Notas iniciais
o final esta chagando gente

O dia chegou, mas eu não estava nem um pouco a fim de ir para essa viagem. Mas como eu prometi. Fomos até as montanhas, toda a turminha reunida. Eu, Eliot, Kate, Ethan, Sansa e Christian. Seguimos a trilha por algumas horas eu acho. Nem percebi estava com a minha cabeça em outro lugar. Eric. Não conseguia entender o que eu havia feito de errado. O dia estava passando rápido. Eu não conseguia me concentrar nas arvores, nos pássaros ou até mesmo na linda cachoeira ao lado o acampamento. Eu estava perdendo toda a diversão. Sempre no automático, sorrindo quando preciso, falando quando necessário. O acampamento passou rápido de mais e logo eu estava voltando para casa. Sem dar um pio durante a viagem de volta. Kate me deixou em casa e eu disse que precisava ficar sozinha. Pois estava muito cansada. Quando a noite chegou, resolvi que não ia ficar por isso. Eric não pode me deixar no escuro desse jeito. Tem alguma coisa errada e eu preciso descobrir. Peguei um taxi e fui ate a casa de Eric. Já ensaiando na bronca que eu ia dar nele. Quando cheguei. Paguei o taxi e fui Ate a entrada da casa. Eric nunca trancava a porta. Nenhuma pessoa ia entrar na casa de um vampiro. E trancas não iriam parar vampiros indesejáveis.

Abri a porta com um frio na barriga, eu não sabia o que esperar. Adentrei a casa, passando pelo corredor branco ate chegar à grande sala. Eu paralisei. Minhas pernas estavam bambas. A sala estava rodeada de velas e a lareira estava acesa. No sofá estava Eric! Mas ele estava com companhia. Estava transando com uma mulher no sofá. Eric nunca acendeu a lareira ou velas para agente. Eu pude ver os cabelos loiros da mulher. Eu sabia que era ela. Ela arqueou as costas e moveu o pescoço para traz de olhos fechados em minha direção. Eric mordeu seu pescoço. Eu vi seu rosto. A mulher dos quadros. Mulher abriu seus olhos brilhando de prazer. Quando me viu ela gritou, o que me levou a gritar também. Mas eu não conseguia mover meus membros inferiores. Eu não conseguia correr dali. Eric olhou para mim. Seus olhos estavam brilhando de fúria.

– saia daqui! – ele gritou. Eu queria muito, mas eu não conseguia. – então assista. — e deu mais uma estocada na mulher, fazendo-a gemer de prazer.

Meus olhos encheram de água. E a fúria subiu em minhas veias. Ele me usou para esquecer ela. Eu não era nada para ele. E agora eu estava com muita raiva. Ele a mordia e sugava seu sangue. Seus olhos brilhavam olhando para mim enquanto fazia isso. Eu não sei como, mas eu sabia o que fazer.

– Hask wo nesfit meri jiki. – eu gritei, e Eric paralisou, ainda dentro da mulher. – eu não te quero mais como meu.

Eric olhou para mim, com os olhos torturados. Mas eu não ia cair nessa. Sai da casa com os olhos flamejando e fúria e ardendo por conta das lágrimas. Andei sem direção nenhuma por varias horas. Até que um carro parou ao meu lado na rua. Um frio na barriga me atingiu.

– ei Ana!- a voz me chamou de dentro do carro. Chris!- o que faz por aqui?

– nada! Chris me deixa em paz! Eu não quero brincar agora. – continuei andando.

– olha só eu queria me desculpar pelo meu comportamento. E é muito tarde para você andar por aqui sozinha. Anda deixa que eu te levo para casa.

Ele parecia ser sincero. Entrei no carro e Chris continuou dirigindo.

– Chris?

– hum!

– você se importa se eu dormir um pouquinho. É que eu to tão cansada, meu dia foi cheio.

– tudo bem acordo você quando for agente chegar.

E eu caio no sono, cansada de mais. eu precisava de meu refugio, nos sonhos onde nada disso tinha acontecido.

– acorda flor do dia – escuto Cris falar e abro meus olhos lentamente. Esta tudo tão escuro. Não consigo ver nada. Eu estou deitada. Tento mover minhas mãos e minhas pernas mas não consigo, estão amarradas. O pânico toma conta do meu corpo e eu tento gritar. Mas há uma mordaça abafando o meu grito. Um musica toca no fundo. E as luzes acendem, machucam meus olhos, mas logo se acostumaram. Eu estava deitada em uma maca de ferro eu um galpão. Chris dançava de um lado para o outro. Meus olhos encheram de água e eu tentava gritar novamente, mas não conseguia olhei ao meu redor. E vi que eu estava sem roupa nenhuma. Chris caminhava de um lado para ou outro com um grampeador na mão. Quando viu que eu acordei e ele caminhou lentamente ate mim. Aproximando o grampeado do meu mamilo. Ah não! Meu Deus não! – Vamos chamar o seu vampirinho agora! – e grampeou o meu mamilo.a dor consumiu o meu corpo.