Uma prova de amor
23 É nem tudo muda..
Notas iniciais
Postei e saí correndo kkkk..
— PAREM AGORA COM ISSO!
— E quem seria você? — A Meretissima indagou surpresa. — Meu nome é Emma Swan e eu vim aqui dizer que vocês precisam acreditar nessa mulher. — Apontou pra Regina. — Ela é incrível e maravilhosa. Se tornou o melhor ser humano que já conheci, ela diz a verdade eu sei disso.. — Srta Swan por.. — Só um momento Excelência. Pra vocês terem uma noção ela quase morreu pra salvar minha vida. Vocês não sabem o quanto ela já sofreu nas mãos de Cora Mills. Se eu fosse vocês eu torceria por ela e.. — Srta Swan se não se sentar agora eu vou ter que pedir para que os guardas te prendem. É isso que quer? Regina com a mão na cabeça não sabia onde se enfiar. Assim que a loira virou e viu vários olhos na sua direção engoliu em seco. — Ah...nop. Desculpa, achei que fosse uma sessão privada.. eu.. enfim.. eu vou.. — Apontou pro assento e foi sentar o mais sem graça possível. Sentou -se ao lado de Henry que sorriu e cutucou seu braço. Emma percebeu que a mesma mulher que tinha saído da casa de Regina estava do lado da mesma naquele momento, e se prontificou a levantar e falar sobre o caso. — Bom primeiramente eu quero chamar a testemunha principal do caso. Henry Mills por favor... — Henry se levantou e andou até a frente. — Você jura dizer a verdade e somente a verdade? — A juíza perguntou. — Eu juro. — Ele respondeu. — Muito bem Sr. Mills. Vou começar dizendo que já é um milagre o senhor estar aqui levando em consideração de que estava dado como morto. — Sim minha ex mulher tentou me matar. Todo mundo se apavorou e começou a cochichar. — Protesto! Ele deveria dizer somente sim ou não Meretissima. — A advogada de Cora reclamou. — Prossiga. — Está dizendo que Cora Mills já tentou matar o senhor? — Sim é isso mesmo. As pessoas não paravam de conversar e Cora já estava arranhando o encosto da cadeira. — Protesto, acusação. — Teria alguma prova Sr. Mills? — A juíza indagou. — Bom, não mas eu sei que ela tentou. Já fui atacado. — Protesto! — Negado! A Sra. Mills já te atacou? — Não ela mandou um homem pra isso. Cora puxou o braço da advogada e sussurou algo no ouvido dela. — Protesto! Não são provas o suficiente excelência. — Sr. Mills se não tem provas não vamos ter como prosseguir com essa acusação. — Sra. Juíza eu só sei que minha filha foi tirada de mim desde pequenininha por que a mãe dela me ameaçou de morte. Eu não quero deixar isso passar dessa vez. A juíza pareceu pensativa. — Obrigada Sr. Mills. Sem mais perguntas. — A mulher loira agradeceu e pegou um controle que ligava o painel de um refletor. Mostrou alguns documentos que pareciam falsos com a assinatura de Cora. — Esses documentos que estão vendo são todos falsificados com a assinatura de Cora Mills. São receitas, contratos e muito mais. — Protesto! Como isso pode ser uma prova verdadeira? — Isso são cópias mas eu tenho aqui as verdadeiras que como podem ver pelo papel que é legítimo. — Entregou a juíza e advogada. — E isso é só começo.. de todos os funcionários que contatei.. todos tinham muito medo de contar ou mostrar essas folhas. Agora como vocês podem me dizer que uma pessoa pode fazer todas essas coisas e sair impune ? Por fama? Dinheiro? E isso além de tudo é justo? Reflitam.. — Teminou e foi se sentar. A advogada de Cora tomou a frente e falou muitas baboseiras que nem fizeram muito sentido mas que com tudo não foi pouco pra querer se sobressair. Por fim o intervalo foi providenciado e Regina, saindo da sala foi falar com sua advogada. — Elsa.. você acha que estamos indo bem? — Fica tranquila Regina, estamos em andamento. Mas Henry estar aqui e falar já é um grande passo. Estou confiante que vamos conseguir. — Sorriu e se retirou. A morena respirou fundo vendo seu pai vir na sua direção. — Como você está? — Ela está muito bem não é querida? — Cora apareceu com um sorriso maquiavélico. — Se eu for acabar com você mamãe estou ótima! — A questão aqui é "se" pra você e "com certeza" pra mim. E você.. — Olhou com desprezo pra Henry. — Deveria ter morrido. — Soltou a bomba e saiu como quem não quer nada. — Eu preciso ir ao banheiro. — Regina tentou recuperar o ar e caminhou até o local. Passou por Emma e chamou ela com o olhar. — Emma o que está fazendo aqui? — Eu vim ajudar Regina, com o que precisar. — E por isso mesmo achou que poderia chegar empurrando as portas e gritando pra todo mundo? — Eu quis fazer uma impressão que nem nos filmes. Que aliás eu acho que assisti demais enquanto tava presa em casa.. — Fez pose de pensativa. — Qual era o filme mesmo..? — Não importa Swan, a questão é que.. — E o que aquela mulher tava fazendo la do teu lado? — Colocou as mãos na cintura. — Ela se chama Elsa e é minha advogada.
