Uma Viagem Perfeita
35 Capítulo 32 - Cena de Filme.
Notas iniciais
O som calmo de uma valsa soava pela porta de vidro de uma janela em que Artemis se encostava. Dali, podia ouvir os convidados rindo, conversando futilidades e divertindo-se no máximo possível. Tão diferente dela. Seu vestido vermelho amontoava a sua volta, algumas lágrimas ainda a escorrer pelo seu rosto, seus ombros curvados e com o coração doendo por ter de reviver toda aquela felicidade e aquele desapontamento de uma vez.
Suspirou, os olhos a subir para fitar a lua cheia que, incrível e imprevisivelmente, estava sem brilho algum.
Ali, a luz tênue, dava-lhe conforto e pode pensar em tudo que viera ocorrendo a si mesma.
Sofrera tanto por causa dele. Aquele coração jamais havia sido quebrado daquele modo. E demorou tanto para voltar a ser um terço daquela fria, mas divertida Artemis! Horas e horas escondendo olhos vermelhos por trás de maquiagens, noites mal dormidas chorando... Havia escondido tanto por causa de sentir-se uma completa tola ao amá-lo.
E agora, ele chegava! Sorridente, sociável e bonito.
Bufou.
Era ridículo! RIDICULO!
Outra vez, passou os dedos pela bochecha, secando-a das grossas lágrimas que faziam trilhas pela pele branca. Com um respirar fundo, decidiu que não valeria ficar mais ali. Enfrentar seu medo era necessário, e ele era um deles. Ergueu-se com um pouco de esforço, por causa das anáguas, mas por fim encontrava-se caminhando cuidadosamente para a janela, de um modo que só poderia sair por ali. Demorou, mas finalmente seus saltos, estes que insistiam em escorregar, pararam de derrapar.
– Força, Artemis — disse e já iria descer quando um corpo colidiu com o seu. Fora mais forte do que ela imaginou ser. Seu corpo pequeno impulsionou-se para trás, as mãos a procura de segurarem-se em uma dos vãos de metal. O vestido em nada ajudou.
E por muitos segundos pensou que cairia.
Mas, então, ela abriu os olhos, fechados a esperar pelo impacto do mar gelado.
Lindas e douradas orbes a encaravam em pânico, praticamente tão apavoradas quanto si mesma.
Fora o suficiente.
De novo, naquela mesma noite, seu peito pulou com força, tão forte que ela perguntou-se se ele escutava o martelar contra suas costelas. Muito sem cuidado, seus dedos grudavam-se ao seu smoking, achando o apoio não encontrado segundos atrás e seus rostos estavam tão pertos que a respiração descompassada acariciava-lhes o rosto.
Neste segundo, toda raiva, todo o ódio e todo o medo sumiram do peito dela. Só havia ele.
Aqueles cabelos loiros, que um dia afagara quando esteve ele com dores de cabeça, farfalhavam como folhas faziam a suave brisa noturna. Aquele rosto tão perfeitamente esculpido do qual um dia deslizara as palmas enquanto o beijava estava um pouco mais dourado. E seu perfume, ela respirou fundo, continuava como um dia ensolarado.
Sua transe esvaneceu em fumaça com uma leve apertada daquele braço que já a segurara entre os reinos de Morfeu, trazendo-a para mais perto, tanto que seus narizes se tocavam. Poderiam se beijar, agora.
Mas, as palavras dele ainda a traziam mais dor do que pensara. Seu amor, por aquele homem, ainda existia. Contudo, um eclipse de sentimentos protegendo-a de ser inocente impediram-na de continuar com aquilo. Ele a usaria, e depois a deixaria. Como sempre fazia.
– Eu odeio Afrodite e suas visões — sussurrou para ela, aqueles lábios terrivelmente viris a provocando por alguns segundos.
Sim, ele iria beijá-la. Seu corpo sentia cada partícula dele e vibrava em expectativa. Queria aquela boca contra a sua, para retirar aquele frio da brisa, agora, mais forte soprando o suficiente para que o vestido dela esvoaçasse.
Tão malditamente romântico!
Pensou ela, a adorar o momento.
Então, veio à dor estranha, aquela que a atormentava bem agora.
Sem pensar muito, só com a vontade de afastá-lo de si que ela pousou a mão no peito dele e o empurrou.
