Uma Segunda Chance para Viver

36 Capítulo 36- 35º Um dia quase normal para Tom


Notas iniciais
OI gente aqui estou eu com mais um cap. Sinceramente não sei seirão gostar, mais conversando com minha querida beta esta idéia surgiu, mais mesmo assim comentem, mesmo se for para falar que ficou uma M%$*a.
Referente aos comentarios quero discupar-me em não responde-los, é como sabem estou sem tempo eo tempo que tenho é para escrever cap para voces. Mais porfavor não deixe de comentar, este sera meu combustivel para continuar escrevendo.
Bjs e hj têm trailler!!!

35º Um dia quase normal para Tom

Tom desaparatou em um beco próximo a Av. Tottenham Court Road umas das principais de Londres. Retirou sua mascara, ficando apenas com suas luvas, ja que o dia mesmo com sol era frio. Tom caminhou por ela e ia em direção a Convent Garden um pequeno shopping que tem muitas lojas. Queria muito fazer uma surpresa a Hermione, quem sabe ela não agradeceria a ele como na noite passada?

Ao andar pelas ruas da movimentada cidade, Tom observava as diversas “espécies” que circulavam por ali, dês de asiáticos, indianos, homens e mulheres estranhos cheios de pircg e tatuagens pelo corpo.

E os bruxos acham feia a minha, eles tinham que ver o que estes imundos dos trouxas fazem. Disse com nojo.

Chegou ao local que queria, parou em uma banca onde tinha varias revistas pegou algumas de vestido de noiva, pagou por elas e saiu em direção a uma floricultura do outro lado da rua.

-Bom dia – um atende o cumprimentou.

-Bom dia — respondeu educado – Quero duas dúzias de rosas vermelhas — pediu ao atendente.

-O senhor quer que faço um buque? Temos vários modelos – respondeu o jovem mostrando alguns modelos para Tom.

-Sim eu gostei deste aqui – apontou para um muito bonito, que tinha papeis brilhantes rosas –mais troque os papéis por verdes – pediu ele.

-Claro senhor – o atendente fez conforme o pedido.

- Tem cartão?- perguntou Tom.

-Sim- o atendente respondeu lhe entregando um cartão e uma caneta.

Tom começou a escrever com sua letra caprichada.

“Ola minha Senhora!

Comprei estas rosas pensando em você, mais nem todas as rosas do mundo se compara a sua beleza.

Junto a elas, estou te mandando estas revistas para que escolha entre os vestido um para o nosso casamento, a Madame Makcilian estará ai as 16:00 para tirar suas medidas e pegar o modelo do vestido. Estou louco para te rever.

Seu Tom.”

- O sr. Gostaria que nós entregássemos? – perguntou o atendente.

-Não obrigado. Eu mesmo vou leva-lo – Tom pagou o buque e saiu da floricultura e foi para uma das diversas cabines telefônicas que ali tinham, entrou em uma delas e fez um feitiço para que ninguém a usasse, todos que chegavam perto se lembrava de algo e voltava para trás.

-Kirk! – chamou forte Tom, e dentro de segundos a elfa apareceu a sua frente.

-Sim Milord – disse fazendo uma reverencia exagerada como sempre.

-Kirk leve isto a sua Senhora, e não fale a ela onde estou – falou ríspido – se pergunta diga apenas que nos veremos no jantar.

-Sim Milord – confirmou a Elfa que sumiu com um estalo.

Tom desfez o feitiço e saiu da cabine, ele odiava o mundo trouxa. Lembrava-se da época que era pequeno no orfanato, quando ao menos sabia que era bruxo. Uma vez por mês eles levavam as crianças para passearem no centro de Londres, ele via admirado o Picadilly Circus, uma praça com painéis iluminados e bastante movimentada a qualquer hora do dia, que na época que ele era pequeno não tinha os painéis mais mesmo assim era um lugar com muito movimento.

