Use My Heart For Both Of Us.

35 Say Something, I'm Giving Up On You.


Notas iniciais
Hey, como vão? Trouxe aqui mais um capítulo que sinceramente, amei escrever. As partes Outlaw Queen é totalmente inspirado na música Say Somenthing (Link e tradução: http://letras.mus.br/a-great-big-world/say-something/traducao.html), seria ótimo se vocês escutassem enquanto liam. Muito obrigado aos comentários do capítulo passado, graças a Deus, vocês não me mataram kkk Ainda. Espero realmente que gostem e Boa Leitura .. E ah, leiam as notas finais!

Dois dias se passaram desde o ocorrido, Robin e Regina não se viram durante esse curto período. David e Emma o aconselhou que seria melhor assim por enquanto, tudo era muito recente. Ambos ainda procuravam entender tudo o que aconteceu, a dor em seus corações era enorme.

A saudade que o Ladrão sentia em ter o corpo de sua Rainha junto ao seu, as pequenas brigas que tinham quando ela falava que estava gorda e ele descordava. Do seu cheiro na camisa dele, dos beijos quentes que ela possuía ... De sentir e ver como sua filha crescia cada vez mais. Esses poucos dias que passará longe um do outro, o torturava e ele estava disposto a por um basta nisso, mesmo com todos os protestos dos amigos.

Regina por sua vez, estava tão atordoada com essa situação. Ela amava Robin com todas as suas forças e saber que o mesmo não era recíproco, a martirizava. Parecia que uma flecha tinha atravessado seu peito e acertado seu coração recém-curado. Ela podia escutar a velha frase de sua mãe em sua cabeça, "Amor é fraqueza Regina". Sempre que dormia de noite, tinha a esperança de encontrar o Arqueiro pela manhã, observando seu sono. Dizendo que ela ficava mais bonita ainda ao acordar e que tudo ficaria bem pelo simples fato que ele estava ali, a protegendo. Todos esses pequenos detalhes do dia-a-dia faziam falta para os dois, eles não suportavam mais a distância.

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– Elise ?

– Desculpe vir assim sem avisar Regina, mas posso entrar ?

– Ah, claro. — A Rainha cede espaço. — Então ... O que faz aqui ?

– Soube de tudo que aconteceu, vim dar uma força. — Diz falsamente. — Você está bem ?

– Vou ficar e não é querendo ser grossa com você, mas não quero falar sobre isso com ninguém. É doloroso ...

– Eu sei que está machucada, porém guardar isso só para você não faz bem.

– Eu sei, é que ...

– Eu entendo o seu lado, trouxe uma presentinho para a bebê. — A interrompe.

– Obrigado Elise, não precisava. — Regina fala abrindo-o. — Que lindo !

– Sabia que ia gostar.

– Eu realmente amei. — Disse meio desanimada.

– Sei que não quer falar sobre o que Robin fez, mas eu estou ao seu lado para dar apoio. Pode contar comigo para tudo, sou sua amiga, de verdade. — A loira pega na mão de Regina, demonstrando carinho. — Eu acredito em você, sei que jamais faria algo de ruim com Marian.

– Obrigado mais uma vez. — Diz e deixa uma lágrima cair. — Acho que você foi a primeira pessoa que me fez sorrir hoje. — A Prefeita sorri fraco e a abraça.

– Eu pretendo te fazer sorrir muito ainda querida. — Elise fala falsamente por fim.

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– Realmente as pessoas desta cidade não sabem ler uma simples placa. — Rumple diz após ouvir sua porta sendo aberta violentamente.

– Nós precisamos conversar. — Robin diz sério e se aproxima do balcão aonde o mesmo estava.

– Não me lembro de ter marcado algo com você. — Diz no seu melhor tom.

– Chega de brincadeiras Rumpelstiltskin ! — Disse o Ladrão sério.

– O que deseja ? — Responde com sarcasmo.

– Armaram para me separar de Regina.

– Eu não tenho nada que ver com isso !

– Você precisa me ajudar a convence-la disso, eu não posso ter acordado Marian.

– E por que eu te ajudaria ?

– Porque ... — Ele é interrompido antes de terminar de falar.

