Uma Segunda Chance para Viver

35 Capítulo 35 - 34º Anuncio de Casamento


Notas iniciais
Oi gente como o prometido aqui esta mais um cap, ja sabem @@@@, pulem para quem não gosta de NC. Quero deixar algo bem claro, sou totalmente contra homem bater em mulher!!!!Só coloquei aquilo pois tinha que deixar clao que Tom é Voldermont e ele não têm excrupulos.

La no fim recado super importante. Por favaor, leiam!!!
Bjs.

Depois de terminarem de conversa, ambos jantaram em silêncio e foram dormir, ou melhor, deitaram-se, pois nenhum nem o outro conseguiam dormir, ao imaginar o acordo que fariam.

Tom abriria mão de perseguir seus inimigos, enquanto Hermione juraria lealdade a ele pela proteção de seus amigos e pela criação de seu filho. Os dois por mais que não admitisse tinham medo daquele acordo, mais não voltariam atras, pois apesar de tudo, ter um próximo ao outro como homem e mulher era o que mais anciavam.

Hermione remexia-se na cama, além de ansiosa estava com fome, nunca foi de ter fome de madrugada mais naquela noite estava.

-Se não quer dormir levanta-se mais não fique se remecehendo assim, me atrapalha – disse Tom de sua cama com a voz levemente irritada, não que estivesse dormindo mais fazia horas que sentia Hermione remecher-se — esta sentindo algo?- perguntou vendo que Hermione não o retrucou com palavras asperas.

-Estou – disse com a voz baixa, Tom levantou-se em um salto e foi até ela.

-O que sente? – perguntou preucupado, Hermione não aguentou e riu de sua fisionomia tensa.

-Fome – falou entre risos.

-Palhaça – disse também com a voz seria mais em seus labios via um leve levantar – peça para Kink lhe trazer algo.

-Coitada ela deve estar dormindo para eu acorda-la – disseHermione.

-Coisa que com certeza eu queria também esta fazendo e não estou! – disse rispido – Kirk! – ele chamou e em menos de dez segundos a elfa apareceu no quarto – traz algo para sua Senhora comer – falou assim que Kirk apareceu.

-Sim mestre – disse a elfa fazendo uma reverencia.

-Kirk –chamou Hermione – voce poderia me trazer figado de dragão com chocolate e torta de abobora com mostarda?- Hermione perguntou calmamanete, nem notando os olhares de espanto da elfa e de Tom.

-Sim, senhora, é um pedido estranho mais Kirk faz – disse fazendo mais uma referencia.

-E para beber um refrigerante de uva – falou Hermione toda animada.

-Desculpa Senhora mais o que é um refriterante? – perguntou a elfa confusa.

-Ah me desculpe Kirk, acho que não tera aqui, mais estou com uma vontade louca – disse com os olhos brilhantes e com agua na boca – pode deixar traga um suco de uva mesmo – falou desanimada.

-Sim senhora – e a elfa saiu.

Tom aproximou-se da cama e olhava para Hermione sentada nela, seus cabelos soltos bagunçados, como sempre, caidos ao redor de seu rosto corado com as pontas próximas aos seus seios, agora maiores por causa da gravidez. Mais tinha uma coisa que não estava correta em sua fisionomia, algo que tirava a beleza de seu rosto. Uma marca, uma vermelhidão e um enxado causado mais cedo por seu descontrole.

Chegou ainda mais perto dela, com a mão levantada aproximando de seu rosto. Este gesto fez Hermione assustar-se e retirar o rosto de seu caminho com tudo.

-acalma-se não irei te machucar – disse com a voz baixa.

-Como saberei?- retrucou.

-Eu lhe prometo nunca mais te tocar desta maneira – Tom falava sentado ao seu lado na cama – deixa-me curar-la? – falou apontando para a marca no rosto – não gosto de olhar para isto.

-Por que te lembra de que foi voce que fez?- perguntou rispida, mais os dois falavam baixo.

-Sim, e eu fico me sentindo ruim por isso – respondeu simples.

