Uma Segunda Chance para Viver

22 Capítulo 22- Novos de Planos


Notas iniciais
Oi gente primeiro quero agradecer aos comentarios , fiquei muito contente pois no capitulo anterior foram cerca de 30.obrigados a todas que estão acompanhando e comentam sempre.Quero avisar a voces que eu não vou conseguir postar um dia sim outro não esta semana, postarei um hoje e otro no domingo, eu estou cheia de trabalhos e provas para entregar na facu, me perdoem e espero que me entendam. Bjs !!

Hermione dormia tranquilamente enquanto Tom a observava. Sua pela alva, seus cabelos largados sobre o travesseiro e o subir e descer de sua respiração trazia calma e tranquilidade a ele. Tom realmente a desejou, não podia mais negar que gostava dela, quando lhe deu seu anel era para que ela acreditasse que ele confiava nela, apesar de ser o anel de sua família e uma horcrux, ele por algum motivo sabia que com ela estaria seguro.

Talvez tenha se precipitado, mas para te-la nos braços como a teve esta noite valeria qualquer coisa. Ainda quase não acreditava que isto aconteceu que ela aceitou abandonar a tudo o que ela conhecia e todos que ela amava, para estar ao seu lado, sera que isto é amor? Pensou. Tom tinha certeza de uma coisa ela confiava nele, e esta foi a maior prova para ficar ao seu lado, se entregar a ele, o deixar ser o primeiro homem em sua vida. Tom estava feliz.

Por sorte era um sábado, o dia estava maravilhoso. O céu estava claro e sol brilhava forte naquela manhã. Tom pediu para um elfo trazer uma bandeja de café, para que não prescisasse sair dali tão cedo. Caminhou até a cama para acordar Hermione.

- Acorda... Oi sua preguiçosa, – falava em seu ouvido delicadamente, dando-lhe leves beijos em seu pescoço.

- Hum... — Hermione se emexeu mais continuou com os olhos fechados – hummm acho que quero ser acordada todos os dias assim – disse baixinho.

- E só querer e eu te acordo todos os dias assim- disse continuando a beijá-la. – Bom dia minha Senhora. – a cumprimentou com um sorriso.

- Bom dia meu Tom. – disse sentando-se na cama dando-lhe um selinho.

- Dormiu bem?

- Perfeitamente, – disse com um sorriso. – pelo menos nos momentos que você me deixou dormir. — disse maliciosamente.

- É bom saber que agora você me culpa, sendo que a culpa é sua mesmo, quem manda ser tão maravilhosa e deliciosa igual a você? – Hermione corou quando Tom disse isto a ela e ele riu de sua vergonha.

- Pedi para que trouxesse nosso café. – levantou e pegou a bandeja — Tem de tudo um pouco, se alimenta, pois deve estar com fome.

- Realmente estou faminta, mas você também come não vai ficar só me olhando. – disse alegremente.

Tom sentou-se ao lado dela na cama, ele só estava de calça e ela com apenas uma camisa branca dele, os dois comeram em silêncio até que Hermione começou a falar.

- Tom tudo que você me disse ontem é verdade? Quero dizer, – continuou ao ver o olhar de duvida em Tom – você quer realmente que eu fique com você? Quer que eu me case com você?

- Eu sei que você não pensa em casar agora, mas sim eu quero você ao meu lado. E eu quero que as outras pessoas saibam que você esta ao meu lado. – disse firmemente.

- Mas existem tantas coisas que teremos que ver, onde iremos morar? Como iremos viver? – disse preucupada.

- Não se preocupe, nós vamos alugar um apartamento, claro se você quiser morar comigo?- disse a olhando nos olhos.

- Claro seu bobo, acho que depois desta noite não posso me fazer de muito rogada. – disse sorrindo.

- Eu não terei nemhum problema com isto. — disse dando-lhe um beijo doce.

- Nem eu. – e devolveu o beijo com paixão...

Depois de algumas horas Hermione e Tom saíram do salão comunal em direção a torre da Grifinória.

- Eu não sei por que você quis vim para cá. – disse Tom se fingindo de bravo.

