Uma Segunda Chance para Viver
23 Capítulo 23- 22º Ultimo Mês
Notas iniciais
Caos, esta era a palavra que Hermione mais pensava nos últimos dias. Os alunos do sétimo ano estavam a beira de um colapso nersoso, faltava uma semana para o inicio dos exames e um mês para o fim do ano letivo. Para ela significaria muito mais do que isto, era o inicio de uma nova vida, em outro tempo, com outros amigos, sem família e sem um passado.
Se sentia segura em relação a sua decisão e permanecer ali, não era o certo, Ela sabia que mudaria totalmente o rumo da história, mais proporcionaria um mundo mais feliz a todos aqueles que ela amava. Decidiu que assim que o portal se abrisse no dia 17 de junho, ela mandaria por ele três cartas, uma a Dumbledore, uma a seus amigos e outra a seus pais, explicando que se apaixonou por alguém improvável e não seria seguro voltar, para que eles não se preocupassem com ela, pois estaria feliz e contente ao lado da pessoa que amava. Sabia que era uma coisa pouca e para ela que viveu tantas aventuras ao lado dos seus amigos. Mais o que diria a eles? Que estava ao lado de Voldemort? Que se tornou sua companheira? Não, ela não sabia de seu futuro, então seria melhor eles também não saberem.
Decisão tomada e apartamento alugado, ela e Tom tinham ido no fim de semana passado alugar um apartamento, era em umas das travessas do beco diagonal, era pequeno: um quarto, uma sala e cozinha acoplada e um banheiro. Para eles estavam ótimo, Hermione iria começar seu curso de auror e Tom só esperaria os resultados dos Niems para poder começar a trabalhar no ministério no setor de Mistério. Ambos teriam como se sustentarem e seus poucos móveis já estavam comprados. Tudo estava perfeito.
O que preocupava Hermione era Minerva e Felipe. Os dois estavam tristes, Felipe tinha aceitado o convite de um time de quadribol da Bulgária. Ele pediu para que Minerva fosse com ele, ela poderia trabalhar no Ministério da Bulgária e eles poderiam se casar. Minerva como não queria casar-se e muito menos viver junto a ele sem um compromisso, não aceitou. Eles não sabiam como continuariam a namorar devido, não somente a distância, mas também com os trabalhos puxados que ambos teriam.
Já ao contrario deles, Heloisa e Jason era uma alegria só, eles tinham marcado o casamento para o mês de outubro, era só o tempo de Heloisa preparar a cerimônia e a festa. Hermione e Minerva seriam as damas de honra, nenhuma delas gostaram muito da idéia, não por não gostarem da amiga, mas não queriam ficar a mercê das idéias e caprichos da mesma.
Era uma sexta-feira a ultima antes das provas, Slughorn estava terminando sua aula, uma revisão das poções que provavelmente cairiam nos NIEM. A turma foi dispensada, e o professor chamou a Hermione e Tom.
- Por favor, Tom e Hermione fiquem um instante, quero conversar com vocês. – Disse com um sorriso. Os dois ficaram na sala, sem entender o que o professor poderia querer com eles – Pedi para que ficarem, pois quero convidar a vocês pessoalmente para a última reunião do club do Slug, esta será uma reunião muito importante, terá vários chefes de diversos departamentos do ministério, treinadores de time e mais algumas pessoas importantes, e será exclusivo para aluno do sétimo ano.
- Me sinto honrado Senhor, por ter sido chamado.- falou Tom com sua voz mais doce e educado, possível. Hermione riu por dentro, Ele não muda! Pensou divertida.
- Eu também, professor. – Hermione concordou.
- Que ótimo, sei que vocês andam muito ocupados, principalmente nas noites. – disse em um tom malicioso, Hermione corou fortemente e Tom riu de lado de seu embaraço e da insinuação do professor – Mas creio que arrumaram tempo para irem. Será amanhã a partir das 20:00 horas.
- Estaremos lá. — disseram os dois caminhando de mãos dadas para fora da sala.
- Isto foi constrangedor. — disse Hermione ainda corada.
- Não ligue para ele. – sorriu Tom e a beijou nos lábios — Hermione você vai dormir no meu dormitório hoje?