Ficava a imaginar para onde as pessoas passavam sempre tão apressadas, todos ali pareciam importante e quanta vez se perguntou se uma delas era seu pai ou sua mãe. Hoje ria internamente de seus pensamentos, claro que seu odioso pai sim podia ter passado por ali, mais com certeza nunca se perguntou se um daquelas crianças que ficavam encantadas somente de ver o local seria seu filho.

Tom ao pensar nestas coisas de seu passado se sentiu muito irado, pois aqueles trouxas que passavam por ele com pose tão esnobes e importantes se achavam superior a tudo, mais eles não eram nada, simplesmente uns fracos, inúteis. E para desfazer de sua ira, Tom de um canto da praça conjurou um feitiço.

-spoliamortis – e uma linha longa e negra cortou o ar, para os trouxas era invisível, mais não para Tom.

Via que por onde a linha passava cortava o corpo de quem o feitiço atingia, viu muitos que andavam tranquilamente serem mutilados, seus braços, mãos e até mesmo uma cabeça foi arrancada do nada. Viu quando os trouxas começaram a gritar, pois não sabiam de onde vinha o ataque, e não conseguia ver nada ao redor somente pedaços de membros. A gritaria foi geral e no canto Tom ria, sua risada maligna de sempre.

-Ai? Agora vocês se sentem superiores? Seus trouxas imundos! – exclamou virando a costa para os berros e gritos de dor — metammortis – entoou e assim como surgiu a luz negra, ela sumiu.

Tom caminhava por um lugar menos movimentados, ouvindo ainda os barulhos de sirenes, com certeza a policia e ambulâncias iam em direção a praça para socorrer os trouxas imundos e tentar pegar quem causou isto. Tom riu, ficariam meses procurando o culpado ou a causa do acidente, e por fim colocariam a culpa em algum trouxa inocente somente para dar o assunto como encerado.

Estava imerso a seus pensamentos quando algo em uma vitrine chamou sua atenção, era uma loja muito colorida cheia de coisas para bebê, na vitrine havia varias roupinhas de menino e meninas, todas muito lindas, mais Tom se encantou com um em particular.

Era um macacãozinho todo branco e por cima havia um bolerinho com varias figuras coloridas, obviamente não gostou da cor.

Meu filho nunca usara branco! Mas entrou na loja para ver se tinha de outra cor. Uma jovem de lindos cabelos pretos brilhantes veio atende-lo, ela tinha a fisionomia muito familiar e beirava cerca de uns trinta anos.

-Bom dia Senhor posso ajuda-lo? – perguntou educada e com um sorriso sincero.

-Quero ver outras cores para aquele macacão ali- disse apontando para a vitrine.

-Me acompanhe, temos diversas cores e tamanhos, qual é o tamanho do bebe – perguntou a ele.

-Não nasceu ainda, minha noiva esta gravida de poucos meses – disse normalmente.

-ah, então seria bom levar um tamanho até 3 meses , assim poderá usa-lo assim que a criança nascer – ela falava colocando vários modelos em sua frente, quando Tom viu um vermelho fez uma cara de nojo, que não passou desapercebido a vendedora, depois ela colocou um verde e Tom disse mais animado.

-Este é ótimo, verde Sonserina – disse normalmente, sua voz era baixa mas a vendedora ouviu.

-O sr. conhece Horgwats?- perguntou ela curiosa.

Tom a fitou por alguns instantes antes de responder.

-Sim.

-Eu estudei lá – falou animada.

-Eu também – Tom disse estranhando o fato de uma bruxa trabalhar em uma loja de bebe no centro de Londres, invadiu a mente dela, e viu que ela foi da Cornival e se formou a mais de doze anos.

-Eu era da...

-Cornival – completou Tom.

-Sim. Como sabia? –o fitou curiosa.

-Não importa.

-Pela cara de reprovação que fez ao ver o vermelho e do olhar admirado que fez ao ver o verde, aposto que era da Sonserina – disse sorrindo.

-Sim, eu estudei na Sonserina- confirmou – mas me responda, você me parece uma bruxa brilhante e normalmente os Cornivais são muito inteligentes – a vendedora corou ao elogio- O que faz trabalhar aqui?

