Notas iniciais
as inseguranças de Ana.
Meninas vocês perdoariam Eric?

Part Ana.

Acordei ainda meio zonza... eu estava no quarto branco de Eric. Ele es
Ltava deitado ao meu lado ele olhava para o teto, seus olhos parececiam vagos. Não olhavam para nenhuma direção. Eu me movi tentando me sentar mas meu corpo todo doía. Eric se virou imediatamente para mim.
–ah meu pequeno passarinho você acordou...
–quanto tempo eu estive dormindo?
–um dia e meio. Mas pareceu uma eternidade. Mas agora você acordou e tudo esta bem- ele estava sorrindo como um bobão.
– o que aconteceu?
–você não lembra?- ele perguntou meio cuidadoso.
– sim eu lembro de você transando com a mulher dos quadros, lembro sair correndo e encontrar Chris e.... -olhei embaixo dos lençóis, convenientimente eu estava nua. Então olhei meus seios que estavam sem nenhum arranhão.
Olhei para Eric que estava com uma expressão torturada. Seus olhos tristes e vazios. Ele me puxou parã os seus braços me apertando contra o seu peito incrivelmente sarado.
–não sei como começar a me deaculpar... — ele começou mas eu logo o cortei.
–então não se desculpe.
– mas Ana eu fiz merda, eu estragueu tudo e você quase morreu.
– não foi culpa sua. Eu que não devia ter saído no carro daquele louco. Nos temos que ligar para a polícia, alertar sobre ele.
–isso não sera necessári.- ele falou e eu não ousei questionar com medo do que poderia vir. — quando eu percebi que podia perder você para sempre.... Ana eu... foi o pior dia da minha existência. Foi como reviver a morte do meu criador.
Ele parou de falar consumido pela dor que transbordava em seus olhos. Uma batida na porta e uma mulher entra. Era a loira. O que ela ainda esta fazendo aqui? Eu dei um pulo me afastando de Eric. Como se a esposa dele tivesse pegado agente no flagra. Entao a cena deles doiz veio em minha cabeça, enquanto a mulher loira falava alguma coisa com ele. Eu me levantei enrrolada no lençol querebdo sair dali imediatamente. Uma mão segurou meu braço.
–aonde você vai?
–tomar um banho. -respondi secamete.
– vou con você! — se levantando sem soltar o meu braço.
–não precisa eu sei onde é o caminho — respondi tentando me soltar sem êxito.
–eu não perguntei. Eu disse que eu também vou.
Entao ele me conduziu até o banheiro. No banheiro ele já chegou tirabdo a roupa.
–eu preciso de privacidade Eric. — falei com uma careta.
– deixe de besteira. Eu já vi você nua, e já lhe dei banho também. Você sempre gosta. — ele falou tirando o lençol do meu corpo.
– eu preciso ficar sozinha um minuto.
– eu nunca mais vou deixar você sozinha.
E com isso ele tirou o resto da roupa e ligou o chuveiro... eu olhei para ele meio insegura, mas mesmo assim eu precisava do meu espaço. eu não o queria aqui, queria ficar sozinha, pensar no que eu ia fazer de agora em diante. Ele saiu do box do banheiro e olhou pra mim.

– você não vem? — ele perguntou manso. Eric manso?

– não Eric. Eu realmente preciso ficar sozinha.

– Mas eu...

– EU NÃO QUERO VOCE AQUI. — eu o cortei. sua expressão estava tão torturada, aquilo estava me matando, mas nada perdoa o que Eric fez. — eu estava tentando ser gentil, mas você força a barra.- ele veio se aproximando de mim com os braços levantados para me abraçar, mas eu não desisti. — Não me toque. SAIA DAQUI.

– Eu não vou...- ele tentou falar mas eu logo o cortei de novo.

– Então fique ai olhando, MAS NAO ME TOQUE.

– Ana eu...- sua voz era torturada.

