Uma Segunda Chance para Viver
39 Capítulo 39- 38º Passeios
Notas iniciais
38º Passeios
-Odeio viajar via Rede de Flur – disse Tom se limpando da ferrugem.
-Veio por que quis – disse Hermione rispida o olhando com desdem.
-Como voce é grossa – sussurrou para ela mais não irritado, de forma até divertida – acho que vou ter que doma minha leoa – concluiu com um sorriso zombeteiro, ja indo em direção a recpção do hospital.
-Bom dia – falou Tom – tenho hora marcada com a curandeira Watiney – falou gentilmente e com com a voz suave e doce, o que fez a recpicionista, uma jovem de cerca de vinte e poucos anos abrir um sorriso derretido por ele e Hermione ao lado fechar ainda mais a cara.
-Claro, como é o nome ?- perguntou interressada ainda o olhando.
-Sr. E Sra. Riddler – disse firme, o que fez a recpicionista notar a presença de Hermione e lhe medir de cima a baixo, por fim respondeu ainda lançando olhares significativos a Tom.
-3º andar, sala 10. Ela estara aguardando voces, se prescisar é só perguntar, estou aqui para servilo – disse com um sorriso malicioso a Tom, o que fez Hermione bufar visivelmente com raiva.
-Com certeza, ainda mais alguém tão atenciosa como voce — respondeu Tom lançando um sorriso de lado encantador.
Hermione já não aguentando a trocas de « elogios » falou rispida.
-Vamos logo ou vai ficar ai conversando com quem não têm o que fazer ? – virou-se e saiu.
Tom sorriu mais um momento para a moça e foi atras de Hermione, ele gostava de ve-la irritada.
-Nossa não sabia que era tão ciumenta ?- disse assim que a alcançou no corredor.
-Não sou – respondeu rispida.
-Então o que foi aquilo ?
-Nada, só falei se queria ficar lá. Não quero ser para voce um peso morto em suas aventuras – continuou seca.
-Sei que fala isto da boca para fora, pois eu também sinto o que sente e sei que esta com ciume – disse segurando em sua mão, Hermione sentiu um choque ao contato dele, mais não mudou sua fisionomia.
-Se sabe, entãonão pergunta ! – respondeu grossa soltando da mão de Tom.
Ele ia replicar mais não teve tempo já que a curandeira apareceu na porta.
-Voces devem ser o Sr. e a Sra. Ridller – falou a mulher, ela era a mesma que atendeu Hermione assim que chegou na casa de Tom,mais ela por um feitiço que Tom lançou nela não se lembrava. E também não reconheceu Hermione, pois quando ela se consultou pela primeira vez, ja fazia quase um mês e foi chamada como srta. Granger.
-Sim- responeu Tom.
-Entrem e fiquem avontade – disse a mulher, fechando a porta do consutorio atras dela – vejo que a senhora Riddler é bem nova – falou casualmente – não que eu tenha algo contra, longe de mim mais é por causa da gravidez, muits vezes pode ser arriscada – concluiu.
-Vou fazer dezoito anos – respondeu Hermione(gente muitos vão notar que troquei a idade da Mi, é pq me lembrei que só depois que faz dezessete é permitido usar magia e também casar, desculpem).
-Certo, voce sabe quanto tempo de gestação ? – perguntou profissionalmente.
-pelas minhas contas trez meses e umas duas semanas- falou firme. Tom so observava o dialogo e nada dizia.
-Nossa, mais sua barriga esta grande para o tempo – falou a médica — vai ser um garoto grande se não for gemeos – disse alegre.
-GEMÊOS ?-perguntou Tom e Hermione uma mistura de felicidade e aprensão.
-Nossa todos fazem a mesma cara quando digo isto – falou divertida – mas venham, logo saberemos.
Hermione acompanhou a médica até uma maca e deitou-se, Tom permanecia sentado spo observando. Não podia negar que ficou aprenssivo com a possibilidade de nascer gêmeos, mais logo passou seria ótimo se tivessem dois filhos, mais poder para ele. Concliu.
