Upside Down - Seddie

14 Capitulo 14- Every action has a reaction.


Notas iniciais
Olá pessoal!! Obrigada a todxs que comentaram o ultimo capitulo postado, irei responder tudo e saibam que os feedbacks fazem toda diferença. Eu sei que vocês estão loucos para ver o vestido da Sam, mas não to conseguindo publicar a fic com a montagem que eu fiz mostrando o vestido e o colar, mas consegui no Wattpad e vou deixar o link aqui do capitulo lá para que vocês vejam! Queria dizer também que eu amei escrever esse capitulo e que não via a hora de postar, acho que é meu favorito até agora!! Aqui o link da imagem:https://uploaddeimagens.com.br/imagens/_hqg8ec Aqui o link da fic no wattpad: Upside Down -Seddie - Capitulo 14- Every action has a reaction. #wattpad https://my.w.tt/ZffNd4b0Lab Beijão!!

Quando Sam chegou em casa, Freddie já estava de banho tomado, ele deu seu típico sorrisinho de lado. Seu corpo reagia mais a cada passo que ele dava em sua direção, seu cheiro característico quase a deixava sem fôlego. Enquanto ela tentava se controlar, Freddie a abraçou com tranquilidade e encostou a boca em pescoço.

— Senti saudades, Sammy. — O som abafado das palavras em sua pele foi quase demais para ela.

Sam não respondeu, apenas tentou assimilar, ela imaginou que ele fingiria que nada aconteceu, como era de costume.

— Está muito quieta, Sam. Em que está pensando?

Ela sentia uma espécie de eletricidade começar a permear seu corpo. Nunca em toda sua vida reagiu assim a um homem. Nunca sentiu tanto medo e tanto desejo ao mesmo tempo.

— Já volto. — Ela avisou tentando se desvencilhar dele, ela não sabia para onde iria, mas a casa de Freddie era enorme qualquer lugar já era longe o suficiente dele. Antes que pudesse se afastar muito, sentiu a mão firme em sua cintura. Freddie a puxou para o escritório fechou a porta, a empurrou contra ela e a prendeu entre os braços, as mãos plantadas nos seus quadris.

— Acha que é a única perturbada com o que está acontecendo aqui? — Grunhiu ele, em um tom atípico para ele, tudo estava muito estranho, Sam se perguntou se era mais um dos sonhos quentes que tinha com ele...

O silencio permaneceu enquanto ela tentava recuperar o fôlego.

A luz estava apagada, e ele nem tentou achar o interruptor. Na escuridão do escritório, eles eram incapazes de enxergar algo. Sam só sentia o peito de Freddie contra o seu e a respiração em seus lábios quando ele disse:

— Você está me enlouquecendo. Preciso te tocar.

Sam inclinou a cabeça para trás e puxou a cabeça dele contra o peito. A língua desceu devagar por seu pescoço até o decote do vestido tomara que caia, e ele gemeu em sua pele. Freddie puxou o vestido para baixo, expôs seus seios e cobriu um mamilo com a boca.

Chupou com tanta força que ela não conseguiu segurar um gritinho. Os músculos entre suas pernas pulsavam com o desejo. Embora ela o quisesse dentro dela, estava apavorada.

Mas Freddie de repente, afastou o rosto do dele e começou a se cobrir.

Ofegante, ele enterrou o nariz em seu pescoço e Sam pôs a mão sobre seu peito.

Depois ele a puxou para mais perto.

— Meu Deus, sua pulsação. Você me quer. Eu sinto. Mas tem medo de que?

— Não sei — Freddie sussurrou.

oOo

— Você está linda. — Freddie disse a ela, de forma totalmente espontânea, e ela sentiu-se genuinamente bonita com cabelo e maquiagem feitos, Sam também sentiu o peso do colar em seu pescoço que definitivamente davam um diferencial.

— O vestido é lindo. — Sam disse, ela havia escolhido o vermelho, seguindo o conselho de Nevel. Ele era de cetim e possuía um longo decote que deixava o colar ainda mais em evidencia.

— Não é o vestido, Sam. É você.

— Que fofo Benson. — Ela disse meio sem graça desde o momento em que ele a viu completamente embasbacado.

— E colar está exatamente como imaginei que ficaria em seu pescoço, fico feliz que tenha gostado... — Freddie disse realmente grato, pois ao contrario de Sam, sua ex apenas acumulava as jóias que ele dava, mas nunca usava.

— Ué, claro que gostei, você tem bom gosto Benson. — Ela disse se aproximando e dando um beijinho no nariz dele.