— Não perguntei o nome dela. — A loira parecia uma criança fazendo birra. — Gosta dela? — Ela é só minha advogada. Só precisa me defender bem. — Você não tinha um advogado? — Eu tinha, ele teve que se mudar de país, mas me indicou Elsa que é tão boa quanto. Na verdade.. eu nem sei porque to me explicando pra você.. Não te devo nada Swan. — Me deixa ajudar Regina. — Não preciso da sua ajuda. — Mas eu preciso de você... — Emma olhou dentro dos olhos castanhos. Regina pareceu surpresa com a resposta. — Você deixou bem claro que não precisa e nem me quer perto. — Foi um erro enorme que eu quero reparar. — Eu preciso me concentrar em vencer minha mãe agora. Agradeço que tenha encontrado Henry mas agora eu cuido disso. — Tudo bem.. eu entendo que não me queira perto. E também entendo que tenha seguido em frente. Ela parece ser legal. — Quem Elsa? Emma.. eu não preciso de outra pessoa pra seguir em frente. Eu simplesmente não quero mais pessoas pra não confiarem em mim e me chutarem quando bem entendem. — Eu to tentando Regina.. Por favor.. — Então não tente mais Swan.. porque não vai acontecer. — Virou as costas e saiu pela porta. A loira ficou pensativa por um tempo ali e decidiu sair. Voltou e ficou até o final da sessão. Aconteceu que nada havia sido decidido ainda, mas estava claro que o lado mais certo a se votar era o de Regina. Porém ainda era um processo lento que se terminaria só na outra semana. Emma viu que Regina estava conversando com Henry e preferiu ir embora. Pegou seu carro e andou até o seu antigo trabalho. Chegou no hospital e conversou com seu amigo que gerenciava o local. Por fim gostavam tanto dela que decidiram contrata-la de novo e ela começaria na próxima semana a trabalhar. Swan ficou muito feliz e foi logo pra casa contar para seus pais. Levou um susto ao abrir a porta e ter uma pequena surpresa com alguns balões e uma mesa pronta de jantar. David usava um chapéu de aniversário e assoprava uma língua de sogra. — Parabéns filha!! Agora você é uma mulher livre.. — E empregada!! — Abriu os braços e sorriu até o encontro dos dois. — Mais um motivo pra comemorar! — David comentou. Swan subiu pra tomar um banho e logo depois foram comer. Teve até um bolinho de sobremesa. — Agora nao vai mais precisar se desgastar nas faxinas mãe.. eu vou poder comprar as coisas pra gente. — Mas minha filha a comida eu não estou pagando. Todo o mês recebemos dinheiro na conta. Deve ser algum crédito que ficaram nos devendo, já fizemos tantas dívidas mas vai que uma já foi e ficou por isso.. — Mary respondeu comendo um pedaço de bolo. — Isso é bem estranho. — A loira estreitou as sobrancelhas. — Falando em estranho.. por que nunca mais vi minha nora hein Emma? — Ela não é mais sua nora mãe. — Foi até a geladeira e pegou uma cerveja. — Como que não? O que aconteceu? — Não deu certo. Só isso. Ela não me quer mais. — Bebericou a garrafa e suspirou. — Não importa o que eu faça. — Ah mas eu posso fazer algo quanto a isso! — Mary andou até o telefone e discou um número. — Mãe não!! Me dá esse telefone! — Andou até a mais velha que colocou a mão na frente em sinal pra parar. — Mãe.. — Alô? Regina? — Mãe.. larga esse telefone agora!!! — Fez sinal de mímica desesperada. — Sim é a Mary.. que saudade de você nunca mais te vimos achei que tivesse acontecido alguma coisa.. — Não fala nada de mim. Não fala! — A loira continuou com a mímica. — Ah sei.. eu soube do processo. Nem imagino como está sendo ruim pra você querida. Mas eu posso ter uma boa notícia. — A loira tentava pegar o telefone mas a mãe não deixava. — Meus pais moram na fazenda e convidaram a gente pra passar o fim de semana lá. Pra relaxar e descansar sabe? — Larga o telefone o que tá fazendo? Não. Ela não vai aceitar. — Shiu.. Sim.. aham.. bom, vai ser ótimo sabe eu acho que seria o ideal pra você relaxar e está mais que convidada! Não vai negar pra uma velhinha depressiva não é? Sabe que amamos você e gostaríamos que fosse.. Emma colocou a mão na