Hermione o olhou como podia alguém mudar tanto em minutos, ela não entendia. Mais sabia que brigar não resolveria, respirou profundo e acenou com a cabeça permetindo-lhe que ele a cura-se. Tom ergueu sua varinha e estanteneamente a face de Hermione perdeu o vermelhidão que ali tinha.

-Obrigado, por ter me deixado cura-la- disse passando os dedos no rosto dela – agora a unica coisa que quero curar é aqui – disse tocando de leve o coração de Hermione.

-Este tipo de ferida não têm magia que a cure, Tom – disse o olhando nos olhos.

-Mais eu curarei, sem magia Hermione e te farei me amar como um dia me amou – falou ele a olhando.

-Mais eu te amo Tom, só não amo o que voce se transformou e o que você faz – disse séria.

Tom nada respondeu, ele não entendia. Se ela o amasse, o apoiaria não se importaria o que ele fizesse com os outros, desde que com ela ele fosse diferente. Neste momento Kink trouxe uma bandeja com que Hermione pediu e Tom a olhava admirado como ela comia aquelas coisas, que para ele parecia nojentas.

-Voce vai é passar mal comendo isto – disse a ela.

-Vou nada esta uma delicia – respondeu de boca cheia –só faltou o refrigerante de uva para ficar perfeito – disse sonhadora.

Tom olhou para ela, tão inocente e linda. Chegava a ser engraçado ve-la ali, ela parecia uma criança que se deliciava com doces, mais ela ainda não sorria, e isto incomodou Tom, ele amava ve-la sorrir.

-Vou buscar seu refrigerante- disse levantando-se da cama e conjurando sua capa, Hermione engasgou enquanto comia.

-Mais, mais voce vai ir compra-lo?- perguntou preucupada.

-Sim, o que têm demais?- perguntou.

-Só tem no mundo trouxa e acho que só vai encontra-lo em mercado vinte quatro horas, e só tera trouxas e...

-Hermione eu só irei ir comprar um refrigerante não vou mata-los – disse serio.

-Promete? Promete que não machucara ninguém?

-Prometo – falou suspirando pesadamente – em alguns minutos estou de volta.

Falando isto saiu pela porta do quarto com sua capa de viagem cobrindo seu pijama e sua mascara e luvas. Hermione ficou com medo, sabia que ele odiava trouxa não se perdoaria se por acaso alguém moresse só porque sentiu um desejo de tomar refrigerante. Parou de comer e ficou esperando Tom voltar, não se passou nem vinte minutos ele chegou com uma sacola cheia de refrigerantes.

-Trouxe mais alguns vai que tenha vontade novamente – disse mostrando mais de trinta latas de refrigerantes de varios sabores – Kirk – ele chamou a elfa que apareceu em frente a ele – guardeas resfriadas.

-Sim mestre – fez uma reverencia e saiu.

Tom entregou uma lata para Hermione e abria outra para ele.

-Você também ira tomar?- perguntou incredula.

-Sim, por que o espanto?

-Tipo voce odeia trouxa e tudo que eles fazem então...

-Eu odeio os trouxas e não tudo que eles fazem – corrigiu ele- existem coisas que realmente são muito uteis.

-Serio? Como o que? – Hermione perguntou enquanto voltava a comer e beber seu refrgerante, Tom sentado ao seu lado na cama.

-Hum como o avião, é uma invensão muito util. Hum as armas, também é algo util.

-Voce acha as armas de fogo uteis? – perguntou ela incredula.

-Por favor, Hermione, voce nunca achou que nós não usamos suas próprias armas para acabar com eles?

-Não, nunca pensei que voces pudessem usar destes recursos para isto – disse séria.

-Mais uso, principalmente quando não quero que Ministério fique sabendo de alguma morte que causei, armas trouxas fazem pensar que foi outro trouxa.

-Nossa quanto coisa que não sei – disse levantando-se.

-A aonde vai? – Tom perguntou a ela.

-Ao banheiro – disse caminhando-se para lá.

