Use My Heart For Both Of Us.
23 Magic.
Notas iniciais
Dois meses depois ...
Um certo tempo se passou e os problemas ainda existiam. Roland estava vindo e indo da casa de Regina para Marian e é claro que a ex-mulher de Robin ainda colocava complicações para tal ato não se cumprir. Sempre que o Arqueiro ia na casa dela, a discussão era certa. Ele se sentia mal por ela, mas a mãe de seu filho já estava passando dos limites com essa situação toda. Eles se sentaram e tiveram uma conversa séria, o combinado ficou que o pequeno ia ficar da segunda-feira até a sexta de manhã na casa de Marian e depois ele ia pra escola e Robin o buscava de noite para ficar com ele e só voltava na segunda novamente. De início ela não concordou, mas teve que ceder ao acordo.
Com a família de David e Mary o clima não podia ser ao contrário de alegria, o bebê estava com quase 4 meses e já era muito espertinho. Para eles isso era maravilhoso, sentir na pele como é ser pais de verdade, de poder cuidar do filho. Emma resolveu assumir seu relacionamento com Hook para toda a cidade, lógico que muitos acharam estranho, mas estavam torcendo pela felicidade do mais novo casal da cidade. Ela também comprou um apartamento perto da delegacia, assim ficava mais próximo do trabalho, ela decidiu se mudar de vez para StoryBrooke. O Pirata não morava com ela, apesar de dormir mais lá do que na pensão da vovó. Com tinker tudo ia na boa também, o trabalho na prefeita lhe rendeu muito. A fada já tinha bastante conhecimento na área de informática. Henry não tinha dias certos para ir e vir da casa da Salvadora, ele variava os dias de acordo com a escola. O menino ainda sentia ciúmes da prefeita, mas procurava não demonstrar pois sabia que isso era insano de sua parte e Emma sempre o aconselhava em relação á isso.
Robin e Regina não podiam estar mais felizes, o bebê estava crescendo e juntamente com ele a barriga também. Nem o resto da cidade e muito menos Roland sabiam da gravidez da Rainha ainda. O segredo ainda estava apenas entre "amigos", pelo menos era o que eles achavam. Regina e o Ladrão nem notaram a mudança de clima assim repentina, assim como todos da cidade pensaram que era normal. Aliás, o inverno estava quase chegando, faltava apenas 2 meses para ele vir oficialmente. Eles estavam pintando um dos quartos de hóspedes e a brincadeira não podia faltar. O quarto era para Roland e eles aproveitaram e resolveram pintar o outro quarto de branco que seria o do bebê, pois ainda não conseguiram saber o sexo. Tinker insistia que era uma menina, já até deu alguns mimos para a criança. Já Robin achava que era um menino, Doutora Megan disse que tinha 70% de chance de ser um garoto, mas não deu certeza pois podia estar enganada.
– Cansei ! — Regina se senta numa poltrona azul que tinha ali, com a roupa toda suja de tinta.
– Sério ? O combinado foi cada um pintar duas paredes viu e você só pintou uma, quer dizer nem a metade de uma né. — Robin brinca.
– Duas ? Eu estou morta, não aguento mais. — O ladrão faz um gesto para que ela se levantasse. Ele a pega no colo e leva para o quarto deles e a coloca na cama.
– Você está linda assim, toda suja de tinta.
– Pare de puxar meu saco. — Ela dá um selinho rápido nele.