-Obrigada. Sim até alguns meses atrás trabalhava em uma distribuidora de vassouras, mais ...bem o Sr. deve saber que as coisas andam difíceis no mundo magico – falou tristemente.

-Só para nascido – trouxas -disse Tom frio – os puros sangue como você não deveria temer – ela sorriu.

-A questão é que eu sou puro-sangue mais meu marido é trouxa, minha família me rejeitou assim que eu comecei a namora-lo e depois de um tempo nos casamos e passamos a morar aqui no mundo trouxa, depois me mudei para uma vila onde morava diversos bruxos, mais os ataques começarem e decidi vir morar totalmente no mundo trouxa , longe de qualquer vestígio bruxo.

-Não é muito sacrifício para uma pessoa? Seu marido não deve ter gostado quando soube que você era uma bruxa.

-É no começo ele pensou que eu estava louca, ou tirando uma com ele. Contei assim que ele me pediu em casamento. O levei no beco diagonal para ele ver que existia um mundo diferente no qual ele estava acostumado, e depois de algumas semanas ele aceitou numa boa – falou ela.

-Mesmo assim acho sacrifício demais, por alguém. Você teve que deixar sua família. Sujou seu sangue só por uma pessoa – Tom não entendia isto, o que ela ganhou com estes sacrifícios todos? Só um homem que ao menos sabia fazer Magia, um homem inferior a ela. Não Tom realmente não entendia.

-Eu ganhei a felicidade de ter uma família, ganhei duas filhas lindas, que tenho certeza que serão grandes bruxas quando foram para Horgwats, e acima de tudo . Conheci o poder de um verdadeiro amor. Muitas pessoas buscam a vida toda por alguém a quem possa amar, outros por alguém que pode ama-lo, mais são raros os casos que se encontra, alguém que ama e é amado na mesma intensidade. Eu sou uma destas raras pessoas, amo e sou amada do mesmo jeito. Agora eu te pergunto, valeu ou não a pena? – ela falou suavemente.

Tom ficou pensando naquilo, pela primeira vez na vida não ficou incomodado com uma traidora de sangue, e varias perguntas passou em sua mente, teria valido a pena, ter deixado tudo a mais de cinquenta anos atrás por Hermione? Como seria sua vida hoje, caso estivesse desistido de seus planos? Uma coisa tinha certeza estaria morando em sua antiga casa rodeados de filhos e quem sabe até netos, e Hermione estaria ao seu lado feliz. E ele estaria também?

Tom despediu-se da vendedora, ficou surpreso ao saber que era Carmen Lestrange, irmã de Rodolfh um de seus mais fieis comensal. Tom aparatou direto ao beco diagonal, já estava ficando tarde e tinha ainda que passar na madame Mackimilin para ela par ir em sua mansão tirar as medidas de Hermione.

O que Tom mais gostava de sua nova forma era poder andar sem ser reconhecido, tudo era tão fácil. Fez vários sequestros e retirou varias informações de bruxos importantes somente por bater na porta e usar seu grande poder de persuasão, obviamente depois apagavam a memória deles, para que seu rosto não fosse lembrado, chegava a ser divertido.

Tom entrou na loja da costureira, percebeu que estava cheia de alunos tirando medidas para novos uniformes, observou dois ruivos que madame atendia, um discutia com uma mulher também baixa e ruiva.

-Mãe por que não pude ir junto com Harry comprar a vassoura?- Rony perguntou a Sra. Weasley.

-Porque tinha que tirar suas medidas Rony para sua roupa de gala – respondeu a mulher saindo e indo para frente da loja, onde Tom aguardava para ser atendido.

A Sra. Weasley carregava diversos pacotes, de livros e algumas sacolas, como estava muito atarefada tropeçou e quase foi ao chão se não fosse Tom ampara-la.

-Obrigada – respondeu fitando aqueles lindos olhos azuis dele.

-Não foi nada , Sra. –Falou educadamente com sua voz suave, que normalmente usava para induzir as pessoas – deixe eu ajuda-la com suas compras – disse mexendo sua varinha, erguendo todos os embrulhos e fazendo um feitiço para diminui-lo.

