Uma prova de amor
20 Nem que seja a última coisa que eu faça
Notas iniciais
Oi pessoal! Voltei mais cedo né?
Gente pra deixar bem claro pra vocês a questão desses altos e baixos que estão acontecendo entre as duas na fic. Emma cometeu SIM um erro gravíssimo que foi não dar a chance de acreditar em Regina. Ela errou, assim como todo mundo erra, assim como a própria Regina já errou. Foi grave foi e vão ter consequências. Eu sei que pode ficar difícil de acompanhar elas com todas as dificuldades mas é isso que vai valer a pena no final! Desde o começo da história até a sinopse tudo se retrata a mais pura realidade. Preconceito, condição financeira precária, depressão, drogas, envolvimento com crime e até assassinato (mesmo que tenha sido em defesa). Eu não estou aqui pra retratar tudo lindo e belo porque não é assim que as coisas são. Elas vão errar mesmo e pra provar que se amam de verdade, vão enfrentar tudo isso juntas por que um relacionamento verdadeiro é isso. Apesar dos erros alheios dos obstáculos, das briguinhas, e mesmo que até o lucifer(Cora) tente impedir elas vão SIM ficar juntas!! Ninguém segura a força SQ! Haha.. Bom era isso. Espero que tenha ficado claro!! E vamos ao capítulo...
Regina
Sinto o vento da minha janela contra meu rosto. Olho pro resto de vinho na taça e bebo tudo de uma vez. Coloco a taça em cima da mesa de centro e vou até meu quarto colocar uma roupa pra trabalhar. Arrumo meus cabelos, passo minha maquiagem matinal. Termino de me aprontar e pego o carro pra ir até o mecânico. Chegando lá fiz uma revisão completa e pedi pra arrumarem o amassado que tinha ficado da primeira batida. Flashback on — Não tem outra... outra enfermeira pra me atender ? — Não se preocupe sou a enfermeira perfeita pra esse trabalho. Prometo que não vai doer e vai ser rápido. — Está tudo bem? Vou te dar um remédio pra dor de cabeça e tontura. — Como assim você trabalha...num-num hospital? — Melhor descansar Regina. Vai ficar tudo bem eu prometo. Flashback off Respirei fundo tentando afastar essa memória. Assim eu fazia já tinha três dias. Eu juro que sempre tentava afastar mas quando eu menos esperava outra lembrança de Swan invadia a minha mente. Esperei o carro ficar pronto e marquei com Ruby de fazermos uma reunião com o restante dos funcionários pra esclarecer tudo e ver como vai ser de agora em diante. Antes de ir verifiquei meu telefone como fazia todo o dia pra ver se tinha alguma mensagem de Emma pra saber se ela havia se arrependido do que fez mas nunca tinha nenhuma. Eu não faço a mínima ideia do porque ela fez isso comigo e com a gente. Não entendo. Eu preciso me manter forte. Ela me ajudou a ser melhor então eu preciso continuar assim e não voltar a ser quem eu era. Afinal eu não dependo dela pra ser melhor, quem precisa tomar a atitude sou eu. Confesso que não está sendo fácil aceitar que não existe mais nada entre nós. Se é que existiu alguma coisa. Eu fiz o que pude, se ela não acredita em mim não posso fazer mais nada a não ser seguir minha vida. Quando vou desbloquear o celular recebo uma ligação. Era Cora. — Bom dia filha. Tudo bem com você ? — Bom dia mamãe. Sim tudo certo. — Estou ligando porque ainda estou pela cidade resolvendo outros assuntos e gostaria de sair pra tomar um chá talvez. Quer ir comigo? — Sim eu só preciso resolver algumas coisas e depois nos encontramos naquela cafeteria famosa perto do