Mas, não fora só a ele. Com toda aquela movimentação, com aquele desejo, esquecerá aonde se encontrava.
Desta vez, seus sapatos escorregaram, o pânico aflorou fortemente e viu-se escorregando pela borda do navio. Assistiu Apolo tentar pegá-la a meio do caminho, um "Artemis" gritado, mas fora em vão. Deslizou até a lateral. Suspensa, pelos dedos que se prendiam a beirada, olhou para baixo.
Mais de quinze metros estendiam-se abaixo de si até a água escura, como um buraco negro. Quase gritou, entretanto, as palavras ficaram presas em sua garganta. Bem ali, com o peso da gravidade a empurrá-la para baixo, o vento açoitou sua roupa com força animalesca. Iria cair. Já sentia seus dedos congelando em contanto com as barras de ferro das laterais e soltando-se muito vagarosamente.
– Artemis. — ela olhou para cima. Apolo estendia-lhe a mão, e mesmo com toda a sua altura, mal podia chegar à metade. — Pegue minha mão, ande.
Seus olhos fixaram-se nele. Um pouco pálido abaixo da pele bronzeada, as pedras douradas se destacavam. Turbulentas, com medo e preocupados. Aquela mascara, a da frieza, havia finalmente caído. E pode ver que ainda preocupava-se com ela.
Ou talvez fosse a situação.
De qualquer jeito, tentou, apoiando todo o seu peso em uma das mãos, agarrar os dedos longos e masculinos que se esticavam em sua direção.
Seu braço doía quando desistiu.
– Eu não consigo — gritou acima do vento forte. — Não dá.
Ele, no entanto, não desistira.
– Vamos, Artemis, você não pode cair! Você é humana hoje.
Surpresa, ela o fitou, o medo ganhando proporção.
– Como é?
– Afrodite retirou todos os nossos poderes para essas férias aqui, neste transatlântico. Queria que... — engoliu a seco. Esticou mais a mão. — Ande, vamos, você não pode cair.
Iria reclamar, iria querer que lhe explicasse, iria entregar sua mão, mas, agora, com tudo o que ele falou, compreendeu porque que seus dedos estavam dormentes e, muito rápido para associar, sentiu-se soltar. Gritou. Era medo puro e latente.
O ar zumbia pelos seus ouvidos, seus olhos acima, no céu estralado. E a ultima coisa que pensou, foi:
Apolo, eu te amo.
Como um filme, um horrível filme ao acaso, Apolo, lá de cima, a viuela soltar-se. Sem pensar duas vezes, correu e foi atrás dela. Outra vez, omitira uma coisa para ela: o seu poder estava intacto. Por estar longe da família quando tudo fora planejado, não chegou a comer as frutas de Nyx, que a pedido de Afrodite, tirariam temporariamente o poder deles. E nunca amou tanto estar afastado.
Mergulhou de ponta, atrás dela.
Seu coração pulava de medo. Jamais vira por este ponto de vista! Salvando-a. Tão malditamente... Heróico. Mas, agradeceu que estivesse entediado o suficiente para ir ali. O que seria dela agora? Tremeu, os pensamentos a passar tão rápido quanto o vento pela sua roupa, e então a abraçou.
Concentrou-se, e uma pequena bola de fogo os envoltou, caindo com um alto espatifar de água jogada contra o enorme navio.
Rápido demais, aquele liquido praticamente congelado o fez esfriar e molharam-se enquanto emergiam, os músculos a doer pela temperatura abaixo de zero.
Artemis tossiu varias e várias vezes, os cabelos negros molhados empalavam em sua nuca, o vestido de gala subindo. Com um bater de braços, ela empurrou o peito dele, os olhos prateados faiscando.
– VOCE É LOUCO? — gritou com ele, tentando ergue-se um pouco alem de seu rosto por causa do peso dos panos molhados de sua roupa. — O QUE VOCE ESTAVA PENSANDO?
Ele ficou confuso.
– Acabei de salvar a sua vida! — rebateu nadando perto dela. — Devia estar me agradecendo.
Ela cuspiu um pouco de água que entrara em sua boca e o encarou.
– E se eu não quisesse ser salva, seu ignorante? — outra vez bateu nele. — Estúpido, idiota, egoísta, narcisista. VOCE NÃO DEVERIA TER FEITO ISTO!
