Notas iniciais
eai pessoal espero que aproveitem a leitura

Algumas horas se passaram e Kurosaki Ichigo apareceu na creche para buscar seus sobrinhos e falar com Rukia sobre o serviço de babá.

—Bom tarde Matsumoto, vim buscá-los. Onde está a garota? —disse um cara ruivo de olhos âmbar, muito bonito.

—Está aqui. —ela guia-o até a sala onde vê Rukia e os gêmeos brincando como se não houvesse um amanhã.

—Oh! —ele corou com a beleza da menina, apesar de ser baixinha, seu corpo era atraente, seus cabelos negros como a noite, e ah, seu olhos. E que olhos! Ele suspirou ao ver que a cor deles eram violeta, no Japão isso não é comum, em lugar algum isso é. Matsumoto, observadora que era, não deixou passar despercebido essa súbita mudança de postura de Ichigo.

—Rukia-chan! —chamou Matsumoto—Venha cá, por favor.

—Estou indo. —Rukia estava nervosa pois era sua primeira chance de ter um emprego, e ainda melhor um que seja agradável e compatível a ela. Foi até Rangiku e quase caiu ao ver tamanha beleza a sua frente. Aquele seria seu patrão? Tão lindo. E o que há com esses cabelos ruivos que lhe caiam sobre a face, esses olhos caramelados eram tentadores, e o corpo, oh, que seja perdoada mais tarde, mas era lindo e a deixava com calor até de olhar sobre as roupas de trabalho. Ficou um clima meio tenso, eles não paravam de se encarar como se estivessem se comunicando apenas ao olhar, Rangiku ficara de fora desse mundinho onde estavam. Kurosaki quase a comia com os olhos e ela, ao contrário do que se esperava por ser tímida, não perdia um movimento sequer dos orbes âmbar. Até que para quebrar a conexão fora preciso que Matsumoto pigarreasse umas quatro vezes. —Olá senhor Kurosaki. Sou Kuchiki Rukia, e quero ser a babá de Haruna e Izumi.

—Olá senhorita Kuchiki, Prazer em conhece-la. Se possível poderíamos tomar um café amanhã à tarde? Preciso saber seus objetivos, te conhecer, coisas do tipo.

—Tudo bem, qual horário?

—Pode ser as quatorze horas aqui? —deu-lhe um papel indicando o local

—Perfeito! —ela estava tão vermelha quanto o nome dele significava, Morango.

Matsumoto pegou as crianças que nesse meio tempo adormeceram no tapete, e entregou duas listas, uma ao Ichigo e a outra a Rukia, indicando o que cada um deveria fazer após chegarem em suas casas. O Kurosaki levou os gêmeos para casa e ficou sonhando com aqueles lindos olhos violeta e sua presença marcante enquanto preparava os gêmeos para dormir. Estava ansioso demais para o dia seguinte, o dia que a encontraria numa cafeteria, assim como marcaram, mas foi logo tirado de seus devaneios quando uma mãozinha rechonchuda puxou-lhe as calças de pijama.

—Ichi-tan, eu não consigo dormir. Eu tive um pesadelo com a mamãe! —quem falava era Haruna com os olhos chorosos e com o rostinho todo rubro.

—Vem comigo Haru. —pegou no colo levou-a para fora mostrando o céu negro com vários pontos brilhando escandalosamente e um, em particular o mais belo, bem maior e mais claro, a lua. —Haru, vê as estrelas?

—Es... Estelas?

—Sim, são esses pontos brilhantes no céu, sua mãe e seu pai, foram para lá.

—E por que eles não me levaram? Ichi-tan eu “quelo” ir para lá, eu “to” com saudades deles. —começou a chorar um pouco mais alto agora.

—Escuta, seus pais tiveram que ir pra lá, porquê... Bom, porquê... Eles foram chamados, você só irá quando for chamada também. —quando olhou- a, estava no mais profundo sono. Deitou-se junto a ela e Izumi no futon (colchão usado no Japão para se dormir porque ocupa menos espaço), e dormiu com eles ali.

Enquanto isso no orfanato, Rukia estava deitada vagando por um mundo só dela de pensamentos alheios, onde um homem havia tomado 90% dele. Quem é esse homem? É o dono de olhos âmbar, como ela nunca havia visto e o cabelo, ah que cabelo maravilhosamente estranho, laranja! Nem os de Renji eram tão estranhos assim. Kurosaki Ichigo, dono do olhar mais bonito que ela já viu.

—Kia... Rukia... RUKIA sua idiota! Não está me ouvindo?

—Oh! Que susto Renji, não grite assim. Vai acabar matando alguém um dia sabia? O que você quer? —seu coração pulava de tamanho susto que Renji dera a ela.

—Vamos dar uma volta?

—Amanhã, amanhã vamos.

—Está bem, sua chata. —e fora dormir.

Notas finais
Já sabem o blablabla de sempre né, não custa nada divulgar se você gostou. A autora-chan aqui pede para comentarem se gostaram ou não, afinal é supeeer rápido e me motiva a escrever mais. Então:gostou? não gostou? comente bye bye e bjocas de morango