A médica passava a varinha pela barriga de Hermione e sussurava varios fentiços, suas expressões eram de disconfiança e surpresa e já estava deixando Hermione visivelmente preucupada.
-esta tudo bem ?- perguntou já não aguentando a cara que a curandeira fazia.
-Sim...sim – disse vagamente – mais vá se trocar sim – disse para Hermione que foi novamente por sua roupa.
- O que esta avendo ?- Hermione perguntou ainda mais ansiosa do que antes, assim que ela terminou de se trocar.
-Uma coisa que raramente acontece ou melhor dizendo nunca antes aconteceu – enrolou a curandeira.
-FALA LOGO ! – exaperou-se Hermione, Tom a olhou intrigado mais nada comentou. Ele já sabia e desconfiava profundamente que teria mais uma dor de cabeça com Hermione assim que ela soubesse da noticia.
-É que seu bebe, já manisfestou magia – disse calmamente, Hermione olhou para médica e abriu um sorriso maravilhoso, ela sabia que isto era raro de acontecer e que quanto mais jovem a magia se manisfesta mais poderoso a crinaça seria.
-Como sabe ?- questionou ela depois de proscessar a noticia.
-Ele criou uma barreira em volta do bolsa aminiotica, uma barreira magica muito forte e com isso não poderemos ver nada, nem sexo, nem se é um ou dois. Mais pelos movimentos que senti, ele esta bem. Fique tranquila – falou a médica.
-Mais o que devo fazer...
E Hermione como uma mãe dedicada que seria fez varias perguntas a ela, depois de cerca de uma hora sairam do consutório.
-Não é um maximo Tom, nosso bebe sera um bruxo poderoso –falou alegre.
-Também Hermione com um pai como eu e uma mãe como voce, queria que nascesse o que? – falou com a voz contida.
Eles andavam em direção a saida do hospital, Hermione estava tão eufórica com a noticia de seu bebe ser um poderoso bruxo que nem notou que Tom estava de mãos dadas com ela, e a levava para a saida que dava para o mundo trouxa.
-Sabe Tom pensando melhor voce não me parece tão empolgado com a idéia, na verdade não me parece nem um pouco surpreso – Hermione falou desconfiada.
-Coisa de sua cabeça – disse olhando para a rua na qual acabaram de sair.
-Não é não ! – disse descisiva – Voce já sabia, não é ?- perguntou mais soou mais como uma afirmativa.
-Bem, eu levei uma curandeira no dia que chegou em minha casa...
-EU NÃO ACREDITO TOM ! – Hermione se irritou com aquilo, falou alto o que fez varios trouxas que passavam na rua a olha-la. Tom a puxou com força pelo braço até um beco próximo.
-Não chame a atenção Hermione ! – disse rispido mais baixo- ou voce quer que eu acabe com alguns imundos, só porque ouviram o que não diviam ? – perguntou sério.
-Não – respondeu baixo também , mais ainda com a voz demostrando sua irritação – Mas Tom eu te conheço, voce mesmo querendo não me engana, tenho certeza que voce só aceitou este filho, pois soube que ele ou ela sera um grande bruxo ! – Hermione estava muito irritada e magoada quando percebeu que todo cuidado que Tom tinha pelo filho era por interesse – Voce ja fez muita coisa Tom, mais sinceramente esta foi a pior –Hermione concluiu com a voz embragada pelas lagrimas que tentava segurar.
Tom pela ligação que eles tinham percebeu que ferira mais uma vez os sentimentos de Hermione, e se sentiu infeliz com isso. Era verdade que no começo só aceitou que Hermione estava gravida porque a criança seria poderosa, mais depois quando sentiu o bebe chutar, já não era somente por isso, ele amava o bebe que Hermione carregava dentro dela acima de tudo por ser de Hermione. A pessoa que ele mais amou, por ser o fruto de um amor impossivel e improvavél mais real.
