Notas iniciais
Que episódio foi aquele de ontem? Eu simplesmente amei demais! Estou apaixonada pela Cruella que monstrou na promo do 4x11. Este capítulo contém uma surpresa no final, os leitores que comentam pediram tanto... Como sou muito legal, atendi logo. Espero realmente que gostem e uma ótima leitura pessoal.

Com uma de suas mãos entrelaçada na de Robin, Regina o observava. Com um grande aperto no coração e os olhos marejados, acariciou seu rosto e beijou sua testa que ainda tinha era pálida. Sentou-se na poltrona ao lado da cama e permitiu-se sorrir, brincando com o anel em seu dedo.

– Oh, não sabia que ele tinha dado à você. — David tira a morena de seus pensamentos distantes, entrando no quarto com paredes brancas.

– Ele não chegou a fazer o pedido. — Diz com a voz falha e se recompondo.

– Lembro de como ele estava nervoso no dia. — O príncipe ri.

– Você... Estava com ele? — Regina questiona.

– Sim, andamos quase a cidade inteira. Robin disse que tinha que ser anel perfeito, digno de uma Rainha... — David percebe as lágrimas que a morena tentava segurar. — Desculpe Regina, não queria que se sentisse assim.

– Tudo bem. Robin tinha razão, é perfeito! — Afirma analisando a joia.

– Eu vim aqui para lhe avisar que arranjamos um jeito de prender Elise. Ela não fará nenhum mal à vocês duas. Estamos te esperando hoje à tarde, na prefeitura.

– Eu irei estar lá. — Sorri fraco. — Obrigado.

David sai, a deixando sozinha novamente.

– Eu deveria ter tido a você, o quanto significava para mim. Agora eu pago o preço por todos os atos estúpidos que cometi. — Sussurra para o arqueiro. — Mas quando você acordar, se quiser casar comigo ainda... Eu sempre direi sim.

Já em outra sala do hospital, Marian trocava o curativo na testa e terminava de ser atendida por um enfermeiro.

– Como está se sentindo, mamãe? — Roland pergunta.

– Bem melhor agora. — Marian fala fazendo carinho na cabeça do filho pequeno.

– Você me deu um susto. — Ryan comenta, pegando na mão dela.

– Obrigado por ter me salvado.

– Na verdade, não fiz nada. — Sorri.

– Roland, por que não vai ver seu pai e Regina? — Marian sugere. — Aposto que eles estão com saudades, leve seus desenhos.

– Ok mamãe. — Diz dando pequenos pulinhos e sorridente, mostrando suas covinhas.

– Só não demore muito. — Disse num tom mais alto, ao vê-lo correr e sumir entre os corredores.

O menino chega no quarto que a morena estava animado, e fazendo barulho. Ele olha para ela, sabendo que tinha que ficar em silêncio naquele lugar. Apenas sorri sem dizer nada e abre sua mochila que carregava para todos os cantos que ia.

– Trouxe chocolate para você. — Diz pegando o mesmo nas mãos e oferecendo para Regina.

– Muito gentil de sua parte. — Comenta.

– Você estava chorando? — A pergunta de Roland a pega de surpresa.

– Não meu amor, só estou muito cansada.

– Você está muito grande mamãe! — Exclama arrancando uma gargalhada alta da prefeita.

– Na verdade, estou no peso certo dessa vez.

– Como vamos chama-la? De irmã? — Indaga com sua mão na barriga dela, acariciando amorosamente.

– Ao menos que você não queira ser chamado de anão, devemos esperar seu pai decidir isso.

– Ela está se mexendo? — Arregala os olhos.

– Ultimamente é o que mais faz!

– Eu sonhei com ela de noite.

– Sonhou?

– Sim, na verdade com todos nós! — Abre novamente sua mochila e de lá, tira alguns papeis riscados.

– Você a desenhou?

– Isso, aqui é o Henry. — Mostrou com o dedo. — Você, o papai, eu...

– E essa deve ser nossa princesa? — Indicou também. Roland concordou com a cabeça e depositou um beijo no abdômen da mulher.