- Será porque já é quase hora do almoço e eu não apreço desde ontem à noite? Ou talvez porque eu quero tomar um banho relaxante e trocar minhas roupas, pois sou a única que esta de uniforme em um sábado? -disse sarcástica.

- Certo você me venceu. – disse sorrindo — Nos veremos no almoço então?

- Sim te encontro no grande salão. – disse o beijando apaixonadamente.

- É melhor eu ir embora. – Tom falou quando os dois já estavam totalmente sem fôlego.

Hermione entrou em seu dormitório com um sorriso bobo nos lábios, e foi recebida por Minerva e Heloisa que conversavam.

- Nossa até que enfim apareceu. – disse uma Minerva fingindo aborrecimento.

- Conta tudo Hermione! – gritou Heloisa pulando em sua cama.

- Ah... Não tem nada para contar. – Hermione respondeu timidamente, corando o rosto fortemente.

- Fala sério, vocês não ficou a noite toda só conversando? – Heloisa perguntou sarcástica.

- Você é muito incoveniente Heloisa. – Minerva chamou a atenção da amiga, mas também muito curiosa sobre o que tinha acontecido com Hermione e Tom.

- Bem nós conversamos e ele me pediu para ficar, – disse alegremente – para eu ficar com ele, ao seu lado sempre.

- AH!!! O TOM TE PEDIU EM CASAMENTO!!! — Heloisa gritou abraçando Hermione e segurando sua mão para ver o anel.

- Não é bem em casamento. — disse – Ele me pediu para ficar junto a ele, não significa que nos casaremos logo depois de se formar.

- É a mesma coisa. –disse Heloisa dando de ombros — Nossa tenho que contar para o Jason! – saiu deixando Hermione e Minerva no quarto.

- E para o resto da escola. – brincou Minerva – Com certeza até a hora do almoço todos ja estaram sabendo.

Hermione riu pegou uma roupa em seu malão e foi se arrumar para o almoço. Realmente Minerva tinha razão assim que pisou no salão principal, vários olhares foram para ela e par sua mão esquerda. Estes olhares variavam entre emocionados de algumas lufa-lufas, intrigados de alguns Grifinórios, admirados de alguns Corvinais e raivosos da mesa inteira da Sonserina.

Hermione não se intimidou com nenhum deles, assim que entrou foi direto para a mesa da Sonserina sentar-se ao lado de Tom, que estava com Malfoy ao seu lado e Avery, Nott e Black em sua frente. Hermione não gostava muito de suas companhias e sabia que eles muito menos, mas não eram loucos de falem algo, ou insinuarem perto de Tom. Às vezes pensava que eles se quer pensavam contra ela, em sua presença. Tom apesar de novo era um excelente Leglimente.

- Oi. – disse lhe dando um selinho singelo e comprimentando os outros com um sorriso e um aceno de cabeça.

- Oi. — ele respondeu – Conseguiu relaxar um pouco?

- Sim depois de conversa com Minerva e Heloisa, tomei um banho e ainda tive até tempo de olhar os classificados no Prófeta Diario. – falou colocando almoço.

- Não se preucupe com o apartamento – falou Tom –, eu ja tenho um alugado, se quiser vamos ao próximo fim de semana ve-lo. – cocluiu.

- Sério?

- Claro ou você pensou que fosse para onde depois de minha graduação?- disse sério.

- É que as vezes me esqueço com quem estou lidando. – disse sorrindo.

- Vou fingir que isto foi um elogio. — respondeu sem emoção.

Malfoy, Avery, Nott e Black se entreolharam, Hermione sentiu a tensão em volta mais nada disse, nem se quer olhou para eles. Ela tinha certeza que se os olhasse encontraria raiva e repudia em seus olhos.

- Acho que devo meus parabéns a você, Hermione – disse Nott, com um brilho falso no olhar — pelo noivado.

- Na verdae não estamos noivos. – disse Hermione, Tom continuou almoçando como se não estivesse ali – Estamos comprometidos, mas não significa que casaremos em breve.

- Mas se vocês estão até planejando em compartilhar um apartamento. – comentou curioso.