– Você pode muito ter a acordado de uma maldição com um o beijo.

– Não ! Eu amo Regina ! — Exclama. — Você mesmo disse que isso era uma das origem do poder da nossa filha, o verdadeiro amor !

– Eu não posso te ajudar, sinto muito.

– Não pode ou não quer ?

– Os dois. — Sorri descaradamente.

– Por favor, eu fico lhe devendo um favor.

– Não se preocupe, não irei precisar de seus favores.

– Por que não pode me ajudar ? Você sabe de algo, não é ?

– Não sei do que está falando.

– Foi você que fez isso crocodilo ?

– Tenho mais o que fazer do que ficar arrumando briguinha de casal, vá embora.

– Você irá se arrepender disso, escreva o que estou falando.

– Não, não irei. Agora saia daqui, antes que eu tenha que tomar medidas drásticas. — Diz e Robin sai da loja furioso, ele sabia que Rumple estava escondendo algo.

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– O que quer Senhorita Swan ? — Regina diz séria entrando em seu escritório e encontra David e Emma. Por sorte Robin não estava com eles, ela não saberia lidar com essa situação, caso ocorresse.

– Eu falei que era uma conversa particular. — A loira se referia a Elise que estava ao lado da morena.

– Oh, desculpe. Já estou indo. — A mesma fala.

– Não Elise, fique ! — A Rainha diz. — Seja lá qual for o assunto, não quero saber. E aliás, nós temos um compromisso agora.

– Regina você precisa falar com Robin. — David se intromete.

– E por que eu faria isso ?

– Como assim por que você faria isso ? Vocês tem algo juntos, vão ter uma filha, uma família, é mais que seu dever falar com ele. — A Salvadora diz com a expressão séria. — Eu sei que tudo isso é irreal, mas sei também que Robin te ama mais que tudo.

– Não me pareceu isso quando beijou Marian.

– Você que pediu para ele beijá-la.

– Roland não merecia perder a mãe, eu fiz isso por ele.

– E como é que sabia que ia funcionar ?

– Eu não sabia, mas tinha que tentar. Eu não queria que ela morresse, por mais que seria vantajoso para mim ! — Confessa visivelmente alterada.

– Você está cega, até mesmo Marian sabia que era impossível disso acontecer.

– Não me pareceu impossível. — Diz com a voz falha.

– Regina ...

– Chega, não quero mais ouvir nada. — A prefeita se vira para ir embora, porém Emma a chama.

– Vai fugir ? Eu vou mostrar a verdade !

– E por que está fazendo isso ?

– Porque fui eu quem a trouxe, é de certa forma minha culpa. Eu vou te provar que está enganada, que isso tudo foi uma armação para separá-los.

– É tudo que eu mais quero Emma, estar enganada. — Regina a olha com os olhos marejados e responde sincera. Sai dali acompanhada por Elise que observava toda a conversa com cautela.

– Isso tudo está muito estranho. — David diz.

– É, eu sei. Algo não está se encaixando nessa história e eu vou descobrir o que é !

Depois do começo de tarde atordoada, Regina resolve ir para casa sozinha, não estava afim de gente ao seu redor com olhares de pena. Tudo que mais queria no momento era acordar desse pesadelo terrível, não sabia o que fazer ou como agir. Seu coração estava cheios de sentimentos confusos, ela sabia que tinha que ficar calma pela sua filha, que nem sequer nasceu e já estava passando por tudo isso.

Ela estava saindo do banho quando escutou sua campainha insistentemente. Desceu as escadas apenas de roupão e quando mencionou em abrir, ouviu ali a voz que fez seu corpo estremecer. Era ele ... Seu ladrão ! Tudo que a Rainha mais queria era abrir e vê-lo, sentir seu cheiro, seu calor, mas não podia, o orgulho sempre falou mais alto em sua vida. Estava muito ferida, o medo a assombrava, ela não sabia o que dizer para ele.

– Regina eu sei que está ai, só abra por favor. - Gritava do lado de fora. Regina nada respondia, apenas se sentou e escorou-se na porta e sentiu suas lágrimas escorrerem pelo seu rosto macio. — Eu só quero vê-la, saber que está bem, precisamos conversar. E aliás, nós vamos ter um bebê, você não pode se esconder de mim a vida inteira. - Insistia.