– Papai disse que eu era o homem da casa quando não estava. Só que agora, ele nunca está lá. — Diz desapontado.

– Oh, não se sinta triste. — O abraçou.

– Eu tenho que proteger minha irmã enquanto ele estiver descansando. — Falou inocentemente. — Só tenho medo de não conseguir.

– Tenho certeza que você será um ótimo guarda. — Massageou seus cabelos. — Aliás, esse laço que desenhou é idêntico ao que Robin deu para o bebê. Rosa e delicado.

– Ele está aqui também. — Disse revirando suas coisas mais uma vez.

– Devo me perguntar se você mexeu no quarto dela? — Regina o olha e vê sua cara de sapeca.

– Desculpe. — Fez careta.

– Fique tranquilo. Dê um beijo no seu pai e vamos. — A rainha o pega rapidamente no colo, o suspendendo até na altura que ele conseguisse tocar no ladrão.

– Até logo papai. — Falou baixo e deixou o laço na mesinha que tinha ali.

Após Regina deixa-lo com Marian, ela foi para casa almoçar e tomar um bom banho. Afim de relaxar um pouco antes de ir a prefeitura, certas lembranças rodeavam sua mente e assombravam seu sono.

" — Você é uma princesa tão linda... Sim, você é! — Elise sussurra para o bebê em seus braços que dormia tranquilamente. — Sua mãe teria grande sorte em ter você. — A mulher estava em cômodo muito claro, e parecia estar vazio. A recém-nascida começou a chorar, um choro desesperado e alto.

– Devolva minha filha! — Regina apareceu rapidamente, receosa com o bebê que não ficava quieto. — Você está a machucando.

– Não, eu não estou. Ela só está com medo... — Elise acariciou a bochecha da pequena e a levantou, deixando-a em pé em seu colo. — Mas está tudo bem, isso vai passar.

– Aonde você vai? — Perguntou vendo-a andar e ficar cada vez distante.

– Leva-la para um lugar melhor. — Respondeu, a morena pode perceber um sorriso aparecer nos lábios dela.

– Não, por favor... — Suplicou com lágrimas nos olhos. Vê sua filha ali, chorando sem cessar, era terrível. Uma dor em seu peito cresceu quando viu Elise sumir com o bebê. Correu mas, foi inútil. Parecia que quanto mais ia em direção a ela, mais longe ficava... "

– Não!!! — Regina gritou acordando suada, foi só ai que percebeu que tudo não passou de uma pesadelo. — Você ainda está aqui meu amor... — Falou respirando fundo e pressionando sua mãos na barriga grande. O medo de perder sua filha tomou conta de seu coração, levantou-se da cama rapidamente.

Estava sozinha em casa e resolveu caminhar até o quarto da mesma. Chegando na porta, o observou atentamente, seu olhar ainda era triste. Tudo que enfeitava o lugar, foi fruto do trabalho de Elise. Os detalhes de cada canto, eram lindos. Mas ela não podia imaginar sua menina ali, daria um jeito de reformar tudo de novo antes dela nascer.

Desceu as escadas, pegou as chaves e a bolsa e saiu. Dirigiu até a prefeitura, estava ansiosa para saber como resolveriam este problema. Teria que falar e esclarecer muitas coisas com o velho feiticeiro.

Estacionou o carro apressadamente, e saiu indo para a porta de entrada. No corredor, pode perceber que tinha mais gente que esperava, o barulho era enorme.

– Regina, pensei que não viria mais. — Snow disse assim que a viu.

– Desculpe, houve coisas que me atrasaram. — Sentou-se em sua cadeira. Ela pode notar os olhares da maioria sobre ela, como se fosse algo completamente estranho vê-la grávida. Mas por um lado era porém, preferiu ignorar.

– Você está bem? — Emma o olhou preocupada, a morena assentiu com a cabeça.

– Vamos direto ao ponto, preciso fazer muitas coisas ainda. — Rumple se pronunciou impaciente e Regina o encarou.

– Precisamos saber o que essa mulher quer. — David diz.

– Além do óbvio? — Regina indagou irritada. — Elise se aproximou de mim, da minha família, da minha filha! — Afirmou com ódio.