- Na verdade, não queria ir dormir lá hoje, se não se importa. –disse o olhando — Eu vou ficar em meu dormitório e dormir um pouco mais, porque a ultima coisa que eu faço quando estou no seu é dormir. – disse maliciosa.
- Olha a sabe-tudo tímida colocando seu lado malicioso para fora. – disse a puxando mais próximo a ele e sussurrando em seu ouvido — Eu adoro este seu lado. — e depositou um beijo bem a baixo de sua orelha. Hermione sentiu um calor subindo pela sua espinha, Tom sabia exatamente onde tocá-la e como tocá-la.
- Mas porque me perguntou se eu iria para lá?
- Nada é que hoje tenho uma reunião com os monitores, e provavelmente acabará tarde.
Os dois jantaram e Hermione em seguida foi para o seu dormitório, estava realmente cansada. Leu algumas anotações de suas aulas, uma revisada em seu livro de Aratimancia. Heloisa entra no quarto com o sorriso de orelha a orelha.
- OH! Hermione! – cumprimentou animada.
- Nossa que animação é esta? — perguntou olhando para a amiga.
- Minha mãe me escreveu, ela conseguiu que a maior estilista da Europa fizesse meu vestido de noiva! – gritou assim que terminou – Estou tão animada.
- Percebe-se. – disse sorrindo.
- Nossa ele é simplesmente fantástica. – e Heloisa passou a contar com detalhes vários vestidos que a estilista tinha feito, quando Hermione deu por si já era mais de dez horas e nem tinha ainda tomado banho.
- Heloisa, eu vou tomar banho. – disse se levantando e pegando suas coisas e indo em direção a porta.
- Para onde você vai? Para o dormitório de Tom? — perguntou com um olhar divertido.
- Não boba, vou tomar banho no banheiro dos monitores, a Minerva me deu a senha e tenho certeza que ninguém ira lá esta hora. – disse saindo pela porta.
Hermione desceu com cuidado para o andar de baixo, para não ser pega por algum professor, em direção ao banheiro dos monitores. Parou em frente a um quadro de uma sereia que penteava os cabelos e disse a senha, o quadro se moveu revelando o enorme banheiro de mármore roxo, e uma banheira que mais parecia uma piscina.
Fazia dias que Hermione ansiava em vir tomar um relaxante banho de espuma, mas seus “compromissos com Tom” a impedia disto. Começou a encher a banheira e colocou diversos sais de banho na água. Quando estava quase cheia retirou suas vestes e entrou na água morna e agradável, mergulhou para molhar toda a extensão de seus cabelos e foi para a outra borda da enorme banheira. Colocou algumas toalhas fofas para apoiar sua cabeça e outra nos seus olhos os tampando e ficou a relaxar, sentindo a água tocar-lhe toda a extensão de sua pele.
Ela não sabia quando cochilou, mas foi despertada pelo som da entrada sendo aberta. Instantaneamente Hermione estava acordada. Seu olhar disparado para a entrada, enquanto ela apressadamente tentou espalhar a espuma na frente do corpo. Sendo pelo menos um pouco bruta.
Quando ela reconheceu a pessoa de pé no banheiro, ela suspirou de alívio e preguiçosamente disse:
- Ah, é só você.
Tom arqueou uma sobrancelha, enquanto os olhos cinzentos observava o corpo de Hermione. Um sorriso escondido nos lábios quando ele respondeu secamente.
- É bom saber que sou apreciado. — Seus olhos percorreu mais de seu corpo até que curiosamente perguntou — O que você está fazendo aqui? Isto é para monitores apenas. Você não deveria estar aqui.
Hermione franziu seuas lábios para ele.
- E o que você vai fazer sobre isso? Dê-me uma detenção?
Um sorriso malicioso prencheu o rosto dele quando respondeu.
- Não, tenho outra coisa em mente.
Hermione o ignorou e perguntou severamente.
— Você não tem de patrulhar o Corredor? Eu tenho certeza que você não fez ainda.
Tom a olhou divertido, enquanto caminhava até ela.
— Tom! — Hermione repreendeu-o indignado — Você não pode negligenciar seus deveres.
Ele parecia não ouvir agora e começou a abrir os botões da camisa. Um pouco distraída, Hermione ainda insistiu em repreendê-lo.
