Notas iniciais
Sejam Bem-Vindos no primeiro SPIN-OFF da trilogia Viúva Negra! (opa, disse trilogia?! ahahah ♥) Como falei semana passada esse capítulo falará sobre a Helloiza, nossa amada pirata Hello, você vai saber um pouquinho da vida dela, na verdade é bastante, mas né :) Espero que gostem, viram como eu fui rápido?! OLOCO MEU Boa Leitura ♥

DIA VINTE E UM

INGLATERRA, SÉCULO XVIII

— É uma menina, minha querida... — disse Bones Beckman, colocando o pequeno ser no colo de sua mãe — Como vamos chama-la?

— Ela é linda, Bon! — exclamou Rebbeca Beckman, esposa de Bones, que estava chorando de alegria, ao ver sua filha pela primeira vez — Ela tem uma carinha de Helloiza, não concorda?

— Helloiza é um ótimo nome! — concordou o homem — Nossa pequena criança se chamará Helloiza Beckman, e de acordo com os costumes, herdará tudo que nos pertencer, assim como nós fizemos antes dela.

Marido e mulher ficaram ali, analisando a beleza de sua mais nova herdeira, Helloiza, mas já muito chamada de Hello, por seus pais e seus empregados. A pequena nascerá numa família nobre da Alta Inglaterra. Logo, ainda pequena, já foi ganhando muitos mimos. Sua mãe não dava de mamar a ela, como de costume da sociedade alta. Uma amamentadora era paga para isso, e fazia com muito gosto e amor. Ela pegara grande afeto pela pequena e a pequena retribuía isso com muito amor.

Judith, também chamada de “negra” pela família Beckman, era quem amamentava o bebe, ficava ali junto de Hello em seu quarto, dormia ali juntinho dela. Quando ela chorava de noite, com fome ou cólica, quem estava ali junto dela era Judith, que foi mais sua mãe do que a própria. Amamentava, limpava, trocava e vestia a menina. Sua mãe só dava o carinho que ela precisa, mas Judith também fazia isso, mas é claro sem a patroa branca perceber.

Hello crescia ali mesmo, no meio dos empregados, já que Judith, além de cuidar da pequena, era obrigada a fazer todas as refeições da casa. Hello aprendeu a cozinhar muito bem com sua mãezinha, como ela chamava a empregada que cuidava dela.

Quando foram completados seus sete anos de idade, seus pais prometeram dar-lhe um bichinho de estimação a ela. Ela, com toda a certeza, escolheu um cachorro, pois odiava todos os tipos de felinos. Ela até fazia pequenas arapucas, no quintal da sua grande casa para pegar e matar os bichanos, ela adorava ver o sangue dos mesmos escorrer pelo gigante gramado verde.

Com a chegada da cadelinha Lucy, a garotinha foi esquecendo-se da sua mãezinha negra, e a mesma acabou por ser demitida, já que se tornou uma inútil depois de tanto amamentar, limpar, vestir e amar a pequena garota. Hello se quer pedia ou sentia falta de Judith, já que começou a conviver mais com seus pais, que eram muito frios, ela acabou congelando uma boa parte de seu coração.

Ela tinha aulas de etiquetas de segunda a segunda, e estudava em casa com tutores particulares que eram caríssimos.

Já com seus quatorze anos, Hello soube o que era “amar”. Um de seus tutores, o de astronomia, levava consigo seu filho, um garoto de dezenove anos, loiro e com o rosto cheio de sardas que também queria ser tutor de astronomia, talvez fosse isso quem deixou Hello apaixonada pelo garoto.

Em uma das aulas, seu tutor não pode vir, mas mandou seu filho ir e passar um teste surpresa para a garota. Ele fez.

— Olá senhor e senhora Beckman! — o garoto começou sem nenhum pingo de vergonha, já que passava horas de seu tempo pelos corredores da casa — Meu pai não pode vir, por problemas de saúde, mas pediu para eu vir e passar um teste para Helloiza será que eu poderia?