– Rumple, você me deu uma espécie de cartão da loja dela. Você já a conhecia antes mesmo de tudo isso. — Belle lembrou.

– Ela é uma velha amiga.

– Não me parece ser sua amiga, você estava trancafiado no porão dela. Por que? — Emma se aproximou.

– Estamos aqui para prende-la e não para recordar o passado.

– Você ou Regina fizeram algo com ela! — Ruby exclamou.

– Eu não a conheço. — A prefeita disse sincera. — Nunca a vi na vida.

– Regina está certa. — Mr. Gold esclareceu. — Elise quer recuperar sua filha, e de alguma maneira pensa que aqui em StoryBrooke é possível.

– Ela está com o livro de feitiços da minha mãe, talvez nele tenha a resposta para o que pretende fazer.

– Me parece que sua criança está envolvida nisso. — Granny se manifestou.

– Oras, se esse é o problema, daremos a ela o que quer. A criança! — Após dizer isso, Zangado foi repreendido por David. Regina se deu conta que a situação era mais difícil do que imaginava, de certa forma aquelas palavras a machucaram. Sabia muito bem que nem todos os habitantes aceitariam a ajudar mas, ainda tinha um pouco de esperança que sua menina ficaria a salvo.

– Com licença. — Se levantou, seus olhos marejados entregaria seu estado. Saiu do escritório confusa e de outra sala, olhou a natureza que seu jardim proporcionava.

– Será que podemos conversar? — Snow White adentrou com seu filho mais novo.

– O que adiantaria falar que não? — Regina suspirou sem sair do foco.

– Peço que desculpe Leroy, ele fala coisas sem pensar.

– Fui tola em pensar que... Todos me ajudaria. — Riu irônica. — A rainha má!

– Não, não foi. Eu estarei do seu lado e várias outras pessoas.

– Você e mais quantas? Henry? Ele é praticamente uma criança. — A essa altura, já tinha lágrimas pelo seu rosto.

– Fica calma.

– É tão fácil você falar isso, Robin nem ao menos está aqui!

– Eu sei que não é fácil mas, se eu não tivesse acreditado que...

– Não comece com esse discurso idiota. — A interrompeu.

– Regina, entenda! Depois que tudo que passei, problemas, mortes... Ainda tive fé. Ainda tive esperança que daria certo. Quando Zelena pegou Neal, meu mundo acabou ali. Novamente pensei que teria que viver sem mais um filho, sem pode cria-lo. Porém você... Você o salvou. Se não fosse por sua magia Regina, eu não estaria com ele agora. — A princesa beijou a cabeça do pequeno, que sorriu para a Rainha.

– O que isso adianta agora, não consigo usa-la mais. — Disse pegando na mão do bebê.

– Eu e meu marido te protegeremos, e aposto que Emma também! Sua família estará com você... — Regina não pode deixar de ficar emocionada, um sorriso fraco foi dado e Neal que já estava com quase 7 meses, deu os braços para ela.

– Posso? — Disse se referindo à ele.

– Claro. — Snow entregou o bebê. A morena teve certa dificuldade para segura-lo por causa de sua enorme barriga mas, se saiu bem.

Quando ambas decidiram voltar para o escritório, já estava quase vazio. A maioria das pessoas já tinham ido embora, ficando só David, Emma, Hook, Belle e Rumple.

– Nós temos um plano. — David falou.

– Rumple nós ajudará a ir para Arendelle, buscar a urna. A prenderemos novamente lá e jamais sairá. — Reconfortou Belle.

– O único problema é que não sabemos como coloca-la lá. — Hook disse.

– Daremos um jeito. — Emma sentou-se no sofá. — A imobilizaremos ou, qualquer outra coisa.

– A pergunta é; quem irá para Arendelle?

– Eu. — Belle logo se adiantou para a surpresa de todos. — Vou com Emma.

– Não deixarei você ir! — Rumple se pós contra.

– Infelizmente você não manda em mim, tenho que ajudar!

– Isso não é perigoso? — Regina estava preocupada.

– Se tomarem cuidado com a Rainha de lá, saíram vivos. — Gold olhou Belle de canto, chateado com que ela disse.

