Uma prova de amor
24 Eu conheço coisas mais lindas que isso
Notas iniciais
Claramente não sou boa com títulos! Ah oi! Voltei.. senti saudades
Regina
— Pode me alcançar o molho minha querida? — Me despertei de um pensamento. Ainda parecia mentira que eu estava naquele lugar com aquelas pessoas ali. Foi o último lugar que imaginei estar. — Claro. — Peguei a tigela e passei para a vovó. É estranho chama-los de um jeito tão íntimo, isso não acontecia nem com meus próprios avós. Eles foram tão receptivos que fiquei até sem jeito mas me senti muito bem e a vontade com eles. A casa também era bem aconchegante num toque rústico. Todos estavam na mesa jantando e conversando entre sorrisos. Eu já estava mais quieta, não sabia muito o que falar. Swan ficava me olhando toda hora, parecia um olhar preocupado e vidrado. Queria me esconder debaixo da mesa e não sair mais. — Ta tudo bem? — Balbuciou pra mim com aqueles olhos verdes brilhando. Fiz sinal com a cabeça que sim. — Agora quero saber o que Regina esta achando daqui? Está gostando? — O vovô perguntou sorrindo pra mim. — Sim gostei muito. O lugar todo é lindo, e a comida esta ótima! — Eu estava muito sem jeito. — Fico feliz que esteja gostando. Amanhã vai ver melhor como fazemos tudo e conhecer a fazenda. — A vovó comentou. — Que tempero você colocou nessa comida? Ta muito boa vovô. — David comentou um pouco de boca cheia. — Foi o senhor que fez? — Perguntei surpresa. — Sim minha filha.. só eu dou certo na cozinha nessa casa. — Soltou uma risada. — E meu tempero é segredo. — Eu lembro de uma vez que a mãe tentou cozinhar. — Mary segurou o riso com força. — Ela mal entrou na cozinha já tinha colocado fogo na panela. — Tivemos até que chamar o bombeiro mas até eles chegarem já tínhamos apagado o fogo. — Vovô respondeu soltando uma gargalhada. — Pelo menos eu tentei. E vocês parem de falar mal de mim se não vão ficar sem sobremesa! — Retrucou a mais velha. — Vovó só é boa nos doces. Nisso ela manja demais. — Swan disse pra mim. — Bom, o importante é que um completa o outro nessa casa não é meu bem? — Com certeza meu amor. — Os avós trocaram um sorriso que parecia apaixonado. Fiquei impressionada. Depois perguntaram algumas coisas sobre mim que respondi perdendo um pouco a vergonha. Por fim todos terminaram de comer. Mary e a vovó foram lavar a louça e David e o vovô foram na varanda beber uns drinks e conversar. Emma subiu as escadas dizendo que iria pro banho. — Regina é uma mulher incrível.. — Ouvi as duas da cozinha e resolvi espiar a conversa só de curiosidade. — Como eu queria que ela ficasse com Emma. Seria a pessoal ideal pra ela. — Ela parece mesmo. Mas porque não ficam juntas? — Eu acho que Emma fez alguma coisa pra ela, e esta tentando consertar mãe. — Essa minha neta.. precisa valorizar as oportunidades que aparecem. É tão difícil encontrar alguém que a valorize. — Sim eu concordo. — Essa menina parece ser muito boa. — Gostamos muito dela por isso a convidei e também talvez as duas se acertem. — Ah mas é claro que vão. Se elas se amam tudo vai dar certo no final. — Espero mesmo mãe. Fiquei pensativa por um momento ali mas não quis me intrometer mais então acabei subindo pro quarto. No fundo eu sabia que Mary poderia ter armado aquilo pra eu ficar mais perto de Emma. Não sei muito o que pensar sobre isso. Suspirei e terminei de ajeitar a mala no armário. Já que Swan poderia estar saindo do banho tirei minhas roupas e fiquei só com a toalha. Andei até a porta da suite. Iria