Upside Down - Seddie
27 Capitulo 27- Sated.
Notas iniciais
Pov Geral
Quando fala, sua voz é tão rouca que a arrepia. — Quer ir lá pra cima?
Sam ergueu a cabeça e encontrou seus olhos. As pálpebras estavam pesadas, e seu olhar, nebuloso.
Ela respondeu que sim com a cabeça.
Freddie não desligou o computador. Simplesmente ficou em pé e a levantou junto com ele, então a conduziu para o quarto, segurando sua mão o tempo todo durante o caminho até o quarto que não foi longo, mas ela mal conseguiu registrar isso. Quando chegou ao quarto de Freddie ela tentou focar em algo, mas era o mesmo cômodo milimetricamente arrumado e monocromático. Os dois estavam a meio metro de distância um do outro. Ele não se moveu. Não a tocou. Apenas a olhou, com nada menos que admiração nos olhos. Sam então, jogou as mãos ao redor de seu pescoço e o beijou. Ela não iria mais perder um segundo com ele. Queria-o demais para ir devagar, e suas mãos se atrapalharam ao desatar o nó na calça de moletom que ele usava antes que sua língua entrasse em sua boca. O beijo não durou muito, devido a impaciência de ambos.
Freddie segurou a barra de sua blusa e puxou por cima da cabeça e a deixou cair no chão. Suas narinas se dilataram diante da visão de seu seio exposto. Ele inspirou fundo. Ele já havia visto seus peitos antes. E nua, várias vezes, mas a fome em seus olhos, e a admiração reluzente... Era como se estivesse a olhando pela primeira vez. Ela faz um rápido trabalho em tirar o resto de suas roupas e se aproximou mais dele, com uma confiança que nunca esteve ali antes. Ela deveria estar nervosa, mas não estava. Suas mãos estavam firmes enquanto tirava a camisa regata que ele usava. Seu peitoral nunca falhou em deixa-la tonta era másculo e perfeito.
Baixando sua calça de moletom, ele não disse uma palavra. Freddie não estava de cueca. Sua ereção se projetou, rígida e imponente. Quando Sam envolveu os dedos nela, ele emitiu um ruído desesperado no fundo da garganta.
Mas ainda não a tocou. Seus braços permaneceram pensos junto ao corpo, ele ficou completamente imóvel. Nem piscava. Isso gerou estranheza em Sam, ela iria conduzir isso?
— Tem algum motivo para suas mãos não estarem em cima de mim agora? — Sam provocou de uma coragem inata que ela havia adquirido naquele momento.
— Estou tentando ir devagar. — Ele explicou. — Se tocar você, não vou ser capaz de parar, e aí já vou estar dentro e...
Ela calou sua boca com um beijo firme, levando as mãos à sua nuca. — Essa é a ideia. Você dentro de mim. — Então mordiscou seu lábio inferior e, de uma hora para a outra, o resquício de controle ao qual ele estava se agarrando foi embora.
Sam sentiu seu corpo fervilhar diante da visão do seu corpo nu e, quando seus olhos passearam por ele até encontrar os dele, ela não percebeu nada além de desejo saudável e encorajamento gentil naquelas profundezas marrons. Não havia luxúria maliciosa, nenhum lampejo de poder, selvageria ou crueldade.
Freddie envolve seu peito com a mão, brincando com o mamilo entre os dedos. Suas pálpebras se fecharam num espasmo, e, neste momento, ela não se importava com mais nada. Só estava pensando no bem que ele estava a fazendo sentir. Ele a interrompeu com um beijo que a deixou sem ar. Bom, ele estava reagindo, pensou ela. Em seguida, um brilho travesso iluminou seus olhos de novo, e ele abaixou a cabeça para beijar seu mamilo. Uma onda de explosões de prazer a percorreu por dentro. Quando a língua de Freddie se projetou e rodeou o mamilo arrepiado, Sam quase flutuou. Seus seios sempre foram sensíveis e, neste momento, suas terminações nervosas não poderiam estar mais estimuladas. Quando ele chupou o mamilo com força, ela viu estrelas, Freddie passou para o outro seio, dando-lhe a mesma atenção minuciosa, os mesmos beijos preguiçosos e as lambidas provocantes. Em seguida, começou a deixar beijos em seu caminho para baixo. Apesar da excitação disparando em seu sangue, ela experimenta uma onda de ansiedade.
Freddie parou e a empurrou em direção à cama, com o corpo forte pressionado contra o seu, a ereção entre eles.
