Verdade Ou Desafio
19 Capítulo 19
Notas iniciais
mas agora eu voltei com tudo
A dor consumiu meu corpo, eu soltei um grito abafado e o resto do ar foi embora dos meus pulmões. oh deus! eu não quero morrer. Chris tinha os olhos brilhando enquanto segurava o grampeador que beliscava o meu seio. Ele soltou. Pude ver meus mamilos roxos e inchados, estavam tão doloridos. Ele ficou imovel a minha frente, olhou ao redor. E não viu nada.
– Pensei que quando suas amadas sentissem dor ou estivessem em perigo eles vinham correndo. — ele falou secamente. — A não ser ..... A não ser que voce esteja gostando.
E com um brilho no olhar, ele se curvou e chupou meu peito grampeado. Ai! Eu quis gritar mas a voz não veio. Ele mordeu e chupou.
– vamos brincar um pouquinho mais.
Ele puxou o grampo do meu seio fazendo-o sangrar. A dor me consumiu. e novamente eu desmaiei.
Part Eric.
Anastasia entrou no comodo interrompendo minha transa magica com a fada. Minha primeira reação foi manda-la embora. Eu estava louco, com o sangue delicoso em minha boca, eu não estava lucido. Vi sua cara de espanto e tristeza como se a tivessem dado um murro. Uma parte de mim quis largar a Sookie e correr para os braços de minha amada, mas o vampiro em mim queria ficar com a fada e sempre, eu disse sempre, essa parte vampiro me controla.
O sangue de Sookie ainda estava em minha boca, quando Anastásia foi embora. eu queria ir atras dela e dizer.... dizer sei lá o que. dizer que eu sou um vampiro e fadas são irresistiveis. como um pedaço de sanduiche ambulante.
Sookie ainda estava embaixo de mim, e eu ainda estava dentro dela. Não posso deixar ela na mão. eu estava cego pelo seu sangue. eu so conseguia pensar em seu sangue.
– o que foi isso Eric? — ela me perguntou com uma voz rouca em uma tentativa sensual.
– Nada! so mais uma... — não terminei porque Sookie ja estava me beijando.
Mais tarde entrei no banheiro com Sookie e continuamos a brincadeira, mas eu não estava mais afim. eu não conseguia parar de pensar em meu pequeno passarinho, ela citou as palavras... ela não me quer mais... a dor me consumindo naquele exato momento, fazendo com que eu ficasse ali parado, o vampiro em mim tambem ficou em choque. Como ela teve coragem? Ela não pode me abandonar! A ficha caiu! Mas foi o que ela fez! Ela me abandonou. Não! Não!. Saímos do banho e eu fui me trocar vestir uma calça moletom. eu não queria ficar andando nu, o que era muito estranho porque eu sempre tive esse hábito. Sookie foi para a cozinha beber um pouco de água e assim que eu terminei de vestir a calça senti uma sensação ruim. Um aperto no peito, quase que me sufocando. meus sentidos ficaram embaralhados, todos trabalhando ao mesmo tempo. meu deu! Anastásia! saí correndo feito um louco pela rua, sem me incomodar em falar com Sookie. Sookie agora não era mais importante. corri pela cidade o mais rapido que pude e acabava chegando a lugar nenhum. eu não conseguia pensar em nada, so nela, eu sabia que ela estava em perigo eu sabia que ela não estava bem. eu podia sentir o seu medo, e o meu medo estava aumentando cada vez mais. Ana! Passarinho! Onde voce esta? eu parei no meio de uma avenida movimentada, os carros buzinavam, as pessoas gritavavam, tudo estava claro demais,meus sentidos todos bagunçados. eu tinha que me controlar, por o meu medo de lado. tinha que me concentra para poder acha-la. vamos Eric sinta seus instintos... como se eu estivesse acordado de um sonho eu corri, agora seguindo meus instintos não sabendo aonde eu deveria ir, mas apenas seguindo. o medo perdia lugar para a raiva
Segui meus instintos e corri o mais rápido que pude em uma velocidade inumana, e ate mais rápido que alguns vampiros. Eu precisava saber se ela estava bem. Meu passarinho!
Meus instintos me levaram para o meio do nada. Onde havia um grande galpão. Eu conseguia ouvir dois batimentos cardíacos vindo de dentro do galpão. Um deles estava acelerado demais. Ana! Fui em direção a porta e a chutei ate que amassa-se e quando quebrou , rasguei o aço como se fosse papel. Quando entrei eu vi a cena que nunca mais eu esquecerei. Meu pequeno passarinho deitada numa maca de ferro, nua. Ela estava inconciente.
– ora Eric! Não precisava ter quebrado minha porta. — disse o garoto que estava sentado ao lado dela.- bastava apenas ter tocado a campainha.
A fúria tomou conta de mim, corri em direção a eles. mas quando eu cheguei a uns 20 metros deles algo me impediu de entrar. uma parede invisível estava me bloqueando. eu rosnei, chutei, esmurrei de todas as formas mas nada adiantava.
– Eric, Eric... — o garoto zombou — voce realmente achou que seria tão facil assim?
– O que voce quer? — eu perguntei cuspindo as palavras.
O garoto sorriu zombeteiro. — Diversão, vingança.
– tudo isso porque eu bati em você?
o garoto não respondeu a minha pergunta em vez disso contornou a maca da Ana até fica a sua frente e aproveitando que ela estava nua e amarrada com as pernas abertas, ele se curvou sobre ela e meteu a cabeça no meio de suas pernas.
– Nossa ela é tão cheirosa para uma mulher que transa com um defunto, eu pensei que ela teria vermes em sua vagina. Mas ela é bem limpinha.- ele falou e a lambeu -Acho que vou fode-la bem na sua frente, tomara que ela acorde logo. E começou a lambe-la de novo.
mais uma vez inutilmente eu corri contra a parede invisivel. -Vou arrancar sua lingua. — gritei
–impressionante como existem vários seres sobrenaturais nesse mundo né? por um acaso eu conheci uma fada, isso mesmo o que você ouviu, as fadas existem. E uma delas me devia um favor e eu pedi que fizesse esse campo de força. Legal ne? Magica! pena que elas são muito raras.
um sorriso brotou em meu rosto. Ah, seu idiota. Para a sua infelicidade eu acabei de dar uma boa fodida em uma. E saí correndo atras da Sookie.
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