Vento de Primavera
1 Prólogo - A Chegada da Primavera
Notas iniciais
Caso encontrem algum erro de ortografia, por favor avisem para poder alterar.
Espero que gostem e obrigado !!
- Hm... Raios de despertador... – Reclamei, alcançando o despertador.
Desliguei-o e levantei-me da cama,lentamente, enquanto bocejo. Aproximei-me da janela e abri a cortina, estava uma manhã solarenga e calma,enquanto as pétalas das cerejeiras dançavam com o vento. Enquanto olhava pela janela pensava “Hoje é o primeiro dia de primavera”. Esfreguei os olhos e dirigi-me para a casa de banho, levei a cara e fiquei a olhar para o espelho, o meu cabelo castanho estava completamente despenteado e desorganizado. Voltei para o quarto, vesti o unforme e voltei para a casa de banho para ajeitar o cabelo.
Desco as escadas e finalmente começo a preparar o pequeno-almoço. Pus duas fatias de pão de forma na torradeira e uma caneca de leite no mircoondas. O leite acabou de aquecer antes que as fatias acabassem de torrar,por isso,comecei a beber o leite enquanto esperava que as fatias acabessem de torrar. Quando acabaram, pus um pouco de manteiga em cada,e comi-as rápidamente enquanto bebia o leite, quando terminei, fui a casa de banho do andar de baixo, e lavei os dentes.
- O comboio é ás 9:30, ainda tenho tempo que sobra. – Disse, enquanto olhava para o relógio.
Dirigi-me para a entrada, calcei-me, peguei na mochila e saí de casa em direcção ao comboio. Enquanto caminhava, reparei que a rapariga mais bonita da minha turma, Mariko Tsukichima, estava a sair de casa também, para ir para a estação. Somos da mesma turma desde o 8º ano, mas nunca falámos, provavelmente porque ela sempre foi a “popular” e eu o “inpopular” otaku da turma. Chegamos os dois á paragem mesmo no momento em que o comboio chegou,quando entramos, eu sentei-me ao pé da porta com uns fones no ouvido enquanto ela foi para ao pé dos outros “populares” da turma, mas reparei num promenor curioso, ela parecia estar a forçar-se para estar lá, com sorrisos e risos falsos, mas quem sou eu para julgar pessoas.
Chegámos á escola ainda uns minutos antes do toque de entrada. Entrei na nossa sala e fui para o meu lugar, ao fundo da sala ao lado da janela, como se fosse um protagonista de um anime. Passei a primeira aula, a aula de inglês, a olhar pela janela de fones no ouvido, apenas nas outras disciplinas do dia, Matemática e Física e Química é que realmente prestei atençao e tirei apontamentos.
Ao acabarem as aulas, arrumei as minhas coisas e ao sair da sala deparei-me, novamente, com a Mariko Tsukichima, encostada á parede. Quando me viu, aproximou-se de mim, com uma expressão meio envergonhada e perguntou.
- És o Usagi certo? Podes-me ajudar...?
- S-Sim... – respondi, meio surpreendido – Mas, ajudar-te com o quê?
- É um bocado vergonhoso dizer aqui no meio da escola onde todos podem ouvir, podes vir á minha casa ...?
- S-sim, sim sim, eu posso ir...
Fomos para a estação, juntos, lado a lado, enquanto caminhávamos, eu conseguia sentir o olhar dos rapazes da nossa turma todos a olhar para nós, alguns com raiva e alguns com inveja. Quando chegámos á casa dela,ela levou-me para o seu quarto, as paredes eram azuis, com bolas de vários tamanhos e cores na paredo do fundo,onde estava a cama. Um roupeiro enorma situava-se ao lado da cama e, á frente da cama, uma secretária com um computador portátil, preto, com diversos autocolantes.
- Hum... Tomoya-kun... – disse ela, enquanto abria o computador. – Eu vou-te contar uma coisa, mas não podes contar a ninguém...
- Claro, os meus lábios são um túmulo. – disse, tentando reconfortá-la.
- É assim, conhecesos trabalhos da autora Milurun ?
- Sim conheço, mas como é que tu conheces os trabalhso dela ? Tu não ligas a animes nem jogos... Pois não ?
- Na verdade...Ligo e, Milurun, é o meu pseudónimo, sou eu que escrevo as light novels.
- O... O QUÊ ?! – gritei, estremamamente espantado.
- Sim, eu sou uma Otaku, tal como tu, e agora, quero-te pedir ajuda porque quero começar a escrever uma nova, mas estou com uma espécie de bloqueio e não pensar nem numa história nem em personagens que pareçam o minimo interessantes...
- ... Eu ajudo-te.
- Hã?
- Eu ajudo-te, fica descansada! – disse, mostrando um sorriso.
- Tomoya-Kun.... Obrigada !
E foi assim, que a minha vida “normal” deixou de ser “normal” e as engrenagens do destino começaram-se a mover.
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