centro. — Combinado então. Me ligue quando estiver chegando. — Okay. Tchau. — Tchau querida. Nesse momento eu não tenho ninguém sem ser Tinker que está trabalhando e ocupada namorando. Então resta a minha mãe. Vejo que ela pode estar se esforçando pra melhorar e isso é bom. Fico feliz que ela tenha abertos os olhos como eu, nem que seja aos poucos. Eu preciso pelo menos disso. Fui até o trabalho e organizei a reunião com todos que haviam sobrado. Ainda não conseguia acreditar que tinha sido desmedida e humilhada por aquele traste do Robin. Só de pensar que eu já beijei aquela boca me dá náuseas. Deixei claro tudo que estava acontecendo e a pessoa que eu estava me tornando. E que a minha intenção é mudar completamente nosso estilo de marketing pra melhor. Isso seria sem preconceitos, racismo ou algo do tipo. Todos concordaram e aceitaram os novos termos. A reunião foi um pouco demorada. Eu precisava explicar que de agora em diante iria selecionar bem as pessoas que entrariam naquela empresa. Por fim tudo foi esclarecido. Ruby adorou a ideia e resolveu ajudar, ficando encarregada de mandar as vagas disponíveis pela internet. Fiquei resolvendo mais algumas coisas com papelada e ligações pra mais empresas. Parecia que eu tinha voltado ao primeiro degrau e pra andar até o último era muito caminho pela frente. Terminei tudo que precisava. Peguei minhas coisas e fui até a cafeteria encontrar minha mãe. Chegando lá avistei ela sentada com um sorriso qua fazia tempo que ela não dava pra mim. — Sente- se querida. Que bom que veio. — Estava precisando tomar um chá. — Me sentei a sua frente e pedi um chá para a atendente. — O que aconteceu? — Nada, só queria ver como está a minha filha. — Tive que estreitar as sobrancelhas com aquele comentário. — E gostaria de saber se precisa de alguma ajuda. — Com o que seria? — Com a empresa que você está tentando reerguer. Talvez não consiga sozinha. — Eu não estou sozinha.. e também quero tentar sozinha dessa vez. Já que o contrato é 100% meu agora. — Como assim Regina? — Pedi para meu advogado entrar em um processo pra passar a empresa pro meu nome. — Joguei esse verde pra ver qual seria a reação dela. Se ela realmente tinha mudado. Ela sorriu e me encarou um pouco impressionada.
— Parece que você já aprendeu bem a se virar. Estou orgulhosa. — Deu um gole no seu chá. — Só falta você ter alguém não é? — Acho que não entendi mamãe. — Precisa de um marido pra te ajudar a enfrentar tudo isso. Como anda sua vida amorosa? — Não era você mesmo que sempre disse que marido é problema? — Sim quando se teve um doente como o meu. Mas você tem a chance de encontrar um homem pra compartilhar a vida. — E se eu não quiser? — Bom.. seria direito seu, claro. — Sua feição foi para desanimada mas tentou manter o sorriso. Conheço a minha mãe, ela estava feliz demais. Parecia que escondia alguma coisa. Eu podia sentir isso. Só não sabia o que. — Eu só estou dizendo que seria bom pra você querida. — Estou bem melhor sozinha mamãe. Acredite em mim. — Bom, você sabe o que faz. Depois disso começamos a conversar sobre tudo que passamos e como chegamos até ali. — Lembra que você sempre se irritava quando o motorista chegava? — Eu queria ir de ônibus com os outros colegas da escola. — Estávamos rindo da situação. — Você botava tarrachinhas no assento dele e saía correndo atrás do ônibus. — Eu não gostava daquele motorista, me dava