Notas iniciais
Hey, como estão? Desculpe a demora para postar, final de ano ocupa muito a gente. Enfim, leiam as notas finais (é importante) e uma boa leitura à todos!

Flash Back On

Floresta Encantada...

– Chegamos, esse é o castelo do Senhor das Trevas. — Elise diz apontando para o mesmo, escondida entre as árvores da floresta.

– Esse nome me dá medo mamãe. — Ally a olha assustada, passaram dias caminhando para chegar no lugar desejado. Ambas estavam exaltas da longa viagem.

– Não precisa se sentir assim, minha princesa. No final das contas, ele só é um homem amargurado. Vem, agora vamos entrar. — Ela pega a pequena em seus braços e se direciona para a entrada do castelo. Ally a abraça mais forte na medida que se aproximavam, estava de noite. A dificuldade que encontrara para ver as paredes do ambiente era imensa. — Parece que o mago não é muito fã de iluminação... — Sussurra para a menina.

– A que devo a honra de tê-las aqui? — Rumpelstiltskin aparece no meio dos corredores e juntamente com ele as luzes se acendem, assustando-as. Ally afunda sua cabeça no pescoço do mãe.

– Eu... Eu vim lhe propor um acordo. — Elise fala tentando não transparecer o medo em sua voz.

– Um acordo? — Rumple levanta as sobrancelhas. — Que interessante! Venha, vamos dar algo para esta bela mocinha comer. — Ele olha para Ally e percebe que estava a amedrontando.

Rumpelstiltskin as conduz para a mesa no grande salão principal e com um estalo de dedos, um lindo jantar aparece sobre ela.

– Sentem-se queridas. — Sorri estranhamente.

– Não queremos comer. — Elise diz baixo e olhando para o chão.

– Oh mas, como não?

– Eu falei que vim aqui por causa de acordos.

– Sim, eu sei. Porém sua filha parece estar faminta. — Diz se aproximando dela e Elise o impede.

– Nós temos mantimentos na bolsa que trouxemos.

– Tudo bem, vejo que está impaciente. Vá direto ao ponto então.

– Minha filha tem magia...

– É, eu percebi isso.

– Ela quer abrir mão dela.

– Não.

– Não o que? — Elise questiona surpresa.

– Não vou ajuda-la, pode ir embora.

– Por que?

– Que pergunta mais tola! Olhe para você, uma camponesa imunda e que não tem aonde cair morta...

– Não fale assim da minha mãe, seu monstro! — Ally grita e seus impulsos fazem com que o jogue para longe.

– Filha, calma! — Elise diz a puxando para si.

– Realmente, ela é muito poderosa. — Rumple some e reaparece na frente delas. — Não queria te chatear garotinha. — Diz com sarcasmo.

– Eu tenho algo para oferecer em troca de você me ajudar com a magia dela.

– Me diga o que é então?

– Isso... — A mulher tira do bolso um feijão mágico.

– Aonde conseguiu? — Diz boquiaberto. Aquilo não era algo muito fácil de se achar no reino, já tinha procurado milhões de vezes.

– Não importa, soube que perdeu seu filho.

– Talvez eu possa te ajudar querida, porém não do jeito que você quer.

– Mamãe, não precisamos fazer isso. Vamos embora para casa. — A garotinha implora.

– De que jeito?

– Posso dar aulas à ela, para aprender a controlar sua magia.

– Mamãe me escuta...

– Filha, a decisão é sua. — Elise se abaixa para ficar da altura dela. — Eu não vou fazer o que você não quer, lembra do nosso juramento? — Ally concorda com a cabeça.

– Eu já te disse o motivo pelo qual seus pais te abandonaram Ally? — Rumple pergunta.

– Eu sou a mãe dela!

– Não, você não é a verdadeira.

– Como sabe dos meus pais? — A garota indaga curiosa.

– Eles vieram me procurar antes de você nascer. Eles foram covardes, tiveram medo de você.

– Cala a boca! — Elise grita. — Não o escute filha.

– Eu não estou mentindo princesinha. — Diz com deboche. — Posso lhe mostrar se quiser.

– Eu quero. — Sussurra e olha para a mãe como se tivesse pedindo desculpas. Com um aceno de mão, Rumple faz com que uma imagem apareça no grande espelho que enfeitava o lugar.

" — Meu nome é Rose e de meu marido Alex. — A moça que aparentava estar com seus 25 anos de idade e de pele clara diz ao lado de um homem bem vestido.