bater pra ela sair logo mas me espantei porque na porta de entrada veio do nada na minha direção um cachorro latindo. Eu me assustei e a toalha escapou pro chão. Assim que me virei pra fugir do cachorro aconteceu muito rápido. Só senti meu corpo sem roupa se chocar com o molhado de Emma e eu cair em cima dela no chão. — Ai não.. você ta pelada!!?? — Arregalei os olhos saindo de cima dela rapidamente. — Regina!? É né você também ta pelada!!! — Ai não.. — Cobri minhas partes correndo atrás da toalha mas o cachorro estava com ela na boca. — O que ta fazendo? — Eu não estou fazendo nada esse cachorro veio do nada e me assustou agora não quer devolver minha toalha!! — É.. pode continuar tentando.. — Eu senti o olhar malicioso de Swan na minha bunda. — Swan!!!! — Spaike sai! — O cachorro soltou e saiu correndo. Finalmente consegui me cobrir. — Por que não me avisou que vocês tinham um cão e que ele poderia me atacar a qualquer momento?? — Atacar? Que nada.. ele gostou de você! Ela simplesmente continuou NUA andando pelo quarto como se NADA tivesse acontecido. — Gostou tanto que queria me atacar! — Ele só quer brincar. — Virou de costas abrindo o armário. — Você pode por favor se vestir? — Ela estava com os cabelos molhados junto com o corpo. Aquela bunda era simplesmente... sem palavras. Que droga.
— O que foi? Não tem nada aqui que você não tenha visto antes tem? Bufei e fui pro banheiro tomar meu banho que teve que ser gelado. Quando saí Swan estava deitada na cama mexendo no celular. — Swan... — Cruzei os braços. — Que foi? — Você não vai dormir aí. — Eu sei.. ainda não vou dormir. — Tudo bem mas eu preciso colocar a roupa então.. — Pode colocar. — Não com você aí olhando. — O sinal aqui é muito ruim. — Srta Swan eu não vou falar de novo. Ela se levantou e fez questão de invadir meu espaço pessoal me olhando dos pés a cabeça. — Adoro esse tom autoritário.. sabia? Meu coração acelerou. Engoli em seco e dei um passo pra trás. — Não e nem quero saber. Pode me dar licença agora? — Regina.. vai dizer que não sente o mesmo que eu to sentindo? — Suas mãos tocaram minha cintura pela toalha. Eu gelei e me entreguei suspirando de um jeito fraco. — Se afasta Swan. — Eu te quero mais do que tudo. Eu.. eu sei que você também quer. — A palavra correta é "queria" e eu estou me sentindo desconfortável com as suas aproximações. Por favor se afasta. — Claro.. me desculpa eu.. eu não quis.. — Passou a mão no pescoço e mordeu o lábio me olhando. — é que você é tão.. me deixa de um jeito que não consigo me controlar mas isso não vai mais acontecer. Se ta se sentindo mal eu paro. Só quero que se sinta bem.. eu vou pra sala. — Pegou o travesseiro e saiu do quarto. Finalmente eu consegui soltar a respiração e me jogar na cama olhando pro teto. Eu sei que se deixasse por mim eu já estaria em cima dela na cama nesse momento mas eu não posso me deixar ceder por isso, não posso. Ela não merece que eu a perdoe. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ — Nossa.. — Tentei abrir meus olhos ouvindo as batidas na porta. Juntei forças do além pra levantar e abrir. — Bom dia querida! — A vovó tinha um sorriso largo no rosto. E eu nem sabia em que lugar eu estava direito. Meu corpo foi despertando aos poucos e parece que o cérebro foi por último. — Bom dia vovó... que horas são? — Já é hora de acordar pra nos acompanhar nos afazeres da fazenda! Vamos vai ser divertido! — E saiu andando descendo as escadas. — Mas que... afazeres? — Enruguei a testa e fechei