Tom sabia que amava o bebe, e que mesmo que não admitisse amava Hermione e acima de tudo sabia que não conseguiria viver sem ela e sem seu filho que ao menos nasceu, mais que ele sonhava e planejava um futuro invejavel para ele. Tom sabia mais como convencer uma mulher tantas vezez magoada, oprimida e teimosa como sua Hermione ?
-Não adianta tentar te convecer do contrario, sei que voce é teimosa demais para admitir que eu possa ter mudado minha opinião – disse ele próximo a ela que tinha se encostado em uma parede do beco e chorava baixo – então irei te provar que eu amo este bebe, amo muito – disse segurando seu queixo o fazendo olhar para ele – Venha vou leva-la a um lugar – disse.
Tom antes de sair do beco fez um feitiço para que Hermione ficasse com os rosto limpo sem demostrar que chorara, segurou em seu braço com delicadeza e foi andando pelas ruas movimentadas de Londres.
Hermione ainda sentia-se muito magoada com que Tom fez. Por mais que sabia que ele era mal, mais pensou que ele realmente amava o bebe, não por ser seu filho mais por ser filho dele próprio, carne de sua carne e sangue de seu sangue. Sabia que ele a levava para algum lugar, mais não queria saber para onde era, seu coração mais uma vez estava marcado com uma dor profunda, mais uma vez Tom a machucou e a feriu. O que aconteceria se por algum motivo esta criança depois que nascesse não fosse tão poderosa ? Tom mataria o próprio filho ? E com uma pontada de angustia e tristeza chegou a conclusão que sim, ele mataria.
Não se iluda Hermione ele matou o próprio pai ! Por que não mataria o filho ?
Hermione sentiu-se estremamente enjoada com este pensamento, tristemente mais uma vez concluiu que Tom era um monstro sem escrupulos e sem respeito com a vida de outros somente com a dele.
Hermione sentiu ser parada bruscamente e ouviu Tom sussurar para ela.
-Vamos fingir que esta tudo bem, e outra ela não sabe quem eu sou e quero que continue assim- chegou a ser até meio rispido no final.
Agora Hermione olhou para onde estava e viu-se em frente a um loja de roupas infantil, reconheceu algumas peças que Tom presenteou o bebe. Não entendia o que ele queria ali muito menos quem ele queria que ela conhecesse, só tinha a certeza que provalvlmente não iria gostar.
-Ola Tom ! – disse Carmen Lestrange vindo cumprimenta-los — Pensei que hoje não viria – disse o cumprimentando com um aperto na mão, o que fez Hermione lançar um olhar questionador a Tom.
-Imagina Carmem, o que seria de meu dia se não passa-se aqui para nosso cha – disse simpatico.
-Olha o que temos aqui – disse sorrindo olhando para Hermione- pela descrição e os olhos brilhantes que reconheci por ter me dito, esta só pode ser sua noiva, Hermione. Estou certa ? – perguntou simpatica.
-Sim – Hermione respondeu receosa .
-Tom voce me disse que ela estava de pouco tempo, mais vejo que ela deve estar com quase cinco meses – disse passando a mão levemente na barriga de Hermione.
-Devo estar um balão para todos me falarem isto – disse Hermione sem emoção.
-Imagina voce com certeza esta ótima, eu engordei muito mais na gravidez. Então Tom já que trouxe Hermione vejo que finalmente veio escolhaer os móveis para o quarto do bebe.
-Na verdade vim mais para que Hermione conhecesse a loja – respondeu educadamente.
-Não seja por isso . Venha Hermione – falou a segurando gentilmente pelo braço e a levando para o interior da loja- olhe nós temos tudo para o bebe, roupas , moveis, enxoval completo, mais creio que falta pouco pelo tanto que Tom andou comprando esta ultima semana – disse sorrindo.
-Ele vem sempre aqui ?- perguntou Hermione tentando demostrar que não estava muito interessada.