— Você tem que ser um exemplo para os outros alunos.
Até agora Tom só havia retirado a camisa demostrando seu tórax bem delineado e forte... De repente Hermione se sentiu incômodada, não era possível continuar. Um sorriso presunçoso se formou em sua boca quano Tom olhou para o rosto perturbado dela. Então ele começou a remover suas calças, Hermione esqueceu tudo sobre deveres de monitores.
Depois de ter retirado sua roupa intima também, Tom deslizou na água morna e mergulhou, indo parar ao lado de Hermione. Ela virou a cabeça e olhou para ele. Sorria ainda com vigor, Tom passou o braço em volta de seu corpo, enquanto ele disse com o queixo apoiado em seu ombro, bem próximo ao seu ouvido.
- Sabemos que ambos deveria respeitar mais as regras. — sussurou. Hermione fez uma careta para ele.
— Não sou irresponsável. — disse ela ironicamente — Claramente, é tudo culpa de minhas companhias.
Tom apenas sorriu para ela e continuou a falar.
— Para não mudar o tópico, moça, nós ainda precisamos discutir o seu castigo. Depois de que invadiu uma casa de banho privada.
Hermione revirou os olhos então ela o olhou para ele e perguntou.
— O que você tem em mente?
Um sorriso inocente preencheu o rosto de Tom. Ela não estava enganada. Ela ainda podia ver o brilho desonesto em seus olhos. Tom a puxou com mais força contra ele antes de se inclinar e colocar um beijo suave em seus lábios. Hermione suspirou e fechou os olhos. Sua mão esquerda parou no ombro dele e desceu para suas costas deixando o seu caminho em arrepios. Ele beijou de leve novamente, desta vez no canto da boca, então ele inclinou-se e olhou-a sobrancelha arqueada, interrogativamente.
— Então, você acha que isso pode ser melhor que uma detenção? — Questionou ele, sorrindo para ela. Hermione sorriu para ele.
— Eu acho que poderia ser.
Quando ele a ouviu, seu rosto se encheu por um olhar altivo.
Curvou-se novamente para sua noiva em um beijo apaixonado. Hermione sentia as mãos dele sobre seu corpo e uma sensação de prazer queimado no fundo de seu estômago. Suas ações e beijos a faziam o querer ainda mais, Tom terminou o beijo em seus lábios e desceu até seu pescoço, ela tinha as mãos em seus cabelos, desesperada para senti-lo ainda mais perto dela. Começou escorrer suas mãos para suas costas, enquanto beijava delicadamente a ponta da orelha de Tom, o sentiu arrepiar. Ela deu um sorriso malicioso. Voltaram a se beijar com volúpia, ela sabia onde iriam terminar, e entre os beijos ela perguntou.
- Você fechou a porta?
— Sim. — Tom respondeu. Ela poderia ouvir-lo praticamente sorrindo quando ele continuou — Mas eu não coloquei nenhuma Magia Silenciando assim você vai ter que agüentar firme um pouco.
Como retaliação Hermione mordeu com força sobre a pele do seu pescoço.
— Ai! — Tom fez — O que aconteceu, mulher? Será que você virou um vampiro?
Hermione olhou para ele, sorrindo.
— Você mereceu. — disse ela. Havia um brilho suspeito em seus olhos, ela acrescentou em preucaução — Mas você não tem permissão para me morder.
Quando ele ouviu isso, Tom riu e colocou as mãos no cabelo de Hermione. Ele pegou um punhado e depois Hermione engasgou suavemente quando ele bruscamente puxou a cabeça para trás, expondo sua garganta.
- Mas isto não seria justo? — ele murmurou enquanto ele se inclinou para o seu pescoço.
Tom colocou varios beijos na pele macia de seu pescoço. Sua pele úmida, cheirava doce, era do sais de banho que ela tinha usado. Ele podia sentir um pequeno arrepio através de seu corpo, tocou seus lábios e um sorriso implorou para tomar forma em seu rosto. Ele arrastou mais beijos em sua pele quente. Ela estava tensa, obviamente esperando que ele realmente iria mordê-la. Mas ele não faria isto.