Petrificado demais, parou de empurrar a água e olhou, sem acreditar.
– Voc-você que-queria morrer?
Um traço de dor passou pelos olhos prateados.
– E seu quisesse? A vida é minha, não sua.
– Mas... Mas... Mas — ele não sabia o que falar ante seu pânico de perdê-la. — ESTÁ LOUCA? VOCE PENSOU NOS OUTROS? PENSOU EM...
Mas, havia parado de falar. Talvez fosse de propósito, ou não, Artemis afundou, seu vestido a descer um pouco e teve de nadar para apanhá-la. Assim que teve a sua cintura firme contra seu braço, emergiu com ela, os cabelos loiros jogados para trás e fitando seu rosto quase sem cor. Mais uma vez, ela tossiu e o encarou, fraca, mas determinada a brigar com ele.
– Eu não vou te deixar fazer loucuras, você não vai se matar — falou firme. Os olhos dela expandiram-se, surpresas demais e por pouco ficou assim.
– Eu te ode... — mas estava com os dentes tremendo demais para terminar. Ele compreendeu com facilidade e uma dor no coração.
Apagou as emoções.
– Eu sei que você me odeia, agora, fique quieta — a puxou para mais perto, aquecendo como podia, e seu peito pulou de alegria refreada. Ela arquejou. — Se continuar assim, não vu conseguir carregá-la até o navio.
E surpreendentemente, ela parou, inclusive até o ajudou ao agarrar-se mais a si. Poderia ter congelado por horas só para sentir aquele aperto familiar em seu pescoço, mas, mais rápido do que desejava, sua mão agarrou a escada de ferro na lateral e teve de erguê-la um pouco. Com rapidez, ainda que seu corpo tremesse de medo e de frio, ela passou a subir os degraus. Em questão de alguns minutos, encontravam-se arquejando e parados, sentados em uma das cadeiras que haviam por ali. As roupas molhadas grudadas, faziam-nos congelarem.
Mas, nem um dos dois desejava ir embora. Por mais distantes e frios que estivessem, aquela força incomum os puxavam, como imãs, para perto.
Odiando aquilo, Apolo viu Artemis se erguer, já a puxar a barra do vestido.
– Artemis — chamou-a, de pé, a fitando, algo aquecendo em seu peito.
Muito relutantemente, ela o olhou, impassível.
– Sim?
Ele se viu sem palavras. Mesmo como estava, parecia-lhe a mulher mais linda do mundo.
– Eu... Acho que...
Ela cortou o que ele dizia com uma mão e deu um sorriso frio e sarcástico.
– Deixe-me, Apolo. Eu não sou mais aquela idiota e nenhuma palavra mudara o modo como eu te odeio. Agora — ergueu o queixo, daquele jeito teimoso que ele amava — Boa Noite, irmão.
Aquela frisada deixou bem claro como ela mantinha-o longe. Longe de tudo que pudesse significar demais a ela. Apenas como um irmão qualquer, até mesmo bastardo e que nunca vira.
Seu coração, outra vez, despedaçou-se.
Assistiu-a ir embora, nada disse. Sim, ela o odiava como imaginou.
– Apolo — do outro lado, aquele que era oposto à porta que Artemis sumira, Afrodite viera correndo em seu vestido rosa. — Procurei-o por toda... — então notou, pasma. — Oh, meus deuses, Apolo! O que aconteceu? Por que está molhado?
Deu-lhe um olhar frio.
– Não foi uma boa idéia eu ter vindo.
Ela logo associou. Indicou os dedos de um lado a outro, surpresa com suas palavras.
– Você e Artemis se...
Ele negou, com raiva.
– Não existe nenhum "eu e Artemis". — pegou o smoking jogado em cima da mesa e passou por ela, outra vez, pronto para fugir. De costas a ela, falou alto. — Ela me odeia, Afrodite. Acabou.
E assim, se foi.
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Afrodite o viu afastar-se, passos rígidos de um soldado que em nada combinavam com ele. A deusa do amor sentiu lágrimas escorrerem pelo seu rosto. Ali, sozinha, sentiu que dessa vez, fez muito mais do que devia. Mas, o que havia feito de tão errado? Ela havia feito-o aceitar tudo, alugara hotéis com lugares românticos por perto, unira-os e os fizeram recordar de coisas das quais pensaram estarem esquecidas. Até mesmo tinha escondido tudo de seu pai... Quase viu uma lâmpada acender em cima de sua cabeça. Seu pai! Zeus!