-Sim. Na verdade nos conhecemos a uma semana, mais acho pelo fato de eu ser bruxa também ajudou bastante – disse Carmen com a voz mais baixa, quase em um sussurro – descobri que Tom era bruxo quando fui mostrar um macacãozinho para ele, e ele exclamaou »verde sonserina » ai tive certeza – disse pera Hermione.
-Voce também é bruxa ?- pérguntou Hermione que ainda não acreditou.
-Sou sim, fui da Cornival mais tive que ...vamos dizer assim, fugir – respondeu Carmem ficando visivelmente mais triste – quando me apaixonei por meu marido. Sabe Hermione ele é trouxa e minha familia é totalmente contra missigenação de sangue, então não tive outra escolha, fugi com ele e somos muito feliz – disse sorrindo.
-Me alegro com isso- respondeu Hermione, mais uma duvida surgiu em sua mente, Sera que Tom sabe disto ?pensou. Resolveu perguntar – Carmen ?
-Sim – falou.
-Voce disse isto a Tom ? Digo que voce... – Hermione não soube como pergunta.
- sou uma traidora de sangue – perguntou Carmen, sabendo o que Hermione iria perguntar — Disse sim, ele ele não se importou. Tom é muito legal, é um otimo homem, voce tem sorte Hermione ele sera um ótimo marido e pai- Carmen disse sincera e Hermione percebeu isso.
-As veses tenho medo – disse suspirando.
-É normal, sei que não é de minha conta, mais vejo que voce é muito nova ainda – disse a olhando nos olhos – mais saiba que eu sou um pouco mais velha e conheço bem as pessoas, principlamente pela casa que vivi e tenha certeza Hermione, Tom te ama. Ele como todos sonserinos e digo isto pois minha familia toda é sonserina, as veses não sabe demostrar sentimentos, mais esta ultima semana que tive a oportunidade de falar com Tom, voce tinha que ver como os olhos dele brilhava ao falar de voce e do bebe. Parecia uma pessoa que falava de uma dadiva divina, ou de um milagre. Ele pode não saber demostrar, mais ele te ama e muito- disse sorrindo para ela. Hermione sorriu de volta.
Como eu queria acreditar nisto. Pensou triste.
-E ai gostou de alguma coisa ?- Tom aproximou-se delas perguntando para Hermione.
-Gostei deste aqui – falou erguendo um vestido vermelho com branco, muito lindo.
-é um vestido e vermelho ?- disse Tom com desdem.
-Eu sei, algum problema ?- perguntou Hermione séria, mais via-se que era mais para pirraçar Tom — se depender de voce, o bebe só tera roupa de menino e verde ! Nunca vi gostar tanto de uma cor assim, não é porque voce é da sonserina que têm que gostar só de verde ! – disse se fingindo de brava.
-Olha quem fala, quem esta com um vesido vermelho na mão ?- disse Tom apontando o vestido na mão de Hermione.
Por um momento Hermione sentiu-se envergonhada mais depois respondeu.
-Eu gostei do vestido não da cor – disse mais séria.
-Vou fingir que eu acredito – falou descontraido.
Os tres conversaram por mais alguns instantes depois Tom e Hermione sairam rumo a rua movimentada, novamente.
-O que achou de Carmem ?- perguntou enquanto andavam de mãos dadas pela rua.
-Ela me parece uma pessoa ótima, não acredito que ele era de uma familia preconceituosa.
-Mais é ela é irmã mais nova dos Lestrange – disse Tom.
-Sério ?- perguntou Hermione chocada- nossa coitada, ter irmãos como aqueles, e uma cunhada louca varrida igual Belatrix, até eu sumiria.
-Eles são bons servos Hermione, eles lutam pelo que acreditam – respondeu Tom sem emoção.
-Defedendo seus servos, Tom ? – perguntou Hermione sarcastica.
-Não, só falo o que penso deles. Reconheço que tenho alguns que são inuteis mais outros me são acima de tudo leais – disse colocando enfase na ultima palavara.
Hermione ficou quieta não queria discutir com Tom, eles andavam pelas ruas sem rumo só andavam vendo as pessoas passar de um lado para outro, de repente Hermione disse a Tom.