Suas panturrilhas bateram na beirada da cama, e ela caiu para trás com um grito, puxando-o com ela. Eles caem no colchão com um baque que os fez rir. O lençol tinha o cheiro dele, parecendo limpo e convidativo, e o aroma, misturado com o odor masculino inebriante de Freddie, fez seu cérebro mergulhar numa névoa. Seu corpo se moveu com urgência à medida que ele a beijou de novo. Freddie estava certo em avisar, porque não conseguia parar de beijá-la, nem para respirar. E não tirou as mãos dela. De todo o seu corpo. Freddie explorou novamente o pescoço, os seios, a barriga, e então estava entre suas pernas, ela teve o vislumbre de sua cabeça entre suas pernas, seus olhos continuam com o escuro intenso e suas bochechas estavam vermelhas de excitação com Sam nunca havia visto antes, ela teve uma última visão dele lamber os lábios antes de sua língua começar a lamber sua intimidade, de modo quente e ganancioso.
Seus quadris se ergueram para encontrá-lo, ansiando por mais, e ele riu e lhe deu o contato que ela desejava. Freddie envolveu os lábios em seu clitóris e chupou. Se ela não estivesse deitada, teria caído. O prazer disparou por sua coluna e se espalhou pela corrente sanguínea. Quando ele enfiou um dedo dentro dela, sua mente se fragmenta em milhões de pedaços. Sam gozou mais rápido do que esperava. Mais rápido do que Freddie esperava, e ele gemeu enquanto ela estremecia contra seu rosto, a língua e o dedo a conduzindo ao longo do orgasmo.
Quando cai de volta na terra, Freddie levantou a cabeça com um sorriso em seus lábios.
— Adoro fazer você gozar. — Murmura. — É tão gostoso. Sam tinha a impressão de que essas palavras ditas por ele daquela forma nunca mais sairiam de sua mente. Ele tirou o dedo e um tremor de prazer percorre seu corpo. —Você está molhadinha. — Anuncia ele para ninguém em especial.
Sam deixou escapar um gemido, mas a decepção por ter tirado o dedo é substituída por uma excitação pulsante, porque logo Freddie estava abrindo a gaveta da mesa de cabeceira para pegar uma camisinha, Sam olhou surpresa não sabia que era ali que ele guardava, e quando ele havia comprado? Ela se perguntou. Engolindo em seco, ela o observou colocar, de modo viril e habilidoso. Sam tentou ignorar o questionamento na sua cabeça de quantas vezes ele já havia feito isso na vida. E com esse questionamento outros apareceram como por exemplo e se ela fosse péssima de cama? Mas Sam ignorou todos eles quando ele voltou sua atenção para ela com seu sorrisinho safado. Quando Freddie levou o corpo forte para cima do dela, ela sentiu seu coração galopar numa velocidade alucinante. Seus lábios roçaram suas têmporas.
De modo suave e gentil.
— Tem certeza? — Ele sussurrou.
Sam olhou para Freddie, a preocupação se esvaindo. — Tenho.
Suas feições estavam tensas pela concentração, e ele levou a ereção até ela.
— Você... Quer colocar? — Ele perguntou, mas ela fez que não com a cabeça.
Entrou um pouquinho e Sam enrijeceu, involuntariamente. A intrusão é de apenas um centímetro, mas a pressão foi intensa. Seu pênis era muito maior do que o dedo.
— Você está bem? — Sua voz saiu rouca, tomada pela preocupação.
— Estou. — Ela confirmou. E de fato ela estava, Freddie parecia mais nervoso que ela, ela quis rir, mas não queria quebrar o clima ou deixa-lo ainda mais nervoso.
Um calor se espalhou dentro dela, e seu clitóris pulsou acelerado, junto com seu coração. Freddie entrou mais um centímetro e encontrou resistência. Era uma sensação estranha, mas não desagradável para Sam. Gotas de suor pontilhavam sua testa, e os tendões em seu pescoço saltam com o esforço, como se ele estivesse lutando para manter o controle.
Uma ansiedade que beira o temor se aloja em seu peito.
— Acho que tem que ser rápido como tirar um band-aid. — Ela sugeriu. — Esquece esse negócio de ir devagar. Entra de uma vez.
Parecia estar sendo um processo extremamente dolorido para ele.
— Não quero machucar você. — Freddie avisou e Sam percebeu que ele parou de se mover por completo, a ereção não entrava nem saia.
— O que foi Benson? Ficou com medo? — Sam provocou, não de modo proposital.
Uma chama de desafio brilhou em seus olhos. — Zombar de mim não vai fazer você perder a virgindade, Sammy.
— Desistir também não. — Ela respondeu dando um sorriso a ele. — Anda logo. Me come.
Freddie ergueu a sobrancelha e manteve uma das mãos no seu quadril, e mordeu o lábio inferior de Sam como punição, ela riu, mas sinceramente ela não sabia como alguém que não transava a dois anos tinha tanto auto controle. — Não me apresse, caramba. — Seu olhar se suavizou ao avaliar seu rosto. — Você tem certeza?
