Unexpected Love - Versão Delena
25 Capítulo 26 -Primeira Parte.
Notas iniciais
FELIZ ANO NOVO!
Como foi a virada de vcs?
Espero que tenha sido maravilhosa e que vcs tenham tudo de om em 2013
E lógico que 2013 seja um ano MUITO Delena :)
Primeiro cap do ano, espero que gostem!
Elena tinha concordado em mudar-se para a casa de Damon. Eles iriam morar juntos desde então, mas só se casariam em três meses. A barriga dela já estava mais evidente, uma vez que já havia se passado um tempo desde que ela descobriu a gravidez. Estava grávida de três meses. A garota estava completamente ansiosa para o casamento, seria o momento mais especial de sua vida e ela mal podia esperar.
Nunca se imaginou casando grávida, ainda mais quando ela estivesse com um barrigão de seis meses, bem, ela sempre pensou que ainda seria virgem quando o momento do casamento chegasse, mas isso não importava, ela estava feliz e é o que realmente importa. Bem, naquele instante, ela podia aproveitar a mudança, começar a viver junto com alguém e eles estava mudando toda a decoração do apartamento de Damon. Elena estava arrumando as almofadas, algumas eram rosa, outras amarelas, no novo sofá branco.
–Rosa?-Damon perguntou um pouco surpreso enquanto olhava as almofadas. Lógico que ele já imaginava que ela iria mudar a casa inteira, mas não esperava encontrar a cor rosa em cada detalhe.
–E são só algumas, as rosas são minhas, você pode ficar com as amarelas.
–Eu também não quero as amarelas. -Balançou a cabeça negativamente.
–Por que não? -Ficou confusa.
–Porque isso é coisa de viado.
–Não tem nada a ver. -Divertiu-se. -Está ficando lindo. -Abriu um sorrisinho e deu um selinho nele. -Muito mais lindo do que aquele sofá preto horroroso que você tinha.
–Eu gostava do sofá preto.
–Lógico que gostava, você é homem e homens não tem bom gosto para decorar casas.
–Eu não tenho bom gosto?
–Não. Esse sofá é muito melhor. Bem maior e mais confortável que o antigo e dá até para nós passarmos o dia deitadinhos... bem juntinho...
–Gostei disso. -Sorriu maliciosamente. -Por que nós não experimentamos o sofá agora?
–Porque nós ainda estamos arrumando a casa. E se você se comportar, nós podemos fazer amor no sofá...
–Adoro esse sofá. -Um sorriso desenhou-se nos lábios dele.
–Como você é falso. -Foi contagiada pelo sorriso dele. Os dois beijaram-se intensamente, de forma tão apaixonada. Eles estavam extremamente felizes, faziam um casal perfeito.
O sofá já estava pronto, falava colocar os enfeites na sala. Elena foi pegar os vasos e as flores que haviam comprado. Ela mesma iria montar os arranjos, podia ter comprado tudo pronto, mas decidiu que seria muito melhor se ela fizesse exatamente como imaginava em sua mente, ficaria muito mais bonito.
–Damon, você podia colocar os lustres enquanto eu arrumo as flores. -Pediu.
A garota tinha comprado lustres de cristal para a casa inteira.
–Tudo bem. -Concordou.
Damon já tinha colocado um lustre quando ouviu o barulho de algo se quebrando. Elena tinha deixado um vaso cair no chão.
–Elena, você está bem? -Perguntou preocupado.
–Eu acho que sim. -Choramingou. -Eu sou tão desastrada. -Falou enquanto tentava recolher os cacos que espalharam pelo chão.
–Não, você não é. -Falou carinhosamente. -Elena, deixa que eu limpo isso, você vai acabar se machucando.
–Obrigado, amor. -Agradeceu. -É melhor eu desistir das flores. -Falou entristecida.
–Não, tem um monte de vasos, você só quebrou um, você pode montar seus arranjos do mesmo jeito. E nós podemos comprar outros. -Incentivou-a, não gostava de vê-la triste.