-Estou com fome.
-Vamos para casa para almoçar – disse Tom indo em direção a um beco mais no meio do caminho Hermione parou.
-Não quero comer comida magica, quero comer beans on toast – disse para Tom.
-Sério? – perguntou debochado.
-O que têm? você me traz o mundo trouxa me faz andar perto de vários restaurantes trouxas e não quer que eu fique com vontade de comer comida trouxa? Fala sério você – Hermione falou seria e visivelmente nervosa.
Tom respirou fundo, ele realmente não queria brigar com ela. Por ao contrario ainda tentava se redime pelo ocorrido na noite anterior. Não acredito que terei que fazer isto! Pensou revoltado.
-Tudo bem Hermione, vamos comer seu feijão com torradas – respondeu bravo. Hermione sorriu vitoriosa.
Eles andaram por mais algumas ruas até que encontraram um restaurante de aparência agradável. O restaurante não estava lotado, foram recebidos por uma mulher e Hermione entendeu o olhar dela enquanto avaliava Tom. Ela o recebeu um pouco mais calorosamente do que o necessário. Hermione olhou para a mulher com um olhar frio e de raiva, mais também se sentia uma idiota por estar com ciúmes de Tom. Mas não pode deixar de ter, já que a mulher era pelo menos uns dez centímetros mais alta do que ela, tinha lindos cabelos loiros e olhos negros como a noite, ou seja, muito bonita.
-Mesa para dois?- sua voz era quase sedutora, quer fosse intencional ou não. Hermione sentiu os olhos da hoste faiscar para ela e depois desviarem satisfeitos para Tom.
Tom parecia divertia-se com a cena toda, e mantinha o rosto simpático para a jovem. Em seguida os levou a uma mesa suficiente para quatro pessoas no meio da área mais apinhada do salão. Hermione estava preste a sentar-se, mais Tom sacudiu a cabeça para ela.
-Talvez algo mais particular?- Tom insistiu para a Maitê. Hermione não tinha certeza, mas podia jurar que viu ele dar um gorjeta na mão dela.
-Claro- ela parecia tão surpresa quanto Hermione estava. Ela se virou e nos guiou até umas cabines- todas vazias. -Que tal isto?
-Perfeito- ele deu um dos seus sorrisos encantadores, deixando ela momentaneamente deslumbrada.
-UMM- ela balançou a cabeça- seu garçom virá em um instante — Ela foi embora
descompassada.
-Você não devia fazer isso com as pessoas – Hermione o criticou -Não é muito justo.
- Fazer o que? – Tom perguntou divertido
-Deslumbrar as pessoas desse jeito, ela deve estar hiperventilado na cozinha nesse
exato momento.
Tom sorriu satisfeito.
- E você esta com ciúmes? – perguntou sussurrado ao ouvido de Hermione.
-Não! – respondeu ríspida – só acho que você não pode ficar usando seu poder de persuasão assim.
-Eu não usei, é natural em mim – disse arrogante – mais a única que eu quero realmente usar este poder não consigo- falou olhando para ela. Hermione fingiu não ver.
E então a garçonete apareceu, o rosto cheio de expectativa. A meitre
definitivamente havia falado sobre Tom, e essa garota nova não parecia decepcionada. Ela colocou uma mecha curta de cabelo preto atrás da orelha e sorriu para ele com um
calidez desnecessária.
-Olá, meu nome é Katy, e eu vou servi-los hoje. O que vocês desejam beber?-Hermione não deixou de notar que ela estava falando só com ele. Tom olhou para Hermione.
-Eu vou querer beans on toast e um refrigerante de uva- respondeu Hermione quase mal educada.
-Me traga duas porções de batatas fritas e um hambúrguer de bacon – Tom respondeu a garçonete, Hermione o olhou confusa.
-Eu volto logo pra trazer — ela assegurou pra ele com outro sorriso desnecessário. Mas
ele não viu. Ele estava olhando para Hermione.
-O que foi?- Perguntou Tom confuso.