a porta. Me espreguicei e bocejei ao mesmo tempo. Joguei uma água no rosto, troquei de roupa e me aprontei. Coloquei uma maquiagem leve dessa vez. Escovei os cabelos e desci pra baixo. David tentava assistir TV, Mary e a vovó tomavam café e Emma as acompanhava entre sorrisos. — Bom dia Regina.. quer café? — Swan me perguntou já levantando da cadeira e pegando uma xícara pra mim. — Bom dia. Que horas são? — São 4:45 da manhã. — Nossa.. que cedo. — Vamos nos aprontar logo para começar. Temos muito o que fazer! Depois descansamos. — Vovó levantou e andou pra fora da casa. — Vovô não pega jornal aqui não? — David reclamou mexendo no controle remoto da TV velha. — Vish.. só quando ela ta de bom humor. Vamos lá ajudar esse velho aqui a trabalhar. — Claro.. que tal ajuda pra carregar feno? Sou uma ótima carreta. — Eu concordo. Ja reclama como uma. — Pegou o outro pela cadeira e andou pra fora da casa. — Espero que ele dê trabalho pro David. — Mary comentou. — Vamos lá garotas. Tomei alguns goles do café que Emma me serviu e acompanhei todo mundo pra fora da casa. O sol ainda não tinha nascido mas o céu já estava um pouco claro. Senti um arrepio de frio e passei as mãos nos meus braços. Aquela hora da madrugada era muito gelado. — Aqui toma.. fica com a minha jaqueta. — A loira falou já colocando o casaco por cima dos meus ombros. — Agora vai ficar aquecida. — Eu estou bem. Você não vai ficar com frio? — Ja to um pouco acostumada. Agora vamos lá, vou te mostrar como funciona a fazenda. Acompanhei ela até o outro lado da casa. — Nunca imaginei você como fazendeira. — Eu posso ser muitas coisas que você não imagina. — Sorriu de canto. Caminhamos um pouco do campo a frente até um cercado de madeira onde parecia ter... alguns porcos. — Oi galerinha.. estão com fome? Swan abriu o cercado e os porcos pareciam felizes por ver ela. Foram todos recebe-la com alegria. — Oi Fred.. Zelda, Cristina.. — Caminhou até onde tinha um balde pendurado. — Os porcos são seus amigos? — Cruzei os braços intrigada com aquela cena. Ela pegou o balde e jogou a comida na grande tigela onde todos foram correndo comer. — São sim, eles são da família. — Mas vocês não... — O que? Come eles? Não! Os porcos são amigos não comida. — Ela mesma achou graça do que disse e eu não entendi. — Nunca assistiu procurando nemo? Ta.. deixa pra lá. Vem aqui.. — Eu não.. pode ficar a vontade. — Um dos porcos parou de comer e foi na minha direção. — O Fred gostou de ti. Faz um carinho nele. — Mas ele é um porco. — E por isso não merece carinho? — Ela fechou o cercado. O porco colocou o focinho pra entre as madeiras na minha direção. — Vai lá.. Me aproximei devagar e me agachei. — Eu não acredito nisso.. — Minha mão chegou perto bem devagar e ele ficou imobilizado. — É.. até que ele é fofinho. — Fiz um carinho na sua cabeça, o que fez ele roncar e fechar os olhos. Abri um sorriso com aquilo. — Ta bom.. ele é bem fofinho. — Eles são lindos. Sabia que são muito inteligentes? Fred senta. — O porquinho sentou na hora. — Nossa.. — Fred levanta. — Levantou e foi comer. — É quando ele quer obedece. Dei uma leve risada e ela ficou me olhando de um jeito fixo. — Se alguém me visse não iria acreditar. — O que? Que a dona certinha ta socializando com porcos? — Do lado do cercado tinha um tanque com torneira. Lavamos as mãos ali. — Eu não sou certinha. Agora eu vejo isso. Emma começou a caminhar mais pra frente até um galpão. Aquele lugar era gigante mesmo. Quando entramos tinha algumas vacas