- O que têm demais morar juntos antes de casar? Isto não influencia em absolutamente em nada.

- Mas aos olhos da sociedade, você não será tão bem vista. – falou Malfoy.

- Não me importo com que os outros pensam, não preciso me fazer passar por outras pessoa para manter meu nome, ou honra familiar como muitos nescessitam. – Hermione falou séria. Tom ao seu lado escondeu o riso da cara que Malfoy, Black e Nott fizeram.

- É realmente Tom teve sorte de encontar alguém que não prescise manter o nome familiar. – disse colacando ênfase nas ultimas palavras.

- O que você quis dizer com isto, Avery? Você tem algum problema com meus antecedentes? -Perguntou desafiadoramente, Tom olhou para Avery com um olhar assassino que seus seguidores sabiam que não deviam brincar.

- Não, nenhum. – disse sério, abaixando a cabeça.

Ficaram em silêncio até que Malfoy, Black, Nott e Avery pediram licença e saíram.

- Me parece que seus amigos não ficaram muito satisfeito com sua escolha, Tom. — disse Hermione despreocupadamente.

- Eles não são meus amigos e também não me importo com suas opiniões. – disse frio.

- Não se sentirá mal se eles pararem de conversa com você, por minha causa? — perguntou a ele.

- Não, você me vale mais do que eles todos juntos. – disse a olhando. Hermione sentiu um calafrio percorrer sua espinha, mas não disse nada.

- Tom se não se importa eu vou ficar a tarde em meu dormitório para descansar e colocar os pensamentos em ordem.

- Como queser minha Senhora. – disse enquanto caminhavam de mãos dadas para a torre da Grifinória.

- Por que me chama assim? — perguntou.

- Por que você é minha, Hermione. Minha Senhora. – disse com a voz rouca em seu ouvido fazendo Hermione sentir seus pelos do corpo searrepiarem.

- Tom não faça isto, por favor. – disse em um sussurro.

- Por quê? — perguntou sarcástico.

- Se não, não vou conseguir entrar em meu quarto, e vou acabar voltando para o seu. – disse maliciosamente.

- E eu iria odiar. – disse a beijando.

Hermione entrou para seu dormitório, a fim de pensar em seu futuro. Estava decedida em ficar ali com Tom agora era se acostumar com a idéia de não ver mais seus amigos e seus pais, por pelo menos nos próximos cinquenta anos.

Tom desceu até as masmorraras, por mais que não amasse Hermione, ou assim ela achava, não toleraria desrespeito de seus servos com ela. Eles tinham que apreender que ela era uma escolha dele e que ninguém teria nada a ver com isto.

Fazia dez minutos que os tinham convocado e ali estavam agora, treze rapazes todos da Sonserina e em sua maioria de famílias bruxas importantes no mundo magico.

- Eu os convoquei aqui, não para dar a vocês satisfações mais sim para esclarecer algumas coisas. Quando formei este grupo com pessoas restritamente selecionadas tinhamaos uma visão de exterminar, qualquer nascido trouxa. Pois são inferiores a nós. Não mudei minha opinião, eles continuam sendo. Mas devo admitir que exista exeções, como por exemplo, minha noiva. — Tom chamava Hermione de noiva, mesmo esta falando que não – Ela é uma espetacular bruxa, como vocês mesmo comprovaram ao decorrer deste ano, muito poderosa. Tanto que muitos aqui não conseguem ultrapassa-la em classe. – disse olhando para alguns de seus “amigos” do sétimo ano — Por tanto conclui que seria mais significante para nós não extermina-los em sua totalidade, mais sim escolher alguns para lhe dar a honra de trabalhar ao nosso lado. Poderemos usar de seus poderes ao invés de te-los como inimigo. – Tom concluiu – Alguma pergunta?

- Sim Milord. — falou Malfoy- É isto que esta fazendo com a Lambert?

- Não que seja de sua conta Malfoy. – Tom pausou – Mas sim é isto que estou fazendo com Hermione, ela é muito útil a mim não só em meus futuros planos mais de outras formas também. – Tom falou com um sorriso malicioso nos lábios – Não admitirei nenhum insulto a ela, respeite como se fosse a mim mesmo. Nott como estão os preparativos para nossa despedida de Hogwarts?

