobrenome dos Harper, por uma brincadeirinha que te dá um pouco de excitação?! Poupe-me irmão!

— Eu não vou discutir isso com você Rob — respondeu James, passando por minhas costas e parando ao lado de Ali e Hello — Fale o que você quer e de o fora daqui. E quando você chegar a sua casa mande um beijo para mamãe!

— Não brinque com minha tolerância garoto, você não é mais uma criança para fazer isso!

— Argh! Não querendo me intrometer, mas já me intrometendo em tudo... — eu dei inicio em uma parábola sem sentido algum — O que você, protegido dos Harper dois, já que o primeiro é o Jamesinho aqui, quer com minha deliciosa carne? Tenho certeza que não fez essa bagunça toda para me dizer que não joguei umas poucas moedas para aqueles analfabetos que cuidam do porto. Então devo perguntar novamente, o que você quer comigo?

— Prendam-lhe — ele disse apontando seu dedo de protegido na minha cara, confesso que me espantei com toda aquela estupidez — Ele é Phil Ruffalo, procurado por trinta e nove crimes de pirataria no mar!

Só trinta e nove, eu pensei para mim mesmo. Podia jurar que fosse no mínimo cinquenta. Foram palavras pesadas de se ouvir, corri para de trás de Hello, que já estava com sua espada pronta para o combate. Sim, sou medroso. Ali logo puxou seu florete e até Katherine, que de nada se envolvia, pegou sua cimitarra e apontou para a banda dos guardas reais. Eu sabia que a briga só ia começar quando eu, o capitão do Viúva, erguesse a minha arma, mas confesso que estava tremendo de medo e estava com muita preguiça para tirar minha espada da proteção de couro de chita, que ela tinha. Eu não sabia se seriam apenas esses guardas, imagina se do lado de fora tivesse mais cem ou talvez duzentos homens com espadas e carabinas, armados até os dentes, mas esse era apenas um, de vários riscos que Phil Ruffalo deveria correr.

Meio que escondido nas costas de Hello, taquei vagarosamente, uma de minhas pistolas, puxando-a do coldre, as balas já estavam dentro, era só mirar e atirar. Olhei para o lado esquerdo e vi Keith e Nico, aqueles garotos que me esperavam na mesa, os dois estavam me olhando e soltando sorrisos, estavam prontos para a batalha e também vi que tinham adorado minha ideia pirata de atirar pelas costas, sem ninguém ver. Que coisa mais feia de se fazer, mas era preciso.

Não conseguia enxergar muita coisa, na verdade enxergava apenas um pouco do torso dos guardas, mirei no que mais me parecia o irmão de James. Atirei. Um estrondo foi ouvido. Um corpo ao chão. Era o de Robert. Finalmente fiz alguma coisa decente.

— Acabem com esses piratas de merda! — Rob gritava e agonizava no chão. O tiro não foi nem um pouco certeiro, pegou de raspão no ombro direito, apenas o impossibilitou de duelar, bom, pelo menos com o braço afetado — Matem todos! Exceto Phil Ruffalo e James Harper! Desses dois apenas eu posso cuidar!

Os guardas logo obedeceram ao protegido real, não deu muito tempo e todos, sendo pirata ou não já estavam um contra o outro. Aquela cena enxia meus olhos castanhos de lágrimas, de tão bela imagem que tudo aquilo era. Eu adorava batalhas, principalmente quando o sangue que espirrava no meu rosto fosse o do guerreiro inimigo.

Girei pela esquerda, passando por Ali que estava cortando o braço direito de um homem. Cheguei ao lado de Keith e Nico, e dei uma leve cutucada nos dois.

— Se me mostrarem que sabem lidar com guardas reais, e que são habilidosos em combate, eu concordarei em levar os dois comigo. — eu disse, prestando muita atenção no duelo em minha frente, não podia perder nem um mínimo detalhe — O que me dizem garotos?!

Os dois balançaram a cabeça positivamente e correram para o lado dos piratas. Observei os dois, e vi que pelo menos a habilidade eles já tinham, só bastava agora, eles saberem obedecer minhas ordens.

Cinco guardas cercaram James, ele realmente estava sem escapatória alguma. Dei um assobio alto, eu estava em cima de uma das mesas redondas que o estabelecimento de Katherine tinha. Jasper me olhou e eu balancei minha cabeça em direção ao James, ele assentiu e correu para lá. Corri para a direção de Joe, e fiquei ao lado do garoto, que estava se saindo muito bem no combate corpo-a-corpo.

— Peste... — dei inicio ao meu falar — Eu conheço esse bar, como eu conheço minha barba. Ao fundo da mesa de apostas, há um corredor que leva até uma porta de saída. Corra até lá. Isso é uma ordem!

— Eu não posso deixa-los aqui, Capitão. Desculpa, mas eu não vou, pelo menos não dessa vez.

— Eu não estou te pedindo, meu querido Joe. Eu estou te mandando! — eu respondi, tocando-lhe no ombro esquerdo — Vá e encontre sua família, eu não sei quantos mais desses guardas existem do lado de fora dessa birosca, pode ser que ninguém saia vivo daqui. Estou dando-lhe uma chance de sobreviver. Vá e encontre tua irmã. Mate a saudades e daqui uma semana me encontre na loja do Chris Baelish, no reino gelado da Dinamarca.

— Mas Capitão e se ninguém sair vivo daqui?! Você também não sairia vivo, não é mesmo?

— Apenas faça o que eu mandei garoto! Vá... Agora!

O garoto apertou meu braço direito e agradeceu. Ele correu tão rápido que mais parecia uma flecha flamejante em direção à saída.