– Nós viemos por...

– Por causa da criança, eu sei. — Rumple os interrompe e completa. — Uma menina poderosa, não é mesmo?

– Precisamos de ajuda, nosso Reino não irá aceita-la se descobrir a verdade .

– Devo lhe dizer que ainda não entendi o propósito da visita.

– Sabemos que você prever o futuro, preciso saber o que vai acontecer com nossa filha. — Dessa vez foi Alex que tomou a frente.

– Preciso do nome. — Diz e fica irritado com a demora para a resposta. — Digam logo! — Grita.

– Carolina. — Rose responde assustada e abraça o esposo.

– Nome com um lindo significado, se me permitem... — Rumple se atreve a colocar suas mãos na barriga visivelmente grande de Rose. Porém, assim que o ato é feito, uma energia estranha é sentida e o mesmo é jogado contra a parede. — Incrível! — Diz se levantando.

– O que foi isso?

– Ela é a coisa mais poderosa que existe! Gerada no ventre de uma mãe que possui magia de luz e magia negra.

– Rose se redimiu, ela mudou! — O homem diz a defendendo.

– Mas, não muda o fato de que ainda tem. Tomem cuidado...

– Por que? — Rose o encara.

– Ela é forte mas, ameaças a rondam. Sua filha pode fazer maravilhas, ou... Tragédias.

– O que?

– Isso mesmo querida mas, isso só dependerá de vocês.

– Não pode ser verdade.

– Você pediu a resposta e eu estou dando sem cobrar nada!

– Tem que ter outra maneira. — Alex fala.

– Sim, tem! Você matam essa criança ou... Me deixem ficar com ela. — Propõe animado.

– Não faremos nenhum dos dois! — Afirma enfurecido. — Ela é nossa filha e jamais abriremos mão dela!

– Então sofram as consequências estúpidos! — Rumple faz com que eles desapareçam de seu castelo no minuto seguinte.

– Você está bem? — Alex corre para Rose e questiona após perceber que estavam no meio da floresta.

– Não, ela não pode fazer isso. — A mulher chorava insistentemente.

– Calma, vai ficar tudo bem. — Diz para conforta-la, mas Rose fica pensativa. Planejando um modo de fazer com que nada de ruim aconteça. Ela sabia das consequências que trariam se seus pais soubessem da magia de sua filha, eles a rejeitariam como o resto do povo. Magia era algo terrível para quem possuía aonde morava.

– Não vai, vão machuca-la. Você sabe o que acontece com quem tem poder...

– Não pense assim, acharemos uma forma de protege-la."

Rumple desfaz a imagem do espelho e olha para ambas. A pequena garota tinha seu rosto coberto por lágrimas e Elise o olhava incrédula.

– Sua mãe preferiu o reino à você. — Ele diz.

– Não Ally, ela só quis te proteger meu amor. — Ela intervém.

– Eu sou um monstro! — Diz a mesma e começa a chorar.

– Não acredite nisso... — A mulher a abraça forte.

– A proposta ainda está de pé! Eu posso cuidar da sua filha, ensina-la e você me dá esse feijão.

– Eu não confio em você.

– Mamãe, não podemos arriscar, eu não quero aprender magia. Eu quero... Me libertar dela. — Confessa. — Se ele previu que eu poderia trazer tragédias, isso ainda pode acontecer.

– Não tem fundamentos, é só algo bobo filha. E além do mais, se fosse verdade, você poderia trazer muitas maravilhas ainda. Você disse que não queria mais fazer isso...

– Eu estou falando a verdade Elise, é o destino dela machucar as pessoas.

– Vamos embora! Marta tinha razão quando disse que esse homem é mal. — Ela pega a menina pelo braço.

– Não mamãe, por favor. Eu preciso de livrar dela, não aguento mais viver assim! — Altera seu tom de voz sem querer.

– Então, sua decisão é abdicar seu poder? — Rumple questiona mais uma vez.

– Sim.

– Então, acho que temos um acordo querida. — A risada irritante do Senhor das Trevas ecoa por todos os cantos do castelo.

– Ally, não... — Sussurra Elise.

Flash Back Of.

– Rumple? — Belle chama-o assim que abre a porta de sua casa. — Você está aqui?