-Nossa obrigada querido, eu ia fazer isto agora. Mais é tantas coisas para ver que acabei esquecendo-me — disse simpática.

-Normal para quem têm filhos – continuou educado.

-Ainda bem que este é o ultimo ano do meu filho e de seu amigo, depois só ficara minha Gina.

-Desculpe. O amigo de seu filho? – perguntou Tom fingindo de desentendido, claro que aqueles eram os Weasley e o amigo em questão era Potter.

-Sim o pobrezinho é órfão e eu o ajudo dês do segundo ano- respondeu ela – o Sr. esta acompanhando seu filho também?- Perguntou vendo que tinha muitas crianças ali.

-Não meu filho ainda não nasceu Tom respondeu e logo virou-se para cumprimentar a Madame Makcmili que havia se aproximado.

-Posso ajudar?

-Sim. Quero que a Sra. Va a minha casa para retirar as medidas de minha noiva- disse sério. A Sra. Weasley ainda estava ao lado e fingia não prestar atenção ao assunto.

-Hoje não posso muito movimento na loja e não posso me ausentar – respondeu educadamente. Como os outros, ela não se lembrava da aparência de Tom, a fazendo pensar que ele fosse mais um cliente qualquer.

-Por favor, olhe o endereço de minha casa – disse em seu Tom natural. Mais deixando frisado bem o minha. A mulher pegou o bilhete e leu com os olhos.

Venha as 16:00 horas na la maisondesserpents, espero não prescisar vim busca-la pessoalmente, a chave de portal é este bilhete, não se atrase. Uma elfa estara te esperendo no Hall de entrada .

Lord Voldermont

A mulher acabou de ler o bilhete ja com o rosto palido, e disse com a voz baixa quase em um sussuro.

-Claro estarei lá no horario.

-Estarie esperendo – Tom disse se virou para a Sra. Weasley — Foi um prazer, madame — disse fazendo uma reverencia e ia saindo pela porta deixando duas senhoras com fisionomias bem diferentes uma assustada e a outra encantada, quando tromba com alguém imensamente indesejado.

-Desculpe – Harry olhou para o homem a quem trombou.

Verde esmeralda encarando Azul acinzentado, Tom era bem mais alto que Harry e quando percebeu quem era o individuo, invadiu sua mente em quastão de segundos e começou a passar cenas dele torturando Hermione em sua suposta morte.

Harry sentia sua mente sendo invadida e sua cicatriz pareci que ia explodir tamanha era a dor, chegou a se desequilibrar e cair ao chão gritando com as mãos na cabeça. Todos que estavam na loja viraram-se em direção a porta, Tom saiu como se nada estivesse acontecendo em quastão de segundos havia sumido entre os bruxos do beco diagonal.

-HARRY !!Harry !! – sra. Weasley , Gina e Rony chamavam por ele. Harry poucos segundos depois que Tom saiu levantou já com a varinha em punho e saiu em disparada para a rua, com Gina, Molly e Rony em seu encalço.

-CADE VOCE SEU DESGRAÇADO !!!APAREÇA !!COVARDE !!! APAREÇA VOLDERMONT NÃO FOGE – Harry gritava alto na rua. E quando a palavra Voldermont saiu de sua boca a correria de bruxos ali presente foi geral.

Ninguem sabia o porque, mais corriam ou desaparatavam faziam com medo de um ataque, membros da Ordem apareceram em seguida assim como alguns aurores que ainda trabalhavam honestamente e não ao comando do Ministério que estava corrompido pelos comensais.

-Harry !!- A sra. Weasley tentava acalma-lo – Harry ele não esta aqui querido.

-Harry me escute por favar – gritava Gina para o namorado – amor ele não esta aqui !!-falou séria.

-O que houve ? – Lupim chega com Degalo – foi um ataque ?

-Não, ele. Voldermont estava aqui !! – continuava Harry.

-Como ?- perguntou Lupin.

