Uma vida após a morte
4 Uma fuga perfeita.
Notas iniciais
Um soco forte me tira da falsa ilusão de que seria libertado...
– Porque mentiu pra min.
– Eu não menti coisa nenhuma.
–É impossível escapar daquele ônibus, eu mesma quando vim para este inferno atirei na fechadura daquela porta com um revolver e ela nem arranhou, não ha como abrir, você morreu na queda e isso tudo foi causado pela força do impacto, você sonhou seu imbecil.
–NÃO EU NÃO MORRI, VC ACHA QUE EU NÃO SABERIA SE ESTOU VIVO OU MORTO.
–NÃO GRITE COMIGO ESTUPIDO.(Aplicou um forte chute no estomago do garoto fazendo a cadeira tombar para traz e fazer um barulho de madeira trincando).
– Me passa a porra dessa tesoura vamos ver se castrando esse animal ele fica mais calminho, vamos garotas levantem ele, e arranquem a calça, por favor sejam rápidas, estou sem paciência pra isso hoje. Arrancaram a calça jeans do garoto junto com o cinto danificado e sua roupa intima.
– SUAS LOUCAS DEVOLVÃO MINHAS ROUPAS.
–Você acha que esta em condições de mandar em algo aqui, bem esta na hora de brincar de veterinário, garotas segurem ele e prestem atenção pois não vamos poder repetir isto tão cedo.
Segurando a tesoura de maneira ameaçadora deu alguns passos a frente, posicionando-se bem a frente do garoto, colocou a tesoura em posição pronta para executar seu serviço quando, uma garota entra correndo pela porta gritando ofegante.
–Comandante...rápido...ataque.
–Filha da pu, EU TO OCUPADA NÃO TA VENDO!
–Desculpe, comandante, mas estamos sobre ataque, as tropas inimigas chegaram em menos de 30 minutos, temos que nos preparar agora.
– Toma no arggg que ÓDIO, vocês duas estagiarias, é o seguinte a partir de agora, a aula vai ser pratica, segura essa merda aqui e termina o serviço, eu tenho que tentar proteger a merda desse colegio.
– Sim senhora.
As duas largaram o garoto enquanto pegavam a tesoura para poder terminar o serviço, enquanto a comandante virava as costas e saia da sala dizendo -- Boa decapitação garotas. Elas se viraram prontas para agir enquanto o garoto olha com desespero e medo nos olhos.
–(muito bem se eu for fazer algo é melhor fazer agora, vamos idiota pensa, pensa, vai você tem que fazer algo, já sei, a cadeira esta trincada já que ela me derrubou, se me jogar pra traz provavelmente vai quebrar e vou ficar com as mão livre, essas duas garotas não aparentam ser tão fortes então, se eu pegar um pedaço da cadeira poderei derrubar pelo menos uma para poder correr, porem causo de errado tem esta janela a minha esquerda acho que consigo quebra La com o ombro, devemos estar no Maximo no 2 andar; tudo bem que vou me machucar na queda, e vou ter que procurar roupas, porem vou escapar dessas loucas, então vamos La 1..2..3.)- AGORA!!!
Empurrando para traz com força a cadeira caiu e cedeu ao peso do corpo despedaçando-se em vários pedaços, com um giro ágio para traz o garoto segura um pedaço da cadeira enquanto vê as duas estagiarias olhando assustadas o garoto em liberdade, partindo para cima das duas com o pedaço em mãos mirando a testa da garota, porem com um movimento rápido a primeira estagiaria segura o pedaço de madeira antes que ele fizesse qualquer dano, enquanto a segunda aplica um chute forte no rosto do garoto.
– Realmente não achou que iria me acertar um ataque tão previsível achou?
–Merda!.Correndo para a esquerda arremessando-se contra a janela estilhaçando-a em dezenas de pedaços e desaparecendo na escuridão noturna.
– Merda ele se jogou pela porcaria da janela, vamos descer rápido antes que ele fuja.
Entre risos a 1 estagiaria diz. — Não vamos precisar correr, afinal...
–Porque esta rindo tanto nosso prisioneiro fuj... esperai; puts, em que andar estamos ?
Os risos aumentaram gradativamente até se tornarem gargalhadas enquanto a primeira estagiaria respondia.- Estamos no nono andar ...
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