— Vermelho fica ótimo em você. O preto também ficou. — Ele tocou seu cabelo. — Prefiro seu cabelo solto, mas isso não diminuiu em nada a sua beleza.

Sam sorriu, seu cabelo estava preso em um coque meio solto perto do pescoço.

—Nunca estive em um baile de gala, mas alguma coisa me diz que é muito chato. — Sam disse mudando de assunto ela estava realmente sem graça com tantos elogios. Ela gostaria muito de ser da forma que Freddie falava dela.

— Por que você acha isso? — Freddie olhou para ela confuso.

— Eu acho que vamos chamar atenção...

— Você provavelmente vai ser a mulher mais bonita de lá. — Freddie disse.

Sam riu, com o nervosismo de ir a um evento publico com Freddie pela primeira vez.

oOo

Freddie tinha razão eles estavam chamando atenção. Porém, Sam sabia que as mulheres que devoravam com os olhos o homem a seu lado nem sequer haviam notado sua presença. Houve um tumulto quando chegaram muitos fotógrafos e jornalistas no local, essa festa beneficente de Freddie era bastante famosa, onde o objetivo era viabilizar tecnologia de ponta para países de terceiro mundo, ele pareceu não perceber nada quando a levou até o bar.

— Parece que você tem um fã-clube. — Sam disse, ainda notando vários olhares femininos, era incrível como mesmo claramente juntos isso não intimidava as interesseiras.

Freddie riu. — Não é comigo que elas estão impressionadas.

Sam olhou para uma mulher que os encarava diretamente. Ela usava um vestido verde tinha cabelos castanhos lisos e seguia com os olhos cada passo deles.

— Acho que é raiva mesmo, Freddie.

Freddie seguiu a direção do seu olhar. Depois a puxou para mais perto.

— Fique longe dela. — Ele disse com cara de ele fazia antes de demitir alguém.

O comentário só a fez olhar de novo para a mulher.

— Por quê? — Sam perguntou.

— Por que nada do que ela diz, vale a pena.

No bar, Freddie pediu sua bebida elegante e o vinho que Sam já tinha o costume de tomar. Ela adorava que ele fazia questão de lembrar seus gostos. Enquanto esperavam, Sam observou o salão. Era um lugar incrível. Era uma galeria de arte, ela nunca havia estado em uma antes. Os vitrais do eram uma obra de arte. Ela ainda não havia visto Carly nem nenhum outro amigo de Freddie, sabia que Spencer estava fora da cidade fazendo uma exposição em algum país da America latina. Ele havia ido visitar Freddie antes de viajar, Sam percebeu que os dois eram muito ligados.

Tudo ali era opulento. As pessoas. O espaço. O homem ao seu lado, mais que tudo.

Freddie lhe deu a bebida.

— Quanto dinheiro um evento como este pode angariar? — Sam perguntou.

— No ano passado acho que foram 10 milhões de dólares.

Ela quase engasgou com o vinho. A mulher de vestido verde, que os seguia com os olhos, se dirigiu até onde eles estavam.

— Oi, Freddie.

Ele acenou com a cabeça. Sam foi capaz de sentir seu corpo ficar tenso e ouviu sua resposta curta.

— Patrice.

— Não vai me apresentar a sua amiga?

Ele a puxou para perto.

— Não. Nós vamos dançar. Com licença.

Freddie a levou para longe do bar e da mulher. Ela ficou aliviada por se afastar dela, mas curiosa sobre o relacionamento entre eles. Havia uma pista de dança grande e quase vazia em um lado do salão. No caminho para lá, eles acabaram vendo Carly, Brad, Gibby e varias outras pessoas conhecidas do circulo de amigos Freddie.

Freddie perguntou se ela queria ir lá ou dançar primeiro. Mas Carly os viu e acenou para eles animadamente, os dois foram até lá e cumprimentaram todos, Sam ficou feliz ao ver Wendy, pois Brad mal olhou em sua direção por conta disso, e ela finalmente conheceu Gibby que era um pouco estranho, mas era muito legal. Nevel a chamou de canto e disse que estava orgulhoso dela pela escolha do vestido, eles não se demoraram muito ali, então foram dançar.

Na pista de dança, a puxou para perto. Não a surpreendeu descobrir que ele sabia dançar. O jeito como ele conduzia com mão firme combinava com sua personalidade dominadora.

— Então... A garota de vestido verde. Imagino que vocês dois tenham uma história? — Ela perguntou meio que pisando em ovos, não queria ser inconveniente, mas aquilo havia sido estranho.