cintura e estreitou os olhos pra Mary. — Certo então.. combinado na sexta feira vamos as 14 horas. Vou esperar você viu!? Tchau. — Desligou o telefone. — Resolvido. — Mãe!? O que tá resolvido? O que você fez? — Para de drama menina. Eu convidei ela pra ir nesse fim de semana com a gente na casa do seu avô e vó. — Mas eles nem convidaram! — Uma ligação e isso já se resolve. Aproveita que consegui esse tempo pra consertar a cagada que você fez! — Mas como sabe que fui eu que fiz a cagada? — Por que conheço a minha filha tonta que perde as oportunidades. — Obrigada mãe.. valeu mesmo. — Vai me agradecer mais tarde. — Isso não vai dar certo. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ — Regina!? — Mary abriu o maior sorriso enquanto estendia os braços. — Oi Mary como está? — A morena retribuiu o abraço com um sorriso. — Calma aí.. já tô descendo. — Emma se atrapalhava em descer as escadas com as malas. — Você quer ajuda? — Ao ouvir aquela voz grave a loira estremeceu e paralisou. — Oi Regina. — Deu seu maior sorriso. — Que bom que veio. Eu.. vou precisar de ajuda sim. — Acabou tropeçando no último degrau da escada e quase caiu, se não fosse a morena ajudar. Mas como Regina não tem muita força, Swan foi indo pra cima dela contra a parede. Uma sentiu a respiração da outra. Regina molhou os lábios e deixou a boca entre aberta, o que levou Emma a loucura. — É muito bom te ver de novo. — A loira deixou escapar sentindo o coração acelerado. — Eu....eu acho melhor eu te ajudar.. com isso. — Pegou uma das malas e andou até o carro deixando a outra só babando. Emma fez uma careta quando viu a morena indo até sua BMW. — Han... Regina nós vamos no meu carro. — Nem morta que viajo naquela sua lata velha Swan. — Deu uma risada irônica abrindo o porta mala. — Hey!! Não fala mal do meu fusquinha.. eu sei que ele ta velhinho mas aguenta muito mais que esses carros modernos. — Nós vamos no meu carro. — Assim que abriu a tampa colocou as malas lá dentro. A loira revirou os olhos e por fim aceitou e colocou as outras bagagens que estava na sua mão dentro do bagageiro também. — Mãe pai.. nós vamos no carro da Regina. — Emma colocou as mãos na cintura vendo que sua mãe empurrava David até as duas na cadeira de rodas. — É sério? Nossa que chique! Que notícia boa, até que enfim um carro confortável. — Eu acho que nunca entrei num desses. — David sorriu comentando com a esposa. — Eu não acredito em vocês. — A loira parecia indignada. — Traindo o fusquinha. — Ora vamos Emma. Temos que ir não temos o dia todo. — Eu concordo com a sua mãe. Swan bufou e olhou pra Regina que segurou o riso e lançou uma piscadela pra ela antes de entrar no carro. Depois de todos entrar e David com uma ajuda da filha, a morena ligou e começou a andar. — Uau.. o que é esse vento saindo desse buraco? — Mary perguntou surpresa. — Isso é ar condicionado mãe. — Emma revirou os olhos no banco do carona. — Colocou o sinto Emma? — Regina perguntou olhando pra loira. — Não. — Então coloque por favor. — Não acho que agora precisa. — É pra sua segurança. Coloca. — Olhou de canto de olho prestando atenção no trânsito. — Só vou colocar porque querendo ou não esse carro é muito mais frágil que o meu. — Ah claro. — Mills segurou o riso e acelerou pra pegar a rodovia. — Vai me dizendo o caminho. — Seu carro não é tecnológico ao ponto de ter GPS? — Sim mas melhor ouvir a sua voz do que a mulher do Google. — Emma olhou pra ela de um jeito sapeca. — Não que a sua voz seja muito agradável Swan.. — Se atrapalhou um pouco em dizer. — Sei.. Do nada um ronco alto foi se ouvido ali e a morena achou estranho. — Minha querida esposa parece um neném. Não pode sentir nada balançar que pega no sono de primeira. — David falou abraçando Mary. — Só ronca que nem um porco. — Não sei como ela consegue.. — Resmungou Emma. — Muitas vezes a gente mesmo ta conversando com ela e do nada fecha os olhos e ronca. Loucura.. Regina achou engraçado e soltou uma leve risada com aquilo.
