Use My Heart For Both Of Us.
17 Attitudes .
Notas iniciais
– Mulheres grávidas e seus hormônios ! — Ele diz. — Estou brincando Dona Regina !
– Eu sei. — Ela ri. — Mas agora vamos arrumar essa bagunça antes que Robin e Roland cheguem. — Ela fala se referindo ao quarto que por sinal estava uma bagunça mesmo.
– Acho que é tarde demais ! — Robin fala já entrando no quarto e acompanhado por um garoto baixinho e eufórico.
– Regina !!! — Ele corre para os braços da mesma.
– Meu amor ! — Ela se agacha e o pega no colo.
– Que saudades de você. — Ela sorri. — E do nosso sorvete de chocolate com granulado direto do pote.
– Eu também estava morrendo de saudades querido. — Ela se senta na poltrona com ele.
– Sorvete de chocolate ? Granulado ? Direto do pote ? Não me lembro disso. — Robin diz desconfiado.
– É uma longa história ! — Henry fala.
– Eu iria adorar saber mais sobre ela. — Robin se senta ao lado dela na cama.
– Depois te conto ! — Regina o beija.
– Ow, aqui não né ? — Henry diz. — Quer dizer, aqui pode até ser, mas não agora.
– Henry ! Que isso ? — Regina olha para ele com cara de repreensão, ele somente ri da situação.
– Vou para o meu quarto ! — O garoto fala.
– Não, você vai me ajudar a arrumar o quarto mocinho. Olha só o tamanho da bagunça !
– Eu te ajudo ! — Roland levanta o braço e se manifesta.
– Pronto, arrumou um empregado ! — A expressão de Henry muda e ele diz sério.
– Henry ! Hoje você está com umas brincadeiras viu ! — A prefeita diz séria e se levantando , coloca Roland no chão.
– Vou para o meu quarto fazer lição, será que posso ?
– Pode sim Henry. — Robin diz, e o garoto sai do quarto e Regina fica confusa com a atitude do filho.
– Mas ... mas o quê deu nele ? — A prefeita estranha.
– Parece que a adolescência chegou ! Vem, vamos. Eu te ajudo arrumar essa bagunça.
– Ok, obrigada amor.
– Ei, eu esqueci de perguntar. Você já está melhor ?
– Você está doente ? — Roland pergunta curioso.
– Não estou doente querido. — Ela diz. — Sim, melhorei. Só estava passando mal, só isso.
– Ah, ok. Posso brincar um pouco agora ?
– Você não disse que ia ajudar Regina filho ? — Robin fala.
– Deixa ele. Pode ir sim, mas ...
– Cuidado com a escada. — O menino completa tentando imitar a voz de Regina toda vez que ela falava aquilo e arranca risadas de ambos adultos ali. O pequeno sai e finalmente só ficam Robin e a sua Rainha.
– Agora ... — O arqueiro fala com um olhar malicioso. — Só tem eu e você ! — E morde o canto da boca.
– Seu safado! — Regina dá um leve tapa no ombro dele. — Estava doido para se livrar dos meninos logo né ?!
– Fazer oquê se você é irresistível e me deixa louco toda vez que estou perto de você. — Ele a abraça e a conduz em direção a cama. Eles ficam deitados, só trocando carinhos e vários beijos. Até que Robin começa a deslizar suas mãos pela coxa de Regina, ele resolve ficar em cima dela, mas não coloca todo o seu peso contra ela. Ele começa beijando, mas depois deposita leves chupadas em seu pescoço. E esse ato faz com que Rainha fique excitada . Ele a beija na boca, quando percebe que ela está gemendo meio alto.
– Papai ? Regina ? — Eles ouvem uma voz bem conhecida por trás da porta e para o azar de ambos, a porta estava destrancada.
– Droga ! — Robin fala frustrado.
– Acho que fizemos barulho. — Ela ri.
– Fizemos ou você fez ? — Ele também ri e sai de cima dela rapidamente. Os dois se ajeitam na cama.
– Pode entrar pequeno.
– Oi. — Ele entra no quarto e olha com uma carinha de sapeca.
– Olá. — Regina diz, mas Robin continua calado.
– Vim falar que estou com fome.