– Hook ficará aqui, para cuidar de Henry e você! — Emma se referiu a prefeita.

– A última coisa que preciso é de um babá pirata! — Afirmou sarcástica e devolveu Neal para Snow.

– Quando vamos? — A salvadora apenas a ignorou e questionou.

– O tempo em StoryBrooke e Arendelle podem ser diferentes, se for fazer isso, tem que ir o mais rápido possível. — Alertou.

– Então, amanhã partiremos eu e Belle. — Emma falou por fim e saiu apressada do escritório.

– Precisamos conversar Rumple. — Regina chegou mais perto dele.

– A que devo a honra Majestade? — Fez uma breve referência para irrita-la.

– Você vai me dizer sobre Elise, toda a verdade! — Verbalizou autoritária.

O homem não disse nada além do que já sabia, sempre fugindo do assunto que a levou querer sua filha de volta. Não conseguiu saber exatamente o que aconteceu com Elise e quais eram suas reais intenções. Rumple só a aconselhou a tomar cuidado, pois Regina tinha o que ela precisava. Mais dúvidas surgiram em sua cabeça e ele tentou explica-las todas. Emma era a única que podia pegar a urna além de Regina, pois possuía magia de luz. De certa maneira, iria ser necessário usa-la para eventuais obstáculos. Conversaram durante muito tempo, até Regina se dar conta que já estava muito tarde. Minutos depois foi embora com Belle que a esperava no carro.

Na manhã seguinte...

– Vocês não precisam fazer isso. — Regina disse.

– Belle pode ficar mas, eu vou! — Emma afirmou. — Foi eu quem a trouxe, é meu dever leva-la embora.

– Não vou ficar, quero ajudar você. — Belle a olhou. — Ajudar essa princesinha. — Acariciou a barriga dela, que sorriu com o ato.

– Obrigada. — Sussurrou para as duas.

A salvadora percebeu que Hook a olhava triste de longe, resolveu ir falar com ele. Rumple fez o mesmo com Belle, afim de tentar tirar essa loucura de sua cabeça.

– O que foi pirata? — Emma disse apoiando suas mãos no ombro dele.

– Devo ficar feliz que minha namorada vai para outro reino? Que sabe lá o que irá encontrar...

– Nós conversamos sobre isso ontem à noite em casa.

– Não Emma. Você conversou mas, eu não! — Suspirou. — Quem realmente a trouxe para cá, fui eu...

– Você não tem magia de luz, não adiantaria ir no meu lugar, se é o que pensa.

– Eu só tenho... Eu só tenho medo Emma! — Assumiu. — Medo de não te ver mais, sabemos que lá é algo totalmente diferente daqui. — A loira o abraçou e depositou um beijo em seus lábios. Ela pode sentir suas lágrimas se misturando com as dele.

– Eu te amo. — Sussurrou ainda com seus corpos colados.

– Eu te amo mais. — Sorriu. — Volte logo, ainda precisamos ter filhos. — Falou surpreendendo a mulher.

– Eu voltarei, não se preocupe. Só confie em mim, tudo dará certo.

Enquanto estavam lá, Rumple insistia em não deixar Belle ir. A moça por sua vez, estava fria e determinada.

– Eu só quero que fique bem. — Gold tentou se aproximar dela de uma maneira falha.

– Sei me cuidar, já me aventurei em coisas piores.

– Você está tão fria...

– Talvez, eu esteja me preparando para o novo reino. — Sarcasmo pode ser notado em sua voz. — Nada... Exatamente nada do que você falar, vai me fazer mudar de ideia. Quando Regina descobrir sobre Zelena, quero que ela pelo menos me perdoe salvando a filha dela, já que não contei que sabia.

– E por isso que você está fazendo isso? Por mim?

– Não Rumpelstiltskin. Ao contrário de você, eu não coloco o poder na frente de quem amo. — Belle disse e saiu, indo na direção de Emma, que a esperava.

– Estão preparadas? — Rumple falou se juntando à elas. Ambas concordaram com a cabeça e ele entregou a varinha mágica para a Salvadora, a mesma que ela usará há um certo tempo para voltar do passado. — Você sabe o que fazer, Senhorita Swan. Fique bem Belle... — Sussurrou para a moça e se afastou com Regina.