– Eu não posso ... — Sussurrou para si mesma.

– Você pode até desistir de si mesma, mas eu jamais desistirei de você. Eu te amo e virei aqui todos os dias até você abrir essa porta e me dar a chance de explicar tudo. Eu sinto sua falta meu amor, e sei que também sente a minha. - Lágrimas também invadiam o rosto do Arqueiro. — Eu sempre voltarei. — Disse e depois de muito tempo ali esperando algum pronunciamento por parte dela, vai embora completamente triste.

– Eu te amo. — Regina disse mais uma vez baixo.

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– Está na hora de agir ! — Elise diz determinada em frente a imagem que o espelho formou. — Essa xerife irá aprender a não se meter nos assuntos dos outros. Se ela pensa que vai conseguir o que quer, está muito errada. Eu não costumo deixar pistas. — Ela sai de casa apresada, tinha que dá certo o plano que estava em mente. Já na rua de uma escola, ela esbarra em uma mulher violentamente.

– Que diabos ! Olhe para onde anda sua imunda ! — Elise diz rancorosa.

– Oh, me desculpe senhora ...

– Marta ? — A loira se surpreende ao ver o rosto da amiga novamente, um pouco mais velha por sinal.

– Elise ? Você ... Você está aqui ! — A mesma não pensa duas vezes e a abraça forte. — Que saudades, você sumiu depois que foi falar sobre Ally com o Senhor ...

– Eu também senti sua falta ! — A interrompe.

– Por onde andou ? E aliás, você está exatamente igual.

– É uma longa história, te contarei tudo depois, prometo.

– É tão bom te reencontrar ! — Marta a abraça novamente.

Elise e a amiga continuam conversando, até que ela vê o que mais desejava, Henry. Sorri maliciosamente ao ver o menino atravessar a rua com grandes fones de ouvidos, com um feitiço faz com que a pista fique coberta de algo transparente. Um carro que se aproximava, perde o controle e com mais uma ajuda da mesma, vai em direção ao garoto completamente sem freio. Essa seria a lição que daria em Emma, a morte de seu filho bastardo. Um pequeno recado para não se meter mais com ela.

– Henry cuidado ! — De longe vê Robin gritar e correr.

– Imbecil ! — Sussurra para si mesma.

– O quê ? — Marta questiona, mas logo em seguida ouvi o barulho do veículo buzinando freneticamente. Robin empurra com toda força Henry, impedindo que seja atropelado. Porém não consegue se desviar à tempo e é atingido em cheio pelo carro. Com o impacto da colisão, o mesmo é arremessado longe e cai desacordado. Rapidamente o grande corte em sua cabeça e entre outros ferimentos, inundaram a rua com sangue. O motorista bate em um poste e também desmaia.

– Não ! — Henry se levanta com dificuldade e corre em direção à ele, várias pessoas se aglomeram perto do Ladrão assustadas com o acidente. — Acorde ! Chamem uma ambulância ! — Grita desesperado. Emma que estava próximo ao local, vê seu filho e vai em direção à ele para saber o que estava acontecendo. David pede para ela tirar o mesmo dali, pois Robin estava muito machucado. Os médicos chegam rapidamente e pedem para a multidão se afastar.

– Ele está com ausência de batimentos cardíacos ! — Grita o homem de jaleco branco tentando o reanimar fazendo compressão ritmada do tórax do Arqueiro. Uma mulher pressiona o corte que havia na testa dele, tentando impedir o aumento da hemorragia. Henry ao ouvir e ver a cena, começa a chorar descontroladamente e Emma o abraça com lágrimas nos olhos. Definitivamente, aquilo não podia ser real.

Notas finais
Será que ele vai morrer? O.O OMG! Deixem suas opiniões sobre o destino do nosso Arqueiro. Marta apareceu, será que isso é bom? E eu comecei a escrever uma história Evil Charming o. Sim, eu shippo e muito esses dois! Até mais e se tiverem fics OQ ou EC realmente boas, me indiquem. Estou extremamente necessitada.