Undead World.

10 Capítulo 10 - Faberry.


Notas iniciais
Como podem ver pelo nome do capítulo, será INTEIRAMENTE focado em Faberry u.u Teremos um inicio de algo aqui, e umas coisinhas a mais também 'u' Entendedores, entenderão.

No quarto de Rachel, onde existia um pequeno berço que fora de Sam, atualmente ocupado por Beth enquanto Quinn observava-a. Os pequenos traços delicados dos Fabray, os cabelos loiros assim como os seus eram naturalmente, e se ela abrisse os olhos, Quinn teria ali uma cópia exata dela e de Charlie com a mesma idade da pequena.

Ela bufou. Beth ainda era tão jovem. Uma inocência que não pertencia a aquele mundo. Bem, não que Quinn tivesse experiência o suficiente para pensar aquilo (Ela só tinha dezessete ou algo assim, afinal) mas ela não queria que Beth crescesse num mundo assim. Claro que era essencial que ela aprendesse a se defender, mas não queria esse mundo para Beth. Queria que ela crescesse, escolhesse uma faculdade, sorrisse, chorasse. Queria que ela vivesse, que se lembrasse do maldito mundo anterior, e de como ele parecia bonito aos pés daquele inferno que era agora.

Rachel pigarreou, um tanto divertida, e Quinn se assustou, dando um pequeno pulo em resposta.

– Não sabia que você andava por aí invadindo quartos. – A judia disse, brincalhona, ao aproximar-se do pequeno berço de madeira, onde Beth dormia numa paz invejável. –

– É o que eu faço nas horas vagas. – Murmurou enquanto piscava um olho, agora voltando o foco na sua pequena cópia dentro do berço. –

Rachel passou a mão pelos fios de cabelos loiros de sua filha, que remexeu-se ao toque suave, porém não acordou.

– Ela é parecida com você. – Disse em um sussurro, sendo iluminada pela luz da vela bruxuleante, uma vez que Sam queria evitar usar o gerador fraco que residia do lado de fora da casa. – Não se parece em nada comigo. –

– Acho que ela tem quase a sua altura. Não! Ela é mais alta. – Respondeu com um sorriso bobo no rosto, Rachel encarou-a com um olhar mortal. –

– Muito engraçado. – Ela segurava o riso. Quando Quinn não se segurou, ela desferiu um tapa fraco no ombro da mais alta, que fingiu uma careta de dor enquanto apertava o local do tapa. –

– Ai sua violenta. – Disse em meio as risadas, agora as duas riam alto, mas mesmo assim não acordavam Beth. –

Em uma ação quase que automática, Quinn começou a cutucar Rachel em seus pontos frágeis, fazendo a diva rir com as cócegas. A morena tentava segurá-la, mas não adiantava, agora as duas riam até que Rachel caiu por cima de Quinn na grande cama de casal com lençóis caros e aconchegantes.

Estavam cara a cara, a morena deitada por cima da punk em pleno silêncio, apenas escutando os movimentos de Beth e suas respirações levemente ofegantes. Quinn rompeu a barreira, beijou-a sem rodeios, mas o inesperado, foi Rachel ter respondido. Com uma velocidade incrível, a de cabelos róseos inverteu suas posições, ficando por cima da diva, que entrelaçou os braços sobre seu pescoço, enquanto Quinn permitiu que suas mãos vagueassem levemente as curvas da diva por baixo da regata fina, massageando a pele firme e lisa.

Quando separaram-se, ainda mantendo o contato visual, Quinn se apertou contra Rachel, abraçando-a desajeitadamente.

– Não me deixe. – Rachel sussurrou apenas para que a punk ouvisse, afundando seu rosto sobre a curva do pescoço pálido. –

Quinn afastou-se milímetros o suficiente para ver os olhos castanhos marejados, mesmo à luz de velas podia ver os brilhos cintilantes das lágrimas que lutavam para não cair.

– Não vou te deixar, nunca. – Murmurou, selando a promessa ao beijá-la calmamente. –

As duas dormiram juntas naquela noite.

...

Quando Rachel acordou, a primeira coisa em que focou foi o berço de madeira, onde Beth não estava mais. Em seguida, sentiu o calor acolhedor das cobertas de algodão, e por último, mas não menos importante, o toque suave em sua cintura. Virou-se por cima do ombro levemente para encontrar o rosto de Quinn, calmo e tenro, muito diferente de quando está acordada.

As cobertas e Beth eram coisa de Brittany, ela sabia. Riu com o próprio pensamento ao lembrar como a loira era quase uma mãe para ela, mesmo antes de tudo.

– Bom dia. – A voz de Quinn veio minutos depois, um tanto grogue e sonolenta. A punk permitiu-se beijar a nuca exposta da diva, que se arrepiou ao sentir os lábios quentes e firmes sobre sua pele. Finn nunca tratou-a dessa maneira. Ele era um ótimo namorado, protetor e aceitou Beth mesmo após a traição, porém nunca soube ser ‘fofo’. Ele tentava, mas foram raras as vezes em que conseguiu. –

– Bom dia. – Desejou, agora virando o corpo totalmente, fitando o verde meio dourado. As duas riram anasalado. –

Então se beijaram, e Rachel enrolou suas pernas com as de Quinn. A punk rapidamente ficou por cima, arrastando seus beijos pela mandíbula da diva, então o pescoço e finalmente a clavícula. A morena gemeu.

