Notas iniciais
NAO ME MATEM. SÉRIO. Eu tenho uma justificativa por não ter postado. Eu estava no período de provas, fechamento de trimestre e eu tinha que ir bem. Venhamos e convenhamos, ninguém quer ficar de recuperação, certo?! Certo. QUE BELEZA HEIN. Adorei ler todos os comentários de vocês, respondo todos com todo amor ♥. Vi que vocês estão idolatrando a Susan. Mas também quem não ama ela? #teamsusan O próximo capítulo as coisas vão começar a esquentar e vai ser com ponto de vista do Tobias. É agora a coisa ficou séria, meus irmãos. Até agora, esse capítulo é o meu preferido, e aparece o meu personagem preferido ♥ Finalmente chegou o encontro da Tris e do Peter MUAHAHAHAHA. Outra coisa, para as fanfics que eu estou acompanhando, eu não estou conseguindo comentar em NADA. Da um erro super locão, acho que colocaram uma macumba tupi guarani em cima de mim, hein. Mas enfim, eu estou fazendo de tudo para conseguir arrumar essa coisa mas até agora nada. Enfim, boa leitura amoressssss ♥

– Eu simplesmente esqueci! — Digo ao Tobias que está de pé, de braços cruzados, em minha frente.

– Como você pode ter esquecido? Esse não era o grande encontro?! — Ele argumenta.

– EU NÃO SEI, TÁ! Eu esqueci. Por favor Tobias, me ajude! — Peço.

Ele para e pensa a respeito. Quando ele chega a uma conclusão, descruza os braços e suspira.

– Tudo bem, tudo bem. Mas não temos mais tempo de ensaiar. Vamos ter que usar escutas. Você apenas repete o que eu falo. Vemos isso depois mais detalhadamente. Você sabe o que vestir?

Como eu posso ter esquecido de tanta coisa? Eu nem tive uma semana tão agitada, a única coisa de diferente na minha rotina foi sair com Tobias.

– Ahhhh... — Comecei, já prevendo que Tobias iria me repreender. — Não. — Completo, falando o mais baixo possível.

– Beatrice! Você não vive sem mim, isso eu já sabia mas agora você está dependente. Se viciou em mim, foi? — Ele começou um pouco intrigado e um tanto irritado mas nessa última frase ele já estava esboçando um sorriso.

– Tobias, por favor, não inventa! — Respondo a ele, bufando.

– Ta, tá. Eu te ajudo. — Ele da uma pausa e pensa. — O encontro será num estádio de futebol americano. Nada de vestidos. Uma calça, uma camiseta e aquelas botas, enfim, o básico. — Ele fala como se fosse a coisa mais fácil do mundo. — É tão fácil, como você não consegue escolher um mísera roupa?

– Se eu tivesse que escolher, você com certeza reprovaria. — Argumento.

– Realmente. Você arrumaria um jeito de transformar as roupas que eu te comprei em alguma coisa do tipo “vamos ao culto”.

– Cala a boca, Eaton. — Falo rindo. — Eu não sou uma crente!

– Nem perto disso! — Tobias responde com seu famoso sorriso malicioso.

* * *

– Puta merda, Tobias, ele já está tocando na campainha. — Falo nervosa a Tobias.

Relaxa, gata. Está tudo certo. Eu já estou aqui e comprei um acento seis fileiras atrás de vocês. – Ele responde do outro lado da linha.

– Ok, você consegue ouvir tudo certo? — Pergunto pela quinta vez.

– BEATRICE! Eu já disse que sim, pare de ser neurótica e vá atender a porta.

– Ok, esquentadinho. — Falo, tirando uma com a cara dele.

Vá se foder, Beatrice.– Ele fala e vou rindo até a porta.

Respira. Inspira. Não pira. Está tudo planejado. Ta na mente. Tudo certo. É só o Peter. É só um encontro. Não pise na bola, Beatrice. Não “cague na cama”. Respiro novamente e, finalmente, atendo a porta.

– Pronta? — Peter sorri mostrando seus dentes alinhados.

– Você nem imagina como. — Respondo nervosa.

O caminho até o estádio foi trocando conversas de nossos interesses e contando piadinhas, já que Tobias disse que com um bom humor você já tem pontos garantidos. Já no estádio, nos dirigimos para nossos acentos e avisto Tobias. Ele levanta as sobrancelhas como quem diz “tudo certo” e eu assinto. No mesmo momento, sinto que a escuta está ligada.

Eu e Peter nos sentamos e ele avisa que vai pegar um cachorro quente e uma cerveja. Fico observando as pessoas a minha volta e vejo que o time já entrou em campo. O jogo já iria começar e nada do Peter voltar. Cacetada, será que eu fiz alguma coisa de errado? A culpa é de Tobias, fiz tudo que ele disse que era para eu fazer.