Tom levantou-se da cama e foi em direção à janela, obeservar seus jardins, pensava como uma simples garota como Hermione conseguia mexer tanto com ele, nunca imaginou ir até um mercado trouxa comprar algo trouxa e comprimentar e pagar por esse algo, como fosse uma coisa totalmente normal de se fazer. Mais foi exatamente isto que fez, e fez por Hermione. Podia tentar se enganar falando que foi para o filho mais não, foi por Hermione que fez somente para ve-la sorrir. Como ficou tão bobo assim?

Hermione saiu do banheiro e olhou em volta, viu Tom parado perto da janela, realmenete ele estava ainda mais lindo, e apesar do que aconteceu mais cedo com eles, a briga, ele foi tão gentil com ela chegou a buscar algo troxa para que ela não ficasse com vontade. Devia agradecê-lo? Sim era o correto a se fazer.

Aproximou-se dele e o chamou com a voz suave.

-Tom?

-Sim – ele virou-se para olha-la e viu que Hermione havia trocado sua roupa de dormi, tinha colocado um baby dol azul claro de seda, era curto e deixava suas pernas amostras, como também os contornos de seus seios bem chamativos, ficou a admira-la e só parou quando ela o chamou novamente.

-Tom! Bem eu queria agradecer a voce – disse timida – por ter sido gentil e ter ido buscar o refrigerente. Eu bem... Obrigada – concluiu ela olhando aqueles lindos olhos azuis que a facinava.

-Não foi nada – disse ele.

-Não diga que não foi nada – falou ela se aproximando ainda mais dele – eu te conheço o suficiente para saber como deve ter sido dificil para voce ir a um lugar trouxa e não matar eles – disse como fosse algo natural.

Tom aproximou-se dela e tocou a mão em seu rosto, deixando suas bocas bem perto uma da outra.

-Só voce me faz fazer estas coisas minha Senhora – Hermione estremeceu ao ouvir ele tão próximo a ela e ainda mais quando seus labios se ajuntaram.

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Tom puxou-a para si pela cintura com delicadeza e beijou-a. Dessa vez o beijo foi lento e profundo. Uma das mãos dele estava na cintura dela, fazendo-a sentir o que o simples beijo dela fazia com ele. A outra estava emaranhada nos cabelos dela, trazendo-a para perto. As mãos dela corriam nas costas dele, e suas unhas cravavam ali conforme ele tornava o beijo mais passional.


Ela sentiu sua própria respiração acelerar junto com a dele, e sentiu-se inundar por dentro enquanto aquele beijo se tornava mais feroz e possessivo, sentindo a ereção dele pressionando seu baixo ventre. Os lábios dele descolaram dos dela e desceram por seu pescoço, enquanto a mão dele que estava em seus cabelos começou a passar dentro de sua blusa nas costas. A língua dele passeou pelo lado do pescoço dela; ele tirou-lhe a blusinha devagar e a pôs na mesma cadeira em que estava seu casaco.


Ela o abraçou e o beijou e uma de suas mãos desceu para acariciar o membro dele por vontade própria. Ele soltou um gemido abafado dentro de sua boca, e as mãos dele correram pelas costas dela, soltando o fecho do sutiã. Ela o soltou e deixou-o tirar-lhe a peça. Os lábios dele desceram pelo colo dela entreabertos ate alcançar um dos seios. Ele roçou os lábios nestes; ela arqueou em seus braços. Ele capturou um mamilo em seus lábios e começou a lambê-lo; ela resfolegou. Ele o chupou com força, ela soltou um gemido alto, que bombeou ainda mais sangue para seu membro. Ele se dedicou inteiramente à tarefa e gemeu contra a pele dela quando ela voltou a tocá-lo, por cima da calça.


Ele dispensou ainda mais atenção ao outro seio e chegou a mordê-lo de leve. Ela abriu a camisa dele e ele a tirou, deixando-a sobre a mesma cadeira. Hermione correu as mãos pequenas pelo tórax dele, sentindo-o. Ela passou os lábios pelo pescoço dele, sugando-o de leve. Desceu pelo tórax, beijando-o devagar, e sua língua passou pelos dois mamilos dele. Ela desceu mais e mais e os olhos de Tom, até ali fechados, se arregalaram, e ele olhou para baixo, para as mãos delicadas dela abrindo sua calça, quando ele entendeu o que ela pretendia.