Ele colocou outro beijo na pele dela e a ouviu suspirar baixinho de prazer. Sua boca perambulou de volta para ela, prescisando provar os lábios dela novamente. Tom apertou a boca na dela e a beijou-o. Ele chupou com força o lábio inferior até que ela abriu a boca assim ele poderia aprofundar o beijo.
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Suas línguas brincavam quando ele a empurrou para a borda da piscina a aprendendo entre seu corpo e a parede. Suas mãos descendo nas laterais, agarrou a cintura dela. Então Tom ergueu com leveza da água. Ele a empressou mais contra a borda da piscina, ela enlaçou suas pernas em sua cintura, enquanto sentia o membro rigido de Tom tocar no meio de suas coxas. Hermione gemeu baixinho, desejando ele dentro dela. Tom sorriu suas mãos se moveram para cima, acariciando a pele de Hermione até chegar em seus seios notáveis, quando seu corpo estremeceu enquanto ele acariciava ela com as mãos.
Ela se inclinou para que ele pudesse depositar beijos em seus seios. Ele os lambeu com vontade e mordiscando em seguida suavemente, em resposta ela passava a mãos pelos cabelos, bagunçando-o, beijava e acariciava sua pele, ele perambulava por seu corpo até que seus lábios com os dela se encontravam novamente.
Suas mãos estavam circulando livremente sobre sua pele quente e Tom podia sentir toda entrega de prazer em seus sentidos. Seu corpo pressionado ao dela, em cada toque o queimava, qualquer pensamento que tivera contra ela naquele momento não existia. Logo o desejo pulsava através dele que não poderia ter deter-se mais. Ele precisava dela agora.Suas mãos se dirigiram para as coxas para que ela pudesse abri-la para ele.
Até agora ele não conseguia controlar-se mais. No seu limite de prazer ele a rasgou empurrado seu membro com força para dentro dela. Ele ouviu seu suspiro enquanto empurrava novamente, com mais força, e um suave gemido arrancou da sua própria boca. Suas mãos perambulou de volta a seus cabelos agarrando-os firmemente, e ele pode sentir a respiração quente contra seu pescoço, enquanto ele continuava a se mover dentro e fora dela.
Logo, a respiração se tornou mais instável e Tom sentiu Hermione se contrair mais sobre ele. Ela gemeu quando ele aumentou mais a velocidade enquanto tentava segurar ainda mais seu gozo, enquanto pudesse. O prazer rasgou sua mente, ele sentiu em seu corpo a antecipação de seus tremores.
Quando ele empurrou com mais força para dentro dela, Hermione gritou alto seu nome, que em seus labios soaram como uma melodia para ele. Seu corpo tremendo contra o dele, foi o suficiente para chegar ao seu auge, a onda de prazer finalmente se libertou.
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Ele precisava de um momento para acalmar sua respiração acelerada. Ele olhou para ela um sorriso em sua boca. Hermione ainda estava respirando duro e seu corpo flácido estava nos braços dele. Tom naqule momento percebeu que não conseguiria nunca mais ficar longe dela. Que ela era sua.
Hermione sentou com as costas inclinadas contra o peito de Tom, sentindo-se maravilhosamente relaxada, a água quente em torno dela confortavelmente. Seus olhos fechados, Tom estendeu a mão para o frasco de xampu que estava ao lado. Ele pegou o shampoo e colocou na palma de sua mão e começou a massagear o cabelo de Hermione. Ela quase ronronou de prazer e se aconchegou mais perto dele. Seus dedos corriam suavemente pelo cabelo dela, acariciando seu couro cabeludo.
— Eu ja te falei que eu gosto de seu cabelo? — ele sussurrou para ela. Hermione deu uma risadinha.
- Sim, você ja falou. E eu ainda acho que você é um mentiroso.
Tom gargalhou em resposta. Em seguida, ele lavou cuidadosamente para fora toda a espuma do cabelo dela. Quando terminou Hermione suspirou e recostou-se contra seu peito. A água quente fez com sono e ela desfrutou a sensação reconfortante do corpo de Tom contra o seu próprio.
- Mi acho que devemos voltar, – falou para ela enquanto beijava o ombro – deve ser muito tarde.
- Aqui está tão bom, – respondeu manhosa.