— Claro “Roger”! Você deve! Essa menina anda se safando de mais, parece que os tutores tem medo de lhe dar uma prova. — Bones respondeu o garoto, dando-lhe tapinhas em sua costa — Pode se dirigir até a sala de estudos, Hello estará lhe esperando. Burnes, por favor, acompanhe o jovem até a sala de estudos! — ordenou Bones para um de seus empregados, um homem mais velho e pálido, parecia que estava morto.

Hello observava tudo o que acontecia no hall de entrada, e começou a ficar nervosa ao ver Burnes se aproximando com o garoto por quem ela se apaixonou, mas se quer sabe seu nome.

— Sente-se senhor. — disse o velho Burnes com sua voz bastante rouca pelo tempo — A menina Helloiza está pronta para o seu teste! — ele disse se retirando da sala e fechando a porta.

— Olá senhorita Helloiza, meu nome é “Roger”, eu sou filho do seu tutor de astronomia. Provavelmente você já deve ter me visto, acompanho todas as suas aulas, pois eu também quero seguir essa careira. — ele começou a falar calmamente, um garoto bastante educado e focado no que queria — Meu pai lhe reservou um teste, eu mesmo o corrigirei. Você tem vinte minutos, começando agora!

Hello não sabia nem por onde começar, ela estava toda boba com o filho do professor e agora que sabia seu nome, estava mais apaixonada ainda.

Ela não conseguia se concentrar na prova, estava navegando no imenso azul dos olhos do garoto a bordo de um navio pirata, o que ela sempre quis conhecer. O tempo foi passando e ela cada vez se atrasando mais.

— Seu tempo acabou e você perdeu muito tempo prestando atenção em outras coisas, me de seu teste, deixe-me ver! — ele tentou ser o menos grosso possível

— Aqui está! — ela respondeu com vergonha, ao perceber que muita coisa não estava feita e o que estava feito estava tudo errado.

— Isso aqui está muito errado! Você trocou quase todas as respostas... — ele começou — Azul?! Lindo?! O que é isso?! Desculpe-me Helloiza, mas eu terei que reprova-la!

— O quê? Eu sei que eu não fui bem no teste, mas se você me reprovar eu vou ficar de castigo. — ela disse quase chorando — Por favor, me de mais uma chance! Só mais uma.

O garoto observava o rosto triste da menina, se aproximou e secou suas lágrimas.

— Tudo bem pequena Hello, eu deixo você fazer o teste de novo — ele respondeu dando-lhe um lindo sorriso, fazendo a garota corar de vergonha — Só não chore, está bem?

— Obrigada! Obrigada! — ela gritava e enxia as bochechas sardentas do garoto com seus beijos — Você é um amor “Roger”!

Hello teve a chance de refazer o teste, dessa vez manteve o foco. O pequeno tutor sabia no que ela realmente tinha errado, ele entendeu o “azul” e o “lindo” de que ela se referia, mas ele sabia que não poderia acontecer nada entre eles.

— Aqui está! — ela disse ao garoto, lhe estendendo a mão com sua prova.

— Deixe-me ver... — ele respondeu — Nossa! Isso aqui está muito bom! Eu sabia que era só você se concentrar pequena! Parabéns! A aula por hoje está encerrada, daqui uns dias eu volto para uma aula prática senhorita.

Ele se levantou e foi em direção à porta. Burnes já estava do lado de fora, esperando o pequeno tutor. O velho, que parecia estar morto, o acompanhou até os pais de Helloiza.

— Senhor, sua filha foi ótima no teste! Não precisei sequer usar a tinta vermelha! — ele disse, entregando o teste ao senhor Beckman — Uma pequenina astrônoma!

— Perfeito! Helloiza se mostra muito bem em tudo que faz, ela é uma Beckman nata! — seu pai respondeu — Semana que vem você volta meu rapaz?