-Era ele eu tenho certeza , na hora que entrei na Madame ele estava saindo , mais não na forma dele, na forma de um homem normal. O ...o mesmo... – Harry tentava lembra-se de onde ja o tinha visto – lembrei !Era o mesmo homem que dançava com Hermione no casamento do Gui – concluiu.

-E como voce sabe que era ele aqui ? e mais como sabe que ele era o mesmo homem ?- perguntou sra. Weasley.

-Quando ele viu quem era eu, ele invadiu minha mente e me mostrou como...como. – Harry não conseguia falar , tentava segurar-se para não lembara das imagens – como torturou a Mi até a morte, eu senti tudo, foi...foi..horrivel- concluiu entre lagrimas.

-Harry voce –sabe-quem- não pode estar simplesmente andando por ai – falava Lupin – não era ele.

-Era ele sim, tenho certeza ! – disse irritado.

-Vamos Harry querido, vamos para Toca, estes ultimos tempos têm sido muito dificil para voce ainda mais com a perda da Hermione. Vamos querido, um bom dia de sono te fara acalma –a Sra. Weasley arrastou Harry que ainda estava com uma mistura de raiva, magoa e sofrimento por ter visto as imagens de sua melhor amiga, ou melhor sua irmã de coração morrendo.

Mais mesmo que todos duvidassem ele sabia, aquele era Voldermont.

Tom chegou em sua mansão atrasado para a reunião, havia marcado com seus comensais as 11 :00 é ja era 12 :30, mais sabia que eles o aguardavam. Seu dia tinha sido ótimo, matou alguns trouxas imundos, motilou mais alguns, comprou um presente para o filho e o melhor, torturou um pouco o maldito Potter. Hermione falou para não persegui-lo mais dispensar uma oportunidade daquelas, a não ai já seria demais.

Colocou novamente sua mascara e entrou em sua sala de reunião, todos se calaram e se revenrenciaram em sua presença, com um pequeno movimento todos tomaram seus lugares e deu-se inicio a mais uma longa e chata reunião. Tom não estava ali, sua mente vagava até onde estava Hermione não via a hora de a noite chegar e ir ao seu encontro.

Hermione acordou muito bem naquele dia, ainda mais depois que leu o bilhete de Tom. Fez sua higiene de sempre tomou seu café e antes mesmo de ir para a biblioteca Kirk chegou com um lindo buque de rosas e um bilhete de Tom.

-Esqueci como Tom sabe ser um cavalheiro –sorriu pedindo um vaso para Kirk para por o buque.

Ficou feliz ao imaginar que poderia casar-se com um vestido do seu gosto, ja tinha pensado que Tom a obrigaria casar-se de preto ou verde sonserina, mais não ele até comprou revista para que ele pudesse escolher seu vestido.

Passou o resto da manhã olhando as diversas revistas Hernione estranhou o fato delas serem trouxas e do endereço da floricultura ser no centro de Londres,mais resolveu ignorar isto. Tom nunca chegaraia tão longe para agrada-la.

Quando faltava dez minutos para as 16 :00 horas, Hermione estava super ansiosa para ver Madame Mavkimili, era a primeira vez que via alguem desde de sua chegada ali a quase quinze dias, queria saber como o mundo estava atras daqueles muros.

-Senhora – kirk chamou Hermione – meu mestre falou que a madame Mackimilon estara enfeitiçada, então não te reconhecera e também esta com umm feitiço mudo, ela não podera conversa, mais entendera tudo que a senhora lhe falar.

Hermione supirou cansada.

-Esqueci com quem estou lidando – disse desanimada.

Logo em seguida a porta de seu quarto foi aberta, Hermione olhou a mulher entrar com o olhar desfocado, varios aparelhos vieram tirar as medidas de Hermione e penas faziam as anotações, Hermione foi ate a revista e mostrou o modelo do vestido para mulher que arrancou a folha e em menos de cinco minutos ja estava sozinha denovo.

-Pensei que seria mais emocionente – disse etediada.

Como não tinha mais nada a fazer foi se prepara para o encontro com Tom, tomou um gostoso banho e pediu para Kirki colocar uma linda mesa, com castiçais e um arranjo de rosas vermelhas retiradas do buque que Tom deu a ela.