-Você acabou de pedir uma comida trouxa?- Hermione perguntou meio abobalhada.
-Hermione esqueceu que eu vivi em um mundo trouxa até meus dezessete anos?- falou Tom como se fosse à coisa mais natural do mundo – quando jovem eu gostava muito destes lanches, claro que na época não era tão populares, e eram muito mais caros. Mais sempre que tinha oportunidade eu os comia.
-Falando assim, nem parece ser quem você é – concluiu Hermione.
-As coisas mudam com o tempo Hermione, disto você pode ter certeza – ele falou sombrio.
Logo a garçonete trouxe o pedido e os dois comeram conversando coisas banais, e sobre o bebe, Tom insistia em falar que era um menino e Hermione preferia não opinar, dizendo que ele ou ela seria amado de qualquer forma. Quando saíram do restaurante, Hermione satisfeita, ela viu a Maitê lançar uma piscadela para Tom, Hermione segurou com força braço dele e lançou um olhar mortal para a moça.
-Tenho certeza que você poderia lançar um crucio só pelo olhar que lançou a pobre trouxa – zombou Tom.
Hermione o olhou com o mesmo olhar de raiva para ele e respondeu rude.
-Eu não quero me torna você. – e continuou a andar sem se preocupar. Tom sentiu-se mal com as palavras grossas de Hermione. Não soube bem o porquê mais ela falar assim com ele sempre o machucava. Tenho que faze-la me amar de novo! Pensou triste.
Andaram em silencio mais um pouco e Tom a segurou pelo braço.
-Quero leva-la a um lugar – disse a arrastando para um beco – Kirk! – chamou Tom e em segundos a elfa apareceu – aparata com Hermione para o lugar que lhe falei.
-Sim Milorde – Kirk fez uma reverencia segurou em Hermione aparatou.
Hermione não gostou de não saber para onde ia mais se surpreendeu ao chegar ao lugar olhou em volta e viu Tom aparecer ao seu lado.
-O que nós fazemos aqui?- perguntou a ele.
-Viemos ver nossa casa – respondeu dando o braço para ela segurar para que os dois andassem.
Hermione quase não acreditava que estava ali, Godric’s Hallow. Onde ela sonhou um dia viver ao lado de Tom, onde pensou que criaria seu filho, onde sonhou com um futuro feliz. Andavam pela rua como um casal admirando o lugar, era verão o fim da tarde estava agradável e muitas pessoas caminhavam pelas ruas, muitos eram bruxos e percebia-se pelas roupas mais diferentes e coloridas que usavam. Muitas crianças brincavam no parque e Hermione viu com um sorriso no rosto quando uma menininha de lindos cabelos castanhos pegou uma flor e a fez flutuar para outra menina ver. Parou por um instante para ver o que a outra menina faria e para sua surpresa a outra pequena fez a mesma coisa com outra flor.
-Aqui alguns anos será a nossa – disse Tom suave ao seu ouvido a abraçando por trás com as mãos em sua barriga.
- Já se acostumou com a ideia de ter uma menina?
-Nunca falei que não queria, simplesmente prefiro um menino.
Hermione o olhou por um instante e sorriu mais logo se lembrou de que não cederia, Tom estava fazendo de tudo para que ela o perdoa-se mais ele tinha que entender que o que ele fez era algo sério e grave e que não seria tão fácil. Não respondeu nada a ele, saiu de seu abraço e continuou a descer a rua em direção a sua casa. Tom olhou para ela e uma decepção passou por sua face, suspirou cansado e a alcançou, andaram em silencio ate alcançarem a casa.
Hermione se sentiu triste e feliz ao mesmo tempo, voltou ao lugar que mais se sentiu feliz, mais também se sentiu triste, pois lembrava tudo que poderia ter vivido ali, ao lado do homem que ama. Tom sentia que Hermione estava confusa mais não falou nada, apenas abriu a porta e entrou. Hermione o seguiu.