- Eu sei amor, mais daqui a pouco você virá uma sereia – ele estava tão distraído que não percebeu que chamou Hermione de “amor”, porém Hermione ouviu e não escutou mais nada que Tom falou, olhava para ele com cara de espanto – O que eu falei Mi? Sei que a piada é péssima, mas não é para tanto – disse sorrindo.
- Você...Você me chamou de “amor”. – disse ela calmamente.
Tom mudou a fisionomia seu rosto que estava relaxado enrigesseu rapidamente, ele não lembrava de ter chamado Hermione assim, sera que ele estava tão envolvido com ela que falou aquilo que seu coração estava a tempos querendo, Tom respirou pesadamente e olhou nos fundos daqueles olhos avelã antes de responder.
- Eu achava que você já sabia. – disse com um sorriso presunçoso – Você sabe que te amo Hermione, qual o espanto.
-Não, não foi nada. Só acho que não me cansarei de ouvir.
Hermione acordou na manhã de sábado com um peso em cima de seu torax, olhando para baixo viu uma cabeleira preta e bagunçada, abraçada a ela. Hermione sorriu com aquilo, onde no início daquela missão louca de Dumbledore ela se imaginou naquela situação, com Tom em seus braços? Hermione ficou olhando para ele por um tempo, ele dormindo parecia um anjo, inocente. Hermione riu com este pensamento Tom é um anjo, só se for das trevas. Com um pouco de esforço retirou ele de cima dela, ele se moveu murmurou alguma coisa imcompreensivel e voltou a dormir.
Hermione olhou em volta, estava somente com sua camisola de cetim preta, que levera para o banheiro antes de Tom chegar, e eu que desejei ter uma boa noite de sono pensou. Ela abriu o guarda roupa de Tom a procura de algo para vestir, não poderia voltar para seu dormitória só com aquilo, experimentou a capa de Tom mais não adiantava muito. Resolveu ir até o quarto de Minerva ver se ela emprestava algo para vestir.
- Entre. – ouviu Minerva falar assim que bateu.
- Oi Minerva. – Hermione entrou timidamente, somente com sua camisola curta. Minerva deu uma olhada com um levantar de sombrancelha, que Hermione instinvamente reconheceu sua professora de tranfiguração, só faltou ela tirar pontos.
- Vejo que dormiu bem.
- Sim, bem, eu não viria dormir aqui a noite passada, mas bem aconteceu e ... Eu queria saber se poderia me emprestar alguma roupa para ir para o dormitório – Hermione estava sem graça, certo que Minerva sabia que ela dormiu com Tom uma vez, mais tomava cuidado para a amiga não a ver smpre. Sabia que ela não aceitava muito bem.
- Devo ter algo que te sirva. – disse indo para o armário.
- Estou te achando tão séria Minerva, esta tudo bem entre você e Felipe? — Minerva suspirou cansada entregando um vestido para Hermione.
- Digamos que estamos indo, – disse desanimada- ele insiste em me chamar para ir com ele para Bulgária, não é que eu seja uma antiquada, mas é que realmente não quero ir para outro país, com um rapaz que eu conheço a menos de seis meses, por mais que eu goste e confie nele.
- Não fique assim Minerva, tenho certeza que vocês mais cedo ou tarde se acertarão. – disse Hermione passando as mãos nos ombros de Minerva em sinal de encorajamento.
- Espero que sim Hermione, sinceramente. – disse tentando soar mais animada.
- Então você irá a reunião do Slung, a noite?- perguntou tentando quabrar o clima pesado no ar.
- Sim eu vou, me parece que ele resolveu me convidar depois de anos me ignorando. – disse mais alegre – Me parece que é exclusivo para os melhores alunos do sétimo ano, não vou dizer que estou animada, mas certamente tera muitas pessoas importanetes que é bom conhecermos.
- Sim concordo. – disse se levantando — Vou indo, estou com fome. Vou ver se ainda tomo café. – virou no sentido da porta.
- Hermione não viu as hora não? – perguntou Minerva divertida – Já são onze e meia, daqui a pouco é o almoço.
- Nossa eu dormi tanto assim. – exclamou.
- Acho que dormi foi a ultima coisa que fez. – sorriu Minerva – você virá se trocar aqui?
- Não hoje vou me arrumar em meu dormitório, quero supreender Tom esta noite. – disse facera.