Ela estranha por não receber nenhuma resposta, então apenas vai para seu quarto. Pega uma mala embaixo da cama e começa arrumar algumas roupas. Vai no banheiro e retira tudo que necessário. Assim que abre a gaveta da sua cômoda, vê ali o motivo da mentira; Adaga falsa. Suspira ao lembrar de todos os momentos que vivera ao lado de seu marido e de como foi capaz de fazer isso ela.

Porém, no fundo Belle sabia que ele tinha razão. Ela se casou sabendo da sua natureza e mesmo assim resolveu se arriscar. Seu coração ainda gritava por Rumple mas, a ferida que ele abriu em seu coração era enorme. Resolve parar de pensar em coisas ruins e terminar de pegar seus pertences.

Ao sair percebe o carro dele na garagem, ele nunca saia sem ele. Ela começa a andar em direção à ele mas, para no meu do caminho e se pergunta;

– Por que eu ainda me importo com você? Parece que você fez sua escolha. — Sussurra e vai embora triste. Talvez ele não queria vê-la ou, pelo menos tentar se justificar.

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– E com o pó mágico, a fada lhe indicou o caminho exato. O caminho para seu destinado, para o seu tão sonhado final feliz. O homem com a tatuagem de leão ali estava... — Regina lia para Robin, enquanto seu estado não aparentava nenhum progresso. Ela fecha o livro de histórias de Henry e com muita dificuldade se senta na cama. O olha chateada e pega em sua mão, fazendo carinhos e beijando seu rosto. — Acho que você já podia acordar amor, sinto sua falta. Às vezes me pergunto se você seria capaz de me perdoar... Por não ter acreditado em você. Eu sinto muito... — A prefeita tenta ao máximo se segurar para não chorar. — Amanhã tenho uma nova ultrassonografia, lembro que você disse que estava ansiosa para saber como ela estava. — Sorri. — Ainda precisamos escolher um nome e você precisa estar lá na hora que nascer...

– Hey. — Regina é interrompida por Tinker chamando sua atenção na porta do quarto.

– Oi. — Cumprimenta desanimada.

– Como você está? — Indaga se aproximando da morena.

– Bem, na medida do possível.

– Robin está tão branco, devíamos maquia-lo um pouco. — A fada tenta quebrar o clima tenso e consegue.

– Se for maquiado por você, irá parecer um palhaço. — Brinca.

– Vamos na cantina, estou com fome.

– Eu queria ficar aqui mais um pouco.

– Regina, todo santo dia você está aqui. Nem para a prefeitura está indo mais... Não acontecerá nada, se você deixa-lo um pouco.

– Só quero passar um momento com ele. — Ela diz com a voz falha.

– Tudo bem. — Suspira Tinker. — Vou te esperar lá fora.

– Obrigado.

– Desculpa interromper Regina. — Dessa vez era Lauren que estava no quarto. — Mas, trouxe as coisas do Robin, esqueci de te entregar.

– Coisas?

– Sim, tudo que retiramos dele no dia do acidente.

– Ah, pode colocar ai no sofá. — Responde.

– Com licença. — A jovem enfermeira sai e novamente Regina fica sozinha com seu ladrão.

– Você não tem noção de como sua filha está me cansando ultimamente. — Diz sorrindo para ele. A posição que Regina se encontrava, estava incomodando o bebê de alguma forma. Ela decide se levantar e andar um pouco pelo hospital, talvez ir até a cantina. Quando ia fazer a menção de sair, um sentimento de curiosidade cresce em seu corpo. Ela se vira novamente para Robin e depois direciona seu olhar para o sofá, exclusivamente para o pequeno saco transparente que ali estava.

Se aproxima aos poucos e observa atenta a todos os objetos que ali estava, sorri ao lembrar de alguns que Robin não saia de casa sem. Regina pega o casaco preferido dele e fica sentido o cheiro que ainda era presente. Algo ali chamou mais ainda sua atenção, junto à todos aquelas coisa estava uma caixinha preta de veludo. Ela estranha, não se recordava dela. Pega a mesma em suas mãos e quando a abre, seu coração dispara.

Um anel! Era o conteúdo que a caixa guardava. Ela tinha quase certeza que sabia exatamente o que aquilo significava, Robin iria pedi-la em casamento. Regina olhou a joia, memorizando os detalhes da minuscula pedra brilhante que se localizava em meio as pequenas voltas que o metal dourado fazia até formar um círculo completo.