–Tem razão. -Sorriu. Voltou a arrumar as flores tão coloridas, ela tinha margaridas, tulipas, rosas, hortênsias. Montou todos os arranjos de flores e colocou nas mesinhas da sala. Estava lindo.
–O que acha, amorzinho? -Perguntou exibindo um sorriso carinhoso. Estava muito feliz, a casa estava parecendo um sonho.
–Eu gostei, está muito bonito. -Damon elogiou e percebeu que ela se encheu de mais felicidade.
–Agora sim, finalmente estamos em casa. -Falou naquele seu tom meigo de delicado. -Só falta o quartinho do bebê, mas falta saber o sexo. -Sentou-se no sofá e Damon sentou-se ao lado dela.
–Você acha que vai ser menino ou menina? -Perguntou enquanto acariciava a barriguinha dela.
–Eu não sei. -Admitiu. -Você tem preferência?
–Não, eu vou ficar feliz do mesmo jeito.
–Eu também.
Os dois sorriram, os lábios se aproximaram lentamente, tocando-se gentilmente, as línguas se uniram em romântico ritmo, explorando cada pedacinho do outro. O sabor era delicioso, era adocicado, era leve e intenso. O amor estava mais forte, tão forte que era quase palpável. Damon mordiscou o lábio inferior dela em uma gostosa provocação e depois a beijou profundamente. Foi ardente e carinhoso. Depois do beijo, a garota se deitou no colo dele, ficou quietinha ali enquanto Damon brincava com os cabelos dela. De repente, Elena estava com fome, sim, ela estava grávida, isso é completamente normal.
–Eu estou com fome...
–O que você quer comer para eu ir comprar?
–Não, amor, eu acho que eu vou cozinhar.
–Você não precisa cozinhar, vai se cansar sem motivo.
–Eu não vou ficar cansada, eu quero cozinhar. -Sorriu. -Eu sou uma garota boba. -Admitiu. -Eu estou em casa, nós estamos morando juntos e eu quero fazer uma comida bem gostosa para nós dois.
–Mas você não está com muita fome? Grávidas não podem ficar muito tempo com fome.
–Eu estou bem, é sério.
–Tudo bem, eu quero ver o que você sabe fazer de gostoso.
–A louça é sua, tá?
–Você vai me colocar para lavar a louça agora, é?
–Você não vai deixar a sua mulher grávida lavando louça, não é? Isso, sim, iria me deixar muito cansada.
–Espertinha.
–É sério, eu não posso lavar louça até eu ter o bebê. -Fez charme. -Nem depois, porque eu estar muito atarefada cuidando do nosso filho.
–Eu vou te ajudar, princesa. -Sorriu, adorava o jeito dela. Elena era tão doce, era mesmo uma princesa. -E você não vai precisar fazer nada em casa. Vou mandar menina, que vinha fazer faxina aqui uma vez por semana, começar a vir todos os dias.
–Não precisa, Damon. Eu não quero empregada. Eu mesma vou cuidar da casa. –Estava sendo sincera. Ela mesma queria fazer tudo. Ela era uma menina simples, não sabia nem se iria se acostumar a ter outra pessoa tomando conta da casa para ela. Provavelmente não. E além do mais, qual seria a graça de chegar e ter tudo sempre pronto?
–O apartamento é muito grande, Elena. Nem pensar que você vai arrumar tudo sozinha. Você é uma mulher grávida, não pode fazer esforço. Sem contar o seu emprego na lanchonete que já te desgasta o suficiente.
–Você não gosta do meu trabalho, não é? -Elena falava enquanto ia até a cozinha. Damon a seguiu.
–Não, eu não gosto. Eu acho que você merece algo melhor do que passar o dia inteiro em pé carregando bandeja, sendo mal tratada pelos clientes e aturando aquele seu chefe retardado gritando com você por qualquer coisa.