- Milord depois que o Senhor começou a namorar com a sa... — parou de falr ao ver o olhar mortal de Tom — Digo com a Hermione, pensamos que desistiria da idéia — completou com temor na voz.

- Vocês não foram feitos para pensar Nott, foram feitos para obedecer, meus planos não mudaram em nada, então espero que continue conforme concordamos reuniões atrás, e não admitirei erros nem atrasos, estamos com praticamente dois meses para a formatura.

- Sim Milord. – entoaram.

- Estão dispensados. – informu Tom sainda da sala.

Após a conversa com seus comensais, Tom foi para o seu dormitório, não se sentiu bem falando de Hermione daquela maneira mais também não deixaria seus comensais pensar que estava fraquejando, não isto ele não admitiria. Seus planos eram grandes e seriam ainda maiores com ela ao seu lado o ajudando.

O domingo amanheceu quente. Hermione como falou a Tom passou o resto da tarde de sábado dormindo ou estudando não saindo nem para o jantar. Acordou super bem disposta e resolveu que faria algo que a muito tinha vontade e aproveitaria para refrescar as idéias.

Colocou um short mais curto, o que já era quase indecente para a época, uma camiseta regata vermelha, uma sapatilha e saiu. Não estava com fome e ainda era um pouco cedo para um domingo, por volta das 9:00. O castelo tinha poucos alunos e em sua maioria nos jardins aproveitando o raro momento de sol do ano.

Ela foi em direção ao lago, ao longe em baixo de uma arvore viu Minerva e Felipe sentados conversando, Hermione havia achado Minerva um pouco apreensiva no dia anterior, resolveu que depois falaria com ela. Passou entre os jardins em direção ao lago, uma parte mais escondida e pouca frequentrada. Retirou os shorts e a regata, ficando apenas de biquíni que tinha trazido de seu tempo.

Adentrou a água, esta estava gelada, mas não insuportavel, mergulhou sentindo a agua passar por sua pele. Hermione pensava em tudo que tinha vivido até ali e se sua descisão foi realmente a certa a ser tomada. Ela tinha certeza agora mais que antes que ela amava Tom Riddle, e ele por sua vez também. Ele confiou algo a ela que sabia que era importante. Confiou um pedaço de sua alma, sem ao menos saber se ela o amava de volta ou não. Não precisava de mais provas do que esta.

Como vou avisar Dumbledore que vou ficar aqui? O que ele falará para meus pais, amigos e para a Ordem? Como minha descisão alterar o futuro? Sera que me arrependerei? Hermione pensava cansada, era muitas as perguntas e não saberia as respostas para nenhuma delas. Saiu da agua dando graças que a Lula-gigante não ter ido até ela. Deitou-se na toalha que trouxe e ficou a tomar sol, com os olhos fechados. Deixando seus pensamentos vagarem entre o seu futuro que agora começaria e o outro que deixou.

Depois do que para ela apareceu minutos sentiu-se sendo observada, abriu os olhos e encontrou os de Tom a fitando, com vários sentimentos. Malicia e desejo eram os primeiros na lista, depois talvez admiração e raiva.

- Feche a boca se não entra mosca! — Hermione brincou quando viu Tom de boca aberta a olhando, fechou os olhos e continuou deitada.

- O que você acha que esta fazendo? — Tom perguntou assim que saiu de seu torpor, Hermione sentiu que na sua voz tinha um pouco de raiva.

- Tomando um pouco de sol. – disse sem olhá-lo.

- Mas você está quase nua! – falou sentando-se ao seu lado.

- Isto Tom é um biquíni, sera muito usado daqui algumas décadas. – disse divertida.

- Não quero ninguém a olhando. – falou sério.

- Você esta vendo alguém aqui? – perguntou sarcástica.

- Não, mas mesmo assim esta pele, este corpo é só meu. – disse passando os dedos levemente no contorno de seus seios, sua barriga e em sua cintura descendo com eles até a entrada de seu sexo.