E o boymagia, onde se meteu?– Tobias pergunta.

– Vá se foder, Tobias. Ele foi pegar comida para nós e nunca mais voltou.

Para demorar tanto tempo assim ele foi pegar comida na caralholandia.

– Eu não disse que era pra você ir se foder, não? — Eu respondo irritada.

Estou só esperando você dizer com quem.– Ele responde com deboche.

– Eu vou arrancar suas orelhas e grampeá-las no seu pescoço, Eaton. — Eu ameaço e vejo que ele ficou quieto.

– Estava falando com quem, Tris? — Peter se senta ao meu lado com dois cachorros quentes e uma garrafa de cerveja.

Caralho, ele deve achar que eu sou uma louca que fugiu do manicômio por estar falando “sozinha”.

– Estava batendo altos papos com o cara aqui do lado. — Respondo a primeira coisa que vem a minha cabeça.

Peter desloca a cabeça para o lado para poder ter uma visão do cara que, eu nunca vi, está ao meu lado. Ele arqueia as sobrancelhas e troca seus olhares entre mim e o cara. Me viro e vejo que um gordão todo suado está sorrindo como um verdadeiro retardado. Me viro novamente para Peter e faço sinal para ele esquecer.

– Porque demorou tanto? — Pergunto a ele.

– A fila estava imensa, e tinha uma aglomeração de pessoas querendo falar com um apresentador, um tal de Tobias Eaton. Conhece?

– Tobias Eaton... Aquele que também é conhecido por escroto sem alma? — Falo ironicamente. Talvez não tão ironicamente.

Eu ainda estou aqui, gata. Eu estou ouvindo tudo. I'm everywhere, bitch.– Tobias fala no meu ouvido.

– Bitch é a sua mãe, seu merda! — Respondo irritada.

– Tris? — Peter fala sem entender.

– Ah, não era pra você. — Burra ao quadrado, essa sou eu prazer. Penso rápido uma resposta. — Era para aquele jogador que derrubou o cara do nosso time! SEU VIADO!

Peter ri e fica me observando sorrindo. Porque eu tenho que ser tão bizarra? PORQUE EU DEUS?!

Pegue o cachorro quente, Tris.– Obedeço e pego o cachorro quente e levo ele para perto da minha boca, ameaçando dar uma mordida. Cara, eu estou morrendo de fome, mas óbviamente Tobias não me deixa ter nem um mísero prazer e me interrompe. - Morda o cachorro quente devagar, como se estivesse mordendo outra coisa, se é que me entende.

– MAS QUE PORRA. — Falo com nojo, e atiro, involuntariamente, o cachorro quente para o lado do gordão e a cerveja para o lado de Peter. Vejo a reação dos dois se passarem em câmera lenta em frente aos meus olhos. Vejo o sorriso do gordão crescendo até não couber mais na sua cara flácida e engolir o cachorro quente inteiro só com uma mordida. Faço uma careta de nojo. Viro para o meu outro lado e vejo Peter arregalando os olhos. Puta, a cerveja caiu em sua calça.

– Ai me desculpe, deixa que eu limpo isso aí. — Falo pegando um guardanapo e chego perto do sujo, já que estava tão nervosa quando sai de casa que não peguei meus óculos. Começo a esfregar freneticamente o guardanapo na calça que meu cabelo cai para o lado. Chego mais perto para ver bem onde está o sujo. Está logo abaixo do zíper da calça. Começo a esfregar novamente e depois de algum tempo a mancha já não existe mais. Sorri vitoriosa e vejo que todos, e quando digo todos são todos mesmo, até os jogadores da quadra estão me encarando sorrindo com malícia. Mas o que?

Ahhhh, Tris. O telão.– Tobias fala segurando o riso, por algum motivo que eu ainda não sei qual. Mas quando eu olho o telão já entendo. O telão reprisava repetidamente a cena que eu estava limpando a calça de Peter com uma moldura rosa choque com corações. Vendo deste ângulo, não parecia que eu estava limpando a calça. Parecia que eu estava pagando um belo de um boquete em público. Fico sem reação. Peter ri sem motivo. E olho para ele com os olhos arregalados dizendo “foi sem querer”.

Aprende rápido essa Tris. — Tobias fala debochado e consigo sentir seu sorriso malicioso. E dessa vez, pelo menos dessa vez, eu não dou o vacilo de responder.