Tom a puxou pelos cabelos, fazendo-a levantar e sussurrou, com os lábios a centímetros dos dela:

- Você não precisa fazer isso... Hermione.
— Eu sei que não — devolveu ela, suavemente. — Mas eu quero.


Os olhos dele queimaram, e ele a beijou outra vez, com uma ânsia muito além de qualquer coisa que ela já pensara. Ela se sentiu desejada. Uma das mãos dele desceu por dentro do short e da calcinha dela e ele sentiu-a molhada. Ela gemeu ao toque e mordeu o lábio inferior, arqueando nos braços dele. Ele deslizou um dedo para dentro dela, observando as reações dela como que hipnotizado.


Então pôs dois dedos para dentro dela e começou a realizar movimentos de vai e volta; ela gemeu e arqueou ainda mais, com os olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Tom sentiu sua própria respiração se tornar ainda mais difícil ao ver a entrega dela, os sinais do prazer dela. Pôs três dedos dentro dela e tornou o toque mais forte. Ela cravou as unhas em seus ombros, sem conseguir conter um gemido alto; as pernas dela enfraqueceram e ela teria ido ao chão se ele não a estivesse segurando.


— Vai gostosa... — sussurrou ele, começando a sentir os músculos dela apertarem seus dedos. Ele desceu o rosto e sugou um dos seios dela, sentindo seu membro pulsar cada vez mais ao ouvir os gemidos dela e ao sentir o corpo dela inteiro estremecer.
— Ah... Tom — ela sussurrou.


Ele a beijou na boca vorazmente, enquanto tirava o short dela. Hermione se livrou de sua calcinha, ao mesmo tempo em que ele fazia o mesmo com suas próprias peças de roupa remanescentes. Ele voltou a beijá-la, enquanto a levava para a cama.
Deitou-a lá e deitou-se por cima dela. Ele se postou na entrada dela, observando-a. Ela tinha os lábios entreabertos, fitando-o com os olhos tão cheios de desejo quanto os dele. Tom deslizou para dentro dela devagar, entrando inteiro nela. Ela cerrou os olhos com força. Fazia tempo para ela.


Ele a beijou, sem se mover dentro dela. Então ela o sentiu sair dela e depois entrar de uma vez só, com mais força. Ela arqueou e soltou um gritinho.
— Shh — sussurrou ele. E beijou-a outra vez.


Então começou a se mover de verdade, para dentro e para fora, sempre com mais força. Ele sentia o calor úmido dela envolvê-lo, sentia-a apertá-lo, e estava sem nenhum controle sobre si mesmo.As unhas dela cravavam em suas costas conforme ele aumentava a força das investidas e ele sentiu as pernas dela travarem ao seu redor.


— N-não pare — ela pediu, com a respiração difícil.

Ele a olhou e começou a sentir os músculos dela o apertarem mais ainda, enquanto ela arqueava, gemendo seu nome, implorando para que ele não parasse. Ele não conseguiu saber como conseguiu se segurar por tanto tempo; queria vê-la atingir o ápice em seus braços novamente, como a muito o fez.

As pernas dela o prenderam ainda mais, ao mesmo tempo em que as unhas dela cravavam com mais força em suas costas e ela mexia a cabeça de um lado para o outro, gemendo o nome dele. Ele deu um sorrisinho cafajeste, que ela retribuiu, tonta de prazer.Ouvir o som do nome dele brotando daqueles lábios naquele estágio de emoção fez seu membro pulsar mais por alívio, e ele não parou; empurrou-se com mais força, sua respiração cada vez mais irregular.

Hermione o observava, ainda sentindo-o mover dentro dela, depois de tanto prazer e daquele choque que percorrera todo o corpo dela.
— Ah... Gostosa... Toda molhadinha...


Sentiu algo quente inundá-la por dentro enquanto o rosto dele se contorcia numa expressão que poderia ter sido de dor, não fosse o gemido dele, de fundo de sua garganta. Ele soltou um pouco do peso do corpo dele, apoiando-se somente pelos braços, deixando a cabeça afundar no travesseiro ao lado dela. Ela sentia a respiração quente e pesada de Tom em seu pescoço, enquanto acariciava calmamente as costas dele, tentando acalmar sua própria respiração. Ele beijou a testa dela e murmurou.