Lágrimas que insistiam em descer, apareceram rapidamente. Aquilo não podia ser real... Ela olhou para ele novamente e sorriu em meio ao choro tentando imaginar a cena. Se amaldiçoou por não ter acreditado nele, por não ter aberto aquela porta quando pediu. Por todas às vezes que o machucou com palavras, que escondeu segredos.

Agora ela estava ali, na frente do homem com a tatuagem de leão. Que era corajoso o suficiente para casar-se com ela mas, parece que o destino não queria que isso fosse feito.

A Rainha nunca foi uma mulher de sentir arrependimento pelos seus atos cruelmente cometidos. O ódio e a vingança contra aquela que destruiu sua vida, a levaram para ruína. Nunca ligou para o que os outros iriam pensar, na verdade a única pessoa com quem se importava, era com ela mesma. Porém, Robin chegou a sua vida e a mudou completamente, seu jeito de agir e pensar. Mudou também suas atitudes em relação como via o mundo, ele deu à ela uma nova chance. Sua segunda chance. Um novo amor surgiu e resultou em uma das coisas mais preciosas que podia possuir, sua filha.

Ao sentir um pequeno chute do bebê, a prefeita acaricia seu abdômen. Talvez sua pequena garota podia entende-la, assim como o pai fazia. Apesar de se sentir sozinha agora, Regina sabia que não estava. Ela ainda tinha esperança de que um dia diria sim no altar, para o homem que fez com que houvesse luz no mais obscuro dos corações.

Poucas horas depois...

– Posso saber o que estamos procurando aqui? — Pergunta David andando pela floresta da cidade.

– Alguma coisa que indique algo fora do normal. — Emma responde sem deixar sua atenção mudar de foco.

– Olhe em sua volta, tudo é fora do normal. — Hook se pronunciou.

– Nós podíamos nos separar, cada um vai para um lado. — A salvadora diz e imediatamente o pedido é respondido. Armas, algemas e até mesmo, uma espada estava presente ali.

Já no outro lado da floresta, outra jovem moça andava atenta para cada lugar. O barulho de algo se mexendo nas árvores, a assustou. Fixou seu olhar especificamente nas plantas e viu um homem saindo de trás delas.

– Não acredito. — Bufou Marian com a mão no coração acelerado. — O que diabos faz aqui?

– Não vê? Estou te seguindo. — Ryan retrucou com seu sorriso encantador.

– Obrigado por me indicar o óbvio.

– Vejo que seu humor não melhorou muito. O que faz aqui, no meio do mato?

– Não te interessa! A questão é; quem te chamou?

– Só estou te protegendo, agora me responde você. — Marian o encarou séria e suspirou mais uma vez.

– Ouvi uma conversa da Emma com o pirata ontem...

– Não sabia que gostava de escutar atrás da porta. — Brincou.

– Idiota. — Sussurrou ela e continuou andando, com passos apressados. — Por sua causa, perdi eles.

– Me conte o que ouviu e posso te ajudar.

– Eles estavam conversando sobre um tal de feitiço da cidade, algo como proteção. Disse que estava em todo lugar, impedindo que todos saíssem.

– Oras mas, isso não é um problema. Deveria saber que as pessoas perdem suas memórias ao sair de StoryBrooke. Mr. Gold pode ter um dedo nisso.

– E eu sei, Robin me disse quando cheguei aqui.

– Isso não é motivo para você seguir as pessoas querida.

– Eu não estou seguindo eles somente por isso, querido. — Retribui o elogio sarcástico.

– Termine de falar então.

– Se você deixasse. — Fala ainda percorrendo o caminho. — Emma disse que há alguém novo aqui, e que o acidente foi algo proposital. Queriam matar o filho dela por causa de algo, preciso descobrir quem é.

– E pra quê?

– Como pra quê? Robin quase morreu por causa desse garoto, não vou deixar isso impune.

– É por isso que trouxe o arco? — Diz apontando para o mesmo nas costas de Marian. — Pretende lutar com quem quer que seja?

– Você entenderia se fosse alguém importante para você.

– Eu entendo. — Confesso. — Já fomos bons amigos, lembra?

– Não vamos mudar de assunto, o fato é que usaram magia para aquele maldito carro perder o controle.

– Magia?

– É, está surdo?

– Você devia cuidar do seu filho, isso sim! Dá trabalho ficar o tempo todo atrás de você. — Ryan fala sem deixar o tom brincalhão de lado.

– Acho que você podia cuidar de si mesmo. — Marian já estava ficando irritada com o rumo da situação. As farpas continua sendo trocadas até o momento que esbarram em Emma.