Hermione suspirou assim que sentiu sendo tocada pelos dedos de Tom, era maravilhoso seu toque, seus carinhos. Ela abriu os olhos e o viu um fogo refletir os olhos dele, ela sorriu o mais sexy que conseguiu levantou seu tronco para alcançar a boca dele e o beijou apaixonadamente. Quando os carinhos começaram a esquentar Hermione levantou-se rápido e correu até o lago.

- Você me quer Tom? Então venha me pegar. – e mergulhou no lago.

Tom olhou incrédulo para ela – como ela consegue me fazer ficar louco? Pensou.

- Se você esta achando que vou entrar ai para te pegar esta muito enganada Hermione. – disse sério cruzando os braços em seu tórax.

- O Tom esta com medo de se molhar é? — falou com voz de zombaria – Tudo bem, então fica ai. – ela disse. Tom não entendeu o porque na hora, mais quando olhou para o lado viu duas peças aparecer ali, era seu biquíni. – Ainda vai ficar ai? — perguntou com malicia.

Tom não se deu ao trabalho de responder com um gesto de varinha retirou sua roupa ficando somente de cueca e entrou na agua. Ninguém os via ali, era um lugar de muito difícil acesso, mas se alguém os visse teria certeza que o casal ali presente se amava e muito. Ninguem jamais pensaria que o homem que brincava, jogava agua, acariciava e beijava sua companheira seria o maior bruxo das Trevas que já existiu, sem amor, sem compaixão, sem sentimentos.

Eles passaram um bom tempo dentro do lago até que saíram, Hermione com um novo gesto com as mãos colocou seu biquíni e Tom continuou só com sua cueca. Sentaram-se em cima da toalha, Hermione no meio de suas pernas, ela admirava ainda mais seu corpo. Ele era totalmente definido, suas coxas eram firmes e cheias e suas costas largas, ele ali com a pele rosada do sol, com os cabelos molhados caindo em seu rosto delicado mais forte, seus lábios vermelhos em contraste com seus olhos cinzas, era como a perfeição da beleza materalizada aos seus olhos.

- Hermione. – Tom a chamou – Não precisa me olhar assim eu sei que sou lindo! — falou sorrindo, Hermione corou ao perceber que devia estar com uma cara de idiota o observando. – Quero te perguntar uma coisa. – falou um pouco mais sério.

-Sim. – ela disse se virando para encará-lo.

- Você está certa que fiacara ao meu lado, mesmo? Digo não foi algo do momento, uma emoção. Você tem certeza desta sua descisão? – Tom perguntou, ele realmente não gostaria de fazer esta pergunta, mas era nescessário.

- Tom eu não tenho certeza de mais nada em minha vida – disse abaixando os olhos, sentiu ele enrijecer próximo a ela –, mas eu tenho muitas razões para não ficar, e só uma para que eu aceite.

- Quais seriam elas? – perguntou curioso.

- Para não ficar, meus amigos, família. Eu sentirei muitas saudades deles. Mas para ficar eu tenho você, – disse passando a mão no rosto dele – você Tom, e o amor que sinto por ti são as únicas razões que tenho para ficar aqui.

Tom se alegrou com sua resposta e sussurrou ao seu ouvido.

- Eu não vou deixar-la se arrepender de sua decisão, minha Hermione. –terminado de falar a beijou e os dois se entregaram mais uma vez ao prazer tendo apenas as arvores, flores e pássaros como testemunha de suas promessas de amor.

O resto de março passou em um turbilhão de atividades. Abril entrou e já estava na metade. Os alunos do sétimo ano já estavam entrando em crise por causa dos NIEM enquanto outros estavam preucupados com o fim da copa das casas e do quadribol.

Hermione se importava menos com a copa de quadribol, mais queria muito que a Grifinória ganhase as taças da casa. Sonserina tinha ganhado todos os anos desde que Tom entrou em Horgwats. Da mesma forma que Tom queria ganhar as taças da casa, não queria perde-la em seu ultimo ano. O que não ajudava muito era Minerva que estava disposta a fazer quase qualquer coisa para conseguir a taça para sua casa. Este ano esta despusta estava acerrada, os Grifinória e Sonserina brigavam por cada ponto, ganho ou perdido, as duas estavam quase empatadas.

