Notas iniciais
espero que esteja bom

– Decepcionante – disse Liana entrando no quarto acompanhada do segurança que ele havia matado Rafael ficou confuso com a cena, os segurança dando passagem para ela e aquele homem estava morto.

– Li... Liana – gaguejou

– Oi Sophia – disse olhando para a menina que se soltou de Rafael e correu para trás dela

– Ele tentou me matar senhora – disse assustada, Liana olhou para Rafael e dispensou os seguranças, apenas um ficou.

– Que foi isso – perguntou Rafael ainda sem entender

– Um teste na qual você falhou.

– Teste? Eu matei esse homem – apontou para o segurança que se manteve imóvel atrás dela — e ele entrou andando aqui

– Estaria morto se você acertasse a cabeça dele ou gravemente ferido. Quando você matar alguém verifique se essa pessoa está realmente morta ele e os outros usam coletes a prova de balas.

– Mas você matou aquele segurança eu vi

–Não gostava dele era muito arrogante

– Matou ele só por que não gostava dele?

– Sim, mas este era um teste para você e você fracassou.

O talismã se esquecera de que estava fazendo ali tentando fugir dos seguranças.

– O talismã ao menos existia ou era só um motivo inventado para entra aqui e me fazer de idiota?

– Nunca te fiz de idiota Rafael e é claro que o talismã existe, Sophia vem cá.

A garota desceu da cama onde brincava com suas bonecas e correu até ela, Liana tirou um cordão de prata no pescoço da menina, pendurado no cordão estava um pingente grande feito de madeira era de formato circular com varias linhas que se unia no centro onde havia uma pedra verde da cor dos olhos da menina, não era uma joia muito bonita, mas devia ser bastante valiosa.

– Este talismã protege quem o usa se chama olho de esmeralda é antigo muito antigo pertenceu à coroa espanhola até ser roubado em 1618.

– Você o roubou?

– Sim

– De que é esta casa e quem é essa menina?

– Esta é minha casa e está é Sophia Pietro filha de uma amiga, alias onde esta sua mãe que ainda não vi?

– Ela saiu com o novo namorado

– Juan – disse para o segurança – quando Marisa voltar mande-a para meu quarto.

– Sim senhora – respondeu o segurança saindo

– Sinta-se a vontade em minha casa Rafael meu quarto é o ultimo a esquerda no andar superior, se precisar de algo peça a qualquer pessoa que achar pelo caminho. Sophia não tenha medo ele não te fará mal algum.

Rafael andou pala casa confuso, guardou o revolver na parte de trás da calça como assim aquela era a casa dela era enorme e cheia de seguranças de quem ela fazia o que bem entendia, talvez fossem como ele apenas estavam ali para ficarem vivos ou talvez a amassem ou ela os controlasse. Levou um tempo para achar a cozinha pediu a uma mulher que lhe desse algo para comer ela colocou em sua frente bolos, doces e refrigerante. Depois voltou a atenção para outra mulher com quem conversava.

– Senhora Elizabeth quer falar com você – disse a mulher a uma outra de cabelos volumosos de cacheados que entrava cantando na cozinha.

– Ela retornou? – perguntou como de repente a felicidade a abandonasse – devia ter ficado lá no inferno, ora – disse olhando para Rafael – o demônio trouxe outro escravo, fala espanhol docinho?

– Falo

– Qual seu nome?

– Rafael

– O meu é Marisa depois desejo conhecê-lo melhor agora vou ouvir sermão de sua amiga sem coração – falou com desprezo e saiu gargalhando

– não ligue está perturbada com a vida que leva – disse a mulher oferecendo-o mais comida.