-Quando as lembranças vieram, eu vim atrás da casa – dizia Tom andando pela linda sala de visita abrindo as cortinas com a magia – a encontrei abandonada, os moveis sujos, mais em perfeito estado. Mandei que Kirk viesse com alguns outros elfos para limpa-la.
Hermione estava ainda mais deslumbrada, a casa se possível estava ainda mais bela do que se recordava, andou por todos os cômodos, sorriu ao entra na cozinha e ver que Tom colocou todos os eletrodomésticos trouxas e os mais novos, em uma sala que ela deduziu ser de estar tinha uma TV, som e DVD tudo de ultima tecnologia e no escritório um computador.
-Para a uma casa de alguém que odeia trouxa esta casa têm muita coisa trouxa, não?- perguntou Hermione debochada.
-Já falei que têm coisa muito uteis – disse dando de ombros — e outra esta casa será um segredo, ninguém vira aqui somente quem eu autorizar.
-Claro- Hermione respondeu sarcástica – Tudo depende de você – disse séria e subiu para o segundo andar.
Ela olhava encantada para tudo, estava tudo muito limpo e arrumado, subiu para o terceiro andar onde era seu quarto. Tinha uma mistura perfeita entre o dourado e o verde. Hermione sorriu.
Tom deve estar realmente desesperado para fazer as pazes comigo. Pensou fazendo um gesto de negação com a cabeça.
Ela olhou o quarto e foi próximo à janela observa o jardim do fundo, era grande e dava para um bosque, estava muito bem cuidado. Era um lugar ótimo para criar filhos.
Não sabe quanto tempo ficou a observa o local e muito menos notou quando Tom aproximou e ficou ao seu lado olhando para o jardim também.
-Vim muito aqui estes últimos tempos, ficava aqui olhando imaginando como teria sido se você estivesse ficado comigo. Imaginando nossos filhos correndo e brincando nestes jardins, indo para Horgwats, o menino me perguntando de garotas enquanto a menina eu fazia picadinho do coitado que ousasse falar com ela – Hermione sorriu ao imaginar a cena – imaginei , pensei , sonhei tantas coisas e principalmente me arrependia. Você não sabe Hermione como foi e ainda é admiti as coisas que admito por sua causa. Os sentimentos que você me faz sentir – Tom olhava para janela enquanto falava com ela, não conseguiria falar aquelas coisa se a olhasse nos olhos – entenda Hermione eu nunca imaginei, nunca pensei ou cogitei amar alguém como eu te amo – neste momento ele virou para ela segurando em seu rosto a fazendo olhar para ele – eu te amo Hermione, eu te amo muito, e isto me assusta – disse em um sussurro – eu não sei o que seria eu não sei o que aconteceria se eu te perdesse – disse aproximando os lábios dos delas.
Hermione não se mexeu estava ainda imóvel, sentiu seu coração esquentar com a declaração de Tom, mais não cederia assim tão facilmente. Tom tinha que aprender. Tom iniciou o beijo, colou seus lábios nos de Hermione, ela manteve a boca fechada, em alguns segundos Tom percebeu que não era correspondido, abriu os olhos e viu que Hermione mantinha-se fria com os olhos abertos, e sua fisionomia não demostrava sentimento algum.
-Hermione, não faz assim- disse a abraçando forte – volte me amar – falou Tom, Hermione sentiu uma pontada de desespero em sua atitude.
-Eu nunca deixei de te amar Tom e creio que nunca vou deixar – disse o olhando, Tom deu um leve sorriso mais Hermione continuou firme – mais você me feriu, você fez me sentir de uma forma que nunca imaginei por sua causa eu matei pessoas inocentes, por sua causa eu sou uma assassina – o tom de voz de Hermione era baixo e transmitia toda dor que ela sentia, toda magoa e culpa.
-Foi necessário – Tom respondeu a ela.
-Não me venha com esta, não era preciso matar trouxas para que seus comensais me respeitassem – disse irritada.
-Não foi só por isto – falou Tom – eu não pedi para você matar aquelas pessoas atoa, eu pedi para mata-las para te proteger.