Estes grifinórios não são tão nobres como todos pensam. – Pensou Tom assim que deixou o jantar. Só ele tinha notado o movimento de varinha que Minerva fez lançando um confundus em Crabbe, isto resultou em uma espetacular guerra de comida na mesa da sonserina.

Ele e Hermione que estavam a mesa sairam calmamente assim que começou a guerra e usaram um feitiço de blindagem para não serem atingidos. Sentaram-se ao lado de Minerva na mesa da Grifinória.

— Belo feitiço. — ele disse com um sorriso.

— Eu não tenho idéia do que você esteja falando. — Minerva respondeu.

Felipe, outro que sempre se sentava junto a mesa da Grifinória revirou os olhos, ele estava impar aos eventos. Cornival já havia ganhado a copa de quadribol, principalmente por sua causa, mas nos restante das matérias ele não era de muito ajuda, exceto em adivinhação que ele conseguia passar Heloisa em pontos por sua casa.

Tom olhou para trás olhando a mesa da Sonserina. Slughorn estava roxo de gritar com os alunos de sua casa para cessar o fogo. Finalmente a Professora LeRue caminhou até a mesa, olhou, e disse.

- Trinta pontos da Sonserina. — De repente, tudo ficou em silêncio. Ela seguiu de volta para a mesa. Deixando a casa de Slughorn com uma disciplina aplicada.

— Bom trabalho, Minerva. — Hermione a parabenizou, ignorando a presença de Tom.

— Obrigada. — ela aceitou, sorrindo maliciosamente.

- Como eu prefiro usar a surpresa a meu favor, eu vou atrasar a revanche. — disse Tom preguiçosamente.

- Não é nossa culpa que Crabbe pense que expressar o amor é jogar comida. — respondeu Minerva, com um olhar de inocência em seu rosto.

- Normalmanete Crabbe senti fome mais do que qualquer outro sentimento, por isso a culpa ainda é sua. – Tom sorriu.

— Hmm, acho que vamos ter de estar em guarda contra o nosso querido monitor-chefe, não estaremos, Minerva? — Hermione brincou.

- Tarde demais. — disse Tom, levantando-se e voltando para a mesa da Sonserina agora limpa. A grifinória olhou em volta e não viu nada. De repente, na mesa cada prato explodiu. Alimentos e suco de abóbora lançado no ar, e alguns até acertaram os alunos da Cornival e Sonserina em suas mesas. Rapidamente Hermione lançou um feitiço de proteção e olhou para Tom, que sorriu de volta angelicamente. Mais uma vez, a professora. LeRue pisou firme, para a mesa da Grifinória.

— Eu não sabia que os pais costumas educar seus filhos desta maneir, sobre boas maneiras à mesa. Quarenta pontos da Grifinória. Agora, sentam-se e comam sua comida ou saiam. — ela fez uma careta. Hermione, Minerva, e Felipe acharam que o melhor era ir embora.

Tom vendo que Hermione saía, foi ao seu encontro. Minerva e Felipe iriam para os jardins, Hermione e Tom caminharam-se para o salão comunal dos Monitores. Desde que começaram a ter uma relação mais profunda, Hermione passava muito tempo no quarto de Tom, muitas vezes durante a semana dormia junto a ele. Como ambos continuavam sendo excelentes alunos e o casal preferido de Slughorn e até mesmo de Dumbledore, eles fingiam que não sabiam. Eles terminaram suas liçoes e estavam sentados lendo um livro cada um no sofá, quando Hermione de repente perguntou.

- Tom posso te fazer uma pergunta? — disse ela calmamente.

- Sim. — ele parou de ler a fitou com curiosidade.

- Eu sei o que é uma horcrux e também o que é presciso para fazer uma. Eu quero saber se você pensa em fazer mais. – disse ela expressando realmente curiosidade eobservando o anel em seu dedo.