medo. — Mas era pra sua segurança. — Não tinha porque de tudo e muitas coisas que me fizeram perder a infância. — Fui parando de rir lembrando de tudo de ruim que sempre acontecia por causa dela. — Eu sei filha. — Pegou na minha mão. — Mas agora é diferente. Sei que pode ser tarde mas quero compensar o que te fiz. Engoli em seco e segurei as lágrimas. Parecia impossível de ver aquela cena. Minha mãe tão entregue assim acho que nunca tinha visto antes. Terminamos nosso chá e eu convidei ela pra ir na minha casa pra mostrar alguns planos meus pra reorganizar os funcionários da minha empresa. No fim acabamos conversando demais e convidei ela pra dormir no quarto de hóspedes. Isso nunca aconteceu. Eu estar tão bem assim com a minha mãe é algo tão novo pra mim. Pelo menos isso de bom na minha vida. ~~~~~~~~~~~~~~~~ Acordei já apertando o despertador. Não conseguia dormir direito desde que não vi mas Swan. Eu sinto tanta saudade. Caramba como eu sinto. Do beijo, o abraço dela, as palavras cuidadosas o carinho. Aí eu lembro que ela me deu um pé na bunda e fico com raiva. Coloquei meu roupão e desci pra fazer o café. Quando olho pra sala vejo minha mãe no celular. Fui indo pra cozinha mas algo que ela tinha dito me chamou a atenção. Ela tentava manter a vós baixa. — Eu já disse pra você Sr. Locksley. Pare de me ligar, Regina será sua. Estreitei as sobrancelhas não entendendo porque ela tinha dito aquilo. Mas espera aí... Locksley. Robin Locksley!!! Aquele maldito! — Ela não vai mais voltar pra aquela mulher doente. Eu ja dei um jeito nela. Não não.. não tem mais volta a loira caiu como um pato. O.... que!??? Eu não posso acreditar. Fechei meus punhos e cerrei os dentes. Minha vontade era de entrar naquela sala e acabar com ela. Eu não posso acreditar que ela tenha sido capaz de fazer uma coisa dessas comigo. Não devia ter dado qualquer chance pra ela. NENHUMA! Não sabia se chorava de raiva, Não sabia o que fazer. Resolvi respirar fundo uma, duas e mais algumas vezes. Uma lágrima caiu do meu olho. Enxuguei na hora e fui pra cozinha. Minha raiva era tão grande que por um momento eu só queria ser aquela pessoa que eu era e mandar tudo e todos a merda. Respirei fundo pela última vez. Então quer dizer que ela tinha mandado Robin me humilhar tentar acabar com a minha empresa e ela manipular Emma pra eu ficar justo onde ela sempre quis: Nas mãos dela. Como Swan pôde cair na dela tão fácil!? Será que eu não merecia uma chance de me explicar!? Talvez ela não me amasse mesmo só quisesse me usar. É o que todos querem sempre!!! Só me usar. Não vou mais tolerar isso, não vou mesmo! Mas antes eu precisava pensar e manter as aparências o máximo que conseguisse. — Bom dia. Vai fazer o café querida? — Cora senta em frente ao balcão. Estou de costas com as mãos sobre o mármore da cozinha. — Querida? Está tudo bem? Segurei o choro a raiva a angústia e forcei o maior sorriso do mundo pra me virar. — Claro está tudo bem mamãe. Vou fazer o café sim. Preparei com as mãos tremendo mas fiz tudo com calma. — Ah eu preciso ir. — Se levantou olhando o celular. — Desculpa filha, querem que eu faça um evento amanhã aqui na cidade sobre as minhas empresas junto com um jantar beneficente. — Como um jantar de doações de caridade? — Isso mesmo. Vai ter até imprensa. Se quiser ir esta convidada. — Sorriu e foi se arrumar. Quando ela saiu pela porta eu finalmente pude