–É o único emprego que alguém sem estudo, como eu, vai conseguir. -Respondeu enquanto começava a organizar os ingredientes que iria usar para cozinhar.
–Você podia estudar, princesa. Fazer faculdade, qualquer coisa que você queira.
–Eu vou fazer isso, eu estou tentando juntar dinheiro.
–Eu podia pagar para você... -Sugeriu.
–De jeito nenhum.
–Eu paguei para mobiliar a casa inteira do jeito que você queria e eu não posso te ajudar com a sua faculdade? Não entendo.
–É diferente. A casa é sua. Tecnicamente eu não estou ganhando nada, eu só vivo aqui porque você deixa.
–Isso é sério? Nós moramos juntos, vamos casar e ter um filho e você ainda pensa assim?
–É que eu não quero digam que eu sou interesseira e muito menos que você pense isso de mim.
–Elena, eu já conheci todo tipo de vadia interesseira e você, com toda a certeza, não é uma. Você se importa demais com que os outros dizem, por isso que a Katherine fez o que fez!
–Talvez, você tenha razão. -Concordou.
–Então você vai fazer a faculdade?
–Se eu passar no vestibular...
–Você vai passar, você podia aproveitar para estudar durante a gravidez. Você faz a prova e passa. O bebê vai nascer em dezembro e as suas aulas só vão começar em março, é perfeito.
–Mas eu vou ficar pouco tempo com o bebê depois... -Considerou.
–É quase o mesmo tempo se você saísse de licença em qualquer lugar que você trabalhasse, inclusive a lanchonete. Lá você ainda iria trabalhar o dia todo enquanto você poderia estudar só de manhã e ia ter o resto dia para cuidar do nosso filho.
–Tudo bem, você venceu. Eu vou me demitir da lanchonete. -Concordou.
Damon viu que ela estava chorando, lágrimas rolavam pelos olhos dela. -Por que você está chorando? Princesa, se você não quiser se demitir, não precisa.
–Não é nada disso, seu bobo. -Começou a rir. -É a cebola que eu estou cortando que está me fazendo chorar. -Eu estou muito feliz. -Confessou e isso fez com que ele risse também. -Agora, amor, vai ficar na sala! Homens na cozinha só atrapalham.
–Está me expulsando?
–Sim. -Brincou. -Aproveita e arruma a mesa, por favor.
Elena se concentrou na comida. Refogou o arroz e o deixou cozinhando. Descascou a batata, iria fazer um purê. Fez uma salada. Aqueceu um molho para o filé que estava grelhando. Finalmente, estava tudo pronto. Levou até a mesa. Os dois se sentaram e ela os serviu.
–Espero que você goste da minha comida.
–Ao menos, está cheiroso.
–Experimenta logo! -Pediu.
Damon provou. -Sabe o que eu achei? -Perguntou em um tom sério e ela já estava achando que ele não tinha gostado. -Eu achei que está delicioso.
Elena abriu um sorriso de felicidade. –Obrigado. –Deu um selinho nos lábios dele.
A garota olhou para a comida e achou que algo estava faltando. –Amor, você pode pegar o mel para mim?
–Tudo bem. –Damon se levantou e foi buscar o mel no armário da cozinha e entregou.
Elena despejou metade do conteúdo no prato dela.
–O que você está fazendo, Elena? –Damon perguntou confuso.
–Eu estou com desejo de comer mel com purê de batata. –Experimentou um pouco. –É delicioso.
–Eu imagino que sim.
–Não me olha com essa cara! É gostoso, eu juro.
–Seu paladar de grávida não é muito confiável. –Brincou.
–Eu acho que está delicioso. –Deu outra garfada.
–Viu? Não é confiável mesmo.
–Bobo. –A garota riu.
...