—Freddie eu juro se você não fizer iss... — A última palavra mal escapou de sua boca e ele entrou fundo. Sam suspirou, a rajada de dor a pegou de surpresa. Freddie estava todo dentro dela e, e a preenchia tanto que doía, pelas feições tensas dele ele estava se forçando a ficar imóvel.
— T-Tudo bem ainda. — Ele murmurou, depois de uns dois minutos.
Sam balançou a cabeça em um sinal positivo a dor já estava abrandando. Ela então moveu os quadris, e ele revirou os olhos. —Minha nossa! — Ele disse em um gemido estrangulado.
Mas ela não entendia por que ele não se mexia ela se sentia completa, mas estranhamente vazia.
Mais uma vez, ele verifica meu estado mental, emocional e físico. — Como você tá?
Sam revira os olhos. — Ótima. E você?
— Eu tô quase morrendo aqui. E finalmente ele faz algo diferente de se manter imóvel em cima dela. Sua ereção saiu um pouco, bem pouquinho, e entra de novo.
O prazer a invade. — Ah, faz isso de novo.
— Tem certeza? Tô tentando dar um tempo para você se adaptar.
— Tô bem. Juro.
Sua boca encontrou a dela num beijo terno e doce. Em seguida, seus quadris começam a se mover. Empurrando e recuando num ritmo preguiçoso que arranca um ruído entrecortado de sua garganta. Sam por instinto se agarrou a ele, enfiando os dedos em suas costas fortes.
— Me envolve com as pernas. — Ele pediu, com a voz áspera. Ela obedeceu, e o ângulo mudou na mesma hora, aumentando o contato, aproximando os corpos. Ele a encheu, uma e outra vez, cada investida demorada intensificando o desejo dentro dela, até todo centímetro de sua pele estar quente e rijo, clamando por alívio. Ela precisava de mais. Ela conseguia sentir seu clitóris inchado e pulsando. Ele levou a mão até ele e esfregou, e o estímulo adicional foi maravilhoso.
Freddie descansou os cotovelos de cada lado de sua cabeça enquanto aumenta o ritmo, seus quadris indo para a frente e para trás, com os lábios grudados nos dela, como se não pudesse suportar não a beijar. Quando atingiu um ponto lá no fundo. Ela arqueou a coluna não controlando os espasmos de seu corpo e apertou os olhos com força, a respiração presa na garganta, os lábios colados aos dele.
— Porra. — Freddie disse ao entrar uma última vez.
Suas costas, estavam molhadas de suor, Freddie nem acreditou quando percebeu que encontrou a liberação depois dela, ele tinha certeza que no momento que estivesse dentro dela, ele não seguraria, ele gemeu ao chegar ao clímax.
Seu coração martelava contra seus seios, e ela se sentiu quase presunçosa, porque foi ela que fez isso com ele. Ela o fez xingar e gemer e tremer como se o mundo sob seus pés tivesse desaparecido. E ele fez exatamente a mesma coisa com ela.
Os dois ficam um tempo deitados um de frente para o outro tentando recuperar o folego, eles não disseram nada por um tempo e Sam desejou que houvesse uma jarra de água ao lado deles, ela faria Freddie ir buscar... Depois.
— Como foi? — Freddie perguntou de olhos fechados.
Sam sorriu. — Deu pro gasto. — Ela disse brincando.
Mas Freddie deu um tapa estalado em sua bunda. Fazendo com que ela sorrisse. — Tá foi incrível, quer um troféu?
Freddie sorriu. — Não, mas agora você pode me chamar de fodão deus do sexo. — Freddie sugeriu.
— Seu ego é maior que seu pinto. — Sam disse e dessa vez os dois riram.
— Que tal um banho? — Perguntou ele, beijando-a.
— Só se você me levar. — Ela disse com a voz sonolenta. — Ah e eu quero água depois.
— Com certeza.
Ele sorriu para ela com malícia. Sam sentiu o peso dele saindo da cama, e deu um gritinho quando ele a jogou por cima do ombro, e a levou até o banheiro. Eles ainda estavam pelados e ela não conseguiu evitar de dar algumas olhadinhas em seu corpo. Ela poderia compara-lo a uma parede de músculos criada para proporcionar prazer? Sim. Pensou ela.
Músculos altamente trabalhados que desciam por seu abdômen formando um V nas laterais. Olhando mais para baixo ela viu seu membro pendurado entre suas coxas. Mesmo em seu estado relaxado era impressionante. Nas outras vezes, quando eles tiveram sexo oral ou preliminares, ele ficou duro de novo em instantes. Talvez desta vez ela tenha realmente conseguido satisfazê- lo. Seus lábios formam um sorriso inconsciente.