Minerva riu e Hermione saiu, passou no banheiro, lavou o rosto, prendeu os cabelos e voltou para o quarto de Tom. Ele já havia acordado estava somente com uma calça social sem camisa e descalço. Próximo a janela olhando para o lago. Hermione não o deixava de admiar todas as vezes que o via. Aproximou-se dele e o abraçou pela costa larga, dando-lhe varios beijos no caminho de sua coluna, sentiu o corpo de Tom se arrepiar.
- Bom dia meu Tom. – disse.
- Bom dia minha Senhora. — disse virando para ela e selando seus labios – Onde estava?
- Fui ao quarto de Minerva buscar uma roupa. – disse mostrando o vestido que trazia nas mãos – Tenho que parar de vim para cá e não trazer uma troca, ou eu saio com o uniforme ou com a roupa da noite passada. Assim vão começar a falar.
- Como se eu me importasse. – disse com desdem — Na verdade para mim você poderia ficar assim. – disse ele abaixando as alças da camisola de Hermione que desceu pelo seu corpo a deixando somente com a calcinha – Mas claro, só para mim.
Falando isso a pegou no colo e a levou para cama novamente, desceram para almoçar quase no final da hora de almoço, os dois empecavelmente arrumados. Mas as olheiras em baixo dos olhos e o seblante de cansados, porém satisfeitos não ajudava a disfarça o que eles estavm supostamente fazendo. A parte da tarde passou rápido, Hermione ficou em seu quarto dormindo, apesar de Tom insitir em querer busca-la na hora da reunião ela não aceitou. Queria lhe fazer uma surpresa e sabia que se avisse antes não aprovaria.
Hermione andava pelas masmorras, estava cinco minutos atrasada. Pelo que conhecia de Tom ele já devia estar impacinete e o pior era que ela tinha se perdido.
- Droga Hermione quase sete anos neste castelo e se perde logo aqui! – falou brava com sigo mesma, na verdade naquele lado ela só tinha ido uma vez acompanhada de Tom e estava tão irritada com sua companhia que mal se lembrava do caminho até a sala do professor.
Virou um corredor e estancou, em sua frente um grupo de alunas da sonserina conversavam. Devia estar em umas seis garotas sexto e setimo ano. Entre elas Hermione reconheceu, Walburga Black que seria a futura mãe de Sirus, Druella Rosier que seria mãe de Belatrix e Irma Crabbe, as outras Hermione não reconheceu, mas pelas companhias não devia ser nada agradavel.
As garotas viraram-se para Hermione, ela bufou baixinho. Realmente estava sem paciencia para discusões bobas. Tentou ignora-las mais as garotas passou por ela arrogantemente e Walburga zombou.
- Olha, olha se não é a sangue – ruim rodiando as masmorras. — disse com sua voz esganiçada, parando a sua frente. Hermione sentiu sua magia agitar-se perante as ultimas palvras, respirou para se controlar.
- Sai da frente. – falou baixo, olhando fixamente para a garota de cabelos longos e negros. A garota não saiu.
- Como ousa! Você deveria nos agradecer de joelhos que lhe é permitido ainda estudar em Hogwarts. Você e seu tipo devem ser separados dos bruxos e bruxas de verdade.
Hermione apenas balançou a cabeça. Ela não queria falar com elas. Suas palavras a fez se sentir doente. Deu um passo para o lado e continuou a andar pelo corredor. Mas parou assim que ouviu a voz esnobe e estridente de Druella.
- O que você fez com Tom, sua vagabunda? Você enganou ele, não é?
Hermione virou-se para a menina e olhou para elas.
— Sim, eu tenho certeza que ele não dormiu com você. — continuou Druella uma das meninas aprovou o desprezo que lhe envolvia a palavra — Tom nunca se misturaria com alguém inferior a ele. Afinal, você é uma imunda.
As meninas riam e Hermione que tentava conter- se ao maximo.
- Então, quem foi? — Irma perguntou maldosamente — Quem dormiu com você? — os olhos de Irma desceu até o estomago de Hermione, torcendo-lhe o rosto com desgosto — Qualquer coisa que nascer com seu sangue sujo ou misto vai ser uma deformidade. Seria melhor se livrar dele. Nós não necessitamos de mais sangue-ruim.