Um clarão tomou conta da floresta e, o portal foi aberto. Emma e Belle se despediram de todos e pularam. Regina fechou os olhos enquanto uma lágrima escorria pelo seu rosto, desejando que tudo ficasse bem. Apesar de tudo, elas estavam se arriscando pela prefeita. Resolve ir embora, talvez fosse ver Robin no hospital, deixando os dois homens a sós.

– Cadê aquela porcaria? — Hook indaga impaciente e observando por todo redor.

– Está aqui. — Rumple o mostra. — Peguei de Elise, ele seria usado para reencontrar Bae mas, meus planos fracassaram.

– Está me devendo um favor. — O pirata pega o feijão mágico de suas mãos.

– Talvez você esteja entendendo errado.

– Não, não estou. Confio em Emma, sei que voltará bem. É o seu desejo que eu cuide delas, principalmente Belle. Ou seja, você está me devendo!

– Vá logo, antes que eu me arrependa disto.

– Até mais parceiro. — Ele sorri para o Rumple, e atira o feijão ao chão. Com esse ato, o mesmo se repete, abre-se um portal no chão. — Arendelle... Aqui vou eu. — Fala para si mesmo e pula...

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Já era fim de tarde, a noite estava chegando rapidamente. Os pensamentos de todos naquela cidade, eram voltados a nova viagem da Salvadora. Muitos tinha esperança que tudo sairia bem, outros não acreditavam que daria certo.

Se passavam das dez horas, o céu estava completamente escuro. Regina não podia estar lá mas, seu atrevimento é maior que tudo. Abriu devagar a porta, tentando não fazer nenhum barulho. Se aproximou mais de Robin, acariciou seu rosto. Por algum motivo, ela não queria ficar longe dele hoje. Regina estava cansada mas, o sono sumiu. Então sentou-se na cama e pegou o livro de Henry que ficava na mesinha.

– O que vamos ler agora? — Disse abrindo o livro e analisando algumas folhas. — Que tal, nossa história de novo? Desde o começo, lá na Floresta Encanta? — Sorriu.

Ela começou lendo um pouco sobre sua vida de Majestade, sobre tudo que a assombrava naquele castelo. Contou detalhes, que até o livro não possuía. Percebeu que sua própria história, era mais interessante do que parecia.

– ... Tinker conheceu Regina em um de seus momentos de desespero, ela a salvou quando caiu da sacada do seu palácio e meio que viraram amigas. — Lia baixo. — A fada então resolveu ajudar a Rainha, e lhe disse o que ela precisava era de amor e que, assim sendo, encontraria-o para ela. Mas para ajuda-la, Tinker acabou quebrando algumas regras das fadas, e roubou uma espécie de pó mágico. Feitiço feito, amor encontrado: O homem com a tatuagem de leão no braço! Porém, Regina com medo, não foi atrás dele... — Suspirou lembrando daquele momento e pegou a mão dele e deixou em cima de sua barriga, aonde a bebê se mexia. Estava inquieta e chegou a acaricia-la para ver se passava. Decidiu fechar o livro e coloca-lo de volta no lugar. Sentiu uma sensação estranha e colocou sua mão em cima na de Robin que ainda permanecia em seu abdômen.

– Robin? — Murmurou, sentindo o leve e breve movimento que ele fez em cima de si. Observou atentamente e viu quando sua cabeça foi um pouco para o lado. A respiração mais profunda do ladrão, tentando abrir os olhos ao ouvir a voz. — Amor? — Chamou mais uma vez, lágrimas teimavam em cair. — Eu vou... Vou chamar um médico.

– Não, fica. — Parou no meio do caminho ao escutar ele falar com dificuldade e baixo.

Se virou novamente e quase não acreditou, Robin tinha despertado depois de semanas em coma.

Notas finais
Robin acordou *o* Belle e Emma foram para Arendelle, Hook teimoso às seguiu! Deixem comentários. Pode ser sugestões, para tirar dúvidas, críticas...