O garoto assentiu e fez um cumprimento aos Beckman. Hello o observava indo embora com sua carruagem, pela janela de seu quarto. Ela estava ansiosa para a próxima aula com seu “príncipe encantado”.

Ela não conseguia prestar mais atenção nas outras aulas, e os tutores já começaram a reclamar. Ela só queria que o dia da aula de astronomia chegasse, e o motivo era bem óbvio. E então esse dia finalmente chegou, e ela já poderia ficar mais calma. Tudo ocorreu perfeitamente bem, e a aula foi ótima.

— Sabe... — ela começou ingênua — Semana que vem é meu aniversário, nós poderíamos fazer uma coisa diferente não é mesmo?

— Helloiza? — ele respondeu espantado — O que diabos você quer dizer com isso?

— Érr... Calma não é bem isso que você está pensando... — ela estava procurando uma resposta certa, seu rosto pingava vermelho de tanto que ela corava — Nós podíamos, por exemplo, estudar as estrelas durante a noite, que tal? Eu amo estrelas e astronomia.

— É uma boa ideia! Mas preciso ver isso com seu pai, é dia vinte e dois não é? — ele perguntou e viu-a balançar a cabeça positivamente.

O garoto saiu da sala de estudo, já não precisava ser acompanhado pelo mordomo morto da casa e foi até o hall onde o senhor e senhora Beckman ficavam tomando seu chá.

— Senhor... — ele chamou a atenção de Bones — Sua filha me fez um pedido, um tanto que inusitado, eu diria. Como eu sei que ela não gosta muito de estudar, eu me espantei com ele. Ela pediu se poderíamos estudar as estrelas no dia de seu aniversário, já que elas são suas melhores amigas. É uma boa ideia, e eu como tutor de astronomia, adoraria mostrar constelações recém-descobertas para a pequena, o senhor permite?

— Não vejo problema algum nisso meu caro! Já que ela não gosta de comemorar o aniversário é bom que ela estude um pouco! — ele respondeu — Não é mesmo esposa?

— Claro! Hello precisa fazer o que gosta mesmo! Astronomia é um ótimo refugio pra ela...

— Só não leve ela para a constelação de Vênus! — disse o velho Bones, dando tapinhas em seu ombro e dando algumas gralhadas de risos — Você me entendeu, não é? — engrossou sua voz e fez uma cara feia para o garoto, que ficou um pouco envergonhado.

— Sim... — ele respondeu corado.

Hello não parava de contar os segundos, ela estava ansiosa para a chegada do dia vinte e um, parecia uma criança que sabia que iria ganhar algum presente ou chamego.

Enfim ele chegou o tão esperado dia vinte e um.

Os dois foram até um morro coberto de gramíneas e flores vermelhas, “Roger” adorava aquele morro, de lá dava para ver as constelações mais bonitas, principalmente à de Vênus. Ele contava para ela sobre o que acontecia quando as estrelas ‘morriam’, e ela estava pouco interessada nisso.

— Posso te perguntar uma coisa? — disse ela, olhando profundamente nos olhos do garoto.

— Claro Hello! — ele respondeu; os dois já tinha passado muito tempo juntos, então ele passara a chamar ela só pelo seu apelido, deixando a formalidade de lado.

— Você faria amor comigo? — ela pediu toda confiante, estava um pouco vermelha, mas era normal nessas horas, pelo menos ela achava isso — Só pra eu saber como é a sensação do verdadeiro prazer.

— Mas Hello... — ele falou acariciando seus cabelos — Eu sou seu tutor e você minha aluna, não é certo.

— Você pelo menos sente alguma coisa por mim, assim como eu sinto por você? — ela perguntou levando a mão aos seus olhos

— Desde o primeiro dia em que te vi eu sinto algo, meu pai diz que é amor, mas somos tão jovens — ele respondeu envergonhado — Mas não sei se é o certo a se fazer Hello, seu pai não iria gostar, ele ia me matar, eu e você sabemos disso.