Hermione respirou profundamente na tentativa de se acalmar. Ela não queria almaldiçoar aquelas meninas. Era inútil. Elas nunca mudariam suas opiniões nojentas.
— Pense o que quiser. — disse Hermione com a voz firme — Agora, se vocês me desculparem, eu tenho coisas melhores a fazer do que perder tempo com vocês.
— Como você ousa? — Wulburga gritou com ela — Você não vale nem para lamber as botas das sujeiras de Tom e agora você vai falar mentiras sobre ele.
Hermione enquanto engolia, sua raiva queimava por dentro dela, ela não deixou de notar a tristeza que invadiu seu coração. Por mais que não quisesse lembra-se era exatamente que os Comensais da Morte falavam. Isso soava horrivelmente como Tom falaria para qualquer outro nascido trouxa.
As meninas da Sonserina riam de Hermione, mas foram interrompidas por uma voz suave e profunda.
— Isso é o suficiente.
Hermione virou a cabeça e viu Tom em pé no fim do corredor. Seu rosto era uma máscara em branco, mas aos fundos dos olhos cinzas um brilho vermelho dançava.Apesar da magia diabólica em torno dele, que Hermione pode sentir, ela sentiu aliviada em vê-lo.
Tom esperava Hermione em frente ao escritória de Slung, mas ela estava atrasada. Odiava ficar esperando, resolveu ir de encontro a ela. Acabou de virar um corredor e começou ouvir vozes.
- Então, quem foi? — Irma perguntou maldosamente — Quem dormiu com você?
Tom reconheceu a voz. Ela pertencia a uma sextanista da Sonserina, Irma Crabbe. Era uma menina chata, Tom decidiu indiferença. Se alguma coisa entedia-se profundamente era as meninas e suas fofocas. Não era de seu interresse se Crabbe enxia alguém desconhecido.
“qualquer coisa que nascer com seu sangue sujo ou misto vai ser uma deformidade. Seria melhor se livrar dele. Nós não necessitamos de mais sangue-ruim.”
Tom aumentou ainda mais seu desdém quando ouviu o insulto. Ele não poderia negar isso, Crabbe estava certa. Ele como monitor deveria impedir um duelo, mas ele não queria tirar pontos de sua própria casa e muito menos ajudar a quem Crabbe estivesse insultando. Tom já ia se virando para o outro corredor quando ouviu uma voz que o fez estancar.
"Pense o que quiser." Respondeu a voz de Hermione. "Agora, se você me desculparem. Eu tenho coisas melhores a fazer do que perder tempo com você."
Crabbe havia insultado Hermione? Instantaneamente Tom sentiu seu início de Magia aumentar furiosamente através dele. Ele estava em um sentimento e um temperamento violento, quando ouviu outra voz.
“- Como você ousa?”- Wulburga gritou com ela — “Você não vale nem para lamber as botas das sujeiras de Tom e agora você vai falar mentiras sobre ele.”
Seu temperamento irritado aumentou e Tom entrou no corredor. Ele viu Hermione e um grupo de garotas da Sonserina em pé não muito longe. Havia um olhar desafiador no rosto de Hermione quando ela olhou para a outra menina. Tom tinha as mãos fechadas tentando controlar a si mesmo.
- Isso é suficiente. — ele disse, sua voz controlada, apesar do fato que sua magia girava em torno dele quase descontrolada.
Todas as sete meninas olhou para ele. Tom ignorou as garotas da Sonserina e aproximou-se de Hermione. Ele colocou seu braço ao redor de sua cintura a puxou mais par ao seu lado. Então, ele enfrentou as meninas que olhavam para eles. Mesmo que ele pode ver Black dando um passo de distância dele, quando ela foi atingida pela sua magia descontrolada.
— Sai daqui. — Tom disse com uma ameaça assassina torcida em palavras.
— Mais...ta. – Black começou a falar. Ele cortou suas palavras, uma voz fria e afiada cheia de ódio saiu de seus labios.
- Se eu pegar você mais uma vez insultando a minha noiva. Você não vai sair tão facilmente.
O terror se estalou na face das garotas. Uma expressão de medo, Crabbe apressou-se em sair rapidamente, seguida por suas amigas. Tom começou a levar Hermione para a outra distância. Ele deveriabuscá-la nasalacomum, como ele havia planejado Tom pensava, sua magia negra fervendo dentro dele. Ele respirou profundamente, prescisa se acalmar. Pegou o rosto de Hermione e ergueu.
