Notas iniciais
Sim, eu sou Directioner e sim, esse nome do capítulo tem haver com eles kkkk Boa Leitura!

Pela milésima vez, Robin toca a campainha da sua casa e ninguém atende. Ele acabou esquecendo as chaves na casa de Regina. O arqueiro já estava ficando sem paciência e preocupada com seu filho, com que Marian podia fazer para separa-los.

– O que faz aqui ? — Marian abre a porta já com fúria e olhos repletos de ódio.

– Essa é a minha casa ! — Ele diz já entrando na casa e passando por ela.

– Não é mais a partir do momento que você deixou sua família para se aventurar com a Rainha Má !

– Tudo bem então. Vim buscar as minhas coisas e meu filho !

– Não ! — Ela grita. — Você não vai tirar Roland daqui ! Ele é meu filho e não daquele monstro ! Você já fez sua escolha, que foi ficar com ela. E meu filho não estava incluído nisso !

– Eu a escolhi sim, mas eu jamais vou abandonar meu filho ! Eu cuidei dele a vida inteira sozinho !

– Cuidou dele sozinho por causa justamente daquela mulher, foi ela que me matou e impediu que meu filho tivesse uma mãe !

– Nós já conversamos sobre isso. Roland ?! — Robin o chama. — Papai chegou garotão ! — No mesmo instante que o ladrão fala, ele vem correndo em sua direção.

– PAPAI !!! — O garoto pula em seu colo e o abraça, distribuindo vários beijos nele. — Eu estava com saudades de você.

– Eu também meu amor, agora vá pegar alguns roupas e se quiser também uns brinquedos lá no seu quarto, nós vamos sair. — Robin o coloca de volta ao chão.

– A mamãe vai com a gente papai ? — O pequeno pergunta.

– Não amor, ela não vai.

– Ok, já volto . — O garoto apenas sai correndo novamente para o quarto e Robin faz o mesmo, enquanto anda Marian o segue, segura o seu braço e fala.

– Você não vai levá-lo ! — Ela aperta o braço dele com mais força, com o corpo fervendo em raiva.

– Eu sou o pai dele.

– E eu a mãe !

– Chega Marian, se você quer assim, vamos pedir para ele escolher com quem quer ir. Você já deve imaginar muito bem quem ele vai querer não é mesmo ?

– Por que quer levá-lo ? — Ela pergunta já com lágrimas descendo pela sua face.

– Eu sei que você está mal e eu entendo perfeitamente o por quê, eu sei que está magoada comigo e tudo que está acontecendo, mas sei que se deixá-lo aqui, você vai encher a cabeça dele com palavras horríveis sobre mim e principalmente sobre Regina.

– Você não entende nada ! Você não vê oquê está causando em mim ? Minha vida virou um inferno por causa disso !

– Ele é só uma criança Marian.

– E você acha que ela não vai dizer coisas horríveis sobre mim também ? — Ela diz com a voz falha por conta do choro.

– Não, eu não acho. Ela não é mais assim.

– Você podia ser advogado dela sabia ? Você a defende tanto, não confie muito nela, não crie expectativas. Você sabe muito bem que velhos hábitos nunca morrem !

– Você tem razão ! Velhos hábitos nunca morrem, mas eles se aperfeiçoam. Eu acredito que os de Regina se aperfeiçoaram para melhor. Eu tenho plena certeza que ela jamais vai voltar a ser o quê era antes, ela tem motivos muito maiores para não ser mais uma pessoa má !

– O quê ? Você ? — Ela debocha.

– Não só eu, mas vários outros.

– Me responde uma coisa. Por quê ? Por quê escolheu ela ? Uma pessoa que já tirou tantas vidas. Que já destruiu tantos finais felizes.

– Porque todos merecem uma segunda chance, porque ela já sofreu tanto quanto qualquer um aqui.

– Eu não entendendo. — Ela limpa o rosto. — Ela é a última pessoa que merece isso. Um final feliz, ela é a última pessoa que merece você Robin !

– Eu a amo Marian e nada vai mudar isso ! — Ele solta a mão dela que estava até agora em seu braço e vai pegar seus pertences, roupas e tudo mais. Depois de Robin arrumar todas as suas coisas nas malas e pegar a pequena mochila que Roland tinha guardado suas roupas, ele se direciona para o carro de xerife que tinha aprendido a dirigir á pouco tempo graças a David e lá coloca todas coisas dentro. — Tudo pronto, vamos filho ? — Robin pergunta já do lado de fora de casa.

– Já vou papai ! — O menino que ainda permanecia dentro da casa diz.

– Ei, toma cuidado lá, qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo, você me fala . — Marian fala com os olhos marejados e vermelhos.

– Mamãe não precisa chorar. Regina gosta muito de mim. Ela me disse que me ama como se fosse um filho.

– É justamente disso que eu tenho medo. — Ela deposita um leve beijo em sua testa. — Se cuida pequeno, eu te vejo depois da escola segunda, vou te buscar viu ?!

– Ok, tchau mamãe. — Eles se abraçam..

– Tchau filho, eu te amo ! — Ela se despede e o garoto sai correndo para fora da casa e indo com seu pai. Marian estava arrasada e não queria deixá-lo ir, mas ela não teve escolha. Robin o amava tanto quanto ela, e ele não iria desistir até conseguir levá-lo. Mas ela jamais deixaria que Regina ficasse com ele, jamais ! Ela iria fazer de tudo para ter Robin de volta, sua família de volta. Ela estava determinada em acabar com essa palhaçada de uma vez por todas, nem que tivesse que fazer coisas que nunca fez para conseguir. Ela ia achar um jeito !