– Não Eric! Não.

então eu fui para o banho, ele entrou no box. Não tomou banho, nem se mexeu. ficou apenas parado na minha frente, com os olhos fixados em mim, mas sem nenhum sinal de sensualidade nenhuma, apenas a dor. esse deve ser o novo truque de eric, se fazer de coitado para ganhar colo. comigo isso não ia funcionar

Ao terminar o banho caminhei em direção ao quarto. Eric não me seguiu. Ainda bem, eu precisava ficar sem ele por perto. Às vezes eu não conseguia pensar direito quando ele estava me encarando. Chegando ao quarto, fui em direção ao guarda-roupas, como eu tinha perdido minhas roupas o jeito era usar uma cueca e alguma blusa do Eric. Peque uma camisa azul manga longa de Eric e a cueca boxe e a vesti, a camisa ia ate mais da metade da minha cocha. Que humilhação ser baixinha. Enrolei os cabelos na toalha e me sentei na cama, comecei a pensar e olhar pro nada. Eric com aquela mulher na cama, o modo como me tratou como se não me conhecesse ou não se importasse, Chris aparecendo do nada e me raptando, eu presa em uma maca nua e Chris me torturando e quando Eric chegou... Eric. Ele foi atrás de mim. Por quê? Eric...

Fui tirada dos meus pensamentos quando ouvi uma batida na porta e depois ouvia sendo aberta. Virei o rosto com a maior careta do mundo, para lançar um olhar furioso para Eric. Mas na verdade não era ele. Era a loira dos quadros, a que estava ... ela olhou pra mim com olhos tristes e caminhou ate a cama para sentar ao meu lado.

- isso é um pouco constrangedor NE? – ela perguntou, mas eu não respondi. Apenas olhei para baixo. – meu nome é sookie. Eu estou tão envergonhada. – ela esperou uma resposta novamente, mas sem êxito. – ele esta diferente sabe? Ele nunca foi assim. Eu nunca vi Eric perder a cabeça, nunca vi tão desesperado. Tenha paciência com ele.

- eu realmente não quero ouvir que ele é o bonzinho. Principalmente quando é você que esta me dizendo isso. – falei sem me virar para ela.

- eu entendo a sua raiva. Mas você tem que entender também, eu o usei. – sua voz agora ficou muito baixa, como se estivesse me contando um segredo. – eu briguei com o MEU vampiro e vim buscar consolo. Então eu comecei a lembrar de como era bom ficar com Eric e comecei tudo. Ele não teve escolha. O meu sangue... o sangue das fadas... é como uma cocaína para os vampiros, é delirante. Eu sei disso, porque eu já vi como ele ficava quando tomava o meu sangue. E eu me aproveitei disso. Mas quando o efeito passou e ele deu por si, ele saiu correndo atrás de você, eu o vi tão desesperado, como se o mundo dele tivesse sido destruído. Ele passou esses dois dias que você ficou desacordada ao seu lado com um bloco de desenhos na mão. Quando não estava do seu lado, estava naquele quarto no fim do corredor. A culpa não é dele Anastásia... Nunca mais isso vai acontecer de novo. Reconheço quando perco uma guerra.

- por que você ainda esta aqui? – perguntei rudemente.

- para me desculpar, despedir e para dizer que cuide bem dele. Você tem o seu coração, coisa que eu nunca... – ela não terminou a frase e saiu.

Ouvi uma conversa no corredor e depois ouvi a porta da frente bater. Ela foi embora? Saí do quarto em direção ao banheiro novamente, dessa vez para pegar uma escova. Penteei meu cabelo e depois sequei um pouco com a toalha. Eu precisava de um pouco de água. Fui ate a cozinha e não tive sinal de Eric. Ótimo! Agora eu estava sentindo sua falta. Sem noticias de Eric, tomei meu copo de água e voltei para o quarto, me deitei um pouco. Agora é a hora do tudo ou nada.

- Eric? – sussurrei. – agente pode conversar agora?

E de imediato ele apareceu do lado da cama.