– E-eu ... Eu te amo. – Disse em um sussurro, enquanto lambia o ombro da diva, sua ereção se tornando um tanto apertada para o shorts jeans. –

Rachel fitou-a em silêncio. Ela não queria admitir, mas sempre desejou escutar isso na voz rouca de Quinn, e agora era real. Auxiliou a punk a descer uma alça da regata branca e logo em seguida a outra, sentindo os beijos sendo espalhados pelo seu colo, que de repente pararam.

– Você não precisa fazer isso, se não quiser. – Quinn murmurou, e Rachel segurou delicadamente seu rosto entre as mãos. –

– Por favor, faça. –

Ficaram encarando-se por mais alguns segundos, até que a punk assentiu e então beijou-a com desejo, a luxúria no quarto era palpável. Com apenas um dedo, abriu o sutiã preto, deixando os seios médios, firmes e deliciosamente atrativos de Rachel à mostra. Em seguida deslizou um dedo pelo cós dos shorts despojados da diva, arrastando-o para baixo.

Enquanto mordia e apertava levemente um dos mamilos da diva entre os dentes, arrancando gemidos da mais baixa, deslizou sua mão para dentro da calcinha da morena, apertando levemente seu clitóris entre os dedos apenas para ganhar um gemido mais alto, logo levando o dedo indicador para a entrada da diva, rodeando-a sem realmente penetrar. Rachel gemeu frustrada.

– Não brinque comigo, Fabray. – Disse em meio aos gemidos, sentindo Quinn ameaçar entrar, porém sempre recuava. A punk sorriu de lado. –

– Como quiser. – E então penetrou-a, fazendo um vai e vem leve. Rachel gemeu um pouco mais alto do que o desejado. –

Ao introduzir o segundo dedo, sentiu a diva se estremecer, enquanto arqueava as costas em busca do mísero contato o possível. Novamente sorriu de lado ao retirar os dedos de dentro da morena, que quase gemeu em protesto, até ver Quinn levar os dedos para os lábios, um maldito ato incrivelmente sexy.

A punk retirou a camiseta folgada dos Sex Pistols e os shorts jeans, ficando apenas com uma cueca preta agarrada ao corpo, deixando a ereção evidente. A tatuagem de cereja em cima da bacia da punk à mostra apenas pela metade por conta da cueca era uma das coisas mais sexys que Rachel já viu, e incrivelmente todas elas envolviam Quinn Fabray.

Porém, a última tatuagem visível no tronco da loira estava logo na costela, abaixo do coração. Uma estrela. Uma estrela, que Rachel sempre usava no final de seu nome ao assinar. Sua metáfora pessoal.

– ... É linda. – Sussurrou ao passar o polegar pela pequena estrela dourada. –

– ... É como a de Beth. – Apontou para o próprio pescoço, onde encontrava-se a tatuagem referente a sua filha. –

Rachel pegou-a pelo pescoço e então aproximou-a lentamente, unindo seus lábios em um beijo calmo e cheio de significado. Depois das milhares de barreiras em volta dos sentimentos, realmente não havia como não amar Quinn Fabray, suas frases estranhas com significados impensáveis, seu humor idiota em situações perigosas, sua sensibilidade em situações delicadas ... Quinn não era perfeita, mas estranhamente, era isso o que a tornava melhor.

Desceu lentamente a calcinha da diva, admirando o corpo nu esparramado na cama. Rachel cuidava bem de si, nem parecia que já havia tido uma gestação. Por fim, desceu sua própria peça de roupa, seu membro ereto causou fungadas ofegantes de Rachel.

Cuidadosamente posicionou-se na entrada da diva, olhando-a fixamente ao penetrar sem dificuldade. Ambas gemeram.

– Só saia, ok? – Indagou após alguns segundos que demorou para se acostumar com a punk dentro dela. Quinn assentiu. –

– Não sou idiota ... Bem, não serei dessa vez. – Ela riu um pouco, logo deixando um selinho nos lábios da diva enquanto começava os movimentos. –

Agora passando a atenção ao ponto de pulso da diva enquanto fincava os dedos nos quadris morenos, sentia os puxões nos fios de sua nuca e os arranhões em suas costas, gemendo alto uma ou duas vezes quando se intensificavam.

Rachel se sentia estranha. Não um estranho ruim, só um estranho ... Estranho. Fazia quase um ano desde que perdera a virgindade com Quinn, mas com o tempo de gestação e ainda a falta de vontade de fazer aquilo com Finn, uma vez que ela não sentia algo tão forte por ele ao ponto de dormirem juntos. Mesmo com a diferença de quase um ano, novamente estava lá com Quinn. Era como se não pudesse evitar, algo por trás dos cabelos coloridos, os piercings e as tatuagens mexia com ela. Talvez, só talvez, estivesse amando.

Quando Quinn aumentou um pouco a velocidade, gemendo algumas palavras desconexas, Rachel se sentiu estremecer, aumentando o aperto na pele pálida da punk, que deixou um pequeno chupão no ponto de pulso da judia.

– Droga, Rach, me deixe sair .. – Ela gemeu e logo a diva descruzou as pernas de seus quadris, segundos depois de ambas terem pequenos espasmos ao alcançar o ápice. Quinn caiu por cima de Rachel, beijando-lhe o ombro. –

A diva sorriu.

– O que foi? – Indagou a punk segundos depois de recuperar sua respiração. –

– Você me chamou de Rach. – Novamente sorriu, beijando o pescoço de Quinn. -

Notas finais
Namoro? Pegação? Só uma vez e acabou? Opinem sobre isso u.u