Viu quando o sol se pos e depois de uns quarente minutos Tom chegou a encontrando sentada em frente a lareira lendo tranquilamentente.

-Boa noite minha Senhora – disse assim que aprouximou-se dela, a ergueu da poltrona com cuidado e selou seus labios aos delas em um beijo doce e apaixonado.

-Boa noite meu Tom – respondeu Hermione assim que terminaram o beijo.

-Voce esta linda e perfumada como sempre – elogiou Tom, Hermione vestia um vestido com mangas longas de linho até altura do joelho, era marron escuro e calçava uma bota preta com meias da mesma cor. Era um dia frio,mesmo ali no quarto, mais a roupa lhe caiu muito bem – como voces passaram o dia ?- perguntou passando a mão na barriga de Hermione, que agora com tres meses e comendo muito estava bem evidente.

-Passamos muito bem, mais vai se arrumar daqui a pouco peço para a Kirk servi o jantar – disse empurrando de leve Tom para o banho.

-Não quer entrar comigo ?- perguntou malicioso.

-Apesar de ser uma oferta tentadora, não. Teremos tempo paraisso mais tarde – responedu também maliciosa.

Tom foi para o banho e uns vinte minutos depois saiu totalmente vestido, calça clara, sapatos marrons e uma blusa de gola alta verde escuro.

-Hu...Voce esta lindo como sempre – disse Hermione assim que o viu.

Tom sorriu para ela e a beijou mais uma vez, logo em seguida indo em direção a mesa do jantar pegando uma taça de Wisk de fogo.

-O que fez hoje ?- perguntou Hermione a Tom.

-Nada de importante, mais comprei algo que vai gostar- disse a ela, lhe passando o pequeno embrulho.

Hermione abriu o pacote curiosa e logo seus olhos encheu-se de lagrimas.

-Tom é lindo ! – falou deixando algumas lagrimas molhar suas faces.

-Se gostou porque chora ?- perguntou curioso devido ao choro de Hermione.

-Porque nunca pensei que voce se dedicaria tanto a nosso filho, digo até comprou um macacão trouxa para ele – Hermione dizia entre as lagrimas.

-Claro Hermione que me dedico a ele, é meu Herdeiro. Sera um bruxo poderoso – disse arrogante.

-E se for uma menina ?- perguntou para Tom.

-Eu a amerei da mesma maneira, só que ai tentaremos até nascer um menino –disse a abraçando e a beijando carinhosamente.

-Tom eu amei, é lindo – parou um pouco depois voltou a falar –mais não tinha uma cor melhor não? Tinha que ser verde sonserina?- perguntou sorrindo.

Tom sorriu de volta, era tão facil ser normal e feliz ao lado de Hermione. Jantaram e conversaram sobre o casamento e coisas banais. Obvio que Hermione não gostou de ter Narcisa e outras dondocas preparando seu casamento e ficou uma fera ao saber que se casaraim dali a cinco dias. Mais Tom sabia como manipula-la e bastou um beijo ardente e caricias ousadas que Hermione nem se lembrava o porque que estava brava e assim terminou um dia quase normal para Tom.

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Trailler

-Estou ansiosa – disse calmamente.

-Toda noiva fica assim no dia do casamento- respondeu.

-Ainda mais no meu, onde serie apresentada em um local onde sentenas de bruxos queriam me matar até algumas semanas atras – disse supirando.

« Não só pela carne, mais pela alma nos unimos- ....

-BRUXOS NÃO EXISTEM !!!- exaclamou o outro jovem abraçado a noiva que chorava baixo e com o rosto em seu peito....

-Avada Kedavra- ....

Notas finais
E ai nem presciso dizer que o próximo é o casamento. Mais antes q falem do trailler o que acharam do dia de Tom? Eu achei bem interessante!rsrsrs. Bem espero que gostem e no sabado a tarde eu posto o do casamento para voces. Bjs e espero comentarios!!!Se não vou demosr mais. (risada má).