respirar. E respirei tão fundo e rápido que peguei a xícara na minha mão e taquei na parede. Berrei com ódio e me joguei no chão segurando as lágrimas. Recomponha-se Regina recomponha-se. Não deixei ninguém te por pra baixo ninguém te dizer que não pode. Foi o que sempre mantive em foco a minha vida inteira e agora não seria diferente. Peguei meu celular e liguei para o meu advogado. — Saul quero que vá atrás da vida inteira da minha mãe. Pegue todos os podres não deixa escapar nada, contrata um detetive se for preciso. Eu quero saber de tudo. ~~~~~~~~~~~~~~~~~ — Champanhe? — O garçom passando com a bandeija me ofereceu. — Sim Obrigada. — Peguei a taça e beberiquei um gole. A noite estava bonita tinha iluminação com luzes para todo o lado ao ar livre. Muitas pessoas de um altíssimo patamar, ali conversando sobre suas riquezas e sorrindo com falsidade. O evento estava muito bem elaborado e montado. Não muito longe de mim tinha uma jornalista ensaiando pra se apresentar em alguns minutos. Terminei o champanhe em um gole só e já peguei outro na mão. Tinker tinha ido junto pra dar força. Querendo ou não ela sempre estava do meu lado. Com seu vestido verde brilhante dando "oi" pra todo mundo. — Você sabe que não precisa sair cumprimentando todo mundo não é? — Não estraga meu disfarce. Vai que eu encontre um homem rico, gato, forte e sarado por aqui. — Nossa, alguma outra exigência? — Que seja educado né!? Mas se bem que se já for rico e gato ta valendo, me abro na hora. — Tinker!! — O que foi? Oi.. — Passou um cara sem nem olhar pra ela. — Oi, oi tudo bom? — Para vão achar que você é oferecida. — Contanto que me queiram.. — Deu de ombros. — Eu mereço. Porque eu trouxe você mesmo? — Pra te dar apoio como sua melhor amiga. E ajudar a enfrentar o diabo que falando nele ta chegando aí. — Oi meninas. Que bom que veio querida. — Cora chegou sorrindo toda maqueiada e com um vestido justo.- e trouxe sua.. — Olhou Tinker dos pés a cabeça. — amiga. — Oi tia Cora. Lembra? Eu brincava com a Regina. — Ah sim.. — Ela não sabe Tinker, estava trabalhando muito pra notar com quem eu brincava. — Forcei um sorriso que Cora retribuiu. — Eu vou cumprimentar os outros convidados. Fiquem a vontade. — Bruxa. — Resmundou a loirinha. Arqueei as sobrancelhas em sinal de concordância tomando mais um gole do champanhe. — Você ta arrasando nesse look destruidor. — Elogiou. Eu vestia um vestido de courino preto um pouco justo contornando minhas curvas. Meu cabelo penteado para trás e uma maquiagem marcante. — Não vai ser só o look que vai destruir hoje. — Com licença eu quero pedir um pouco a atenção de vocês por favor. — O eco do microfone chamou a atenção de todo mundo. Cora tinha ido até um pequeno palco montado ali. — Um, dois, três gravando. — Notei que a repórter estava começando a falar pra câmera sobre o evento. — Como todos sabem eu estou temporariamente na cidade mas agradeço muito por essa oportunidade de estar aqui falando sobre meus negócios e ajudando... as pessoas carentes. — Todos aplaudiram exceto eu. A câmera focava inteiramente na minha mãe. — Isso tudo graças a minha filha que por ela eu estou aqui e pude presenciar esse momento único com vocês. — Todos me olharam e aplaudiram sorrindo. — Agora vamos aproveitar o momento e.. Quando dei por mim eu já estava chegando perto do palco e chamei a atenção. — Eu gostaria de falar algumas palavras mamãe.