– Eu só estou falando a verdade. Aliás, essa blusinha regata sua está me deixando louco. — Ele diz e a beija na boca novamente, enquanto passava suas mãos pelo corpo dela a puxando mais para si. Apesar de estar um dia frio, o clima ali no quarto estava bem quente. Rapidamente ele começa a dar leves chupões em seu pescoço e ela segura sua cabeça, puxando devagar os cabelos do ladrão. O momento se intensifica cada vez mais e Robin acaricia um dos seios da Prefeita, fazendo assim a mesma ficar arrepiada com o toque. Regina tira sua camisa e ele faz o mesmo com a blusa dela, distribuindo vários beijos em seu abdômen ficando perto de sua intimidade já úmida. Suas respirações ficam ofegantes, o desejo estava ali presente e a vontade de ter um ao outro só crescia mais. Ela se senta no colo dele e começa a arrancar suas costas suavemente, apenas apreciando cada segundo. Não demorou muito para ela estar completamente nua e sentir a ereção de Robin pulsar dentro de sua roupa. Ele por sua vez estava a torturando, acariciando sua coxa e vendo ela totalmente louca por ele. O mesmo resolve penetrar um dedo nela, a fazendo gemer. Ele aumenta os movimentos dentro dela, mas para logo em seguida. Ele recebe um olhar de reprovação, então decidi tirar o resto de pano que o impedia de te-la por inteiro. Ela se inclina e o beija, um beijo desesperado, desejando senti-lo dentro dela. O ladrão percebe a pressa dela e direciona seu membro na entrada dela e a penetra devagar, o suficiente para ambos gemerem. Robin se movimenta com mais força, mas tomando cuidado para não machuca-la e ela por sua vez o abraça e arranha suas costas novamente com certa força. Eles chegam ao ápice quase juntos e o Arqueiro sai de dentro dela e se deita ao seu lado ainda com a respiração irregular.
– Vou tomar um banho. — Ela diz depois de um certo tempo ali nos braços dele.
– Eu vou com você ! — Ele fala com um sorriso malicioso.

Logo após o "banho" de ambos, Regina troca os lençóis e se deitam na cama para realmente descansarem. Ela estava com um blusa dele e apesar de ser grande e de quase não marcar muito seu abdômen, Robin não conteve a vontade de acariciar sua barriga de 16 semanas de gestação.
– Está crescendo rápido, não é ? — O Ladrão diz admirado e levanta o fino pano que a cobria.
– Estou ficando gorda ! — Regina afirma.
– Gorda ? Eu diria que está mais ... gostosa ! — Ele a olha com o desejo estampado em sua cara e arranca altas gargalhadas da morena.
– Eu já te disse que você é muito puxa saco ?
– Eu só falo a verdade. — Ele sela seus lábios. — Quando vamos saber o sexo ?
– Você já perguntou isso umas quatro vezes essa semana ! Eu já falei que logo veremos, depende muito da posição do bebê.
– Não aguento mais esperar. — Robin deposita um leve beijo no seu abdômen e logo em seguida em sua boca.
– Mas vai ter que esperar. — Ela diz sorrindo. — Você esperou para ver se Roland era menino até a hora do parto, ou seja, 9 meses !
– Pensei que com as modernidades deste Reino isso seria possível logo no início.
– Robin, a Doutora disse que pode ser um menino.
– Ela disse que as chances eram maiores, mas não descartou a possibilidade de ser uma garota. Então voltamos á estaca zero.
– Parece que o nosso bebê não quer se revelar agora.
– Bem que podia ser os dois. Um casal !
– Tá doido ? Dois de uma vez é demais. Eu não iria aguentar.
– Lógico que ia, você tem três homens pra te ajudar nisso.
– Roland é uma criança, ele não conta.
– Tá, dois ! E sem contar a Tinker.
– Ela é minha amiga, e não uma babá.
– Uma amiga que faria qualquer coisa por você. Que uniu a gente. — Ele pega na mão dela e com a outra acaricia seu rosto.
– Que uniu a gente ! — Ela repete as palavras dele. Ele se senta na cama e ela faz o mesmo, só que entre as pernas dele fazendo com que assim ele repousasse suas mãos na leve colisão do bebê.
– E você ?
– O quê ? — Ela pergunta sem entender.
– O sexo, qual você prefere ? — Ele volta ao assunto anterior.