— Qual é a graça? — Ele olhou para seu pênis mole e de volta para ela com a testa franzida.
— Nada. — Ela ajeitou a boca, perdendo o sorriso.
— Sam — Advertiu ele. — Você estava olhando para o meu pau e estava rindo.
— Eu não estava rindo — Ela o corrigiu.
— Tá. Tudo bem, você estava sorrindo para ele, como se vocês dois estivessem brincando um com o outro. Está tudo bem entre vocês dois?
— Tudo ótimo. — Ela confirma.
— Então me conte o que ele fez para fazê-la rir. — Freddie perguntou cruzando os braços, um sorriso brincando em seus lábios, ele não estava chateado de fato só queria entender.
— É que tá mole. — Ela mal conseguiu ficar séria dizendo isso.
Freddie revirou os olhos. — Isso costuma acontecer depois da ejaculação, Samantha.
Ela sorriu, sem conseguir se conter. Ouvir Freddie dizer a palavra ejaculação traz à tona seu garoto interior de doze anos de idade, mas ela consegue se recompor e explica:
— Eu sei disso. Mas nas outras vezes, nas vezes em que eu, que nós usávamos ele, ficou duro de novo logo depois.
Ele a observou atentamente, com o rosto inalterado, mas Sam sabia que ele estava pensando no que dizer.
— Eu normalmente me recupero rapidamente, mas você está certa, com você foi insano. Sinceramente, acho que eu queria tanto você que estava sempre excitado.
— E agora, depois do que fizemos, você está satisfeito?
— Por enquanto.
Sam mordeu seu lábio, constatando que o fato de terem transado nesta noite não significava que não iriam transar de novo. Ela sentiu uma pontada de nervoso ao pensar se iria conseguir dar conta desse homem.
— Entre na banheira, Sammy. – Disse ele, tirando-a de seus pensamentos.
Ela aceitou sua mão, entrou na banheira e se abaixou na água deliciosamente quente. Estava quase quente demais, mas a sensação era boa em seus músculos cansados e doloridos. Ela sentou em uma ponta da banheira e Freddie entrou e sentou-se bem à sua frente.
— Como você está se sentindo? — perguntou ele, com o tom de voz suave e carinhoso. Seus dedos dos pés tocam os dela embaixo d’água.
Por dentro, seu corpo parecia um pouco inchado e macio. Mas era maravilhoso.
— Saciada. — Ela disse sorrindo.
Ele riu alto para ela. Sua risada era o melhor dos sons. Ele era um homem sério, normalmente bastante pensativo e comportado, por isso ouvir sua risada masculina no banheiro silencioso a deixou muito feliz.
Eles se ajeitam na água quente, cada um deles entrando na água até a altura de seus ombros, um observando o outro em silêncio. Era um momento pesado, mas no bom sentido. Tudo o que dividiram, tudo o que estava bem a sua frente, fez com que ela se sentisse feliz e segura. Seu corpo ficou cheio de endorfinas e uma sensação quente tomou conta dela. Eles estavam na mesma sintonia. Isso não era só um caso. Não era algo passageiro ou temporário. Existia significado, profundidade e clareza no que estavam fazendo.
— Vem aqui. — Pediu ele, com a voz baixa e grave. Ela praticamente nadou para chegar até ele e Freddie sorriu enquanto a observava. Ela subiu em seu colo, ajeitando-se e colocando uma perna de cada lado de seus quadris, apoiando seus braços em seus ombros. Ele segura seu rosto e deu um beijo doce em sua boca.
— Obrigado por essa noite. Obrigado por acreditar em mim. Por se entregar a mim.
Sam balança a cabeça devagar, deixando o peso do momento e o significado profundo ficarem por trás de suas palavras.
— Você confiou muito ao vir comigo para casa naquela noite. Você é tão forte. — Disse ele, encostando a boca em sua garganta.
— Eu sabia que no meio de todos aqueles homens naquela noite eu devia vir com você — Ela disse.
— Você é minha. Para sempre.
— Sim.
Não havia jogos, ela não precisava bancar a recatada nem precisavam negar seus sentimentos e ele adorava isso. Enquanto estavam se beijando e se acariciando na água quente, Sam sentiu o pênis de Freddie ficar duro e se alongar novamente.
Ela deslizou para cima e para baixo nele, brincando e pensando que ele poderia facilmente entrar nela na posição em que se encontravam.
Descendo as mãos, ele aperta seus seios, acariciando-os com leves toques.
— Nunca vou enjoar disso. — Avisou ele.
— Do quê? — Sam perguntou de olhos fechados completamente inebriada.
— De tocar você, de saber que você é minha.
Ela se sentia exatamente da mesma maneira e não queria que aquele momento terminasse nunca.
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