e ovelhas. Tinha um espaço pra cada uma. — Todos os animais aqui dentro são fêmeas que estão pra dar a luz ou prontas pra tirar o leite. — Pegou alguns fenos na mão e colocou um pra cada uma. — Hoje vamos tirar o leite da Vilma. — Acompanhei ela até o final e tinha uma vaca comendo feno bem sossegada. Swan pegou um banquinho e um balde. Sentou na frente dela e começou a puxar o leite. — licença Vilma. — A vaca mugiu. — É eu sei que faz tempo. Era muito engraçado o jeito que ela falava com os animais. Como se fossem melhores amigos. Era até bonitinho. — Quer tentar? — Eu to bem só observando. — Anda.. vai gostar. — De tirar leite? Duvido muito. Não isso não. — Não tem problema. — Se levantou me dando o lugar. — E se ela me der um coice? — Não vai.. Vilma é boazinha. — Sentei no banquinho devagar. — Quando quer.. — O que? — Ah nada não.. — Ta e o que eu faço agora? — Pega e puxa pra baixo. Olhei pra vaca, olhei para as tetas e toquei com a mão. Aquilo era bem estranho. — Puxa.. — Calma eu nunca fiz isso antes Swan. Ela se agachou do meu lado e colocou sua mão na minha me ajudando a puxar o leite. — Viu como foi fácil? — Olhei pros seus olhos. Seu corpo estava muito perto. Me concentrei na minha mão e fui puxando o leite devagar. — Ela não sente dor? — Não, ela sente se não tirar o leite na verdade. — Jura? — Sim ela produz demais nem os filhotes dão conta, então ela fica inchada e com dores e fica reclamando. Então eles tiram pra usar ou vender. — Entendi. — Acabei me acostumando com aquilo e enchi o balde. — Cuidado. — Com o que? — Pra não se sujar. — Swan pegou uma das tetas e espirrou no meu rosto. Só fui perceber no susto uns 3 segundos depois. Ela dava risada. — Eu vou te matar Swan. — Limpei meu rosto irritada. Saiu correndo me deixando suja. Me levantei e corri atrás dela. — Duvido me pegar. — Ah agora voltamos a ter sete anos. — Corri com mais velocidade. Quando ela foi olhar pra trás se assustou dando um gritinho. — É tão bom ser criança.. a gente precisa voltar a viver isso. Emma correu até uma árvore enorme e foi pra trás dela. Dei a volta e quando me viu tentou escapar mas eu peguei seu braço e puxei.
— Te peguei. — Pegou não. — Começou a fazer cócegas em mim. Não aguentei e cai na gargalhada. — Para PARA!! Tentou correr de novo mas puxei ela mais uma vez. — Volta aqui. — Puxei muito forte. Ela acabou ficando muito perto. — Volta.. — Sussurrei. Meu nariz quase encostou no dela. Nessa mesma hora o sol começou a nascer e olhamos pra ele. Com todo o seu brilho ele iluminou a fazendo inteira e era maravilhoso de ver. Sentamos em frente a árvore só observando. — É lindo não é? — Eu tinha que admitir que Emma tinha um sorriso lindo. A combinação dos seus cabelos loiros com o sol era perfeita. — É linda sim.. — Ela notou que eu estava a observando. — quer dizer.. é lindo... lindo o sol o nascer do sol. — Desviei o olhar querendo me matar naquele momento. — Eu conheço coisas mais lindas que isso. — Dessa vez ela me observava. — Ta bom ham.. vamos continuar? — Me levantei limpando a calça. — Vamos. — Abriu um sorriso. Deve estar me achando uma idiota. Ai Regina se controla mulher. — Vamos alimentar as galinhas. Fomos até o celeiro que estava perto. Encontramos o vovô tirando feno da caminhonete e entregando a David que colocava no chão do jeito que dava. Emma me deu um pouco de ração e foi jogando no chão pras galinhas comer. Eu ajudei e quando quase todas elas veio pra cima de mim eu pulei de susto. Swan parecia se divertir