– Ah, sabe ... eu queria uma menina. Tenho que reforçar o lado feminino dessa casa.
– Menina ... — Ele pensa um pouco. — Menina seria legal. Você já tem Henry ...
– E você Roland. — Ela completa.
– Eu teria que comprar lacinhos ? — Regina ri com a pergunta de Robin.
– Sim, ou talvez bonecas.
– Chupetas ?
– Chupeta você terá que comprar de qualquer jeito. Mas se for um menino mesmo, eu o amarei do mesmo modo.
– E eu te amarei mais por isso.
– Por ser um menino ?
– Não, por me dar um filho ... ou filha. Eu já o amo antes mesmo de ver seu rostinho. — Regina se emociona ao ouvir aquilo. Ela nunca esteve tão feliz como agora, mesmo tendo Marian pra atrapalhar.
No dia seguinte ...
Regina saiu cedo de casa, Robin foi trabalhar e os meninos estavam cada um com suas mães. A prefeita estava aflita com um assunto que não a deixava em paz desde que descobriu.
" – Vim aqui para lhe fazer uma proposta, te oferecer minha proteção.
– E pra quê eu precisaria da sua proteção ?
– Não descobrir sua gravidez apenas ligando os fatos querida.
– Dá pra ir direto ao assunto ?
– Sua magia ...
– O que têm ela ?
– Está cada dia mais forte. Provavelmente seu bebê possuirá a mesma.
– Então por que quer me proteger ?
– Porque se eu consigo senti-lá, outras pessoas podem sentir ou seja, seu segredo não durará por muito mais tempo. E você sabe que existem pessoas que nem sempre tem boas intenções. "
Ela decidiu tentar arrancar alguma informação com a pessoa mais próxima do problema, Belle.
– Regina ? Que surpresa. — A princesa diz saindo de trás do balcão.
– Belle, oi. — A Rainha força um sorriso. Ela resolve tirar o casaco enorme que usava por conta do frio e o coloca em cima de uma cadeira qualquer, e consequentemente mostra sua barriga.
– Oh, como está crescendo. — Belle fala e imediatamente apoia suas mãos no abdômen da prefeita que apenas sorri.
– É, está mesmo.
– Você está linda.
– Belle ... eu preciso conversar com você. É um assunto sério.
– Ah claro, vamos sentar ali. — A Princesa se direciona até um sofá e Regina a segui.
– Então ... qual é o assunto ?
– É ... sobre magia.
– Magia ?
– Não ! Quer dizer, o meu bebê.
– Tá, acho que perdi alguma coisa. — Ela diz confusa.
– Eu quero saber se Rumple te disse algo sobre meu bebê ?
– Sobre o seu bebê ? E por que ele falaria ...
– O bebê tem magia Belle. — Regina a interrompe.
– Magia ?
– Você ... você não sabia disso ?
– Rumple sabe disso ? — Ela responde a pergunta Rainha com outra em cima.
– Ele não te contou ?
– Não, ele não me disse nada. — Ela fala, mas já desconfiava disso. Seu marido tinha lhe falado sobre a criança ser poderosa e que vinha de uma profecia, logo a mesma possuiria magia.
– Belle por favor. — Regina pega na mão dela. — Eu estou preocupada com isso, desde que descobri não consigo dormir á noite. Eu sei que Rumpelstiltskin está escondendo algo e não quer me contar.
– Ele ... ele só me disse que o bebê estava relacionado a uma profecia.
– Profecia ? Qual profecia ?
– Eu não sei. Ele não me contou, pois nem ele mesmo sabe com clareza sobre isso. A única coisa que ele sabe é que não será nada bom se ela se cumprir. — Ao ouvir aquelas palavras a Prefeita fica em choque. Por puro instinto ela leva sua mão a colisão de seu bebê. Definitivamente suas suspeitas estavam certas, sua criança estava correndo perigo.
Fale com o autor