No dia seguinte, Elena acordou cedo para trabalhar. Damon tinha dado um carro a ela, apesar de todos os protestos que Elena fizera, então, ela chegaria até lá rapidamente. Seria o seu último dia de trabalho na lanchonete afinal, ela se demitiria. No fundo, sentiria um pouco de saudades. Não, ela não sentira falta do chefe insuportável ou dos copos que ela quebrava todos os dias e muito menos dos clientes idiotas que a tratavam mal, mas ela iria sentir falta de Caroline. Durante o caminho, Elena achou que havia algo errado. Sempre tinha o mesmo carro atrás dela. Decidiu dar algumas voltas, desviar o caminho. Sentiu que estaria mais segura se fizesse isso e também poderia ter certeza se estava mesmo sendo seguida. E estava, o carro continuou na trasseira dela, não importava o caminho louco que ela fizesse.
A garota começou a entrar em pânico. Quem a estaria seguindo? Isso não era bom. Sentiu medo, muito medo. E se fizesse algo com ela? Com o bebezinho que ela estava esperando? Não soube o que fazer, não conseguia raciocinar muito bem. Do outro carro, Katherine observava satisfeita. Pronto, seria muito fácil transformar a vida da mosquinha burra em um inferno, pensou. E ela nem desconfiaria de quem estava fazendo isso. Foi por isso que Katherine decidiu esperar tanto tempo para agir.
Iria deixar Elena em pânico, completamente estressada e isso com toda a certeza não iria fazer bem para o bebê que ela estava esperando. A garota ficaria paranoica e não teria mais paz, não conseguiria viver bem nem mesmo com Damon. Esse seria o início da vingança, apenas o inicio. Em um dado momento, Katherine mudou o rumo, deixando que Elena seguisse. A morena respirou aliviada ao ver que o carro não estava mais atrás dela. Deveria ter sido apenas uma coincidência, pensou. Nada mais. Mesmo pensando dessa forma, não era fácil de acalmar. Precisou parar o carro, comprar uma água em uma lojinha e chorar até estar mais calma. Nem sentiu tanto medo por ela, mas tinha medo que algo acontecesse ao seu bebê. Era isso que importava, o filho que ela tinha dentro dela e que precisava proteger.
Quando finalmente, estava mais tranquila seguiu para a lanchonete, simplesmente queria se esquecer do que tinha acontecido. Não conseguiu uma vaga em frente e teve que parar o carro a algumas quadras de distancia. Foi caminhando até lá. Foi até bom. Chegou muito mais calma, foi logo conversar com o patrão e dizer que estava se demitindo. Ela trabalharia mais um mês, que era o tempo necessário para que seu patrão achasse outra funcionária e nada mais. E depois foi conversar com Caroline que já estava chorando de saudades da amiga.
–Eu vou sentir sua falta! –Caroline choramingou.
–Eu também. –Elena a abraçou.
–Eu sei que você não precisa mais trabalhar, o Damon é milionário e vai te sustentar, e que ele te deu um carro que custa mais do que a minha casa... mas...você é minha melhor amiga e eu queria que você continuasse trabalhando aqui, para nós podemos conversar todos os dias...
–Carr... -Elena sussurrou. –Eu não pretendo virar uma daquelas peruas horrorosas que passam a vida sendo sustentadas pelo marido. –Eu só me demiti porque eu quero estudar para o vestibular, fazer faculdade e então, eu vou trabalhar. Eu sei que eu não vou ganhar a mesma coisa que ele ganha, mas pelo menos eu quero ter o meu dinheiro. –Falou sinceramente.
–Ainda assim, eu vou sentir saudades de você aqui... –Sorriu. –Quebrando todos os copos e pratos... e fazendo toda a confusão que só você conseguia fazer.
–Pelo visto, eu fiz certo desistindo da profissão de garçonete. –Divertiu-se.
–Você não tinha futuro mesmo, Leninha! –Abraçou a amiga novamente. -Você promete que nós vamos continuar sendo amigas. –Caroline estava dramática.
–Claro que sim. –A morena sorriu. –Nós podemos sair juntas sempre.
–E eu ainda vou poder te ajudar a organizar seu casamento, né?