— Claro! Vou deixar minha filha expressar a felicidade dela com vocês. — Sorriu pra mim e se afastou. O silêncio pairou no ar. TODO mundo me olhando e a câmera focada em mim. Respirei fundo. — Boa noite a todos. — Sorri. — É engraçado como tudo acontece não é? Minha querida mãe veio me visitar e isso resultou nesse brilhante evento com muitas oportunidades de ajudar as pessoas. — Parei por um momento olhei pra baixo e me concentrei. — O que está bem aparente geralmente é o que fica. A primeira impressão. É uma pena que não seja a realidade de fato. Porque... minha mãe Cora Mills é uma fraude. — Todos se olharam assustados e o sorriso de Cora caiu na hora. — Pois é.. difícil de acreditar não é mesmo? A grande Cora Mills. Que desvia o dinheiro que recebe das empresas, pra sua própria conta bancária deixando funcionários ganharem bem menos que deveriam, não cumpre com as receitas federais e arruma um jeito de pagar propina pra não ser pega, e esse dinheiro que vocês estão doando como ajuda vai ser tudo desviado pra conta dela. Agora vocês me dizem se é só a aparência mesmo. — Todos não paravam de falar uns com os outros. — Isso é absurdo ela está mentindo não sabe do que está falando. Regina saia daí agora!! — Cora rangia os dentes de raiva. — E sabe o pior? — Segurei as lágrimas e sorri irônica. — Ela é uma pessoa tão ruim mas tão ruim que é capaz de manipular a própria filha pra fazer tudo o que ela quer. Não importa se eu perdi o amor da minha vida, se minha empresa está arruinada, ou se eu estou infeliz.. tudo o que importa pra ela é o poder e nada mais. Só que eu tô cansada... — Estava difícil segurar as lágrimas, muito difícil. — cansada de ser manipulada a minha vida inteira por um monstro e ser sempre deixada de lado. Então sinto muito de perderam o tempo de vocês com uma golpista. Vocês perderam essa noite, eu perdi minha vida inteira. Mas agora acabou. Chega. Chega mamãe. — Olhei pra ela sentindo uma lágrima escapar. — Dessa vez você está acabada e eu vou me certificar disso nem que seja a última coisa que eu faça. As pessoas começaram a encarar minha mãe e saírem do evento. Desci do palco e quando estava indo Cora pega no meu braço. — Eu nunca devia ter parido você, sua garota mimada. Quem pensa que é?? Que provas tem contra mim? Se isso é só pra chamar atenção e me humilhar.. — Me solta! — Tirei o braço rápido e encarei seus olhos. — Vai pagar por ter arruinado a minha vida. — Você não sabe de nada, não sabe o que é melhor pra você mais eu sei. Jamais vai me vencer.. jamais! — Só tem uma coisa que você não sabe sobre mim "mamãe". Você não tem ideia do que eu sou capaz. ~~~~~~~~~~~~~~~ Narradora Alguns minutos antes da festa acabar. Emma estava deitada no sofá da sala assistindo TV e passando os canais um atrás do outro. — Emma.. Quer jantar? — Mary perguntou da cozinha. — Não. — Filha.. precisa comer. — Eu não tenho fome mãe. — Você nem olha pra comida tem três dias. Se continuar assim não vai mais ter forças. — Eu já não tenho. — Resmungou com uma cara de desânimo. Foi passando os canais como quem não quer nada até passar um que tinha o rosto de Regina. — O que? — Voltou um canal antes e arregalou os olhos se sentando no sofá rapidamente. — Mãe eu tô ficando louca já ou Regina tá na TV? — É ela mesmo. — A mais velha se aproximou com um sorriso. — E sabe o pior? Ela é uma pessoa tão ruim mas tão ruim que é capaz de manipular a própria filha pra fazer tudo o que ela quer. Não importa se eu perdi o amor da minha vida.. — Emma engoliu em seco segurando as lágrimas. — se minha empresa está arruinada, ou se eu estou infeliz.. tudo o que importa pra ela é o poder e nada mais. Só que eu tô cansada... cansada de ser manipulada a minha vida inteira por um monstro e ser sempre deixada de lado. Então sinto muito por perderam o tempo de vocês com uma golpista. Vocês perderam essa noite, eu perdi minha vida inteira. Mas agora acabou. Chega. Chega mamãe. Dessa vez você está acabada e eu vou me certificar disso nem que seja a última coisa que eu faça. — Bom.. agora vamos aos comerciais! — O jornalista falou. A loira desligou a televisão perplexa e pensativa. — Emma o que está acontecendo? — Mary perguntou assustada. — Tá acontecendo que eu sou a pessoa mais babaca do mundo.
Notas finais
Regina arrasou ou não arrasou?
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