- Obrigado por me fazer sentir completo novamente – disse com a voz suave e entrecortada pela respiração ainda ofegante.


Mordeu de leve a região entre o pescoço e o ombro dela. Ela sorriu. Ainda o sentia dentro dela; o resultado da paixão dele escorrendo entre suas pernas, para o lençol. Ele retirou-se do calor dela e se deitou de costas, puxando-a junto consigo, para se deitar no peito dele.

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Hermione desejou muito poder sentir de novo a sensação de Tom em seus braços, respirava o cheiro agradável que saia de sua pele suada pelo esforço do prazer, descia e subia a mão pelo seu tórax, e ele fazia o mesmo em sua costa.

-Senti tanta falta de sentir você assim – disse com a voz doce para Tom.

-E para você foi apenas alguns meses, e pra mim que foram décadas?- disse a olhando.

Hermione sorriu para ele mais nada disse, a vida deles teriam sido tão diferente se escolhas certas estivessem sido feitas.

-Posso te falar algo Hermione?- Perguntou ele.

-Claro – respondeu.

- Quero que saiba que o que aconteceu entre nós não mudara em nada em nosso acordo – disse com a voz séria.

-Eu não queria que mudasse Tom, eu assim como você não confio em suas palavras – retrucou também com a voz seria.

Tom nada respondeu sabia que Hermione não confiava nele, ele também não confiava nela, estavam quites. E assim dormiram os dois juntos, um nos braços do outro igual ansiavam a tanto tempo.

No outro dia Tom acordou, Hermione ainda dormia tranquilamente em seus braços. Ajeitou os cobertores em cima dela para cobrir sua nudez e foi arrumar-se para o café. Hoje teria varias reuniões, e não podia perder tempo.

Saiu do banheiro e deixou um recado para Hermione, em seu travesseiro ao lado dela.

“Minha Senhora, hoje ficarei fora o dia todo, à noite conversaremos mais. Obrigada pela a deliciosa noite, você é ainda a melhor!”.

“Do seu sempre Tom”

Sorriu assim que acabou de ler o bilhete, Só Hermione para me fazer escrever estas coisas. Pensou divertido.

Chegou à mesa do café, todos seus comensais mais fiéis estavam ali, as famílias Malfoy, Goyle, Parkinson, Nott, Crabbe e os Lestrange. E também os que não tinham família como Snape, Yalex, Dolhov e irmãos Crows. Estes eram seus melhores e mais fiéis servos, estes eram seus generais, cada um ali tinha sua especialização, sua função. Para que tudo ocorresse conforme planejado.

Tom marcou uma reunião com eles, somente seus comensais para o inicio da manhã, mais pediu para que todos viessem com as esposas e filhos caso tivessem, para tomarem café juntos. Claro que todos ficaram muito curiosos e prontamente aceitaram os convites.

Tom chega à mesa, e a vista cheia. Todos ali sem mascaras, não era necessário esconder que serviam o Lord. Tom parou próxima a mesa e observava todos conversarem.

-Bom dia a todos – disse com a voz fria de sempre, mais para quem o conhecia via que ele estava satisfeito com alguma coisa, nunca pensaria que o seu Lord ficaria feliz, era algo imaginável.

-Bom dia Milord – entoaram todos juntos.

Tom pegou seu jornal, o Profeta Diário que como sempre falava de algumas mortes de alguns trouxas, ataques a vilarejo trouxas e uma manchete que dizia sobre o envio da cabeça para o ministério.

Tom largou o jornal e olhou para seus comensais, que agora comiam em silencio.

-Bom acho que vocês estão curiosos para saberem o porquê de eu chamar você tão cedo – ninguém respondeu então ele continuou – Bem tenho um comunicado a fazer a vocês, darei uma festa no próximo sábado e quero a presença de todos os meus comensais aqui, todos do mais alto escalão até o mais baixo.