Tom parou e pensou, sim era claro que queria mais. Mas era seguro dizer isto a ela? Talvez sim, o que teria de perigo nisso. Ela estaria ao seu lado para sempre, e ele a vigiaria de perto. Seria até bom, talvez ela ate mesmo a judasse a encontrar os objetos que tanto almejava para fazer as próximas.

- Não se assuste com que vou te responder – Falou calmamente – talvez me ache um mostro.

Hermione supirou, ela não era tão inocente ao imaginar que Tom Ridller fosse se torna bonzinho, sabia que ele ainda tinha um lado sombrio.

- Eu nunca vou te achar um mostro – disse calmamente tentando retirar a figura horrivel que conhecia dele em seu futuro.

- Penso sim, na verdade penso em fazer mais cinco. — falou a olhando para ver se ela mudasse sua expressão para choque, nojo ou qualquer outra. Mas Hermione se segurou, ela não podia deixa-lo perceber que ela o temia, ou que era contra seus planos, ela agiria sorrateiramente era assim que vinha fazendo e assim que funcionava.

- Nossa mais porque tantas?

- Eu quero me garantir – disse simplesmente.

- Hum por que o anel? – ela perguntou mexendo o anel em seu dedo.

- Porque eu queria algo que tivesse significado para mim, eu gosto de ter coisas valiosas. Assim como você. – sorriu para ela cariciando seu rosto.

- Obrigada pelo seu elogio, me sinto honrada por fazer parte de seus troféis. –falou sarcastica, fazendo bico de brava.

- Não fique assim Hermione. – ele falou sério — Com certeza você é o mais importante de todos eles. — Hermione o olhou ainda com a expressão séria depois abriu um pequeno sorriso.

- E eu posso saber quem são meus concorrentes? – disse brincando.

- Eu os não tenho ainda, mas terei em breve. – disse. Hermione o olhou interrogatoriamente – Tá bom eu falo, eu sei que você quer saber. – disse para ela – Sabe aquele livro sobre os fundadores que você me deu no natal?

- Sim.

- Nele falava que os fundadores tinham objetos muito valiosos. Helga Lufa-lufa tinha uma taça, Rowena Cornival tinha um deadema, Salazar Sonserina um medalhão e Godrico Grinfidor uma espada. E eu quero ter estes objetos para minhas horcruxes.

- Nossa Tom , mas são objetos muito valiosos e perdidos.

- Eu já tenho idéia de onde estão o medalhão e o diadema, só falta a taça já que a espada esta aqui em Horgwats. — falou com um brilho no olhar.

Hermione descobriu o que veio para descobrir, sua missão era esta. Descobrir quantas Horcrux e o que eram, mas agora de nada iria valer, ela não usaria desta informação para matar Tom. Não isto era impossivel, não permitiria deixa-lo fazer mais, apenas isto.

- Humm...Vamos mudar de assunto? – disse tentando alivaiar o clima – Que brincadeira foi aquela no almoço Sr. Tom Ridlle? — disse se fingindo de brava.

- Foi sua amiga que começou....

- E você continuou...

- Ah não fica bravinha assim não ...vem cá minha Senhora. – disse a puxando junto a ele – Tenho uma brincadeira muito mais divertida e só faço com você. – disse maliciosamente.

- Qual? — perguntou Hermione se fazendo de timida.

- Esta. – disse a jogando no sofa e fazendo cosegas nela. Os dois gargalhavam da brincadeira tão infantil., mas divertida.

- OW!!! Vamos parar a sem vergonhice aqui na sala. — falou uma voz grave na porta da sala. –Tem quarto lá em cima.

Tom e Hermione olharam para Felipe parado ao lado de Minerva na porta, os dois com sorrisos nos labios por ver a situação de Tom e Hermione, ambos vermelhos por causa das risadas e com os cabelos totalmente bagunçados. Os quatro riram da situação e passram a noite conversando no salão comunal. Tom se sentia muito, muito feliz e Hermione também.

Notas finais
Gente e ai ? Voces acham q o Tom ama mesmo Hermione, ou é igual ele falou para seus comensais? Ou ele esta tentando se enganar e não admite que realmente a ama? E o que sera que ele mandou os comensais fazer como despedida? Quero opiniões.Bjs e até domingo!!!