— Nunca fui de dormir assim. — Eu durmo o suficiente pra ficar com a consciência limpa de não ter traído a confiança de ninguém. — A morena deu nos dedos e a loira não teve nem o que falar. — Eu acho que... vou tirar um cochilo também. — David comentou atrás sem jeito. — Eu mereço isso. — Emma comentou olhando o movimento pela janela. A viagem seguiu tranquila. Depois do "tapa na cara" Swan preferiu ficar quieta olhando a paisagem. Passaram por todo tipo de arvoredos e montanhas. O céu não poderia estar mais azul. — Seus avós gostam de se esconder? — Só depois de umas duas horas Mills perguntou. — Pra eles quanto mais longe da cidade melhor. — Percebi.. — Deu uma olhada pra trás e viu os dois mais velhos ferrados no sono. — saiba que só aceitei essa viagem pela sua mãe, porque gosto muito dela. — Eu sei Regina.. — Respondeu um pouco triste. — vai gostar deles e o lugar é muito lindo. — Abaixou a cabeça mexendo nas mãos. — Estamos perto? A loira respirou fundo e verificou o celular. — Só mais alguns quilômetros. A morena viu que a outra mexia no rádio e revirou os olhos. Por fim o som de "Queen" ecoou pelo carro, mas logo em seguida Regina trocou por "Imagine Dragons". — Queen já está ultrapassado não acha? — O que? Queen é clássico e nunca fica ultrpassado. Devia saber já que é dessa época. — Está me chamando de velha? — Bom é fato que você é a mais velha entre nós duas. — Só por quatro anos Swan. — Já tem grande diferença. — Claro, eu prefiro me atualizar nas músicas e você não. — Pois prefiro manter o clássico. — Emma pra implicar mudou de novo o rádio. — Precisa se atualizar meu bem. — Trocou. — Pois eu não acho. — Mudou. — Como você é teimosa! — E você cabeça dura! — As duas pareciam duas crianças brigando pelo botão. — O carro é meu e coloco a música que quiser. — Os ouvidos são meus e eu ouço o que for melhor pra eles. — O que ta acontecendo? — Mary perguntou sonolenta. — Ai não.. — David fez careta vendo o que tinha acabado de fazer. — David você não fez isso. — Desculpa.. As duas brigando na frente pararam do nada e começaram a botar a mão no nariz com cara de nojo. — Porra pai, no carro não! — Nossa... eu vou parar no posto. — Regina não aguentou e estacionou no próximo posto as pressas. — Desculpa garotas o véio aqui ta todo frouxo não posso trancar. Por fim desceram do carro tentando respirar pra espamtar o futum do carro. — Vamos no banheiro querido. — Mary segurava pra não rir levando o marido na cadeira de rodas até a conveniência. — Desculpa Regina. — O mais velho se desculpou sem jeito. — Tá tudo bem.. — Respondeu com a mão no nariz. — Por que você tem que ser tão teimosa hein? — Emma se aproximou com a mão no nariz também. — E porque tem que ser tudo como você quer? — Ambas estavam frente a frente. Emma invadiu o espaço pessoal da morena e desceu o olhar até a boca dela com desejo. — Eu TE quero! É pedir muito? — Sua respiração já estava descompasada e seu corpo em chamas. — Não sei Swan. É pedir muito algo que nunca vai ter? — Regina tentava se manter firme mas se entregou molhando os lábios. — Não fala isso pra mim.. por favor. — Parece que eu já disse. — Você é tão linda.. e sexy. — Eu vou voltar pro carro. É melhor parar com isso Swan. — Ou o que acontece? — Mills suspirou e foi num piscar de olhos pro carro. Emma acompanhou. Ficaram esperando no silêncio os mais velhos voltar. — Quer alguma coisa da lojinha? — A loira só olhava de canto pra outra. — Não. — Nem um salgadinho? — Não. — Silêncio no ar de novo. — Nem uma.. — Não Swan. — Ta bom. Não demorou muito para que Mary e David voltassem e seguiram viagem. — Agora não tem mais como acontecer outro flato. Desculpa Regina de verdade. — David comentou. A morena sorriu. — Não precisa se desculpar eu entendo. — A