Toda a mesa se entreolhava e por fim voltaram a olhar para Tom.

– Narcisa Malfoy, Judith Goyle e Amélia Parkinson, vocês ficaram responsáveis pelos preparativos, não poupem nos gastos, o que precisarem de mais caro mandem para que vossos maridos preparem ataques pares conseguir, mais quero tudo do bom e do melhor. Lestrange, Corow e Yalex façam a verificação dos feitiços de segurança e os reforcem, não quero que ninguém atrapalhe minha comemoração.

-Milord desculpa a curiosidade mais o que Mestre ira comemorar?- pergunta Narcisa timidamente – desculpe é por que preciso saber para organizar.

-Sim eu entendo Narcisa, será meu casamento – disse com a voz fria de sempre.

Seus comensais o olhou assustado, viu que alguns como Bella, Lucio e Snape cuspiram o que tomavam, tentando disfarça com uma tose mal feita. Os outros olhavam com descrença.

-Não sei por que o choque, eu e minha noiva estamos juntos há algum tempo, tanto é que ela esta aqui na mansão há alguns dias, decidimos no casar somente para que as coisas ficassem legalizadas. Não que eu deva alguma satisfação a vocês –respondeu com a voz gélida.

-Não pensamos isto Milord, só que nos pegou de surpresa – respondeu Snape com a voz fria e baixa de sempre.

-Quem é a felizarda Milord? – perguntou Belatix com sua voz rouca, tentando disfarça a raiva que sentia.

-No momento certo ira descobrir, Bella.

-Milord! Sua noiva não ficara nervosa se nós organizarmos a festa penso que por se tratar de seu casamento ela queira dar alguns palpites.

-Se dependesse dela, ficaria tudo vermelho e dourado – falou divertido, mais percebeu que deu uma mancada e se restabeleceu mais serio – ela tem um péssimo gosto, e ela não dará opinião nenhuma. O casamento é meu, não dela – disse se levantando – bem aguardo vocês dentro de duas horas, em minha sala de reunião. Irei sair e espero que estejam lá quando retorna.

Tom levantou-se e saiu. Agora que seus comensais repararam que ele não vestia sua habitual capa negra, e sim uma calça bem cortada preta, com sapatos lustrosos da mesma cor, uma blusa gola alta, azul escuro o que destacava seus olhos mesmo por trás da mascara e por cima um blasé, as mulheres na mesa o admiravam com aquela roupa, pois se via mesmo por cima da camisa de linho, que ela tinha músculos definidos, e sua elegância ao andar era notada, deixando-as boquiabertas.

Tom desaparatou não ligando para os olhares cobiçosos das mulheres a mesa, e de interrogação de seus comensais, hoje seria um dia longo. Iria visitar o lugar que jurou nunca mais pisar, o mundo trouxa.

Notas finais
Eu aqui de volta!!1º Acabem com a ansiedade desta auora e me falam o que acharam!!! 2º Desculpa por não ter respondido a nenhum comentario no cap anterior, maisjá vou explicar o porque.
E o seguinte gente eu , não sei se todos sabem mais sou uma mulher casada e tenho duas filhas para tomar conta, uma de 6 e a outra de 2, fora meus afazeres domesticos e tomar conta desta bençõs, ainda faço parte de uma banda na qual sou uma das vocalista e meu esposo é baxista, baterista entre outros, e ainda faço facu, fora isto na segunda começo a trabalhar, ou seja, estou atarefadissima e sinto falatr para voces que não poderei atualizar a fic com tanta frequencia como antes.
Eu sei que é chato , mais eu não vou abandona-la isto nunca tanto que este fim de semana estou correndo par adeixar alguns cap prontos, eu tentarei atualiza-la pelo menos duas vezes na semana, quando não consegui sera uma vez. Gosto disso tanto quanto voces mais eséro que me entendam, por favor e não me abandone, e foi este o motivo que não respondi aos comentarios para adinatar os cap. Mais por favao não deixe de comentar , este sera meu maior incentivo para continuar a escrever!!!
Bjs gente e amos todos vcs, e por favaor não fique bravo!!!e não me abandone. Até terça ou quarta feira.