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Regina e Henry continuavam deitados na cama, conversando sobre diversas coisas que estavam acontecendo na escola, na casa dos avós com o novo bebê, sobre ele querer começar a trabalhar com Mr. Gold e tudo mais.

– Sabe mãe ...

– Hum ... — Regina fala meio sonolenta e acariciando os cabelos do filho.

– Eu estou feliz por você !

– Por mim ? — Ela pergunta se sentando na cama, pois senão o sono dominaria ela por completo.

– Sim, você e Robin juntos, um bebê há caminho ... — Ele dá um sorriso. — Você está feliz, não está ?

– É ... estou sim. — Regina quase gagueja.

– O quê foi mãe ?

– Henry, as coisas não são tão fáceis assim como você acha. Temos grandes problemas ainda para resolver.

– Tipo ?

– Marian é um deles !

– Ela vai encontrar alguém que a ame como Robin ama você. — Ele fala com convicção.

– Não é bem assim que funciona Henry, Robin acabou de separar dela e ainda de quebra está trazendo Roland pra cá.

– E qual é o problema ? Você sabe mais do quê ninguém que no final as coisas sempre se resolvem. Os finais felizes sempre acontecem.

– Parece que meu final feliz ainda está longe pra acontecer. Se ela já me odiava antes, imagina agora ! Estou com o marido dela e praticamente com o filho também.

– Por que está pensando nisso agora ? Justo agora que Robin te escolheu ?

– Sei lá, só me pareceu injusto isso com ela. — Regina diz pensativa. — Eu a matei no passado, eu impedi que tivesse sua própria família. E agora estou fazendo praticamente o mesmo.

– Isso é passado, você não é mais assim. Agora você é apenas uma pessoa boa, que cometeu erros, mas teve a capacidade e a coragem de se redimir. Agora ... — Ele pega na mão dela. — você é apenas minha mãe ! — Ela o abraça, um abraço apertado e com direito há algumas lagrimas de emoção por parte da morena. Ambos sorriem um para o outro.

– Quando foi que você cresceu tanto ? — Ela diz. — Está um homenzinho lindo !

– Mãe pare com isso. — Ele fala rindo enquanto Regina o mimava. — Você terá um bebê e poderá babar nele todo.

– Mas ... por enquanto que o bebê não chega, vou ficar com esse ! — Ela o pega de surpresa e começa a fazer cócegas nele, ele se debate um pouco tentando se livrar dela, mas com cuidado para não machuca-la, pois estava ficando mais forte que ela.

– Chega ! — Ele grita em meio as gargalhas e sem fôlego — Por favor mãe ... Chega, agora é sério. Eu desisto. — Ele se levanta da cama para que ela não continuasse, ele estava quase sem ar.

– Henry ? Você está bem ? — Ele não responde, apenas continua a respirar fundo.- Henry ? — Ela se levanta rapidamente da cama também e vai ao encontro dele.

– Mãe ... — Ele sussurra, Regina estava ao seu lado, todo preocupada com ele, quando de repente escuta uma risada baixa, mas que depois aumenta e vira grandes gargalhadas por parte do garoto.

– Ah, eu não acredito ! — E ele continua a rir. — Menino que susto ! — Ela fala brava e volta para a cama e senta na mesma com a cara fechada.

– Desculpa ... — Ele mesmo fica com falta de ar de tanto rir da situação. — Você ... toda preocupada ... — Ele não conseguia nem falar.

– Não teve graça e eu não sei se você se lembra, mas eu estou grávida e não posso tomar susto ! — As risadas do menino se acabam no mesmo instante ao ouvir sua mãe dizer e dá o lugar para um olhar de preocupação.

– Mãe, desculpa. Você está sentindo alguma coisa ? — Regina faz uma careta, como se fosse uma cara de dor e leva as mãos até sua testa. — Mãe ? Oh meu Deus ! — Ele diz apavorado. — Respira mãe, respira. Vou ligar pro Robin. — O garoto se levanta apressado e quando está prestes a sair, ouve sua mãe rir, rir alto por sinal. — Que diabos ! Não acredito que cai nessa ! — Ele fala indignado.

– Seu bobo ! — Regina joga o travesseiro e o acerta bem em cheio. Ele por sua vez, joga o mesmo na cama. — Paguei na mesma moeda, viu ? Desculpa filho ! — Regina diz. — Mas não faça mais isso ok ? — Ele se senta na cama, ainda sério. — E eu não faço mais isso também. — Ele sorri e corre em direção a cama e pula, logo em seguida a abraça.

– Eu amo tanto estar aqui com você ! Desculpa mãe.

– Eu também amo !

– Eu amo você e essas e essa pequenas coisas do dia-a-dia. Eu não sei o que seria de mim sem você !

– Ui que romântico ! — Ela brinca.

– Mãe ... ! — Ele a reprova.

– Tá, desculpa. Eu não vivo sem você simplesmente !

– Daqui há pouco começa a babar em mim.

– A é ?! Pois agora não ligo mais ! — Ela vira a cara e faz birra brincando com ele.

– Mulheres grávidas e seus hormônios ! — Ele diz. — Estou brincando Dona Regina !

– Eu sei. — Ela ri. — Mas agora vamos arrumar essa bagunça antes que Robin e Roland cheguem. — Ela fala se referindo ao quarto que por sinal estava uma bagunça mesmo.

Notas finais
Gente oquê será que Marian vai fazer ? Alguém tem alguma ideia ? Então, eu estou com uns problemas de internet e estou usando o wi-fi da vizinha, mas ela não é lá essas coisas e as vezes desliga só pra eu não usar. Espero que isso não atrapalhe o andamento da fic, beijos