Uma vida após a morte

7 Um brilho de socorro com uma pitada de loucura.


Notas iniciais
Oiiiiii quero agradecer mais uma vez a todos que estão lendo e espero que gostem do capitulo ^^. (Obs: desculpem me pelos erros de ortografia e pontuação que podem vir a ter estou tentando concertar a todos).

Acordo desnorteado na cama de uma cela, tento me levantar mas sinto tantas pontadas de dor que parecem agulhas sendo fincadas em minha carne, resolvo permanecer imóvel até ter alguma ideia de onde estou. Começo a procurar por fraturas ou ferimentos graves quando percebo que estou algemado.

– Opa,opa, parece que meu companheiro de cela acordou.

– Quem esta ai ? Onde eu estou ? (Olho em todas as direções que meu corpo permite, mas, não vejo ninguém).

– Eu ! E você esta na prisão não oficial da cidade dos espinhos.

–Eu quem ??? Cidade dos espinhos ??? que diabos de cidade é essa ???

– Você realmente acha que esta em condições de perguntar algo Alex ?? Bom não quero ser injusta, então, vamos fazer assim, que tal um joguinho? Você faz uma pergunta, depois eu faço e assim vai até que venham aqui executar a sua pena.

– Esperai !!! Que pena ?

–Obrigado pela iniciativa, esta foi sua primeira pergunta, simples você invadiu a cidade então vai ser punido com a forca.

– Mas que tipo de cidade é essa que puni as pessoas com a morte por entrar nela ???

– Nananinanão você já fez sua pergunta agora é minha vez. Porque você matou aquelas 3 pessoas ??

– Espera como você sabe disso ??

– Responde logo !

– OK OK! Era dia 4/9/2014 quando eu estava saindo da escola como qualquer outro dia, eu estava junto de uma amiga minha, minha melhor amiga no caso, que namorava um cara barra pesada, porem ela não namorava exatamente porque ela queria, e sim porque ele ameaçava ela, justo nesse dia ela resolveu que não iria mais ceder as ameaças dele e tinha acabado o relacionamento algumas horas antes da saída, porem ele chamou seus "amigos"...

– Quando passávamos por um beco ele estava La, aguardando com mais 2 brutamontes, resolvemos voltar mais tinha mais 2 atrás de nos, eles nos empurraram para frente, 5 deles me cercaram enquanto ele foi em direção a ela, eu sabia que ele ia espanca La , se não fizesse pior, então corri empurrando um dos capangas que tava bem na minha frente, me joguei em cima dele, gritei pra ela correr, quando sai de cima dele ela já estava se distanciando, então peguei umas garrafas vazias que tinham no chão e comecei a arremessar neles, logo depois disso, quando ela já tinha saído de minha visita corri atrás dela, deixando eles para traz (por sorte corro rápido). Chegamos na casa dela e como os pais dela iam dormir fora a negócios, pedi para ficar La por uma noite, só para fazer um trabalho de escola ,(na verdade queria me certificar que ela ia ficar bem). Durante a noite ouvi um barulho no quarto dela, fui correndo para La, ele estava La, com uma faca apontada para garganta dela, enquanto a ... estrupava. Dois caras me seguraram pelas costas, apontaram uma arma para minha cabeça, e mandaram eu não gritar, nem me mexe, porem, aquele maldito estava cortando ela com a faca, nos braços e pernas, eu, eu, não aguentei, dei uma ombrada no cara que estava segurando meu braço direito, fazendo ele ir com força contra a janela, puxei o braço do esquerdo e aceitei uma joelhada no seu nariz, fazendo sangue jorrar, nesse momento um deles me pegou pelas costas e enfiou uma faca em minha barriga , cai de joelhos e só pude ver minha melhor amiga chorando tentando se soltar, aquele mandito ia mata La, mesmo que eu morresse, não ia deixar eles tocarem mais nela, eu simplesmente surtei, tirei a faca de minha barriga e degolei o que estava a minha frente, peguei sua pistola, virei rápido e dei 2 tiros no outro, um na barriga, outro no coração, então me virei para o maldito, ela estava se segurando atrás dela com a faca em sua garganta, o tempo pareceu congelar, enquanto eu vi, lentamente um fio de sangue descer de sua garganta, minhas mãos se mexeram sozinhas, quando percebi já avia atirando contra eles, a bala passou raspando na bochecha de minha amiga, abrindo um leve corte, mas, acertando no meio da testa do infeliz, depois disso abracei ela e apaguei, quando acordei, no hospital, já fui mesmo machucado para o julgamento, e, fui condenado, porque segundo o juiz, (que aliais deve ter sido muito bem pago pelo pai do garoto que era político) de que abusei da minha legitima "defesa".

–Então foi por isso que você veio pra Ca, entendi.

– Na verdade não.

–Como é ?

– Apenas 2 morreram, o que eu degolei ficou vivo, o caso é que quando eu estava saindo do tribunal o pai do garoto falou bem baixinho "sabe o que vou fazer agora garoto, vou sequestrar essa putinha, e vende La para o bordel mais barato desta cidade" eu estava algemado com as mãos para frente, então dei uma cabeçada no policial que me escoltava, passei a algema na garganta do maldito político, jogando ele em minhas costas, por sorte o cara era do meu tamanho então pude suspende lo no ar e fazer preção suficiente, quando os policiais conseguiram me tirar de perto dele, o pescoço já estava quebrado, e foi assim que vim parar aqui ao invés de uma instituição normal. — Apesar de estar nas sombras Raquel pode ver um leve sorriso no rosto de Alex apesar de ser discreto era um tanto quanto ... Assustador.

Notas finais
Só eu acho que estou me empolgando e sempre coloco palavras a mais no capitulo novo '-'