– O que estão fazendo aqui? — A loira questiona confusa.

– Viemos ajudar. — Responde a mulher. — Já sabemos de tudo, principalmente do suposto vilão.

– Como?

– Parece que ela adora ouvir os assuntos dos outros. — Ryan provoca mais uma vez.

– Hey amor. — Hook chama indo em direção à ela. — Não sabia que isto foi aberto para mais gente.

– Parece que temos mais companhia agora, eles vão ajudar. Cadê meu pai? — Emma questiona.

– Estou aqui. — David aparece no minuto seguinte. — E não estou sozinho.

– Isso é sério? — A salvadora vê Regina e Henry ao lado do príncipe. — Isso virou uma reunião?

– Não viraria se você tivesse me comunicado sobre toda essa confusão que está a cidade. — A prefeita usa seu melhor tom. — Novamente fazendo as coisas pelas minhas costas.

– Você está grávida, queria que eu te chamasse para uma luta com quem diabos fosse?

– Seria mais aceitável de sua parte, estou grávida e não doente.

– E sem magia.

– Ok, chega! — David intervém. — Regina, Emma tem razão. Isso pode ser perigoso para você e o bebê. Henry vá para casa com ela.

– Henry vai para casa. — Regina repete. — Mas, eu não vou!

– Por favor. — Emma fala.

– Você a conhece amor, ela não vai. — O pirata continua seu caminho. Emma sabia do gênio forte da morena, não iria adiantar argumentar nada. Ela apenas olhou para seu filho, o garoto entregou que tinha contado tudo à Regina. A loira apenas seguiu Killian pela floresta, assim como todos os outros.

Todos procuraram por horas, o tempo passou rápido e o fim de tarde se estabeleceu. Eles podiam ver o pôr do sol e decidiram que tinham que ir para casa. Não sabiam ao certo o que procurar, não adiantaria continuar aquilo. Um barulho de pedras caindo, os assustou. Quando olharam para trás, viram o motivo. A grande pedra que ali estava, se transformou no maior gigante que já viram na vida. Um pouco de pó invadiu o lugar e consequentemente, atrapalhou a visão.

Quando toda poeira abaixou, o gigante se aproximou apressadamente do grupo, jogando pequenos estilhaços de pedra. Emma sabia que aquilo era um perigo, David imediatamente tentou proteger Regina para não se machucar. Hook e Henry correram para trás de uma árvore qualquer. Ryan e Marian fizeram o mesmo.

Emma lançou magia para tentar imobilizar aquela coisa enorme porém, isso só aumentou a fúria do gigante. Mas uma rachada de estilhaços foi jogada contra ela, e algumas acertou seu corpo. Uma das milhares pedras foi em direção a sua cabeça e como resultado, caiu desacordada. David que estava mais perto da filha, foi salva-la, esquecendo por um minuto de Regina.

O pirata foi ao encontro da Salvadora, e a atenção de todos foi para a própria. Por um breve momento, Emma perdeu a consciência mas, assim que a recuperou viu o que mais temia. O gigante de pedra estava ali, bem na frente de prefeita. A encarando assustadoramente, o som que ele emitia fazia eco pela floresta escura. Não daria tempo para ir até Regina, era tarde demais. Qualquer movimento precipitado, podia apressa-lo. Só podiam esperar por um milagre e que nada de ruim acontecesse.

Notas finais
Eu queria saber para onde foram aqueles leitores que sempre pediam capítulos grandes? Eu realmente me dediquei ao máximo para escrever o capítulo passado e esse, fiquei revisando horas para nenhum erro passar despercebido. Eu não ligo com um simples "continua", comentários são a fonte de inspiração para um escritor. Saber da opinião de vocês, é importante! Criei muita expectativa e me decepcionei muito. Sei que ninguém é obrigado a comentar mas, ficar pedindo algo para o autor e você não reconhecer, ai não dá! Fico revoltada com aqueles que só comentam para divulgar as fics e não falam NADA do capítulo. Enfim, eu agradeço à todos que comentam sempre, as pessoas que favoritaram e recomendaram. É por causa de vocês, que essa história ainda está aqui. Sempre que estou desanimada, penso que vocês vão estar lá. Essa semana foi difícil para mim, várias coisas ruins aconteceram e demorei para postar. Peço desculpas para vocês, prometo recompensa-los em breve. Até qualquer dia e super obrigado pessoal *-*