Emma tá com essa cara de vergonha mas ela também solta pum não é filha? — Mãe!! Não precisava disso. — Ora mas todo mundo faz isso. Regina não se aguentou e soltou uma risada alta. — Valeu mãe. — A loira colocou a mão na cara e deslizou pra baixo com vergonha. Depois de um tempo Emma olhou no celular e estavam chegando. Regina entrou pelos portões de madeira na entrada e seguiu mais um pouco pelo enorme sítio. A estrada levava até uma casa simples de madeira, mas o lugar era enorme com um grande celeiro mais afastado. Cavalos, vacas, ovelhas, porcos. Todos os animais nos seus respectivos lugares. Era lindo de ver a combinação do céu azul claro com o verde das montanhas afastadas e o grande campo com plantações e espaços pra outras coisas. Regina olhava tudo espantada e encantada. — É muito bonito mesmo. — Eu disse.. — Respondeu a loira com um sorriso. — que saudade desse lugar. Um casal bem velhinho de idosos saíram da casa com um enorme sorriso no rosto. — Que bom que já chegaram! — Todos desceram do carro. A senhora se aprontou em ir abraçar Mary, sua filha. — Senti muito falta de vocês mamãe. — E a minha neta linda como está? — Emma sorriu e abraçou a avó com saudade. — Com saudade demais da senhora e do vovô. Parece que faz anos que não viemos mais ver vocês vovó. — Vish eu já nem tenho mais idade pra memória minha neta mas eu sei que faz muito tempo. — Soltou uma risada andando até Regina que parecia envergonhada. — E quem é essa adorável moça? Sua esposa? — Ah nnn-não não vovó.. ela é só uma amiga. — A loira ficou muito, mas muito atrapalhada. — Entendi entendi.. mas olha só como é linda. Tem certeza que não quer casar com ela? — A idosa deu outra risada. — É brincadeira querida, nem liga. É um prazer. — Prazer todo... — A morena ficou mais envergonhada ainda recebendo um abraço caloroso da senhora. — meu. Regina Mills. — Quem é essa moça bonita? — Chegou o avô já abraçando a neta. — Está com você Emma? — Piscou pra loira. — Ela é uma amiga vovô. Pra infelicidade de vocês permaneço solteira. — Mas precisa arrumar uma parceira pra vida minha loirinha.. se não fosse sua avó eu já estaria no fundo de uma sepultura. — O velho deu uma gargalhada. — Isso é verdade. — Concordou a esposa. — Vamos, vamos entrando! Todos entraram na casa enquanto Emma foi buscar algumas bagagens. — Pra você que não conhece Regina. Vou apresentar pra você. — A vovó mostrou todos os cômodos inclusive os três quartos. Enquanto isso Emma ja tinha trazido todas as bagagens com a ajuda do avô. — Infelizmente só temos três quartos. Um é meu e do vovô o outro pro David e Mary e o outro pra vocês duas. — Não tem problema Sra. Blanchard. — Regina respondeu com maior educação possível. — Sra. Blanchard? Não não.. me chame de vovó por favor. — Tudo bem... vovó. — Mills ficou muito sem jeito mas gostou muito da recepção calorosa dos mais velhos. O vovô foi conversar com David enquanto a vovó ajudava Mary com as malas no quarto. Emma e Regina foram para o quarto em que iriam repartir e claro que a cama era de casal. — Eu posso.. — A loira tentou mas foi interrompida. — Não. — Mas você nem sabia o que.. — Não vai dormir comigo. Pode ir pro sofá. — Regina enrijeceu a postura de novo e se aprontou a falar. — Nossa.. pra que ser tão má assim? — Estendeu os braços. — Você mesma disse que merece. — Mas não a esse ponto. — Sofá. — Apontou a morena com um sorriso falso. Swan revirou os olhos e ficou desfazendo sua mala. — Se fosse antes.. eu nunca aceitaria vir pra um lugar assim... — A morena pensou alto olhando ao redor. — ainda bem que as pessoas mudam. — Disse e abriu sua mala com as roupas todas dobradas de um jeito metódico. — É... nem tudo muda.
Notas finais
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