–Lógico, que vai. Eu não vou conseguir fazer tudo sem sua ajuda e principalmente sem a sua habilidade incrível de organizar festas maravilhosas.
–Obrigado, amiga. –Caroline a abraçou. –E eu vou ser a madrinha do seu bebê.
–Sim, você vai.
–Poxa, justo agora que você já está ficando com barriguinha, você vai embora. –Riu. –Tudo isso para eu não passar o dia inteiro pendurada aí conversando com o meu afilhado. –As duas riram.
–Ah, Carr, eu estou tão ansiosa para fazer a ultrassom. –Confessou. –Quero saber logo o sexo do bebê.
–Quando vai ser?
–Só mês que vem, quando eu fizer quatro meses.
–Ótimo, então vou começar a organizar o chá de bebê para você.
–Chá de bebê?
–Lógico, né, Lena? Nós vamos nos divertir e mimar a mamãe e o baby com presentes fofos! –Já estava animada. –E nem diga que você não quer, porque eu vou te arrastar.
–Mas eu quero. –Elena também estava animada.
–Ótimo, então além do chá de panelas para o seu casamento, eu vou fazer o chá de bebê também. –E tem mais uma coisinha... -Falou exibindo um sorrisinho.
–O que é?
–Sua despedida de solteira! –Caroline falou quase aos gritos.
–Não, precisa, Carr, sério... -Ficou sem jeito. –Não precisa mesmo.
–Qual é, Lena!
–Essas coisas não combinam comigo.
–Combina sim e eu vou te obrigar a ter uma. E sim, eu vou chamar strippers! Você vai se casar, mas as suas amigas não! Suas amigas solteiras merecem se divertir.
–Eu vou estar com um barrigão de seis meses de gravidez, eu vou casar, não posso ficar brincando com strippers! E você é comprometida também.
–Ai, Lena, não vai rolar nada demais. Os garotos só vão dançar para gente e nós vamos nos divertir muito. Vai ser legal, prometo!
–Tudo bem, faz o que você quiser. –Acabou cedendo, não adiantava discutir com Caroline quando o assunto era festa.
–Eu sabia que você ia deixar! Ótimo, despedida de solteira com strippers, muita cerveja para as amigas e chá para a mamãe grávida que não pode beber... -Brincou.
–Chá? –Elena riu. –Eu posso tomar coquetel sem álcool...
–Uau, que evolução, Lena!! –Caroline riu. –Pensei que você não soubesse que existiam coquetéis sem álcool. –As duas riram. –Você está melhorando mesmo. –Observou. –De verdade, você nem está mais insegura!
–Eu estou melhor mesmo. –Admitiu. –Eu estou feliz, Carr, eu tenho tudo com que eu poderia sonhar. Uma melhor amiga fofa, um baby, e vou casar com o homem que eu amo... e a melhor parte é que eu agora tenho certeza que ele me ama também.
–Ah, falando em casamento, eu me esqueci de perguntar. Além de madrinha do seu baby, eu vou ser sua madrinha de casamento também, não é?
–Sim, claro que vai.
–Obrigado, Leninha! Você é a melhor amiga do mundo! Eu te amo!
Quando eram por volta das dezoito horas, alguém chegou à lanchonete, alguém que despertou a atenção de Elena de imediato. Reconheceria aquele cabelo loiro e aquele risinho falso para sempre.
–Ah, eu não acredito nisso. –Elena falou irritada.
–Quem é essa loira oxigenada? –Caroline perguntou curiosa ao perceber a reação da amiga.
–É a Rebekah, a amiga da Katherine. –Respondeu. –É tão vadia quanto ela.
–Essas duas não tem o que fazer?
–Pelo visto, não. –Falou no mesmo tom calmo, ela estava mesmo diferente, mais confiante. -Mas tudo bem, eu não vou deixar que ela me humilhe que nem fez da ultima vez.
Notas finais
Comentem!
Beijinhos lindas
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