— Temos. Mas não como está pensando. — Ele disse.

— Como assim? Não transou com ela? — Ele afastou a cabeça para trás e levantou as sobrancelhas.

— Ciúmes? — Ele perguntou.

Sam desviou o olhar. Pensar nele com alguém despertava algo irracional dentro dela. Freddie se inclinou e deslizou o nariz por seu pescoço.

— Gosto quando fica com ciúme. Significa que é possessiva em relação a mim. Sinto exatamente a mesma coisa por você.

Seus olhos se encontraram. Eles se encararam por um tempo antes de ele voltar a falar.

— Não. Não transei com Patrice. Nunca toquei nela. Ela está incomodada com algo que nem é sobre ela. — Ele disse.

— Ah.

Freddie se aproximou ainda mais para falar em seu ouvido.

— Mas já que falou em transar, estou com uma ereção desde que vi você nesse vestido. — Com a mão na parte inferior das suas costas, ele a puxou contra o corpo. Sam sentiu o membro rígido a pressionar. O homem atacava todos os seus sentidos ao mesmo tempo. Ela nem sabia mais se ele estava falando sério ou não.

O som da voz carente, o cheiro tão másculo e característico, o toque das mãos em sua pele nua, Deus, ela queria sentir o gosto dele. Para piorar, seu corpo controlava o seu enquanto flutuavam pela pista de dança, a fazendo lembrar-se em como ele era dominador na cama, nos poucos momentos que tiveram sobre ela. Sam tinha certeza de que houvesse uma salinha em um algum lugar por ali. Seria fácil se entregar naquele momento. Mas, em vez disso, forçou sua habitual versão megera para superar a névoa de desejo que ameaçava explodir.

— Freddie talvez deva procurar um médico. Parece que está sempre com uma ereção. Algum remédio, talvez?

— Garanto que não preciso de ajuda artificial para ficar duro quando estou perto de você, Sammy.

Os dois riram, Freddie deu beijo em sua bochecha.

Outra música começou e eles dançaram quietos por um tempo, com os corpos balançando juntos.

Sam apoiou a cabeça no peito dele e suspirou.

— Gostei disso. Não esperava gostar, para ser honesta.

— Eu também. Normalmente não ligo para essas coisas.

Eles continuaram dançando por pouco tempo, Freddie teve que cumprimentar umas pessoas, logo foram sentar-se em uma mesa, pois serviriam logo o jantar, e Sam deu graças a Deus pois ela estava começando a ficar com fome. Estavam sentados na mesma grande mesa redonda preparada para acomodar pelo menos mais dez pessoas onde estavam os amigos de Freddie, com a ausência de Spencer dois lugares ficaram vagos.

Carly estava contando uma história a Nevel algo sobre backstages de desfiles Freddie falava de negócios com Gibby e Brad a seu lado.

Wendy escutava tudo atentamente, mas ela já parecia levemente alterada. Depois disso, eles continuaram conversando entre si. A mão de Freddie estava sempre no encosto de sua cadeira, os dedos traçando suavemente a forma de um oito em seu ombro. Eles estavam começando a relaxar e a se divertir, até ver um lampejo verde do outro lado da mesa.

Patrice sentou-se bem na frente deles. Freddie e o homem que a acompanhava trocaram aquele aceno silencioso que os homens costumam trocar. — Parece que vamos jantar com sua amiga. — Sam disse se inclinando para Freddie.

— Ignora.

Era mais fácil falar do que fazer. Ela sentia o olhar dela mesmo quando não estava espiando discretamente. Por alguma razão, a mulher estava gostando de deixá-la desconfortável. Ela não fazia nenhum esforço para falar com as pessoas à mesa.

Depois do jantar, Sam avisou que iria ao banheiro, Carly se ofereceu para ir junto, mas ela apenas revirou os olhos. Ela trancou-se em um reservado e tentou decidir qual era a melhor maneira de fazer xixi sem mergulhar seu vestido caro na água do vaso, tocar no assento, derrubar sua bolsa ou cair de cima do salto de doze centímetros. Sam pensou que seria mais fácil.

O banheiro estava vazio quando entrou. Ela ouviu o barulho da porta abrir e fechar, depois o ruído de saltos no chão, os passos que pararam perto do reservado onde ela estava. Sua intuição dizia quem estava do outro lado. Sam respirou fundo, e saiu e foi imediatamente atacada por um lampejo verde. Patrice passava batom na frente do espelho, mas olhava diretamente para Sam quando ela saiu do reservado.