muito com a minha falta de prática no campo. Depois ela me levou pra outro cercado onde ficava todas as ovelhas. Abriu chamando algumas de volta pro celeiro. Pegou uma maquina que parecia de cortar cabelo que até o barulho me assustou. — Com esse calor Steve, Ricardo e Sabrina devem estar suando muito de tanta lã. — Claro que eles também tem nome. — Revirei os olhos. Ela sentou e começou a tirar a lã com a maquina. — Pega a outra e me ajuda. Peguei e sentei ao seu lado. Ela chamou a ovelha e eu comecei a passar a maquina bem devagar com medo de machucar o animal. — Como seus avós dão conta de tudo isso? — Eles não dão. Sempre tem os ajudantes que vem umas três vezes na semana. — Não que eu esteja reclamando. Mas então porque estamos fazendo tudo isso? — Porque é o que a gente faz quando vem. A gente ajuda. E eu amo fazer isso. Amo estar com os animais. — Devia ser veterinária então. — Não eu já tentei. — Porque não deu certo? — É a Eutanásia sabe? Eu tenho estômago pra tudo mas a verdade é que meu coração não aguentaria isso. Eu sei parece idiota. — Não é idiota. É muito humano na verdade. — Nos olhamos. Eu entrei no profundo daqueles olhos intensos. Me perdi ali. Uma das ovelhas reclamou e nos despertamos. Assim que terminamos ela separou a lã numa caixa. — Agora.. a minha segunda parte favorita. — Qual a primeira? — Fomos num cantinho do celeiro onde tinha vários bezerros brincando. — É surpresa. — Não lido muito bem com surpresas. — Mas essa vai gostar. — Que coisa mais fofa.. — Me encantei com aquelas criaturinhas pequenas. Entramos ali. Swan pegou duas mamadeiras com leite e me deu uma. — Calma tem pra todo mundo. — Todos ficaram enlouquecidos vindo pra cima da gente. Aquilo realmente era muito bom!!! Eu tive que dar um pouco pra cada. Fizeram até eu cair do banco. Soltei uma risada. Estava sendo atacava por fofuras. Ficamos um tempo alimentando os famintos. Em seguida Emma soltou eles pra ficar com as mães no campo. Eu estava começando a gostar muito daquele lugar. Do nada um sino começou a tocar da casa dos avós. — Que sino é esse? — Hora do rango. — Nossa mas já? Passou rápido. Fomos almoçar e a comida estava deliciosa. Perguntaram se eu estava gostando da fazenda e respondi que sim. Vovó começou a explicar com toda a vontade do mundo como conseguia fazer um doce delicioso do leite da vaca e a geleia caseira que ela fazia. Se tratando do leite da vaca não acreditei que ficasse tão bom. Mas... Depois que terminamos de comer os mais velhos foram todos tirar um cochilo. Eu estava sentada no sofá tentando mexer no celular mas o sinal era péssimo. — Se está tentando falar com alguém pode desistir. — Emma sentou do meu lado me oferecendo uma cerveja. — Não acha que sou um pouco mais refinada que isso Swan? — Ela arqueou uma sobrancelha. Peguei a garrafa igual. — Se fosse não teria feito carinho num porco ou tirado lã de uma ovelha.. — Tudo bem. Eu fiz porque estou me dando a chance de conhecer coisas novas que estão além do meu mundo da cidade. — E ta gostando mesmo? Ou falou pra agradar eles? — Estou gostando sim. — A única coisa ruim é a minha presença então. — Tomou um gole da cerveja. — Isso é você que ta dizendo não eu. — Justo. — Ficamos em silêncio bebendo. — Vem.. — Emma levantou e tirou a cerveja da minha mão. — Onde vamos? — Na minha primeira parte favorita...
Notas finais
To aqui só no "cuti cuti" hahaha
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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