- Você está bem? – Hermione desviou os olhos e respondeu.
— Claro que estou. Elas não teriam sido capaz de me amaldiçoar.
Ele lançou a ela seu pequeno sorriso.
- Eu sei. – concordou — Não é isso que eu quis dizer. – Tom queria perguntar se ela se ofendeu com o insulto que as garotas falaram para ela. Por mais que Tom não quisesse admitir, a unica que seria merecedora de estar ao seu lado era Hermione, mesmo sendo uma sangue-ruim.
Ele pode pegar um lampejo de emoção em seus olhos antes que ela olhasse para longe.
— Eu estou bem. — ela finalmente disse composta em seu tom de voz. Hermione realmente estava abalada, a muito não era insultada daquela maneira, isto a fez lembrar porque dela estar ali. Porque dela entrar em uma guerra contra Voldermont.
A falta de emoção na voz dela o fez perceber que ela estava tentando esconder seus sentimentos dele. Ele deveria amaldiçoar aquelas escorias. Como ousam insultar Hermione? Elas mesmo sangue-puros não são nem a metade dela, metade da bruxa que Hermione é! Pensou com raiva.
- Eu nunca irei te ofender desta maneira. – disse a ela timidamente.
Seus olhos castanhos hesitantes vaguearam até ele. Ele pode ver o brilho de insegurança neles. Então ela piscou e a insegurança foi embora. Um pequeno sorriso se formou em sua boca.
— Eu sei. — foi tudo que ela disse. Ela passou os braços na cintura dele aninhando-se mais próximo – Vamos estamos atrasados.
A apreensão momentânea deixou Hermione e ela abraçou Tom. Ela poderia sentir o cheiro agradável que sai dele. Deram alguns passos e Tom falou.
- Então, o que era isso de você estar grávida? — Hermione riu baixinho.
— Eu ouvi um toque de pânico em sua voz? — Os olhos dela brilharam divertindo-se com ele e ela piscou — É apenas um rumor estúpido. Acalme-se.
Tom abriu um sorriso.
- Hm, não sei. — Ele disse de maneira contemplativa — Eu acho que poderia ser bem divertido.
Hermione ergueu as sobrancelhas em sinal de duvida.
- Sério?- ela perguntou surpresa. -Você quer ter filhos realmente?
— Claro. — Tom respondeu levemente. Quando ele viu seu rosto chocado ele riu e completou — Não agora. Talvez um pouco mais tarde. Você não quer ter filhos?
- Eu acho que eu nunca pensei sobre isso. — disse Hermione. Ainda perplexa com os planos do Lorde das Trevas ter uma família- Com a guerra acontecendo, eu não tinha certeza se eu iria sobreviver até o próximo mês. É difícil planejar a sua vida dessa maneira.
Um olhar negro cruzou o rosto de Tom, como ele ouviu falar sobre a guerra, então Hermione rapidamente mudou o tema. Ela não quis falar sobre a guerra ou o futuro.
— Enfim, eu vou matar quem quer que esteja espalhando este boato. — ela tentou fazer uma piada. — Tenho certeza que são algumas garotas idiotas que cuida mais da vida dos outros do que das delas mesmas. — Hermione bufou — Este tempo tem muito pudor!
— Sério? — perguntou intrigado – Você acha realmente isto? Nós temos pudor?
- Certo, não pessoalmente, – mas Hermione continuou – mas estas roupas, não pode se beijar em público.
Tom não pode deixar de sentir uma faisca de ciúme queimar dentro dele. Ele estreitou seus olhos até Hermione e quis saber.
— No seu tempo, você fez coisas assim muitas vezes?
Hermione olhou para ele envergonhada, isso só intensificou o sentimento territorial fervendo dentro dele.
— N-não, eu não. — ela gaguejou e foi atropelada pelo blush no rosto dela — Com quem eu ficaria ...? Não ... eu passava muito tempo estudando.
Tom foi ficando mais calmo pela sua resposta, mas puxou ela mais ainda contra ele num gesto possessivo. Ele não gostava de pensar em nenhum outro homem tocando Hermione.
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