— Ele nem precisa saber... — ela disse selando um beijo na boca dele.

“Roger” rolou por cima dela e flexionou o corpo da mesma sobre a relva. Seus lábios colados um no outro pareciam uma peça linda de dança.

E aquilo que Hello queria se concretizou aos quinze anos, com o homem que ela achava que amava, e vice versa. Os dois ficaram ali, se amando em cima da relva crescente.

TRÊS MESES DEPOIS

“Roger” e Hello se encontravam para as ‘aulas’ de astronomia que ela deveria ter, mas isso não acontecia desde aquele dia vinte e um.

— Meu pai pegou uma virose, consegui tempo para vim até aqui te ver, porém tenho que ser rápido. — ele disse dando alguns beijos na boca de sua amada — E você como está?

— Acho que peguei a mesma virose. — ela respondeu — Nada que eu como fica no meu estômago, eu vomito tudo, estou com umas pontadas na cabeça que quase me matam. E agora eu não estou bem, acho que vou...

Hello virou para o lado e vomitou, vomitou bastante por sinal.

— Coloca tudo para fora Hello, estou aqui... — ele disse, dando alguns tapinhas na costa dela — Você já falou com a sua mãe sobre isso?

— Não, ainda não. — ela respondeu — Assim que você ir embora eu vou falar. Se você conseguir ir agora me ajudaria, estou cansada, preciso dormir...

— É claro, estou indo. — ele deu um abraço nela e saiu.

Caminhou até o hall e logo se dirigiu aos pais de Hello.

— Sua filha não está bem, creio que é a virose que está pegando todo mundo de surpresa. — ele falou para eles — Sendo assim a aula terminou mais cedo, espero que entendam.

— Claro rapaz, pode ir agora... — respondeu Bones, de um jeito diferente, parecia que ele estava desconfiando de alguma coisa.

Durante a noite Helloiza ficou deitada na sua cama, não conseguiu comer nada durante o dia todo, ficou só pensando no “Roger” e em como contar para sua mãe, ela acreditava que não era uma virose, podia ser algo muito pior.

— Bom dia filha, vamos acordar?! — disse Rebecca, sua mãe, puxando as grandes cortinas do quarto da garota, fazendo a luz do sol invadir o enorme espaço — Você está se sentindo melhor querida? — ela completou, já nem parecia mais que essa mulher deixava a garota de lado quando ela era menor.

— Mãe, eu acho que isso não é uma virose, me escute com atenção e não me faça perguntas, tudo bem? — ela disse e só continuou quando viu sua mãe balançar a cabeça positivamente, com uma cara de preocupada, muito preocupada — Escuta, eu acho que estou grávida, tudo indica que sim, vômitos, dor de cabeça e minhas pernas e barriga estão inchando, eu acho que a senhora é a única que pode me ajudar, não é?!

— Foi aquele rapaz, não foi?! Seu novo tutor de astronomia?! Seu pai avisou para ele que a constelação de Vênus estava proibida, ele tirou sua pureza Helloiza Beckman? — sua mãe respondeu com fogo nos olhos e a pele vermelha de raiva — Você vai tirar essa coisa ou seu pai vai ficar sabendo disso, você escolhe.

— Você não pode fazer isso comigo, nem com “Roger” muito menos com essa “coisa” como você disse, a vida é minha! — ela disse chorando desesperadamente — Pode falar para o papai, talvez ele me entenda, eu só não vou matar meu filho.

— Você fez a escolha errada Helloiza.

[...]

— Eu quero que você mate ele e sua família. Não me interessa se tem que matar crianças ou mulheres, só faça! — Bones dizia para um homem encapuzado, parecia um assassino de aluguel — Tome. Agora faça direito, ai estão dez mil moedas de ouro, acabe com eles!