-Por quê? O que aqueles trouxas poderiam fazer contra mim?- perguntou irritada.
-Não eles, mais qualquer um. Hermione entenda eu tenho muitos inimigos e eles sabendo que sou casado com você ainda pelo enlace das almas, você se torna alvo fácil para acabarem comigo é só te matarem.
-Eu sabia o risco quando assinei aquele contrato – respondeu grossa indo sentar-se na beirada da cama – mas acho que sei me defender.
-Eu sei que você é uma poderosa bruxa, e muito boa em duelo, mais você é mortal pode morrer a qualquer momento – Tom falou aproximando dela ajoelhou-se aos seus pés e disse com a voz doce – Hermione você e este bebe é minha vida, minha maior fraqueza eu tive que fazer você matar aquelas pessoas para poder te dar isto – falou retirando de suas vestes um lindo anel, era prata e tinha uma pedra negra nele.
-O que é isto?- perguntou Hermione desconfiada.
-Isto é sua proteção – respondeu Tom, colocando o anel em sua mão – é uma horcrux , sua horcrux, agora você não poderá morrer.
-Como? Você fez uma horcrux para mim sem minha permissão?- Hermione estava muito mais irritada do que antes – você dividiu minha alma?
-Foi necessário.
-Como conseguiu? Eu tinha que fazer o ritual para isto – perguntou brava.
-não se esqueça de que sou um mestre em artes das trevas, eu sei fazer horcruxes sem o dono da alma, basta que ele mate três pessoas, foi por isto que você matou eles – disse Tom naturalmente.
-Você não tinha o direito de fazer isto – agora Hermione estava extremamente irritada, foi para cima de Tom para bater nele, mais Tom se adiantou e a segurou pelos pulsos tentando não machuca-la.
- Pense Hermione, agora nosso filho esta protegido se alguém tentar mata-la não conseguirá – dizia Tom mais alto do que Hermione o xingava.
-Eu te odeio Tom Riddler, eu te odeio – falava Hermione tentando se livrar dos braços de Tom.
-Mais eu não Hermione, eu te amo – e a abraçou com força e a beijou.
Hermione no começo resistiu ao beijo, mais seu corpo queria aquele beijo ansiava por ele e assim mesmo querendo resistir correspondeu ao beijo. O beijo começou leve, um beijo de saudades, Hermione sentia os lábios frios e macios de Tom nos seus, seu corpo respondia cada toque que ele dava em sua pele, as mãos de Tom percorria pelas suas costas, por de baixo da roupa, e o corpo de Hermione arrepiava-se com o toque. Com a outra mão ele puxava sua nuca de encontro aos lábios deles, cada vez com mais desejo. Hermione já tinha suas mãos nos cabelos, grossos e sedosos de Tom, e a outra passeava também por dentro de sua camisa.
O beijo esquentou mais e Hermione sentiu-se sendo deitada na cama, sentiu os lábios de Tom sair dos seus e descer pelo seu pescoço deixando uma trilha de desejo por cada pedaço beijado, quando sentiu que ele estava erguendo sua blusa, Hermione saiu do transe de desejo, paixão e vontade que a dominava no momento. Levantou-se com tudo da cama deixando um Tom assustado pela atitude repentina. Hermione saiu do quarto e desceu para o segundo andar, entrou em outro quarto e trancou a porta.
-Kirk -chamou ainda ofegante, em instante a elfa apareceu- me leve para a outra casa – disse Hermione a elfa que obedeceu prontamente.
Tom deitou-se na cama de costa e respirou pesadamente.
-Hermione é mais orgulhosa do que pensei – disse se lamentando – terei que usar de outro método para ela me perdoa – concluiu frustrado.
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Trailler
-PAI!!MÃE!!! – Hermione coreu e os abraçou com toda a força que conseguia, sentiu que sua mãe tremia e seu pai chorava de emoção ao ver a única filha viva – mamãe , papai senti tanta falta de vocês – falava Hermione entre lagrimas.
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