Compartia! Todas as brigas, as discussões e magoas foram feitas depois de Zeus chegar até lá!
Ah, agora meu pai está procurando guerra comigo! Pensou ela com raiva, andando com força acima dos saltos Gucci que tamborilavam pelo chão de madeira da área da piscina. Vamos ver quem ganha! E relaxe, Apolo.
Nada acabou ainda. O amor nunca acaba. Não comigo!
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Os músculos de Artemis esticaram-se logo apos entrar na banheira superaquecida, ardendo ao tentarem estenderem-se ao máximo. Ela arquejou e jogou a cabeça para trás. Por que aquilo doía tanto?
– Não devia fazer isso, sabia que a machuca? — questionou uma voz conhecida a ela. Quase se afogou de susto, mas teve tempo de segurar nas laterais de porcelana.
Ali, parada, estava Atena, a sua irmã. De incontestáveis cabelos maravilhosos e cacheados, os fios prendiam-se em um suave coque. O corpo bem trabalhado da deusa encaixava-se com perfeição em um vestido verde-perolado colado até o chão, um pequeno corte a lateral até um pouco acima do joelho dava-lhe o ar de sensual. Os olhos cinza sorriam com pontos em azul e em sua mão, quase cegando, jazia um largo anel de casamento.
Sentiu inveja dela. Bonita, divertida e inteligente. Alem de um marido, apesar de às vezes safado, perfeito. Poseidon a amava muito mais do que se refletia, fazendo tudo por ela. Sua vida era perfeita!
Um pouco sem graça por ter sentido isso, desviou o olhar e tentou relaxa.
Outro lance de dor. Outro gemido sofrido.
– Assim — com suavidade a deusa da sabedoria a fez esticar as pernas e só assim, pode respirar sem pontadas de dor. — Melhor? — sorriu para ela.
Artemis anuiu.
– Obrigada, Tena — usou seu apelido. — Estava precisando disto.
Ganhou em troca um assentimento e ela sentada ao seu lado, de pernas cruzadas. Artemis sabia que havia algo errado. Deixando que seus olhos prateados encontrassem os azuis dela, fitou-a, com a pergunta que quase podia ver saindo pela boca da deusa.
– Vamos lá — Artemis suspirou. — Pergunte tudo.
Fora como abrir uma porta da loja de doces para uma criança. Encarando a deusa, Artemis viu-a se sentar um pouco incomoda.
– Bem... — respirou fundo e deixou todo o peso de seu olhar inteligente cair sobre ela. Artemis tremeu. — Estava esperando que chegasse um momento em que diria algo. Mas, vejo que não. Agora, você vai me dizer, o que está acontecendo entre você e Apolo?
Uma dor, agora emocional, apanhou o peito da deusa da caça levando uma lágrima escorregar e virou o rosto. Jamais deixaria a sua irmã mais esperta vê-la chorando por um idiota que amava tanto. Precisou de tempo para seu re-controle.
Assim que pode, disse:
– Não há nada entre eu e Apolo.
Atena cruzou os braços, decrescente.
– Você está querendo mentir para mim? Artemis — suspirou — Você e ele estão mais acirrados que eu e Poseidon! E olha que ele e eu éramos insuportáveis.
A sombra de um sorriso apareceu no rosto da deusa da caça com essa recordação das brigas daquele casal.
– É... Diferente, Atena. — e foi o máximo que pode dizer.
Mas, Atena não desistiu.
– Como pode ser diferente, Artemis? Você o ama — a dita cuja se retraiu com a verdade — e ele te...
Suspirando, olhou para a irmã e cortou o que lhe dizia.
– E ele não me ama, Atena.
Ela pareceu surpresa.
– Mas, como não? Ele...
Sem deixá-la terminar, contou desde o começo de tudo, toda a historia para a deusa da inteligência. Fora provavelmente a maior aventura que já falara aos outros e que mais chorara com as recordações. Deveria ter demorado aproximadamente uma hora, quando, por fim, terminava, os olhos vermelhos.
–... E então, eu disse que eu o odiava e fui embora — respirou fundo — e agora estou aqui.