— Sim senhor! — o homem misterioso respondeu.

O manto negro deslizava pelo ar em uma corrida rápida. A casa dos “Javinitti” ficava próxima de uma floresta. Ela era simples, de madeira bruta e pedra, o suficiente para “Roger” e seu pai.

Ele chegou chutando a porta e colocando ela no chão. Com um machado prateado ele começou a quebrar os móveis, fazendo barulho para que os moradores viessem logo ao seu alcance.

“Roger” apareceu com uma espada, lançou alguns golpes sobre o encapuzado, rasgando o manto e dando-lhe um talho no braço direito. Seu pai estava com medo que acontecesse alguma coisa com seu filho e se meteu no meio.

— Para filho! — ele disse se colocando na frente do encapuzado — Ele deve querer dinheiro, só isso, deixe-o...

Uma rajada de sangue voou diretamente no rosto do garoto, seu pai estava ali com a cabeça rachada no meio e o encapuzado estava puxando o machado de volta na sua mão.

— Seu desgraçado eu vou te matar! — berrou “Roger”

Pegou a espada e deferiu mais um golpe, arrancando de vez uma mão do homem, que deixou o machado cair, porém, com a outra mão ele pegou um pedaço de madeira e com isso deu cinco pauladas na cabeça do garoto, deixando-o imóvel.

[...]

— Não da para acreditar que ela conseguiu passar oito meses com essa coisa dentro da barriga, como nossa filha é tola Bones... — Rebecca dizia com um tom de raiva na voz — Você já a deserdou vai fazer o que com essa criança?

— Não se preocupe, assim que ela terminar de dar a primeira amamentada essa criança vai para o colo de qualquer família pobre do povoado ou vai acabar morta como seu pai e seu avô, não quero nem olhar para a cara desse feto — o homem respondeu com frieza — Eu só espero mesmo é que essa criança morra.

— Senhor e senhora, a criança já parou de mamar, podem entrar! — uma velha negra respondeu — Elas estão na cama principal.

Bones se aproximou da cama e com força retirou a criança dos braços de sua filha que já estava chorando. Hello chorava desesperadamente, ela não queria se afastar de SUA FILHA, ela queria viver com ela, rios de lágrimas escorriam pelos olhos da pequena garota vendo seu pai, um ogro em forma de gente, juntamente com sua mãe, com aquela cara de desprezo, levando uma menina recém-nascida no colo, pronto para entregar para qualquer um que quisesse, ela nunca o perdoaria. Nunca.

Depois daquele dia ela nunca mais viu sua filha, nem se quer soube para onde ela fora. Perdeu namorado, herança, família, casa e seu bem mais precioso que era sua criança. Começou a viver sozinha, por tavernas e portos. Começou a ser fria e não ter medo de nada, foi assim que se tornou Capitã do Boruiscas, um antigo navio muito famoso, foi construído quase junto do Viúva. Nesses oito meses que ela fora Capitão do navio eles eram conhecido como os maiores bandidos dos sete mares, não tinham medo de nada, mas também faziam tudo na base da hora, nunca pensavam em um ataque, eles eram 08 ou 80.

Mas, em certo dia quando eles menos esperaram, um famoso Kraken conseguiu afundar o Boruiscas, levando com ele todos os marujos, com exceção de Hello que foi salva por uma Mermaid e deixada no porto da Noruega, vivendo ali nas tavernas mais frequentadas. Até que depois de três anos um pirata muito famoso atracou no porto e levou ela junto com a tripulação, bem, vocês sabem de que eu estou falando.

Notas finais
O/ Gostaram? Espero que sim! E.E Deixem aquele comentário lindo que eu vou responder ♥ ou seja um fantasminha bonitinho e continue lendo, mas sabe que eu amo coment, ok?! HAHAHA Até o próximo seus delicias YYAAAAARG MIL GARRAFAS DE RUM ♥