O resto do jogo ocorreu normal, depois do incidente nem um pouco previsto. Eu e Peter estávamos indo em direção as nossas respectivas casas e pedi a Tobias para ir junto, mas obviamente sem Peter saber, para caso houvesse outro imprevisto e não estivesse preparada. Olho de relance para trás e vejo Tobias tropeçando em alguma pedra e sussurrando palavrões que eu nem sabia que existiam e se escondendo atrás de um arbusto. Reprimo uma risada e vejo que chegamos no batente de minha porta.

– Use a famosa desculpa de “esticar a coluna” para dar uma empinadinha nos peitos, para chamar a atenção dele – Tobias fala, e assim faço.

No exato momento que faço isso ele dirigi descaradamente o olhar para meus seios. Depois de notar que não disfarçou e da um sorriso tímido e começa a mexer no cabelo. AI QUE COISA LINDA, SENHOR.

– Ahhhh, quando nos vemos de novo, Tris? — Ele pergunta me olhando ainda sorrindo.

Eu coloco minhas mão em frente ao seus olhos, tapando-os e ele abre mais o sorriso.

– Agora. — Falo tirando minhas mãos. Ele me lança um olhar de cachorrinho que caiu da mudança. — Eu to brincando! — Falo sorrindo. — Quando você quiser.

– Ótimo, porque eu quero te ver muito mais vezes. — OWWWWWWWN AI MEU DEUS. No exato momento só consigo sorrir e sorrir e sorrir e sorrir e sorrir para sempre. — Mas, infelizmente, eu estou muito cansado. Eu tenho que ir dormir, Tris. Me diverti como nunca hoje.

– Ótimo, mas acho que não devo voltar muito cedo em um jogo, se não irei ser chamada de “a louca do boquete”. — Eu falo e ele ri.

– Qualquer lugar está ótimo, se você estiver lá. — Ele fala e coloca uma mecha atrás de minha orelha. Ai. Meu. Deus. Isso foi o meu laudo. Ele fica me examinando com doçura e eu devolvo o olhar. Ficamos assim por um tempo até ele sair desse transe e suspirar. — Tris, eu tenho que ir, se não eu vou acabar dormindo aqui mesmo.

– Tudo bem. Boa noite! — Falo a ele.

– Boa noite! Até! — Ele fala já entrando em sua casa.

Olho para Tobias e vejo que ele está sorrindo. Não um sorriso de orgulho, de convencimento e muito menos de malícia. É um sorriso que eu nunca vi ele usar. Um sorriso verdadeiro. Um sorriso de amigo. Sorrio para ele e sussurro um muito obrigada e ele assente sorrindo. Eu entro em casa e vejo que ele continua me observando. Não consigo formular um pensamento pois levo o cagaço do ano.

– BOFE NOVO, É BEATRICE. — Susan está bem sentada no sofá. Ela sorri ao ver o meu estado. Estou com a mão no coração, agarrada a parede e o cu que não passa uma agulha. Desculpe a expressão.

– Susan! Você quer me matar? — Digo a ela.

– Se você quase infartou quando me viu imagine quando ver ele. — Ela fala sorrindo.

– Ele quem? — Falo sem entender. No mesmo momento ele adentra a sala.

– Sentiu saudades, maninha? — Caleb fala, abrindo os braços para que eu o abrace.

– AI MEU DEUS! CALEB, SEU IDIOTA, VOCÊ NÃO PODE APARECER ASSIM. — Grito o abraçando com toda a minha força. Sinto sua risada sendo abafada pelo meu ombro.

– Você quer que eu volte? — Ele pergunta sorrindo.

– NÃO. Ah Caleb, você não sabe o quanto eu senti sua falta. — Falo com lágrimas ameaçando cair.

– Eu também senti tanto a sua falta, pequena. — Ele fala com doçura. Meu coração começou a bater rápido com a emoção de rever meu irmão. Acho que meu corpo já havia previsto que eu teria um infarte quando visse Caleb e me poupou de não ter um com a presença de Susan.

– Não vá embora nunca mais, por favor. — Peço a ele.

– Mesmo que eu quisesse, Tris, eu não conseguiria. Eu te amo demais para isso. — Ele fala e eu o abraço mais forte ainda como se ele pudesse sumir a qualquer momento. Eu senti tanta falta do apoio do meu irmão, do amor que meu irmão me da que não existem palavras para descrever esse sentimento.

– Eu também te amo muito, seu idiota. — Falo e tanto quanto ele, eu também solto um riso.

Notas finais
E aí????????? Caleb, meu mozinho ♥ Só para avisar, o Caleb na minha história vai ser totalmente diferente do Caleb da assassina Roth. Ele não vai ser um filho da puta. Ele vai ser super querido com a Tris, vai apoia-la quando ninguém mais estiver do lado dela ♥. Vocês vão verrrrrr. Beijossss e não me deixem no vácuo.