Logo que ele saiu, consegui dar conta de um dos guardas. Avistei Jasper, na garupa de um dos guardas, quebrando o pescoço dele, que estava cercando James. Ele conseguiu entrar no meio dos homens. Agora estavam os dois J’s, um ajudando ao outro.

O dia estava péssimo para aquele maldito protegido. A maioria dos homens, que não foram mortos, acabaram fugindo. Eu pude contar pelo menos três marujos meus abatidos. Mas eles morreram com glória, morreram protegendo o que amavam, morreram protegendo o que resta do Viúva, em compensação aos guardas que morreram a mando de um bosta, que por triste ironia não morreu com minha bala.

Os J’s estavam se dando muito bem, conseguiram render os outros quatro guardas, que acabaram por serem liberados, sem nenhuma arma, sem nenhuma roupa, totalmente humilhados.

— Você não precisa fazer isso, minha cara... — eu disse colocando a mão na base da espada de Hello, que estava arranjando forças para decepar um deles — Você é melhor que ele, deixe-o ir, você não precisa provar nada para ninguém, sabemos do seu potencial.

Rios de lágrimas escorreram por seus olhos, eu sabia o que ela estava sentindo naquele momento: dor, angustia, raiva, ódio, sofrimento e muita, mas muita, saudade... Ela assentiu, colocou o braço no meu ombro e começou a chorar, deixando sua espada cair de sua mão.

— Eu sou uma mulher muito fria, Phil... — ela disse colocando as duas mãos por trás de meu pescoço — Um deles me implorou misericórdia, dizendo que tinha uma filha de cinco anos em casa, para alimentar. Porém eu não lhe dei ouvidos, e o atravessei com minha espada e o pior de tudo é que eu não senti remorso por ter feito isso. Eu sou um mostro Capitão.

— Você não é um monstro minha querida, você não chega nem perto disso, você é uma pessoa que sofreu muito na vida, você tem que saber que você, com toda a certeza, é muito melhor que ele. — eu disse, levantando seu queixo para a mesma altura do meu — Olhe para você, você é linda, ele era só um de muitos que ainda tentarão te matar, era você ou ele. Você fez o certo meu amor... — terminei passando a mão em seu longo cabelo castanho, que estava molhado de suor e sangue.

E ficamos ali, por um tempo, abraçados. Eu tentava consolar ela, e ela tentava parar de chorar sobre meus ombros.

— Não é por que os dois namorados ganharam essa batalha, que irão ganhar a guerra! — gritou Robert se arrastando até o balcão para conseguir ficar em pé — Vocês vão perceber, quando suas vidas se transformarem em um inferno, como foi ruim ter ido contra o grande Robert Harper, primeiro príncipe da Noruega...

— Cala sua boca seu bosta! — gritou James, colocando a mão na sua pistola e dando um tiro na perna esquerda de seu irmão — Você não pense que é mais que qualquer um aqui, só por ser um príncipe. Eu também sou! E mesmo pirata, eu ainda sou muito melhor que você, seu imbecil.

Jasper, o troglodita “Filho da Puta”, como era o homem mais mostro que tínhamos naquele momento, foi até o protegido, o pegou pelo braço machucado e o ergueu do chão. Seu grito de extrema dor chegava a dar agonia em todos num raio de dois quarteirões. Ele o levou arrastado até a porta da taverna, abriu a mesma e jogou-o no poço de lama que tinha ao lado do terreno, onde os porcos comiam o resto da lavagem que sobrava do estabelecimento de Katherine. O protegido se debatia, além de dor ele podia pegar uma grande infecção e Jasper sabia muito bem disso, por isso o jogou naquele monte de lixo.

O ‘ogro’ o puxou daquele lamaçal e o pegou pelo cangote. Parou o primeiro homem que vinha com uma carroça puxada por bois.

— Esse homem é Robert Harper senhor, e ele é o maldito príncipe desse seu país medíocre. — Jasper começou a falar, apontando sua escopeta de cano serrado, para o pobre camponês, dono da carroça, que nada tinha haver com aquilo — Sua função agora é leva-lo de volta ao palácio e dizer pessoalmente para a Dona Marieta Viscondes Harper, que esse protegido desgraçado, foi pego pelo Capitão Phil Ruffalo e seus marujos, entendeu bem ou quer que eu desenhe?

O pobre camponês fez que sim com a cabeça, e abriu um pouco de espaço no meio do pasto que ele carregava.

— Você não vai me fazer passar mais vergonha, vai seu imundo? Fazendo esse verme insolente me levar até o palácio, vai?

— Cala a merda dessa boca, você não tem direito a nada, seu protegido dos diabos! — Jasper respondeu, dando uma cusparada na cara do protegido — E você não fale assim com esse pobre senhor, não é porque eu apontei minha escopeta pra ele, que ele não merece respeito!

— Eu falo como eu quiser com esse velho maldito...

Jasper deu um soco no meio da cara de Robert, fazendo-o desmaiar. Quando ele caiu no chão, deu mais alguns chutes em seu estomago e depois o jogou em cima da carroça.

— Agora vá meu caro amigo! — ele disse jogando um saco de moedas de ouros para o pobre camponês, que ficou muito feliz com a generosidade do marujo.

Notas finais
GOXTARUM? EBBBBBBBAAAAA :D Então, como a nossa amada Hello (escrita pela deusa Adele skopskopskops) teve bastante destaque nesse capítulo, por causa do estado emocional dela, o primeiro Spin-Off será dela e eu digo que é bom vocês terem corações fortes, pois essa ai é guerreira ♥ Até a próxima meus amorecos, papai ama vocês ♥ :*