Atena, parecia-lhe, simplesmente sem saber o que fazer. Abria e fechava a boca, pasma demais para dizer algo além de "Não" algumas vezes.
Artemis sorriu triste a ela.
– O meu amor não é um conto com final feliz. Agora, ele vai embora e tudo — engoliu o bolo em sua garganta — vai voltar ao normal.
Quase com um pulo, Atena colocou-se de pé e a encarou por muito tempo. Então sorriu.
Artemis reconheceu aquele modo de sorrir! OH MY GOD!
– Já volto — e saiu correndo.
– ATENA, VOLTA AQUI — gritou Artemis, sem ligar por estar de calcinha e sutiã quando saiu com pressa da banheira e seguiu Atena. — ATENA — fora em vão. Parou, ofegante dos músculos rebeldes a esticar com ondas de dor, na frente da porta. O que ela iria fazer? Quais eram os planos daquelas duas? Era bem obvio que Afrodite tramava junto dela.
Demorou, mas por fim, ergueu os olhos.
Apolo estava estancado, segurando a maçaneta do quarto de fronte ao seu, encarando-a.
Apesar de seu estomago encher-se de borboletas, ela deu-lhe uma olhada fria e virou-se, com orgulho.
– Que foi? — e então, bateu a porta.
Era mais difícil ignorá-lo do que pensava.
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Nota:
Ta vendo ai, vida de Dite não é fácil não! SAUHUASHUAH Enfim, cada vez mais e mais adorando essa parte... Adoro essa atração entra eles *-------* (suspiros)
Mas, mudando de assunto, olha, para quem estava no meio do muro entre ir assistir Star Wars e outra filme, por medo do primeiro ser ruim, eu digo, depois de ter assistido, que vale MUIIIIITO a pena. Como muitos, eu não havia assistido-o antes, na primeira versão, e com a chegada do novo ao cinemas (com efeitos especiais nota 10) foi a hora certa de ir. O filme é extraordinariamente bom e divertido. Faz você sair do cinema querendo ser um Jedi e louca para ver o resto só pra descobrir a história do Luke (que aqui ainda é o Anikin aqui) Skywalker e como nasceu o melhor vilão de todos: Darth Vader (que mesmo quem nunca assistiu sabe quem é... Aquele que fala: "Eu sou o seu pai"). Muito bom mesmo, perfeita a regravação e digo que foi um dos melhores dinheiros gastos com filme da minha vida, melhor até que o do Avatar (outro fenômeno). Assistam *-----------* É perfeito... Principalmente o Obi Wan (que é o mesmo ator que fazia Christian em Moulin Rouge, só procurar por Ewan McGregor que vocês verão da perfeição que eu falo). Sem contar o Samuel L. Jackson e Yoda.... Serio, muito bom... Tá ai um filme que eu jamais pensei que iria gostar.
Agora, falando sobre hoje.... Galera, hoje (14-02) eu fico um ano mais velhinha =s Agora sou quase da idade do Dumbledore... KKKKK' Zoa... Mas, ainda assim estou velha... E venho dizer, com todo amor que tenho por esse site e por meus leitores, que eu não seria nada sem ter um local para postar essas histórias estranhas escondidas em minha mente e que cada um de vocês me fazem cada dia mais feliz, principalmente quando estou triste. Obrigada por estarem comigo neste dia que me torna cada vez mais perto do Yoda (risos) e cada vez mais ignorante e pouco inteligente (falar burro é meio pesado ASUHASUA) como Sócrates sempre nos mandou ser, para assim, podermos aprender com aqueles que amamos e com o mundo. É uma verdadeira dádiva ver que esse site participa da minha vida, e agora, mais um ano irá se completar para mim =)
E eu continuo achando que estou velha... Fazer aniversário é tão... triste =s (lógico, abraços e presentes são o máximo SHAAUHUASHUAUHSHUAS)
Beijinhos pra vocês e para quem gosta de música baixe a Trilha Sonora Orquestral de "Principe da Persia" ou "Troia" ou "As Crônicas de Nárnia" (mas baixem só o do "Leão, A Feiteiceira e o Guarda-Roupa" e "Príncipe Caspian"... O outro está meio fraquinho)... São ótimos pra escrever....
Agora, sério, vou indo AUSHUASHSUH
=*
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