Use My Heart For Both Of Us.
18 I'm Coming.
Notas iniciais
– Ei garoto ? — Emma fala ainda dirigindo há caminho de casa, começou a chover de repente e o tempo fechou estranhamente. Ela percebe que Henry está tão calado e ao mesmo tempo pensativo, o menino por sua vez nem prestou atenção que ela o chamava. — Henry ! Planeta terra chamando ... — O mesmo desperta dos seus pensamentos e se assusta, pois Emma alterou seu tom de voz um pouco para ver se o menino a escutava chamar.
– Oi, o quê você disse ?
– No quê estava pensando ?
– Eu ? Nada ué !
– Namoradas ?
– Não. — Ele sorri.
– Está apaixonado ? Gostando de alguém ?
– Não mãe. — Ele diz sério e revira os olhos.
– Ai meu Deus ... não me diga que você é ... — Emma brinca tentando quebrar o clima tenso e arrancar risadas do menino
– Não ! Que saco, me deixa . — Ele grita surpreendendo a mãe loira por sua reação.
– Desculpa. — Ela diz. — Só estava te achando meio cabisbaixo, triste e fiz uma brincadeira ...
– Uma brincadeira sem graça alguma.
– É ... você tem razão. — Ela se cala, pensativa na atitude um tanto diferente de Henry e continua prestando atenção na volta para casa, a chuva não estava dando trégua e ela teve que reduzir a velocidade. Por alguns minutos fica um silêncio ensurdecedor no ar, Emma realmente se chateou com o filho. Por que ele estava tão perturbado ao ponto de grita com a própria mãe ? . Ela chega no carro de xerife na sua casa e para o mesmo em frente a fachada de entrada. Ela tira o cinto de segurança e abre a porta do veículo.
– Não, espera. — Henry segura seu braço , ela o olha séria e vê sua expressão triste. — Desculpa. Eu não queria ter gritado com você.
– Tudo bem. — Ela força um sorriso, mas o menino percebe que a magoou.
– Eu estou um pouco nervoso, só isso.
– Um pouco ?
– Tá, talvez muito.
– Sabe, as vezes se abrir com alguém ajuda a esfriar a cabeça. — Ela diz fechando novamente a porta do carro.
– Eu só fiquei triste com algumas situações.
– Aconteceu algo que você se chateou na casa da Regina ?
– Sim. — Ele confessa.
– O que foi ?
– Eu não sei se quero falar sobre isso.
– Você que sabe então.
– O problema é Roland !
– Roland ? — Emma pergunta com os olhos arregalados.
– Não, na verdade não diretamente só ele.
– Então ... quem é ?
– Minha mãe. — Ele diz com a cabeça abaixada.
– Por que ela está com Robin, não é ?
– É !
– Eu só não entendo o que isso tem haver com você ser grosso comigo e com sua mãe, mas ok. Você ... você tem medo dela se machucar novamente ?
– Também.
– Que tal parar de rodeios e ir direto ao ponto ? — Ela sugere.
– Eu sinto que desde que eu lembrei dela, da minha vida aqui em StoryBrooke e tudo isso, da magia ... é como se o amor que ela sentia por mim diminui. Sei lá, eu sinto que esse ano que ficamos separados, ela percebeu que não sou tão importante pra ela como ela achava. — Desabafa.
– Você acha que ela não te ama mais ?
– Eu não acho que ela não me ame, só acho que agora ela já tem pessoas demais na vida para amar.
– Sabe o quê eu acho ? — Emma faz uma pausa e segura a mão do filho. — Que isso tudo que você está sentindo é ciúmes !
– Não, não é ciúmes.
– Henry ...
– Talvez seja, mas sei lá. Eu amo ver que ela está se tornando uma pessoa melhor, uma pessoa boa. Eu fiquei feliz em saber que ela encontrou o amor verdadeiro e que Robin há escolheu, que agora ela poderá ter uma família completa. Uma família na qual eu não estou incluído.
– Definitivamente isso é ciúmes, e um ciúmes bobo. Sabe, chega ser até ofensivo ver você dizendo isso. Henry, ela quebrou a maldição de Zelena com um beijo de amor verdadeiro, e que eu me lembro bem, beijo no qual foi dado em você. Zelena tinha roubado seu coração e mesmo assim ela foi capaz de te amar o suficiente para isso, ela foi capaz de sentir o amor. — Emma nem estava acreditando no que ela própria estava falando, defendendo Regina, aquela que durante anos foi sua inimiga, que disputava o amor do filho. Mas ela precisava fazer isso, não só pela rainha que já sofreu tanto na vida e com certeza sofreria mais se Henry não mudasse de opinião em relação ao que ela sentia por ele. Ela tinha que fazer isso por si mesma, porque ela tinha o dever como mãe, e em agradecimento por Regina ter cuidado de Henry por mais de 10 anos.
– É ... eu acho que fui muito estúpido com ela. — Ele fala após refletir sobre o assunto.
– Você acha ?
– Não, eu tenho certeza ! Eu só tenho medo de perde-la para outra pessoa.
– Então fale isso pra ela e não grite com ela e com os outros feito criança. Você já passou dessa fase e Regina merece saber o que você sente. Henry, ela te ama mais que tudo na vida, ela te provou isso. Não duvide dela garoto.
– Você me leva amanhã para casa dela ?
– Levo sim, você tem que concertar isso o mais rápido possível, e vê se não faz mais burradas ok ?. — Emma sorri e ambos saem do carro e entram na casa.
Logo após entrarem na casa, eles jantam e cada um vai dormir. Emma aproveita que todos estão deitados e resolve sair um pouco de casa, algo estava a incomodando, como se fosse um pressentimento. Ela não sabia explicar, mas ela tinha certeza de que algo de ruim estaria por perto, ela só não esperava que dessa vez seria algo tão sério, tão horrível e covarde.
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Rumple estava ainda em sua loja, arrumando algumas velharias que tinha chego nos fundos, quando ouve o barulho do sino da porta de entrada.
– Acho que você não sabe ler a palavra Fechado ... — Rumple diz vindo do outro cômodo e para sua surpresa não havia ninguém ali. Ele olha ao redor para ver se alguém não estava ao redor e não acha nada. Por fim ele decide abrir a porta e olhar nas proximidades da loja e novamente não vê um ser vivo nas ruas da pequena cidade, parece que todos já tinham ido dormir ou pelo menos já estavam em casa com suas mulheres e filhos. Ele desiste de saber o quê era e volta para dentro da loja, vai em direção ao balcão para pegar sua maleta para ir embora e encontra algo que não estava lá antes. Um bilhete, um bilhete no qual estava destinado há ele, com seu nome. Ele pega o mesmo nas mãos e novamente olha para os lados para ver se encontra o remetente do papel, ele abre o pequeno envelope e lê o quê estava escrito. No início, ele não entendeu nada, a letra era diferente e bonita e conforme foi lendo as últimas palavras, percebeu do quê se tratava.
" Como eu estava com saudades de você querido Rumpelstiltskin, o tempo passou tão rápido não é mesmo. Espero que finalmente tenha encontrado um amor e a felicidade e que tenha aproveitado bastante isso, pois logo você só viverá na completa e perfeita solidão. Você irá pagar por tudo que me causou e eu mesma vou garantir que você caia na escuridão para sempre. Apesar de você poder ver o futuro ou ter visões dele, você sabe que vou ter sucesso no que eu quero. Você não poderá protege-la, sua magia não é forte o suficiente. Eu estou chegando Senhor Das Trevas e se prepare, pois não vou poupar nenhum detalhe da dor que sofri e nem ninguém "

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