– Nossa, eu nem perguntei se você tinha comido algo lá na casa da sua mãe. Vou prepara algo para você já já. — A prefeita fala. — Só me ajude a arrumar isso tudo e mais rápido terminarei para preparar sua janta. Que tal ? — Ela pergunta ao menino. Regina queria que Roland permanecesse lá, pois assim eles não perderiam o "foco".
– Ok. — Ele diz, Robin sorri e se levanta ajudando-os.
Depois de tudo arrumadinho e limpinho, os três saem do quarto e vão preparar algo para comer, pois já se passava das 18:30. Regina estava com preguiça de preparar um jantar digamos assim, decente e resolver fazer algo prático e rápido.
– Vamos fazer pipoca ! Que tal ? — Regina pergunta.
– Por mim, tudo bem. E você filho ? — Robin fala.
– Eba ! Eu gosto de pipoca agora. — Ele fala todo alegre.
– Tudo bem, Robin amor me ajuda ?
– Ajudo sim amor.
– Roland, vai assistir desenho lá na sala. — A prefeita diz e o mesmo corre para o outro cômodo. Depois de um certo tempo a pipoca fica pronta e Robin faz questão de fazer um refresco para acompanhar. A Rainha coloca um pouco de manteiga para ficar mais saborosa e porque Roland adorou dá primeira vez que comeram. Henry aparece na cozinha ainda com uma expressão séria.
– Filho, vem comer pipoca com a gente. — Regina diz.
– Não estou com fome mãe. — Ela abre a geladeira e de lá tira uma jarra de água. Ele põe no copo um pouco e toma. — Vou pra casa da Emma, esqueci algumas coisas minhas lá.
– Liga para ela trazer aqui. — Ela diz.
– Não, já liguei para ela vim me buscar. Daqui á pouco ela estará aqui.
– Mas você veio pra cá hoje depois do almoço. Pensei que iria dormir aqui.
– Desculpa, mas hoje não vai dar. Tenho coisas pra fazer lá.
– Tá legal, Robin vai ver o que Roland está fazendo. Preciso ter uma conversa aqui. — O ladrão apenas concorda com a cabeça e sai. — O quê está acontecendo ?
– Nada.
– Do mesmo jeito que você disse que me conhece, eu te conheço ! Eu vou repetir mais uma vez ... — Regina diz já brava com a situação. — O quê aconteceu Henry ?
– E eu já disse que não está acontecendo nada e nem aconteceu. — Ele fala num tom mais alto, e assusta a prefeita com tal ato. Ele sai da cozinha, após ouvir a campainha e a voz de Emma. Regina o segue.
– Robin ? — Emma Fala confusa, mas feliz.
– Olá Emma. — Robin a cumprimenta com seu melhor sorriso.
– Senhorita Swan. — Regina aparece e faz o mesmo. Henry já pega sua pequena mochila que tinha trazido e sai da casa sem nem se despedir da mãe ou de qualquer um ali.
– O quê aconteceu com ele ? — Emma pergunta.
– Talvez a educação que você deu á ele nesse tempo de um ano, não tenha sido uma das melhores. — A prefeita diz sarcástica, mas após ver a cara de repreensão de Robin, resolver concertar o que disse. — Eu não sei, é o que estou tentando descobrir. — Regina diz meio triste com a atitude do filho.
– Vou conversar com ele. — Emma se despede e sai em direção ao seu fusca amarelo. Robin fecha a porta e vai atrás da Rainha que foi para a cozinha. Lá ele a encontra triste e pensativa.
– O quê será que fiz pra ele ?
– Talvez ele só esteja chateado com algo que aconteceu e não com alguém. É normal isso, adolescentes são assim, vai se acostumando. — Robin fala com Roland em seus braços.
– Eu não entendo ! Nós estávamos tão bem, conversando e tudo mais e agora ele faz isso.
– Eu quero comer logo a pipoca ! — Roland diz impaciente.
– Não vamos pensar nisso agora, ok ? Vamos comer antes que alguém aqui morra de fome. — Robin fala se referindo ao seu garoto. Regina respira fundo, limpa seus olhos marejados e força um sorriso por Roland. Eles comem e conversam sobre diversas coisas, afim de quebrar o clima tenso que ficou por causa de Henry. Enquanto isso, uma chuva forte começava á cair e um rigoroso inverno se aproximava da pacata cidade de StoryBrooke, e junto com ele vinha algo que todos iriam temer. Principalmente Rumpelstiltskin, o famoso Senhor Das Trevas.
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