— Ah, o último brinquedinho de Freddie Benson.

Sam olhou para os lados como se estivesse na duvida se Patrice estava falando com ela mesmo.

—Você sempre aborda mulheres desconhecidas para falar dos homens com quem elas estão? — Sam disse com um certo ar de deboche.

Ela esfregou os lábios para espalhar o batom vermelho, tirou o excesso com um lenço de papel e colocou a tampa no batom.

— Estou prestando um serviço às mulheres quando as previno contra aquele homem.

—Eu sei me cuidar bem.

Sua boca se distendeu num sorriso malicioso.

— O que foi que ele te disse sobre mim? Você parece perdida... — Patrice disse e Sam odiava a sensação de que ela sabia algo que ela não sabia então não disse nada e apenas respirou fundo.

Logo em seguida ela, lavou as mãos e passou batom. Quando terminou, ela ainda estava lá. Sam cruzou os braços. Fazia tempo que ela não batia em ninguém, mas aquela garota estava pedindo. Sam teve deslumbres de esfregar a cara dela no espelho, mas ignorou isso.

— Pronto, pode desabafar. Fala o que está doida para me contar. — Sam disse dando a deixa para a que garota ofendesse ela e Freddie e Sam batesse nela com motivos.

Quando ela ia falar Carly e Wendy entraram no banheiro, com as bochechas rosadas, como se tivessem corrido de salto e Sam sabia que era isso que havia acontecido.

—Eu pedi para tanto para que Freddie checasse a lista de convidados e não deixasse gente do seu tipo entrar. — Carly disse para Patrice.

Ela deu alguns passos e parou atrás de Sam para estudar seu reflexo no espelho. Depois falou com os olhos fixos nos de Sam ignorando Carly. — Pensando bem, você não merece meu tempo. Um dia você vai descobrir sozinha. Ou pode perguntar ao Freddie por que ele está tão decidido a destruir a vida da minha melhor amiga.

— Saia Patrice, e eu acho bom não ver mais nesse salão! — Carly disse séria como Sam nunca havia visto.

— Eu sei que você não vai querer causar uma cena Carly, e eu vou embora à hora que eu quiser. — Patrice disse em tom desafiador, isso fora o suficiente para Sam pegar Patrice pelos cabelos com força, fazendo-a gritar de susto.

Sam a pegou pelos cabelos com força levando até o espelho e batendo a cara dela lá com força sob os gritos de Carly e Wendy.

— Escuta aqui Patrice. — Sam pronunciou Patrice com nojo. — Você vai embora sim e eu acho bom, não te ver de novo, aqui. — Sam disse ameaçadoramente. — Entendeu?

— Me solta sua marginal! — Patrice disse fazendo Sam puxar seu cabelo com mais força e apertar seu rosto no espelho novamente. — Meus advogados vão procurar você! — Ameaçou a morena.

Nem Carly ou Wendy tentaram tirar Patrice de lá.

— E daí? Meu namorado é rico. — Sam bateu o rosto dela no espelho uma ultima vez. Entendeu? — Sam perguntou novamente.

— Sim, me solta sua selvagem! — Patrice choramingou.

E só então Sam a soltou, e Patrice saiu correndo do banheiro. Sam levou um minuto para se recuperar depois que Patrice saiu, ela não se lembrava da ultima vez que havia batido em alguém, mas Patrice não havia sido nada além de desagradável desde o momento em que a viu, ela simplesmente perdeu o controle. Ela respirou fundo antes de olhar para Wendy e Carly chocadas.

— Vamos meninas. — Sam disse simplesmente.

Freddie estava a esperando do lado de fora do banheiro.

— Tudo bem? Vi quando Patrice veio atrás de você. — Freddie perguntou preocupado.

— Tudo bem. — Sam forçou um sorriso.

Freddie continuou parado no local, e foi o momento exato em que Wendy e Carly saíram do banheiro.

— Carly o que houve? — Freddie perguntou preocupado. Sam apenas ouviu Carly dando a Freddie um breve resumo do que havia acontecido.

Nesse momento Sam pegou uma taça de champagne dando um longo gole. Freddie foi em sua direção. — Ei vai com calma, você ta bem?

— Não quero falar sobre isso. — Sam disse. — Freddie, posso te perguntar uma coisa?

— É claro. — Ele disse a abraçando pelos ombros

— Quem é a melhor amiga de Patrice?

Freddie passou a mão no cabelo penteado para trás.

— Missy, minha ex.

Notas finais
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